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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

GNR DE BEJA APREENDE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS PROIBIDOS

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O Comando Territorial de Beja, através do Núcleo de Proteção Ambiental do Destacamento Territorial de Beja, apreendeu 667 quilos e 545 litros de produtos inseticidas e fungicidas ilegais, adquiridos em Espanha.

A apreensão foi efetuada numa exploração agrícola, no âmbito de uma ação de fiscalização direcionada para o controlo de produtos fitofarmacêuticos, tendo os militares detetado diversas embalagens que continham inseticidas e fungicidas, cuja aquisição e utilização, em Portugal, está proibida.

EXPLORAÇÃO LABORAL FORA DE CONTROLO EM ZONAS AGRÍCOLAS NO ALENTEJO

De acordo com o SCIF/SEF, a exploração laboral em zonas agrícolas, especialmente no Alentejo, "está fora de controlo por falta de capacidade do SEF para fiscalizar a esmagadora maioria das herdades onde trabalhadores ilegais são vítimas de abusos".

"Com a progressiva concretização de projetos de regadio no Alentejo, em especial nas zonas do Alqueva e litoral alentejano, há picos de trabalho sazonal em diversas culturas, o que faz com que, ao longo do ano, estejam sempre a entrar e a sair dezenas de milhares de trabalhadores, boa parte dos quais ilegais. A situação ilegal fragiliza-os e facilita os abusos. O problema é que só uma ínfima parte desses abusos são detetados e reprimidos pelo SEF", disse Acácio Pereira.

O sindicato dos inspetores defende que é necessário discutir medidas como o reforço de meios do SEF nos distritos do Alentejo para permitir uma recolha permanente de informação no terreno e o planeamento de ações de fiscalização que tenham a participação de todas as entidades com competências na matéria.

UNIVERSIDADE DE ÉVORA ALVO DE BUSCAS DO MP E DA PJ

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As diligências do Ministério Público (MP) e da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária (PJ) decorreram na segunda-feira.

Em causa, de acordo com várias denúncias apresentadas, estão factos relacionados com procedimentos concursais, uso abusivo de meios e contratação de serviços, que terão ocorrido entre 2009 e 2017.

“A comprovarem-se, serão suscetíveis de integrarem os crimes de corrupção, peculato, peculato de uso, abuso de poder, tráfico de influências e participação económica em negócio”, indica o MP, acrescentando que “não existem arguidos constituídos”.

SEF DETECTOU TRABALHADORES ILEGAIS EM HERDADE PERTO DE BEJA

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O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) notificou dois trabalhadores estrangeiros para abandono voluntário de território nacional e fez uma detenção por porte de um passaporte falsificado (página biográfica contrafeita).

A operação desenvolvida no Monte do Curral, no distrito de Beja, envolveu também a GNR.

No total, foram identificados 55 cidadãos, entre os quais 10 de nacionalidade portuguesa e 45 de nacionalidade estrangeira.

A RARÍSSIMAS NÃO É A PAULA BRITO DA COSTA, POR MAIS QUE ELA TENHA TENTADO QUE FOSSE

Uma reportagem de Ana Dias sobre a Raríssimas, trouxe à luz do dia um conjunto alargado de procedimentos da sua presidente Paula Brito da Costa que, a confirmarem-se, mostram como o uso e abuso do poder por parte de algumas pessoas as faz cometer os crimes mais atroses. Desde o primeiro momento em que vi a reportagem que me preocupou o risco deste caso poder levar a opinião pública a, "metendo tudo no mesmo saco", confundir o importante papel desempenhado pela Raríssimas com o desempenho eventualmente criminoso e imoral da sua presidente e tender a considerar que em todas as instituições similares existirão situações como esta. Ora, o que se passa na realidade não é isso. A maioria das instituições são geridas de forma exemplar e a esmagadora maioria dos seus dirigentes e outros colaboradores dão o que têm e não têm para que elas alcancem os seus objectivos. Por todas as razões e também por esta, este caso deve ser exemplarmente investigado e jugado de forma a ser asseguardo o bom nome das instituiões e dos seus dirigentes e colaboradores.Porque dificilmente conseguiria expressar melhor o que penso relativamente a uma nota publicada pela "Direcção" da Raríssimas no FB, entretanto retirada, do queAndré Rica escreveu AQUI, publico na íntegra o seu texto, que sugiro que leiam.   À Presidente da Rarissímas, Paula Brito da Costa, não se preocupe, CONCORDO CONSIGO!

 

ACT DETETOU 97 TRABALHADORES NÃO DECLARADOS NUMA ÚNICA HERDADE

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Na passada semana, a ACT realizou uma ação inspetiva conjunta com a GNR, o SEF e a Delegada de Saúde, numa herdade no Alentejo, no âmbito da apanha da azeitona, com o objetivo de combater o trabalho não declarado no setor agrícola. No decorrer da visita os inspetores do trabalho analisaram a situação de 154 trabalhadores, dos quais 97 se encontravam não declarados. Imediatamente as várias empresas envolvidas foram notificadas para proceder à respetiva regularização, avança a Autoridade para as Condições do Trabalho na nota de imprensa enviada à nossa redação.

A ACT refere ainda, que vai acompanhar estas situações para que seja reposta por completo a legalidade das relações laborais e promovido o cumprimento das regras legais.

CÂMARA DE NISA EXIGE AO GOVERNO MEDIDAS PARA ACABAR COM A POLUIÇÃO DO RIO TEJO

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A Câmara de Nisa enviou um ofício ao ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, alertando o governante para a necessidade de se proceder à construção de “uma solução válida, duradoura e sustentável para elevar o rio Tejo”.

Nos últimos dias apareceram toneladas de peixes mortos a boiar nas águas do rio Tejo entre as Portas de Rodão e a barragem do Fratel. Já em outras ocasiões se verificou a morte massiva de peixes por causa da poluição no Tejo, mas nunca com a dimensão da mortandade brutal que agora se verifica.

“ESCRAVOS. DOS TEMPOS MODERNOS...”

por: Joana Marques

Amigo de longa data.
Conheço-o há mais de 20 anos.
Trabalhava numa empresa há 17 anos. Uma média empresa.
Era diretor de um departamento.
Trabalhava de dia e de noite. Não tinha férias como deve ser. Feriados só às vezes. Fins de semana só quando calhava
Tinha um horário de trabalho. 8 horas por dia. Nunca era cumprido. Dava todos os dias mais horas à empresa.
Dedicado. Muito dedicado.

Este meu amigo é casado e tem dois filhos.
O Afonso tem 13 anos e o António tem 5.
Os fins de semana, feriados e férias que dedicou à empresa tirou-os à família. Aos filhos.

Um dos poucos fins de semana que não trabalhou foi passá-lo com a família.
Escolheu a casa que herdou dos pais.
Perto da barragem de Montargil.

Não tinha rede de telemóvel.
Na empresa houve um stress qualquer.
Ligaram-lhe. Não atendeu. Porque não tinha rede.

Quando se apresentou na segunda-feira para trabalhar foi despedido.


Deixado por Anónimo a 22 de Março de 2017 às 13:40, AQUI.

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