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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Marta Cruz, a bejense que trocou a advocacia pela aventura no mundo dos doces

Zé LG, 07.03.20

Marta.jpgCriou a sua primeira marca, em 2014, a Miss Berry, dedicada à comercialização de frutos vermelhos. No ano seguinte, criou a Miss Brownie, resgatando a tradição familiar na área da doçaria, nomeadamente do avô Ângelo Chora, adicionando novos ingredientes à receita tradicional do maravilhoso bolo que nasceu, há mais de 110 anos, nos E.U.A., de um contratempo culinário (o esquecimento da colocação de fermento). A delícia portuguesa surgiu, de forma inovadora, num pote, tornando o “Brownie à Colher”, de fabrico artesanal e diário, um verdadeiro sucesso. Começou por ser vendido online, mas, desde 2017, podem ser degustadas as iguarias, ou recolhidas encomendas, no Restelo, em Lisboa. A marca, já bem implementada no mercado nacional, está presente e tem parcerias com grandes empresas de diversos setores, como o El Corte Inglês, a TAP, as televisões, o Rock in Rio, o Time Out, entre outras.

Marta Cruz tem 42 anos, natural de Beja, casada e mãe orgulhosa de duas filhas, trocou a advocacia pela doçaria e é a Senhora que se segue no Expoente M, onde pode ler a entrevista que se segue.

EMAS Beja integra consórcio internacional de promoção da transição para a economia circular no sector das águas residuais

Zé LG, 04.03.20

202003030652501.jpgDe acordo com o administrador-executivo da EMAS, trata-se do projecto "TransForCE", que junta "20 entidades de todo o mundo, formando um consórcio internacional, que pretende agregar conhecimento científico, académico e de gestão, para o desenvolvimento de estratégias e soluções inovadoras para a transição da economia circular aplicada à gestão sustentável das águas residuais".

Segundo Rui Marreiros, "um dos principais pontos fortes do 'TransForCE' é a diversidade e experiência dos parceiros envolvidos e das práticas utilizadas no saneamento de águas residuais orientados para uma economia circular", sendo que os objectivos do consórcio "estão alinhados com as estratégias da Comissão Europeia para o desenvolvimento sustentável".

Daqui, daqui e daqui.

Projeto PlaCarvões vence prémio de Economia Circular

Zé LG, 11.12.19

PlaCarvões.jpgO projeto PlaCarvões "De Plásticos a Carvões Ativados – Economia circular nos plásticos agrícolas e urbanos", desenvolvido em consórcio liderado pela EDIA, com a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, a empresa Gestão Ambiental e de Resíduos e a Universidade de Évora, venceu o prémio Economia Circular nas Instituições Não Empresariais do Alentejo, atribuído pela ADRAL e CCDRA.
“O consórcio PlaCarvões, atento aos problemas emergentes provocados pelos plásticos de uso único, quer na agricultura, quer no circuito urbano e ainda pela contaminação orgânica dos mesmos, desenvolveu estratégias que contribuem para a sua redução, transformando estes resíduos sujos e de mistura, em carvões ativados”.

O Alentejo vai ter um Centro de Inteligência Competitiva em Campo Maior

Zé LG, 08.12.19

ana_abr.pngAmanhã, pelas 12 horas, no Centro Cultural de Campo Maior, numa cerimónia com a presença da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, vai ver apresentado o projeto do um Centro de Inteligência Competitiva (CIC), promovido pela autarquia, numa parceria com o ISEGI, a UNL e o IPPortalegre.

O CIC é um projeto de Investigação e Inovação à escala do Alentejo e que está centrado na valorização do conhecimento e pela sua aplicação de dados e soluções na atividade económica e empresarial dos setores e fileiras dos recursos endógenos, tendo por objetivo o desenvolvimento tecnológico das empresas providenciando-lhes mais competitividade e promovendo a sua internacionalização.

Grupo empresarial de Macau comprou Monte do Pasto ao Novo Banco

Zé LG, 09.10.19

vacas-monte-do-pasto-charoles-slider-min-660x330.jO grupo CESL Ásia – Investimentos e Serviços adquiriu, ao Novo Banco, o Grupo Monte do Pasto, localizado nos municípios de Cuba e Alvito, no Alentejo, que reúne 3.700 ha de terras agrícolas, usadas principalmente como pastagens, e apresentou uma visão para o desenvolvimento da Plataforma Focus, base operacional para empresas de alimentos e energia verde em Portugal, Macau, China e Países de língua portuguesa.

O grupo CESL Ásia planeia desenvolver, com o Monte do Pasto, uma plataforma Portugal-Macau que potencie as produções existentes, permita o lançamento de novas actividades agrícolas e pecuárias e intensificar as exportações para os mercados de Macau e China e aproveitar as oportunidades para a cooperação social e económica entre China, Portugal e os Países de Língua Portuguesa (Plataforma de Macau).

De acordo com o plano económico-financeiro delineado, o CESL Ásia prevê que, até 2021, o volume de negócios aumente para cerca de 70 milhões de euros, com 550 funcionários, dos quais mais de 100 serão baseados em Portugal.

Crescimento económico a todo o custo?

Zé LG, 29.09.19

Fábrica.jpg

Todos sabemos que o crescimento económico é importante para o desenvolvimento. Mas deve acontecer a qualquer preço? Com prejuizo para o ambiente e para a saúde das populações? Do que espera o governo para monitorizar as condições em que esta fábrica (Fábrica de Fortes, Ferreirra do Alentejo) labora e obrigar os seus proprietários a cumprir as normas de funcionamento? O que dizem as candidaturas distritais à AR sobre o assunto e que compromissos assumem para os resolver.

Central de Cervejas adquiriu a Água Castello

Zé LG, 06.08.19

A Sociedade Central de Cervejas e Bebidas anunciou esta segunda-feira que adquiriu a um grupo de investidores privados liderado pela Capital Criativo a totalidade da Mineraqua Portugal, que detém a concessão e a marca Água Castello, com "efeitos a 1 de agosto". Na Água Castello laboram 23 pessoas.

água.jpgA Água Castello tem a sua unidade de enchimento em Pisões, Moura, no Alentejo, "ecossistema que confere características únicas e diferenciadas a esta água mineral natural gaseificada”.

Projecto (Des)construir para a economia circular reuniu na CIMBAL

Zé LG, 21.03.19

amcal.jpgEstiveram presentes técnicos do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, com preciosos contributos para o desenho de um sistema integrado de gestão de Resíduos de Construção e Demolição (RCD’s) para o Baixo Alentejo, candidatável a fundos comunitários.

(Des)construir para a economia circular tem como principais objectivos eliminar a deposição ilegal de RCD, reduzir a deposição em aterro de RCD, reduzir o consumo de recursos naturais e recuperar, reutilizar e reciclar os resíduos.

Efacec vai instalar central fotovoltaica em Moura

Zé LG, 05.03.19

paineis-solares-768x432.jpgA empresa anuncia que viu adjudicada pela EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva, a central fotovoltaica de Moura com 1 MW (Megawatt), que “vai permitir a distribuição de energia para 801 habitações”.

Esta central de Moura pode contribuir para solucionar o problema dos 105 trabalhadores que perderam o seu posto de emprego, com o encerramento da fábrica de painéis solares de Moura, detida pelos espanhóis da Acciona.

“Olival no Alentejo: a revolução agrária 4.0 à volta do Alqueva”

Zé LG, 25.02.19

thumbs.web.sapo.io.jpgHá uma mudança na paisagem do Alentejo. A reboque do olival intensivo e superintensivo a planície dourada está a dar lugar a um manto verde. Associações ambientalistas e investigadores (Universidade de Évora) alertam para os perigos dos pesticidas e pedem boa gestão da água. Agricultores (Olivum) e Câmara Municipal de Beja defendem que promove investimento, dinamiza a economia, cria emprego e fixa populações. O Ministério da Agricultura e entidades públicas (EDIA e INIAV) reforçam que não provoca danos ao ambiente.

Veja aqui a reportagem de Miguel Morgado, para o SAPO 24.