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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

José António Falcão refuta todas as acusações sobre desaparecimento de peças de arte sacra

Zé LG, 22.07.20

JAF.jpgJosé António Falcão, ex-diretor, o DPHA, questionado sobre o paradeiro das peças de arte sacra desaparecidas, disse, ao Diário do Alentejo da semana passada, que “os empréstimos eram autorizados pela diocese, pelos senhores párocos ou, no caso dos museus paroquiais, pelos seus responsáveis”, que, quando deixou de exercer funções, “as peças nessas condições estavam no Museu Episcopal de Beja; no Museu de Arte Sacra de Santiago do Cacém; no Museu de Arte Sacra de Moura; na Igreja de Nossa Senhora ao Pé da Cruz; no Seminário Diocesano; e na Casa Episcopal de Beja. Todas elas referenciadas pela diocese”, locais onde não voltou mais.

Quanto à devolução dos fundo europeus, diz que a rescisão do contrato de financiamento foi uma decisão do então bispo D. António Vitalino, à qual é “alheio”. Sublinha, no entanto, que “a diocese cumpriu sempre as regras comunitárias” e relembra que o DPHA “não tinha autonomia”.

Afirmou ainda que lamenta “não ter podido promover a homenagem devida a um grande bispo de Beja, D. Manuel Franco Falcão, que fez muito pelo Alentejo e pelo património da região”.

O que se passa na Rádio Voz da Planície, que levou à demissão da jornalista Inês Patola?

Zé LG, 07.06.20

102412571_1376974499174839_5864477826337472512_n I"Hoje foi o último dia a desempenhar funções de jornalista na Rádio Voz da Planície. Como não me identifico com o projecto que a actual direcção tem para o Departamento de Informação decidi demitir-me." - Ines Patola, aqui.

"Posso dizê-lo, sem qualquer receio de ser desmentido, que em 20 anos nestas funções, com a Inês, ou com qualquer outro jornalista que tenha dirigido, respeitei sempre,e fiz respeitar, os instrumentos que regem esta atividade profissional, nomeadamente o seu Código Deontológico. Compreendo as razões que assistem à Inês na sua tomada de decisão." - Justino Engana, aqui.

BE questiona governo sobre problemas ambientais e de saúde pública causados pela transformação de bagaço de azeitona em Fortes

Zé LG, 23.05.20

88357361_2494039430910994_640823165106257920_o ForO BE questionou a Ministra da Saúde, Marta Temido, sobre a transformação de bagaço de azeitona em Fortes, Ferreira do Alentejo, referindo que “a unidade industrial da empresa AZPO – Azeites de Portugal, que transforma bagaço de azeitona, continua a causar problemas ambientais e de saúde pública, segundo a população da localidade de Fortes”, pelo que quer saber se “o Governo confirma a persistência dos problemas de saúde pública relacionados com a transformação de bagaço de azeitona” naquela localidade.

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O Bloco quer ainda saber “das medidas urgentes de saúde pública recomendadas ao Governo pela Assembleia da República na Resolução n.º 279/2018, de 23 de agosto, que medidas foram realizadas e quais estão ainda por realizar” e, ainda, “que medidas prevê o Governo adotar para evitar que a unidade industrial continue a causar problemas de saúde pública à população de Fortes”.

Tribunal de Trabalho de Beja dá razão a Paulo Barriga e condena CIMBAL a indemnizá-lo

Zé LG, 13.05.20

201811021734494317 PB.jpgNo final de 2018, quando Paulo Barriga ainda era director do Diário do Alentejo, a CIMBAL abriu concurso para o lugar, que ele contestou, considerando que o concurso estava viciado, porque os critérios eram um “casaco feito à medida de alguém” e que “havia um gato escondido com rabo de fora”.

Ontem, dia 12 de maio, o jornalista Paulo Barriga ficou a conhecer a sentença, em que o Tribunal de Trabalho de Beja lhe deu razão,  reconhecendo a ilicitude do seu despedimento pela CIMBAL, devido ao contrato de trabalho ainda estar vigor na altura, pelo que condenou a CIMBAL a indemnizar o trabalhador pelas retribuições que deixou de auferir, incluindo férias, subsidio de férias e de natal, dias de férias não gozadas e respetivo subsidio e outras compensações, no valor de dezenas de milhares de euros. A CIMBAL foi ainda comndenada ao pagamento das custas por ter saído vencida.

“As escolas têm um papel fundamental na prevenção dos maus tratos na infância”

Zé LG, 09.05.20

maustratos-768x512.jpgO número de casos de maus tratos a crianças não tem sofrido “um aumento significativo” durante a pandemia da Covid-19. Esta realidade mostra que os maus tratos estão a diminuir, mas por outro lado pode querer dizer que as denuncias “não estão a chegar às CPCJ’s- Comissão de Proteção de Crianças e Jovens”.

Maria Manuel Coelho, coordenadora da equipa regional do Alentejo da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens defende que “a prevenção [dos maus tratos] é a grande aposta” para por fim a este flagelo. Em Portugal, ainda “existem muitas situações graves que não deviam acontecer”. Em seu entender “as escolas têm um papel fundamental, para mostrar que [os maus tratos] não são aceitáveis”.

«Serei o que me deres...que seja AMOR»

Zé LG, 11.04.20

A CPCJ de Beja associa-se “à campanha da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, com o lema «Serei o que me deres...que seja AMOR»” e celebra “Abril – Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância”, com diversas atividades virtuais.

202004061831105548 mês.jpg“Este é o mês dedicado à sensibilização para esta problemática e para o seu combate e apesar das atividades pensadas, inicialmente, pela CPCJ de Beja não se poderem concretizar estão programadas outras, que convidam pais e filhos a construir laços azuis, símbolo da campanha, apelando à criatividade e enviando os mesmos para esta instituição até ao dia 30 deste mês, altura em que será possível fazer uma exposição virtual com estes contributos”. As declarações são de Maria de Jesus Ramires, presidente da CPCJ de Beja.

Antigo presidente (PSD) da extinta Junta de Freguesia de São Jorge de Arroios, em Lisboa, foi condenado a oito anos de prisão

Zé LG, 22.02.20

João Taveira (PSD) foi condenado a oito anos de prisão, após ser julgado por seis crimes de peculato, cometidos entre 2005 e 2009. Para o Tribunal, não há dúvidas de que se aproveitou das “funções que exercia”.

Gastaram mais de 300 mil euros em viagens, restauração, combustível e na contratação de serviços e avenças, alguns celebrados com familiares. Utilizaram a construção da Casa da Lusofonia para “retirar dinheiro” à junta ou para “custear” despesas com viagens à Guiné-Bissau e Brasil, com despesas para a freguesia de 40.755 euros. Atribuíram “de forma irregular” bolsas de estudo a quatro bolseiros que “não eram residentes” na junta, sendo um deles João Belchior, membro dos órgãos da Secção E do PSD de Lisboa. Celebraram contratos de assessoria, consultoria e prestação de serviços com elementos dos órgãos da Secção E do PSD Lisboa, nomeadamente João Belchior, Francisco Catalão e Nuno Lopes, irmão de Rodrigo Neiva Lopes. A namorada de Rodrigo Neiva Lopes recebeu 32.730 euros a título de prestação de serviços. A mulher de João Taveira recebeu indevidamente da junta mais de 6.000 euros, entre 2008 e 2009. O ex-presidente da junta determinou que a junta pagasse 7.005 euros a um restaurante, sua propriedade…

"Comigo, toda a equipa sairia do campo"?

Zé LG, 19.02.20

Peter Bosz, treinador do Bayer Leverkusen, falou sobre o caso de racismo de que Marega foi vítima e mais duas situações semelhantes que aconteceram recentemente na Alemanha e disse que, se tivesse passado com algum jogador seu, "Toda a equipa sairia do campo".

Será que faria isso mesmo? Como se pode fazer uma afirmação destas sem passar pela situação em concreto? É positivo que assim pense. Mas esta afirmação é, pelo menos, deselegante para com Sérgio Conceição...

“Há criminalidade em todos os quadrantes”

Zé LG, 18.02.20

“Cova da Moura pertence à Amadora e não a Odivelas!...Disso sei eu, que já morei ao pé e ainda aqui estou! Depois disso fui morar para o bairro do Alto da Ajuda, onde aliás havia uma forte presença de famílias de etnia cigana, entre outras "raças" e nunca tive qualquer problema!...Alguns casos que defende, e que têm estado na ordem do dia, são isso mesmo, casos, no meio de comunidades mais vastas!...Há criminalidade em todos os quadrantes, que é independente da cor, raça ou meio social, que não deve ser objecto de generalização nem ser tomada como uma característica exclusiva de determinada etnia...É uma idiossincrasia do nosso tempo, violento, social e culturalmente disfuncional, que atravessa raças, etnias, credos, cores, etc...
Anónimo 17.02.2020”, aqui.

Obrigado Marega! A dignidade da pessoa humana é mais importante do que o resultado de um jogo de futebol.

Zé LG, 16.02.20

Alvo de insultos racistas, Marega abandona o jogo no D. Afonso Henriques

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Avançado do FC Porto não gostou das insultos provenientes das bancadas do D. Afonso Henriques e pediu para abandonar a partida, aos 73 minutos.

Alegadamente, Marega acabou mesmo por ser alvo de insultos racistas, pedindo ao treinador para abandonar a partida. Os responsáveis do FC Porto tentaram impedir, mas o avançado maliano estava determinado. Vários companheiros de equipa e alguns adversários tentaram demovê-lo, mas a decisão estava mesmo tomada por parte de Marega.

Moussa Marega, contrariando os seus e até adversários, perante a passividade do árbitro e das autoridades perante a prática de um crime público (racismo) tomou uma atitute que que o honra e deve honrar todos os que condenam o racismo e defendem o estado de direito. Esperemos que, com esta sua atitude, possa estar a abrir caminho para que seja travado um combate mais sério contra o racismo no desporto e na sociedade em geral e afastados dos espectáculos desportivos todos os que o praticam.

“A hostilidade e os estereótipos negativos relativamente aos ciganos persistiram.”

Zé LG, 03.02.20

bundesarchiv_r_165_bild-244-48_asperg_deportation_Foi apenas em 1982 que a Alemanha reconheceu oficialmente os crimes nazis contra os ciganos como um genocídio; as primeiras desculpas da França pela sua colaboração nos crimes nazis contra os Roms e os Sinti foram apresentadas em 2016.

Na URSS e na Europa de Leste, as experiências dos ciganos durante o genocídio foram igualmente amplamente ignoradas. Os ciganos que desejavam permanecer nómadas foram obrigados a instalar-se em casas. No período pós-comunista, a discriminação face aos ciganos aumentou, enquanto que as suas condições de vida e o acesso a serviços diminuíram fortemente.

O facto de que a verdadeira natureza e escala do genocídio cigano tenha sido negado, minimizado ou ignorado por tantos durante tanto tempo foi doloroso e enfurecedor para as vítimas e as suas famílias.

Apesar de ser tarde demais para retificar as injustiças que eles experienciaram, não é tarde demais para lidarmos com a marginalização e discriminação que enfrentam as comunidades ciganas hoje em dia em lugares como a Hungria, nos quais a discriminação e hostilidade contra os ciganos é comum, e a Ucrânia, onde grupos fascistas levaram a cabo muitos ataques violentos contra ciganos nos últimos anos. 

Câmara de Castro Verde confirmou destruição de peças da INSTALAÇÃO ARTÍSTICA DE PRESÉPIO e pediu desculpa aos autores

Zé LG, 26.12.19

"A Câmara Municipal de Castro Verde ..., para esclarecimento público, entende informar o seguinte:

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1 - O presépio foi exposto entre 2002 e 2016. Em 2017 e 2018, dado o seu estado avançado de degradação e os graves riscos para exibição pública, a Câmara Municipal optou por deixar de o apresentar para não pôr em causa a segurança das pessoas.

2 - ..., deve ficar claro que em nenhum momento o executivo da Câmara Municipal ordenou o desmantelamento propositado do presépio. Contudo, apurou-se agora, no decurso de trabalhos no estaleiro municipal, que algumas peças sofreram danos irreparáveis.

3 - O executivo da Câmara Municipal lamenta verdadeiramente o sucedido e assume, com toda a clareza, transparência e frontalidade, que é o único responsável pelo sucedido.

4 - ... a Câmara Municipal sempre respeitou a criatividade e o trabalho artístico associados ao presépio e, naturalmente, tem admiração, desde sempre, pelos autores da obra, a quem já manifestou o seu desalento e apresentou desculpas pelo ocorrido. …"

NOTA: Apesar de ter sidp publicado em 12 de dezembro às 12:09, só agora tive conhecimento desta informação da Câmara Municipal de Castro Verde, através de uma mensagem pessoal de António José Brito, seu presidente. Só publiquei o meu alvitre sobre o assunto no passado dia 24, porque esperei pelo esclarecimento da CMCV, de que só agora tive conhecimento, como referiu.

CÂMARA DE CASTRO VERDE DESTRÓI PATRIMÓNIO ARTÍSTICO

Zé LG, 24.12.19

Há anos, a Câmara Municipal de Castro Verde encomendou aos artistas locais Joaquim Rosa e Pedro Pinheiro, um presépio, executado por gente da terra. A ideia era a de que o presépio fosse anualmente acrescentado de novas peças que ocupassem algumas das principais vias do Centro da Vila, o que efectivamente aconteceu durante alguns anos.

78792598_2591726724257250_2460339124654047232_o.jpLogo após a sua tomada de posse, o novo executivo na Câmara Municipal de Castro Verde optou por não o colocar no espaço público, deixando as peças de autor num abandono visível aos olhos de muita gente. Não contente com essa situação, no início deste mês mandou destrui-las, ou permitiu que as destruíssem sem apurar responsabilidades pelo crime de lesa património cometido.

78746508_2591727237590532_1801335783890616320_n.jpA “vontade desmedida e irracional de querer apagar o passado sem olhar a meios” do actual executivo camarário, como acusa a CDU, ou qualquer outra explicação para o acontecido, deveria obrigar o executivo camarário a esclarecer a situação, a pedir desculpas públicas aos autores da obra artística e a toda a população e a recuperar as peças destruidas. Não fazê-lo, para além de cobardia política, revela também uma grande falta de respeito pelo património artístico municipal, pelos seus autores e, principalmente, pela população que se comprometeu servir.

PJ apreendeu cartas régias escritas entre os séculos XVII e XIX

Zé LG, 05.10.19

201910041109179824.jpgA Polícia Judiciária, através da Directoria do Sul, no âmbito de uma investigação em curso, procedeu à apreensão de um códice factício, constituído por 165 documentos, em bifólio de papel, manuscritos, entre os anos de 1623 e 1806, contendo maioritariamente cartas originais enviadas em nome do “Rei” do “Príncipe” do “Infante” e da “duquesa de Mântua” e endereçadas a figuras ilustres da cidade de Beja.

Estes documentos, que se encontravam em posse de particulares, foram apreendidos por terem sido levantadas dúvidas, pela Câmara Municipal de Beja, relativamente ao seu eventual descaminho do espólio do Estado e vão agora ser alvo de perícia, no Laboratório de Polícia Científica, com vista a determinar a sua autenticidade.

SEF detém em Beja e Alcácer dois suspeitos de tráfico humano

Zé LG, 10.07.19

O SEF adianta ainda, que os dois detidos são irmãos, cidadãos “oriundos do leste da Europa”, e que “recrutavam os trabalhadores a partir dos países de origem, através do aliciamento por melhores condições de vida”.

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“Já em território nacional as vítimas acabavam por ser exploradas em herdades agrícolas, na preparação da campanha da azeitona. Muitos deles acabaram privados da respetiva remuneração e com recurso a violência física”.

Proibido deitar entulho?

Zé LG, 05.06.19

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É por esta e por outras que há muito tempo defendo que em todas as aldeias devia ser definido um espaço onde as pessoas podiam depositar entulhos (definindo a quantidade máxima), que depois a Autarquia recolheria e transportaria para o Aterro Sanitário. Parece-me que esta será a única forma de evitarmos ter alguns caminhos junto das aldeias no estado que a fotografia mostra.

“Tráfico de Seres Humanos – A realidade do Alentejo” em debate em Beja

Zé LG, 15.03.19

201903141617537617.jpgA Rede Regional do Alentejo de Apoio e Protecção a Vítimas de Tráfico de Seres Humanos promove hoje, a partir das as 09.30 horas, no Instituto Politécnico de Beja, o seu 1º Encontro sobre “Tráfico de Seres Humanos – A realidade do Alentejo”.
Cláudia Rodrigues, coordenadora da delegação do Alentejo da Associação para o Planeamento da Família (APF), entidade gestora da Rede de Apoio e Protecção a Vítimas de Tráfico de Seres Humanos, frisa que há uma “maior sensibilização na identificação e sinalização de situações de Tráfico de Seres Humanos”. Daqui e daqui.

“Um grande roubo é diferente de um pequeno”

Zé LG, 26.01.19

É assim que começam os populismos, a querer meter tudo no mesmo cesto.
A própria lei tem molduras penais diferentes, não tem cabimento condenar com penas iguais um miserável que rouba roupa para vestir, ou comida ou uns euros, claro que terá a sua pena se for apanhado, mas não pode nem deve ser igual ás penas que devem cumprir aqueles doutores que conseguem roubar milhões prejudicando todo um país.
A diferença está que os últimos dividem o saque com advogados que conseguem a habilidade de os safar da justiça.

Anónimo 25.01.2019 18:49, aqui.

Desmantelada rede de tráfico de seres humanos no Baixo Alentejo

Zé LG, 20.12.18

O DIAP Distrital de Évora realizou diligências de busca e apreensão em várias localidades do Baixo Alentejo, tendo identificado mais de duas centenas de cidadãos estrangeiros em situação de exploração laboral apreendeu, detido seis indivíduos de nacionalidade romena e apreendido quantias em dinheiro, veículos automóveis, munições e tabaco.

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Os detidos, segundo o SEF - Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, “recrutavam os trabalhadores a partir dos países de origem, através do aliciamento por melhores condições de vida, acabando por ficar privados de documentos e obrigados a trabalhar sem o devido pagamento” e estavam “sujeitos a condições degradantes no que diz respeito às condições de trabalho, alojamento e salubridade”.

GNR DE BEJA APREENDE PRODUTOS FITOFARMACÊUTICOS PROIBIDOS

Zé LG, 31.05.18

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O Comando Territorial de Beja, através do Núcleo de Proteção Ambiental do Destacamento Territorial de Beja, apreendeu 667 quilos e 545 litros de produtos inseticidas e fungicidas ilegais, adquiridos em Espanha.

A apreensão foi efetuada numa exploração agrícola, no âmbito de uma ação de fiscalização direcionada para o controlo de produtos fitofarmacêuticos, tendo os militares detetado diversas embalagens que continham inseticidas e fungicidas, cuja aquisição e utilização, em Portugal, está proibida.