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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Nenhum território tem futuro sem pessoas. Pessoas em idade para trabalhar e que tenham emprego."

IMG_7447.JPGUma coisa é certa. Não é possível inverter esta situação sem que isso seja um desígnio nacional. E a solução não passa por políticas de incentivo à natalidade nestes territórios em processo de despovoamento, pois que velhos não fazem filhos.
... A solucão tem que assentar em dois eixos estratégicos: Um deles que tenha como objectivo a fixação das pessoas que ainda vão nascendo nesses territórios e que as impeçam de os abandonar quando entrarem na idade activa. O outro eixo tem que ter o objectivo de atrair pessoas de fora, sejam elas portuguesas ou de outros países, sejam eles da União Europeia ou não.
Assim termina Vitor Silva a sua crónica sobre “o envelhecimento do interior”, que pode ler e ouvir aqui.

“Cidadania, Inovação & Território” em debate em Aljustrel

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Sob o lema “Cidadania, Inovação & Território”, realiza-se nos dias 9 e 10 de maio, a 4.ª edição das Conferências de Aljustrel. O debate irá focar-se no tema “Descentralização e programações para o desenvolvimento dos interiores com coesão territorial nacional”.

O Cine Oriental será uma vez mais o local que, nesta edição, irá acolher autarcas e políticos para trocarem pistas e iniciativas para o desenvolvimento territorial, numa altura em que o futuro dos territórios de baixa densidade é de novo tema de atualidade. 

João Cravinho diz que “o Alentejo beneficiaria com a regionalização”

regionalização.jpgJoão Cravinho, coordenador da Comissão Independente para a Descentralização, criada pela Assembleia da República, considera que a Regionalização do país é um processo que demorará entre uma a duas legislaturas para ser implementada.

João Cravinho avança que o processo vai ser lento e considera mesmo, que é preciso esclarecer se há vontade política, ou não, para implementar a regionalização e que o Alentejo beneficiaria com a regionalização porque há muito por fazer e seria possível, igualmente, definir o rumo do aeroporto de Beja, “potencialidade que não se está a saber aproveitar”.

Plataforma Alentejo entrega 4000 assinaturas de apoio na AR

PA.JPGA Plataforma Alentejo entrega nesta quinta-feira, dia 11, às 14.00 horas, na Assembleia da República (AR), as primeiras 4000 assinaturas de apoio à “Estratégia integrada de acessibilidade sustentável do Alentejo nas ligações nacional e internacional”. A Plataforma considera que ainda se está a tempo de “contribuir para um Alentejo mais desenvolvido e um Portugal mais coeso”, porque, com a entrega das 4000 assinaturas, a Assembleia da República deverá ouvir, obrigatoriamente, este movimento, publicar as suas propostas e agendar a discussão das mesmas em plenário.

Faltam menos de 200 assinaturas

90336_1.jpg... para a AR ter de discutir a «Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacional e Internacional” na revisão do PNPOT em curso, de forma a considerar um conjunto de prioridades no domínio das acessibilidades e transportes fundamentais para o desenvolvimento sustentável do Alentejo, bem como para a sua coesão social, territorial, ambiental e energética, com claros benefícios para a totalidade do território nacional.

Para garantir esse debate, se ainda não o fez, pode assinar a Petição Pública “PLATAFORMA ALENTEJO-Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacional e Internacional” em: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT90336

A culpa é nossa (?)

Somos frequentemente acusados de lentos, atrasados e responsáveis por todos os males que Beja e a nossa região vivem.

Mas…

… Alqueva e o respectivo empreendimento ainda está a ser construídos, com dezenas de anos de atraso.

… A autoestrada ficou a 60 Km da Cidade, apesar de tantas vezes prometida até à Fronteira ou pelo menos até ao Aeroporto. Como se isso já não bastasse, um troço de 10 ou 12 km está há dois anos concluído mas sem ser aberto, porque falta a ligação a portagem(!!!). O último prazo para a conclusão desta ligação feita pelo ex-ministro e actual cabeça da lista do PS ao PE foi-se como todos as outros…

… Os IP 2 e 8 têm em quase todos os seus percursos variantes às localidades e passagens desniveladas nos cruzamentos. Só em Beja e partes do seu concelho tal não acontece.

… Beja tinha ligação ferroviária ao Algarve e a Lisboa, sendo esta directa. Desde há alguns anos deixou de ter ligação ao Algarve e a de Lisboa passou a ter mudança em Casa Branca e os comboios que asseguram esta ligação são tão velhos que muitas vezes… não a asseguram, tendo de ser os passageiros transportados de autocarro.

… Depois de reclamado durante décadas e construído em muito mais tempo do que seria razoável, o Aeroporto de Beja foi construído, de forma a aproveitar as boas pistas da Base Aérea e as excelentes condições climatéricas. Até chegou a ser classificado pelo governo de “internacional”. Depois de concluído foi entregue à ANA que o gere como se fosse um empecilho e o governo lavou as mãos ele.

… A 2ª fase do Hospital de Beja já foi tantas vezes prometida e desde há tanto tempo que quando falam dela já parece um disco riscado. E o Hospital continua sem ter 2ª fase e cada vez perde mais valências e tem menos pessoal, não conseguindo assegurar os mínimos nalgumas das suas especialidades.

Podemos dar mais exemplos, mas será que é necessário para percebermos que quem nos tem feito mais atrasados é quem nos tem governado, que só de nós se lembra no início das campanhas eleitorais, para até a esse nível nos despacharem depressa?

Marciano Lopes sugere criação de “pacto inter-partidário pelo Baixo Alentejo”

201902052225277581.jpgMarciano Lopes é um dos candidatos à presidência da Distrital de Beja do PSD e apresentou, ontem, o manifesto da lista com a qual se apresenta a votos no dia 16 deste mês. No documento é revelada a principal meta desta candidatura, que tem como número dois Luís Galrito, ou seja a de “reafirmar a dignidade da região”, baseada em oito medidas, entre elas um “pacto inter-partidário pelo Baixo Alentejo”. Leia e oiça também aqui.

 

Uma proposta audaz, pertinente e oportuna apresentada por um político sério e competente. Esperemos que os outros partidos não se fechem nos seus casulos e aceitem o desafio de trabalhar para a construção do maior denominador comum para a defesa de Beja e da região.

PLATAFORMA ALENTEJO PROMOVE SESSÃO DEBATE EM BEJA

Sábado, 26 de Janeiro – 16:00 horas, Auditório da Biblioteca de Beja

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Conheça a importância da "Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacional e Internacional", da Plataforma Alentejo, para Beja, para o Alentejo, para Portugal.
A sessão será aberta pelo Secretariado da Plataforma Alentejo e a palavra será em seguida dada aos presentes. Juntos por Beja, pelo Alentejo, por Portugal!

Plataforma Alentejo quer "mais reconhecimento do poder central" e AMAlentejo quer Comunidade Regional do Alentejo

201808151220054624.jpgA Plataforma Alentejo já reuniu com todos os grupos parlamentares e deu início agora, a uma segunda fase de contactos, que visa sensibilizar os deputados para as reivindicações do movimento e começou pela Comissão Parlamentar de Agricultura. Na opinião da Plataforma é preciso continuar a sensibilizar para as necessidades do território e ganhar mais visibilidade e reconhecimento junto do poder central.

O Projecto de Lei de iniciativa popular com vista à criação da Comunidade Regional do Alentejo conta já com cerca de 12 mil subscritores, revela o Movimento AMAlentejo, entidade promotora.

José Soeiro, membro da Comissão Dinamizadora do AMAlentejo, apela à subscrição deste Projecto disponível no site “petiçãopublica”, considerando que a criação da Comunidade Regional do Alentejo, emanada do Poder Local, em substituição da CCDR Alentejo, poderia agilizar a concretização investimentos estratégicos e a dinamização de infra-estruturas como o Porto de Sines, Aeroporto de Beja e Linha Ferroviária do Alentejo.

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