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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Tráfico de Seres Humanos – A realidade do Alentejo” em debate em Beja

201903141617537617.jpgA Rede Regional do Alentejo de Apoio e Protecção a Vítimas de Tráfico de Seres Humanos promove hoje, a partir das as 09.30 horas, no Instituto Politécnico de Beja, o seu 1º Encontro sobre “Tráfico de Seres Humanos – A realidade do Alentejo”.
Cláudia Rodrigues, coordenadora da delegação do Alentejo da Associação para o Planeamento da Família (APF), entidade gestora da Rede de Apoio e Protecção a Vítimas de Tráfico de Seres Humanos, frisa que há uma “maior sensibilização na identificação e sinalização de situações de Tráfico de Seres Humanos”. Daqui e daqui.

“Um grande roubo é diferente de um pequeno”

É assim que começam os populismos, a querer meter tudo no mesmo cesto.
A própria lei tem molduras penais diferentes, não tem cabimento condenar com penas iguais um miserável que rouba roupa para vestir, ou comida ou uns euros, claro que terá a sua pena se for apanhado, mas não pode nem deve ser igual ás penas que devem cumprir aqueles doutores que conseguem roubar milhões prejudicando todo um país.
A diferença está que os últimos dividem o saque com advogados que conseguem a habilidade de os safar da justiça.

Anónimo 25.01.2019 18:49, aqui.

Desmantelada rede de tráfico de seres humanos no Baixo Alentejo

O DIAP Distrital de Évora realizou diligências de busca e apreensão em várias localidades do Baixo Alentejo, tendo identificado mais de duas centenas de cidadãos estrangeiros em situação de exploração laboral apreendeu, detido seis indivíduos de nacionalidade romena e apreendido quantias em dinheiro, veículos automóveis, munições e tabaco.

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Os detidos, segundo o SEF - Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, “recrutavam os trabalhadores a partir dos países de origem, através do aliciamento por melhores condições de vida, acabando por ficar privados de documentos e obrigados a trabalhar sem o devido pagamento” e estavam “sujeitos a condições degradantes no que diz respeito às condições de trabalho, alojamento e salubridade”.

GNR DE BEJA APREENDE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS PROIBIDOS

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O Comando Territorial de Beja, através do Núcleo de Proteção Ambiental do Destacamento Territorial de Beja, apreendeu 667 quilos e 545 litros de produtos inseticidas e fungicidas ilegais, adquiridos em Espanha.

A apreensão foi efetuada numa exploração agrícola, no âmbito de uma ação de fiscalização direcionada para o controlo de produtos fitofarmacêuticos, tendo os militares detetado diversas embalagens que continham inseticidas e fungicidas, cuja aquisição e utilização, em Portugal, está proibida.

EXPLORAÇÃO LABORAL FORA DE CONTROLO EM ZONAS AGRÍCOLAS NO ALENTEJO

De acordo com o SCIF/SEF, a exploração laboral em zonas agrícolas, especialmente no Alentejo, "está fora de controlo por falta de capacidade do SEF para fiscalizar a esmagadora maioria das herdades onde trabalhadores ilegais são vítimas de abusos".

"Com a progressiva concretização de projetos de regadio no Alentejo, em especial nas zonas do Alqueva e litoral alentejano, há picos de trabalho sazonal em diversas culturas, o que faz com que, ao longo do ano, estejam sempre a entrar e a sair dezenas de milhares de trabalhadores, boa parte dos quais ilegais. A situação ilegal fragiliza-os e facilita os abusos. O problema é que só uma ínfima parte desses abusos são detetados e reprimidos pelo SEF", disse Acácio Pereira.

O sindicato dos inspetores defende que é necessário discutir medidas como o reforço de meios do SEF nos distritos do Alentejo para permitir uma recolha permanente de informação no terreno e o planeamento de ações de fiscalização que tenham a participação de todas as entidades com competências na matéria.

UNIVERSIDADE DE ÉVORA ALVO DE BUSCAS DO MP E DA PJ

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As diligências do Ministério Público (MP) e da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária (PJ) decorreram na segunda-feira.

Em causa, de acordo com várias denúncias apresentadas, estão factos relacionados com procedimentos concursais, uso abusivo de meios e contratação de serviços, que terão ocorrido entre 2009 e 2017.

“A comprovarem-se, serão suscetíveis de integrarem os crimes de corrupção, peculato, peculato de uso, abuso de poder, tráfico de influências e participação económica em negócio”, indica o MP, acrescentando que “não existem arguidos constituídos”.

SEF DETECTOU TRABALHADORES ILEGAIS EM HERDADE PERTO DE BEJA

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O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) notificou dois trabalhadores estrangeiros para abandono voluntário de território nacional e fez uma detenção por porte de um passaporte falsificado (página biográfica contrafeita).

A operação desenvolvida no Monte do Curral, no distrito de Beja, envolveu também a GNR.

No total, foram identificados 55 cidadãos, entre os quais 10 de nacionalidade portuguesa e 45 de nacionalidade estrangeira.

A RARÍSSIMAS NÃO É A PAULA BRITO DA COSTA, POR MAIS QUE ELA TENHA TENTADO QUE FOSSE

Uma reportagem de Ana Dias sobre a Raríssimas, trouxe à luz do dia um conjunto alargado de procedimentos da sua presidente Paula Brito da Costa que, a confirmarem-se, mostram como o uso e abuso do poder por parte de algumas pessoas as faz cometer os crimes mais atroses. Desde o primeiro momento em que vi a reportagem que me preocupou o risco deste caso poder levar a opinião pública a, "metendo tudo no mesmo saco", confundir o importante papel desempenhado pela Raríssimas com o desempenho eventualmente criminoso e imoral da sua presidente e tender a considerar que em todas as instituições similares existirão situações como esta. Ora, o que se passa na realidade não é isso. A maioria das instituições são geridas de forma exemplar e a esmagadora maioria dos seus dirigentes e outros colaboradores dão o que têm e não têm para que elas alcancem os seus objectivos. Por todas as razões e também por esta, este caso deve ser exemplarmente investigado e jugado de forma a ser asseguardo o bom nome das instituiões e dos seus dirigentes e colaboradores.Porque dificilmente conseguiria expressar melhor o que penso relativamente a uma nota publicada pela "Direcção" da Raríssimas no FB, entretanto retirada, do queAndré Rica escreveu AQUI, publico na íntegra o seu texto, que sugiro que leiam.   À Presidente da Rarissímas, Paula Brito da Costa, não se preocupe, CONCORDO CONSIGO!

 

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