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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

OBA e CSI querem “um pensamento sobre a supra-região do Sudoeste Ibérico para os próximos 30 anos”

Zé LG, 31.07.21

Observatorio-do-Baixo-Alentejo-reuniao-CSI-Julho-2O Observatório do Baixo Alentejo (OBA), de Beja, e o Corredor do Sudoeste Ibérico (CSI), de Badajoz, vão trabalhar na criação de uma plataforma formal que junte entidades dos territórios do Sudoeste Ibérico, ou seja, do Alentejo e Algarve (Portugal), Andaluzia e Extremadura (Espanha), que terá como objetivo “promover uma estratégia comum a articular com as entidades oficiais de ambos os países, no sentido de dimensionar a capacidade de reflexão e de geração de propostas, complementarmente”.

"Futuros autarcas devem ser agentes ativos do desenvolvimento económico e social"

Zé LG, 11.07.21

15534161_MKKAw.jpegA autarquia deve "apostar em fixar mais empresas, criando mais empregos e riqueza e condições para que as pessoas se fixem, sem o que pouco mudará no desenvolvimento do concelho", assumindo “o compromisso de trabalhar" para "reforçar a identidade de Beja assente na agricultura, na ruralidade e no património cultural, histórico e natural" e "fazer de Beja um concelho onde interesse investir, se possa trabalhar, apeteça viver e dê prazer conhecer e visitar".

Uma autarquia "tem pouca responsabilidade direta" no crescimento económico e na fixação de empresas, mas "é importante mudar de paradigma e os futuros autarcas de Beja devem ser, acima de tudo, agentes ativos do desenvolvimento económico e social". Os autarcas devem estar "empenhados na captação de investimento e na fixação de empresas geradoras de emprego".

Devido à "situação de emergência social que o concelho e o país atravessam", devem também adoptar medidas para "dar resposta a problemas sociais mais prementes".

Foi isto que defendemos há quatro anos e que achamos que se mantêm actual.

Jerónimo de Sousa afirmou que é preciso valorizar o trabalho e os trabalhadores

Zé LG, 24.05.21

202105231756547484.jpgPara o PCP a recuperação tem de ser sinónimo de desenvolvimento económico e social, garantia do futuro para Portugal e ter como elemento central a valorização do trabalho e dos trabalhadores”, assim como “tem de ser sinónimo de emprego com direitos e exigência de pleno emprego”, frisou o secretário-geral do PCP, em Baleizão.

Jerónimo de Sousa disse, também, que se assiste à “concentração da riqueza num reduzido punhado de acionistas que se apropriam da riqueza criada pelos trabalhadores” e “sugam colossais recursos públicos” e que o governo do PS “teve todas as oportunidades de responder às necessidades mais prementes, mas nem mesmo as possibilidades abertas pelo Orçamento para 2021 aproveitou”, deixou claro.

Jorge Pulido Valente diz que Movimento Unidos por Mértola não descarta candidatura independente à Câmara de Mértola

Zé LG, 20.05.21

202104301029299459.jpg“Não estamos nessa fase, estamos na fase de construção de uma estratégia e de um projeto. Depois se verá quais as condições políticas concretas, e se obrigarão ou não a que avance uma candidatura independente”, diz Jorge Pulido Valente, do movimento, acrescentando que o principal objetivo do Unidos por Mértola é “a construção de uma estratégia e de um projeto de desenvolvimento”, sendo que a “equipa que concretizará esse projeto é uma questão que ainda está em aberto”. É também preciso “definir quais são os perfis e os principais atores neste processo, para depois perceber como é que tudo pode avançar nas próximas autárquicas”, acrescentando que o movimento é composto por pessoas “com um longo percurso pessoal e profissional de dedicação ao concelho”, tendo sido criado por “não haver da parte dos partidos e do poder político vontade, nem abertura, para a participação dos cidadãos na criação de projetos de desenvolvimento para Mértola”.

É “fundamental perceber as potencialidades diferenciadoras, que poderão atrair gentes de outras paragens” a Alvito

Zé LG, 17.05.21

186466683_1643829072482778_6151955494997082093_n.j«Alvito é terra de enorme riqueza patrimonial (natural e edificada), acolhedora, e de uma beleza ímpar no País a sul!...Tem uma escola profissional, que bem ou mal, tem feito um trabalho com alguma visibilidade. Tem no seu concelho gente capaz, académicos, gente de fora, e locais com enorme sabedoria. Come-se bem em Alvito, goza-se de uma tranquilidade e de uma paisagem amplamente reconhecidas. Pois é nesses predicados que deveria assentar a gestão autárquica, estimulando a actividade artesanal, a restauração, a cultura popular e erudita, o património, no fundo os valores que construíram a sua identidade!...A dinâmica das políticas públicas tem aí um papel determinante, aproveitando o que de melhor e genuíno o território possui. Não é preciso investimentos avultados, sendo antes, fundamental perceber as potencialidades diferenciadoras, que poderão atrair gentes de outras paragens.»  Anónimo 16.05.2021, aqui.

ANA “dirige” Aeroporto de Beja para indústria aeronáutica e “reafirma o seu empenho no seu desenvolvimento”

Zé LG, 20.04.21

imgLoader2.ashx.jpgA ANA – Aeroportos de Portugal, responsável pela gestão do aeroporto de Beja, classifica o investimento da Mesa como um “bom exemplo do resultado da estratégia de desenvolvimento seguida e o reconhecimento das potencialidades” da infraestrutura do Baixo Alentejo “na vertente industrial, gerando postos de trabalho na região”.
A ANA afirma que “dirigiu o posicionamento” do aeroporto para a captação de outras atividades aeronáuticas, “com elevada relevância no setor, como as atividades de natureza industrial, nomeadamente a manutenção de aeronaves”, e também o estacionamento de média-longa duração.
Ao mesmo tempo, a ANA sublinha que “mantém o aeroporto de Beja preparado para receber o transporte de passageiros” e que está a trabalhar “ativamente para o desenvolvimento” desta vertente. “A ANA reafirma o seu empenho no desenvolvimento do aeroporto de Beja”, que “é, decididamente, um fator adicional de competitividade e deve ser encarado como uma oportunidade de desenvolvimento”.

CIMBAL discutiu estratégia de desenvolvimento e apoio à OVIBEJA

Zé LG, 09.03.21

CIMBAL-reuniao-SE-Habitacao-Mar-2021-p3ydeuabxlxfjO Conselho intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo reuniu-se, tendo, no período Antes da Ordem do Dia, a secretária de Estado da Habitação, Marina Gonçalves, partilhado informação e esclarecido algumas dúvidas sobre os programas de apoio. Ainda antes da Ordem do Dia, a ACOS apresentou a Ovibeja /2021, a realizar em formato digital, nos próximos dias 22 e 23 de abril, com o apoio da CIMBAL e dos municípios do Baixo Alentejo.
O Conselho intermunicipal da CIMBAL aprovou formalmente a “Revisitação da Estratégia Integrada de Desenvolvimento Territorial do Baixo Alentejo”, um documento que serve de base para o próximo período de programação de fundos comunitários, que foi alvo de ampla discussão, obtendo diversos contributos das entidades que o compõem, assim como de alguns dos municípios do Baixo Alentejo. Foi também consensualizada a necessidade de criação de uma estratégia regional para a Habitação, agregadora das treze ELH, contribuindo para ajudar a fixar as populações e atrair mais habitantes para o território.  Daqui e daqui.

OBA apresentou propostas ao Plano de Recuperação e Resiliência

Zé LG, 27.02.21

observatório-baixo-alentejo-768x432.jpgO Observatório do Baixo Alentejo (OBA) apresentou um conjunto de propostas de valorização para o desenvolvimento da região e do Sudoeste Ibérico, no âmbito da consulta pública do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que decorre até ao próximo dia 1 de março.

Entre as propostas apresentadas, Jorge Barnabé, presidente do OBA, destaca “a criação de um eixo ferroviário que ligue Sines ao Aeroporto de Beja, para que esse eixo, depois fortalecido com a requalificação do IP8, possa desenvolver um canal de comunicação entre o litoral do Porto de Sines e a fronteira com Espanha”.

A integração das comunidades migrantes e o repovoamento da região foram outras preocupações transmitidas pelo Observatório do Baixo Alentejo, tal como explica Jorge Barnabé.

O OBA sublinha, ainda, a ideia de que “é preciso aproveitar o PRR para ter uma nova mentalidade, na forma como se gerem os fundos comunitários, na forma como os mesmos devem estar disponíveis para a sociedade civil e não ficarem muitas vezes no papel”.

Ler e ouvir também aqui.

Beja, "madrasta" e com outros "defeitos", entre desilusão e pessimismo e factos e confiança

Zé LG, 19.12.20

127039230_1087071795058396_6042060700786322194_o.j«Mas mais do que "madrasta" a cidade tem outros "defeitos" bem piores. Sendo o principal a total ausência de investimentos estruturais...

E não há nada a fazer, dada a inoperância e incapacidade manifesta dos políticos e governantes locais para conseguirem atrair investidores e investimentos sobre o que quer que seja. Com exceção evidente dos olivais e outras culturas intensivas e superintensivas. Que pouco ou nenhum emprego criam, cujas mais valias não ficam na região, que degradam a qualidade de vida e o ambiente e que dentro de duas ou três décadas só deixaram terra queimada...»

 

«O seu post é de uma ignorância atroz. Informe-se do número de pessoas que trabalham nas explorações de regadio do Alqueva, informe-se do número de jovens formados no IPB que trabalham nas empresas agrícolas da Região, informe-se do contributo que essas empresas têm no PIB, informe-se do contributo para a Segurança Social de empregados e empregadores. Senão tivesse um sector agrícola e pecuário de grande dinâmica, e criador de riqueza, quereria viver num perfeito deserto. Concerteza que existem alguns problemas de natureza ambiental e social, mas com vontade do Estado e das Empresas serão resolvidos.»

Anónimos 19.12.2020, aqui.

ADPM celebra “40 anos em prol das pessoas e dos seus territórios”

Zé LG, 16.12.20

201811292149316136.jpgA Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) celebra hoje, 40 anos de existência. A ADPM comemora quatro décadas de existência em formato on-line, até ao dia 20, domingo, nas suas redes sociais, em particular no Facebook.

Mesmo em tempos de pandemia, a ADPM faz questão de assinalar este “marco importante de uma entidade que marcou, de forma inequívoca, o concelho de Mértola, e que desenvolveu (e desenvolve) trabalho meritório tanto em Portugal, como no estrangeiro”, propondo a revisitação de “alguns dos momentos mais emblemáticos da associação”. Por estes dias, será ainda publicada uma edição da revista Al-gazarra, em que se relembram muitos destes momentos e em que também será possível conhecer o testemunho de gente que colaborou com a ADPM e não só. A revista é disponibilizada no concelho de Mértola em formato físico, e também estará disponível em formato digital”.

Jerónimo de Sousa afirma que “é possível um Alentejo mais próspero e desenvolvido”

Zé LG, 11.12.20

090520150040-67-JernimodeSousa.jpgO secretário-geral do PCP esteve em Moura na conferência “Alentejo tem futuro” e deixou claro que para o seu partido "é possível para este território ser “mais próspero e desenvolvido”.

Jerónimo de Sousa deixou claro que o PCP defende “a sustentabilidade demográfica do país, a redução das desigualdades sociais, a correção das assimetrias, o desenvolvimento das políticas produtivas, que o Estado assegure serviços públicos à altura das necessidades e que seja aumentado o nível do investimento público”, ou seja “políticas opostas às que PS, PSD e CDS querem, mas que são possíveis concretizar”. Neste sentido, apelou ao apoio “à candidatura de João Ferreira à presidência da República”, dizendo que é “a mais sólida para defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição”.

Jerónimo de Sousa atacou a solução eleitoral, recente, implementada nas CCDR'S e voltou a defender que falta “um poder regional com autonomia política, administrativa e financeira capaz de construir soluções que correspondam aos interesses e necessidades da região e do país”.

Mais de 130 PME andaluzas e do Alentejo e do Algarve capacitadas e 45 novos produtos agroalimentares criados

Zé LG, 29.11.20

081020131207-372-empresas.jpgMais de 130 micro e pequenas agroalimentares da Andaluzia e de Portugal (regiões do Algarve e do Alentejo) receberam formação e assessoria na área de inovação e desenvolvimento de novos produtos agroalimentares. Foram desenvolvidos 45 novos protótipos de produtos agroalimentares e realizados 26 testes de mercado dos mesmos, em mercados e lojas da Andaluzia do Alentejo e do Algarve. No Alentejo, o projeto foi liderado pela ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo e envolveu, na sua totalidade, um conjunto de 37 empresas/entidades.

Estes são os resultados do Prototyping AAA +, um projeto transnacional desenvolvido ao longo dos 3 últimos anos, na Eurorregião AAA + (Andaluzia, Algarve e Alentejo), que pretendeu melhorar a competitividade e rentabilidade das PME agroalimentares nestes territórios. Para isso, desenvolveu um serviço de apoio às micro e pequenas empresas para a colocação de novos produtos no mercado, de forma rápida, barata e sem riscos.

“Os municípios e os atores locais são fundamentais para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”

Zé LG, 22.11.20

202011101055058479.jpegO secretário-geral da ONU referiu que “Os municípios e os atores locais são fundamentais para que seja possível alcançar muitas das metas que compõem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A pandemia da Covid-19 enfatizou ainda mais o papel crucial dos municípios na resposta imediata e na prestação de serviços públicos essenciais. As administrações regionais e locais tomaram medidas rápidas para prevenir e mitigar a propagação do vírus e responder às perturbações causadas pela pandemia. São cada vez mais os municípios que agora se comprometem a comunicar o seu progresso na prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, inclusive através de Relatórios Locais Voluntários”.

Apresentação pública do Observatório do Baixo Alentejo, com a presença de António Costa Silva

Zé LG, 27.10.20

122274752_141804574314158_2837776753115758405_o.jpAmanhã, a partir das 16h acompanhe aqui a sessão de apresentação pública do Observatório do Baixo Alentejo, com a presença do professor António Costa Silva - autor e coordenador do Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020 / 2030. A simbologia do dia 28 de Outubro reverte-se de enorme significado, sendo a data de constituição há 250 anos da diocese de Beja, definindo o espaço territorial do Baixo Alentejo e que o OBA pretende enaltecer.

“Existem muitos interesses instalados que fazem com que Beja se mantenha exatamente como está”?

Zé LG, 25.10.20

P1100247.JPG“Existem muitos interesses instalados que fazem com que Beja se mantenha exatamente como está. Muita gentinha acomodada e medíocre vive (bem!) desse marasmo em que Beja se encontra. Sempre foi e sempre será assim, não tenham ilusões.

Não interessa a "certas" pessoas que Beja se desenvolva e seja atrativa para novas pessoas, gente "de fora" como "eles" dizem ...

Os mais jovens não se reveem nesta estranha forma de vida e, à primeira oportunidade, saem da cidade para não mais voltar!

O IPB é, infelizmente, pouco ou nada atrativo e os poucos alunos que se formam vão para outras paragens para não mais voltar!

Há medo de dizer abertamente aquilo que se pensa, de criticar os poderes instalados que sobrevivem à custa disso!

Valia a pena pensar nisto!!!!” Anónimo 23.10.2020, aqui.

Aqui está uma questão pertinente, que recorrententemente é colocada e que, a traduzir de facto a realidade, deve ser debatida, de forma a tirar-se desse debate a melhor forma de a combater, pelas graves e nefastas consequências que terá para o nosso futuro colectivo. Mas, parece-me, que, para que esse debate se possa fazer e dele se tirarem as devidas consequências, é necessário identificar que "interesses instalados" são esses, que "gentinha acomodada e medíocre vive (bem!) desse marasmo", a que "pessoas não interessa que Beja se desenvolva e seja atrativa para novas pessoas, gente "de fora" ". Ficarmos pela generalização parece-me insuficiente e injusto para a maioria das pessoas que certamente não são incluídas nesses grupos. Vamos a isso?

“A Pecuária Extensiva Face aos Novos Desafios da PAC” em debate entre portugueses e espanhóis

Zé LG, 20.10.20

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Este webinar, que substitui o II Congresso Luso-Espanhol de Pecuária Extensiva e Desenvolvimento Rural, mantém os grandes temas da actualidade, designadamente, a reflexão em conjunto sobre os novos desafios da PAC à pecuária extensiva. Esta abordagem é feita entre pares, no interior do setor produtivo, mas também dirigida ao público em geral tendo em conta a necessidade de debater a autossuficiência e a segurança alimentar, a saúde, o bem-estar animal, a defesa da dieta mediterrânica e a preservação da biodiversidade. Para inscrição ou mais informações sobre o webinar consultar o portal: https://congresso-pecuaria-extensiva.pt/

“Observatório do Baixo Alentejo” reuniu com responsável pela "Visão Estratégica para o Plano de Recuperação 2020/2030”

Zé LG, 08.10.20

202010071521506882.jpgNo encontro com António Costa e Silva foi possível apresentar as “perspetivas do Observatório, que têm como primeiro pressuposto resolver os problemas das pessoas, uma aposta clara nas pessoas porque só assim se conseguem resolver os problemas da desertificação humana e territorial da região”, segundo Jorge Barnabé.

“O Observatório do Baixo Alentejo partilha da visão proposta por António Costa Silva para que Beja seja a capital mediterrânica de luta contra a desertificação, encontrando soluções que permitam minimizar os efeitos das ameaças climáticas e da escassez de água, numa perspetiva territorial igualmente centrada na interligação entre os principais ativos da região (Alqueva, aeroporto de Beja e porto de Sines), na valorização do mar, no aprofundamento das relações transfronteiriças com a Andaluzia e na cooperação com os países do Norte de África”.

Ler e ouvir também aqui.

Conselho Regional da CCDR Alentejo aprovou “Estratégia Regional 2030”

Zé LG, 16.09.20

2020091517484358 ccdra.jpgO Conselho Regional da CCDR Alentejo aprovou, em reunião extraordinária, o documento de orientação estratégica no horizonte 2030: “A Estratégia Regional do Alentejo 2030”, que, de acordo com Roberto Grilo, vai permitir ao Alentejo ser “mais competitivo e coeso, mas mantendo elevados padrões ambientais, assim como recuperar emprego e atrair investimento”.

O presidente da CCDR Alentejo, referiu que a Estratégia Regional Alentejo 2030 é o resultado de um trabalho de colaboração entre os diversos agentes do território, que através dos seus contributos permitiram chegar a um documento que “procura contribuir para a construção de respostas a um conjunto de desafios que persistem, com intensidades distintas”. Satisfeito com a aprovação deste documento, Roberto Grilo identificou algumas das linhas de orientação transversais às propostas que contam do mesmo, entre elas a “bioeconomia” e as “industrias culturais e criativas”.