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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Não, não ficou tudo na mesma!... Ficou pior!

Zé LG, 10.10.21

202102011824137297.jpgLogo que surgiu a pandemia, muitas foram as vozes que se fizeram ouvir a garantir que nada iria ficar na mesma. À medida que a pandemia avançou e assustou mais, passámos a ouvir elogios, não só aos trabalhadores da Saúde, que foram catalogados de heróis, mas também a todos os que asseguravam que a vida continuasse, com referência a profissões tantas vezes ignoradas ou subestimadas como as ligadas à agricultura e à produção e distribuição de bens essenciais, que tiveram de continuar a trabalhar na mesma.

Chegados agora à fase em que parece estar a ser controlada a pandemia, os “heróis” ficaram com o título e continuaram com os problemas que os afecta(v)am. Os outros trabalhadores de áreas essenciais – para além dos já citados, os que produziram as vacinas e todos os produtos usados no combate à Covid-19) e tantos outros -, que durante um curto período inicial viram ser-lhes reconhecida a sua importância, voltaram a cair no esquecimento e a ver os meses a crescerem e os ordenados a minguarem.

Entretanto, as estatísticas mostram como grandes empresas, algumas apoiadas pelos Estados, multiplicaram os lucros e concentram a riqueza e as dificuldades dos trabalhadores, desempregados, reformados e pequenos empresários se acentuaram. Há mesmo empresas e outras entidades empregadoras que, à pala da pandemia – mesmo que esta não as tenha afectado -, estão a tentar retirar mais direitos aos trabalhadores…

Ou seja, efectivamente não está a ficar tudo na mesma à medida que caminhamos para o fim da pandemia. Está a ficar muito pior… porque, ao contrário do que se admitia, não foi por termos sido “todos metidos no mesmo barco” que a natureza humana evidenciou os seus aspectos mais positivos. Antes pelo contrário, a de alguns, designadamente dos têm mais poderes, está a evidenciar o que de pior tem...

A última(?) informação de Paulo Arsénio sobre o estado do Concelho de Beja em termos de COVID-19

Zé LG, 28.08.21

238880300_1254153838350190_2494968159567876313_n.j«Esta manhã, entre outras atividades, passagem pelo Centro de Vacinação COVID-19 de Beja para verificação com o pessoal da Câmara Municipal que presta serviço no espaço, sobre a adesão dos jovens de 16 e de 17 anos do concelho à vacinação . ...
A Vacinação é muito importante!
Beja está neste momento com 215 casos ativos, com muita gente a ser testada e portanto com tendência para subir, e é concelho de grau de risco "Muito Elevado", o mais elevado de todos.»

Esta foi a última informação do presidente da Câmara de Beja, feita na sua página do FB, dia 15, aqui. Desde então, não vi mais informação sua sobre a ebolução da pandemia, mantendo o concelho o "grau de risco "Muito Elevado", o mais elevado de todos". E que dizem e estão a fazer os serviços de saúde? Já não há nada a dizer e a fazer, para tentarmos controlar a situação a não ser esperarmos que a vacinação a controle?!...

Beja é um dos sete concelhos com maior incidência do coronavírus SARS-CoV-2

Zé LG, 28.08.21

239565665_3900459350058852_2992399624476320058_n.jBeja está entre os concelhos que apresentam maior incidência de infecções a 14 dias pelo novo coronavírus, onde estão Mourão e a que juntou Marvão. Alvito e Barrancos tem incidência zero.
Portugal tem esta sexta-feira sete concelhos com incidência do coronavírus SARS-CoV-2 superior a 960 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias, mais dois do que na última sexta-feira.

Nos concelhos do distrito de Beja, registam-se, por ordem alfabética, os seguintes dados, sobre o covid-19 a 14 dias: Aljustrel-135, Almodôvar-375, Alvito-0, Barrancos-0, Beja-1002, Castro Verde-305, Cuba-594, Ferreira do Alentejo-218, Mértola-198, Moura-742, Odemira-272, Ourique-198, Serpa- 261 e Vidigueira-237.

E, perante esta grave situação, ninguém dá uma explicação nem qualquer esclarecimento?!... Não temos direito a isso? Já toda a gente, a começar pelas entidades responsáveis, "está nas tintas" para a COVID-19 e suas consequências? O que está a ser feito para travar e reduzir rapidamente o número de casos?

Desconstrução de sete mitos sobre a Covid-19

Zé LG, 17.08.21

coronavirus-covid-6-750x430.jpgUm ano e meio depois de o novo coronavírus invadir as vidas dos cidadãos a nível mundial, ainda são muitas as dúvidas que persistem, as perguntas sem resposta e os mitos que vão sendo espalhados. A pandemia provou ser o rastilho perfeito para a desinformação e para as notícias falsas, pelo que urge esclarecer e divulgar os dados científicos que já estão ao dispor da população.

Veja aqui a desconstrução dos sete dos mitos mais comuns, com base em informação oficial:

Já não nos preocupamos com a COPVID-19? Em Beja aumentou cinco vezes o número de casos activos num mês...

Zé LG, 16.08.21

238642787_3866629700108484_5691445836960526332_n.jNo dia 14.08.2021 encontravam-se 237 casos ativos e o dia 14.07.2021encontravam-se 46 casos ativos no concelho de Beja.

Como se pode verificar, o número de casos activos de COVID-19 no concelho de Beja aumentou mais de cinco vezes, num mês, sendo MUITO ELEVADO o risco de contrair a doença. Isto já não nos preocupa? Ninguém já perde tempo a explicar o que se passou, quantos e onde se localizam os principais focos? Que medidas estão a ser tomadas para evitar um eventual descontrolo da situação? Estão todos à espera que as vacinas façam "o milagre". E se tal não acontecer e se tivermos outra "onda"? Que explicações nos vão dar então? Que afinal a luz que se vislumbrava ao fundo do túnel não passava de um pirilampo?

Afinal o "pior cenário possível" admitido pela DGS concretizou-se

Zé LG, 15.08.21

DGS.pngNo último dia de fevereiro de 2020, em entrevista ao jornal Expresso, Graça Freitas admitia que, no pior cenário possível, seriam infetados com covid-19 um milhão de portugueses, sendo que na semana mais crítica poderia haver 21.000 casos. Em janeiro deste ano só num dia foram contabilizados mais de 16.000 infeções.

A previsão suscitou na altura polémica e apreensão. Graça Freitas convocou uma conferência de imprensa para dizer que afastava “completamente” a hipótese de um milhão de infetados. Daqui.

“Trabalhadores rurais de Odemira continuam a ser explorados e o Governo nada fez para resolver este problema”, afirma Alberto Matos

Zé LG, 05.08.21

ODEMIRA-Porta-ZMAR_800x800.jpgAlberto Matos, coordenador da delegação da associação Solidariedade Imigrante de Beja, lamenta que, três meses depois de o Governo ter prometido soluções para responder à falta de condições em que vivem os trabalhadores rurais de Odemira, nada tenha mudado. Alberto Matos afirma que se tratou de uma “operação cosmética e de marketing”.

“Isto é uma situação estrutural, não se altera com pormenores, nem com operações de marketing. Naturalmente, as culturas continuam a necessitar de mão-de-obra, o sistema de contratação continua exatamente o mesmo, isto é, através de intermediários que exploram os trabalhadores no trabalho, na habitação e no transporte. Portanto, podem ter baralhado e dado de novo, mudar as pessoas de algumas casas mais degradadas, mas basicamente a situação mantém-se”, sustenta Alberto Matos, que sublinha que a pandemia mostrou a fragilidade a que estes trabalhadores estão expostos, mas em setembro arrancam as campanhas das vinhas e da azeitona e o cenário vai repetir-se.

Municípios podem pedir, até ao fim de Agosto, reembolso de despesas com a pandemia

Zé LG, 04.08.21

202108031645215384.jpgO prazo para os municípios submeterem candidaturas para serem compensados, através de verbas comunitárias, pelas despesas realizadas no âmbito do combate à pandemia de covid-19 foi prorrogado até ao final de agosto, anunciou hoje o Governo.
Os municípios podem concorrer a um apoio do Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE) - Emergência de Saúde Pública para serem compensados pelas despesas que realizaram no combate à covid-19, até ao montante máximo de 150 mil euros por autarquia.

Centro de Vacinação Covid-19 passa para o Parque de Feiras e Exposições de Beja

Zé LG, 06.07.21

A partir de hoje, 6 de Julho, o Centro de Vacinação Covid-19, que tem funcionado no Pavilhão Desportivo João Magalhães, passa a funcionar no Parque de Feiras e Exposições de Beja (Pavilhão dos Sabores), sendo a entrada dos utentes feita pelo portão principal do Parque.

Para os utentes com mobilidade reduzida, transportados por terceiros, a entrada é feita pela “Rotunda do Pastor”, pelo portão localizado entre o CPC de Beja e a Vivenda da ACOS, tendo acesso a estacionamento junto ao Pavilhão onde se realiza a vacinação.

Não Sr. primeiro-ministro, eu não sou responsável pelo descontrolo da pandemia!

Zé LG, 27.06.21

202010151132032077.jpgO Sr. primeiro-ministro voltou a afirmar, naquela sua estratégia desresponsabilizadora, que a responsabilidade do descontrolo da pandemia é dos portugueses e que, por isso, vamos sofrer as consequências, designadamente de mais restrições.

Ora, Senhor primeiro-ministro, eu, como a esmagadora maioria dos portugueses, sempre cumpri as normas que o seu governo impôs. Mesmo quando não concordei com algumas e até achei disparatadas algumas destas. Ora, como pode vir agora o Sr. Primeiro-ministro atribuir-me responsabilidades?

Uma pandemia, uma doença, não se combate (só) com medidas administrativas, com confinamentos e restrições das liberdades individuais e colectivas. Combate-se também – e principalmente, com medidas sanitárias. E o Senhor primeiro-ministro, há mais de seis meses, repetiu a sua divulgação – testes, rastreio e confinamento das pessoas infectadas ou com hipótese de estarem. Será que essas medidas, da responsabilidade do governo, foram aplicadas de acordo com as necessidades, face à evolução da pandemia? Se foram, porque é que se chegou novamente ao descontrolo registado nalguns concelhos, designadamente da Área Metropolitana de Lisboa, como já se tinha verificado há seis meses (a história está-se a repetir uma vez mais…)?

Não, Senhor primeiro-ministro, a responsabilidade não é das pessoas, pelo menos da grande maioria. A principal responsabilidade é sua e do seu governo, porque não tomou as medidas sanitárias que anunciou, na medida que era necessário, e porque não foi capaz de fazer aplicar, a quem não as cumpre, as medidas de contenção que tomou, que é para isso, também, que serve um governo e um primeiro-ministro...

AM de Odemira desagrada pela forma como o Governo “geriu esta pandemia”

Zé LG, 16.06.21

202105041649342112.jpgA moção: “Resiliência dos setores do turismo, restauração, comércio e serviços no concelho de Odemira” foi apresentada pelos eleitos do PS, na Assembleia Municipal de Odemira, e foi aprovada por unanimidade.

Segundo o que se pode ler na moção, os eleitos do PS demonstram o seu desagrado pela forma como o Governo “geriu esta pandemia”, em particular, em Odemira, não compreendendo “como se podem continuar a adotar critérios absolutamente desadequados para esta fase e demasiado penalizadores para este setor que se esforça diariamente para cumprir todas as regras” e defendendo que o poder local deve ser ouvido de forma a “proceder a uma revisão imediata dos critérios por forma a permitir, com segurança, a retoma das atividades e criar uma linha de apoio, a fundo perdido, para os empresários (e pessoas singulares) afetados pela cerca sanitária”, que se instalou nas freguesias de São Teotónio e Longueira/Almograve, referindo que “o valor a compensar pelo Governo seja aquele que resultar da diferença entre o volume de faturação no período homólogo ao de 2019 e o volume de faturação ocorrido durante a cerca sanitária”.

Em Odemira parece que ficou tudo resolvido com as cercas sanitárias e o circo mediático...

Zé LG, 12.06.21

O Concelho de Odemira (477) é o segundo com mais casos de COVID-19 por 100 mil habitantes, segundo os dados oficiais publicados.

Entretanto fala-se e fala-se de Lisboa (e com razão, dada a gravidade da situação) e já, quase, não se fala de Odemira, como se a situação neste concelho tivesse ficado resolvida com as medidas anunciadas e tomadas… como se os problemas (falta de condições no trabalho e de habitação, entre outras) antes existentes e que estão na causa do descontrolo da situação pandémica tivessem sido resolvidos.

Porque não voltam lá o primeiro-ministros e outros governantes com maiores responsabilidades na situação, com a comunicação social, para fazerem o balanço das medidas anunciadas e tomadas e o impacto que tiveram no combate à Covid-19?

fique_em_casa_1_1023_2500.pngSe o governo virar costas à situação bem pode a Câmara de Odemira informar que: “Face aos desenvolvimentos da dinâmica da pandemia da COVID-19, o Município de Odemira implementou um conjunto de medidas de organização interna, medidas de prevenção e medidas de apoio às famílias, às instituições, às empresas e ao emprego.”...

"Bolhas"

Zé LG, 26.05.21

IMG_7265.JPGA ministra da Presidência afirmou que os ingleses que vinham assistir à Final da Taça dos Campeões Europeus eram metidos numa "bolha" desde oa saída de Inglaterra até ao Estádio do Dragão e depois deste até ao regresso a Inglaterra. Desta forma não haveria qualquer risco de contágio do novo coronavirus, ao contrário do que aconteceria se fosse autorizado público na Final da Taça de Portugal.

Bastaram menos de duas semanas para mostrar quanto irrealista era o plano do governo. Hoje começaram a chegar os primeiros espectadores e os profissionais de diferentes sectores são unânimes em afirmar que aquela "solução" era impraticável. 

 Este ep+isódio, à semelhança de outos, veio mostrar que é o governo que se encontra dentro de uma "bolha", não ouvindo nem vendo o que o rodeia e não revelando capacidade de avaliação dos riscos nem de tratamento igual para eventos iguais em termos de daqueles. O governo tem mostrado que não sabe ou não quer gerir a pandemia com respeito igual por todos, protegendo os que lhe interessam e prejudicando os que mais precisam de ser defendidos.

Dr. José Barriga esclarece que declinou a vacinação em Março, quando foi contactado pela Ordem dos Médicos

Zé LG, 18.05.21

202104191040235356.PNG«Fui alertado por um post no blog “Alvitrando” sobre o problema da vacinação dos profissionais de saúde privados em Beja (a minha vacinação em particular). Naturalmente, como médico, fui contactado pela ordem dos médicos no final de Março de 2021 para vacinação. A situação foi equacionada por mim e por outros colegas privados e foi declinada.

Nunca esteve em causa em todo este processo a vacinação do médico José Barriga, mas sim a de todos os profissionais de saúde das clínicas abaixo mencionadas: Clínica Médica José Barriga; Laclibe; Centro de Imagiologia do Baixo Alentejo; Centro de Radiologia de Beja.

Há valores que esta gentalha que está no poder decisório não entende. A honra, a solidariedade, dignidade, idoneidade, fraternidade, são palavras que infelizmente não constam nos seus dicionários.

Venho por este meio informar que fui vacinado no dia 07/05/2021 pelo factor idade e não pelo grupo profissional a que pertenço. No entanto, a nossa luta continua até que o último profissional de saúde privado em Beja seja vacinado. Não entendemos que, sendo prioritários da primeira fase de vacinação, não nos deem resposta a um nosso direito, o da vacinação.

No entanto cabe-nos apontar o dedo aos responsáveis da vacinação locais e regionais, altamente coniventes com a catastrófica primeira fase de vacinação na região, a qual, segundo temos conhecimento, encontra-se em processo de investigação pela Polícia Judiciária, Ministério Público e Inspeção-Geral das Atividades em Saúde. Aguardamos serenamente o resultado dessa investigação.»

José Barriga, aqui.

Afinal o que fez o Dr. José Barriga para ser vacinado, para além de protestar?

Zé LG, 15.05.21

Barriga-768x432.pngSegundo me informaram, os médicos que exercem medicina privada, sem ligação directa ao SNS, para serem vacinados contra a COVID-19, devem fazer a sua inscrição na Ordem dos Médicos, que a encaminha para o Sistema de Vacinação. O Dr. José Barriga, apesar de informado deste procedimento, não terá feito a sua inscrição, razão por que não foi vacinado.

Dando como boa esta informação, a responsabilidade que o Dr. José Barriga tem atribuído à ULSBA e à ARS do Alentejo é apenas sua. É importante, por isso, que  esclareça esta situação.

Estado de calamidade e teletrabalho mantêm-se até ao final de Maio

Zé LG, 14.05.21

202010151132032077.jpgO Governo decidiu prolongar a situação de calamidade em território continental para combater a epidemia de covid-19 até ao dia 31 de maio, com ligeiras alterações às regras e aos concelhos que acompanham o resto do país no último nível do plano.

O teletrabalho vai continuar a ser obrigatório em todos os concelhos de Portugal continental até ao final de maio.

 

Porque continuam por vacinar profissionais de saúde do sector privado de Beja, que denunciaram a situação há quatro meses?

Zé LG, 12.05.21

Barriga-768x432.pngContinuamos sem estar vacinados, continuamos completamente ignorados por todas as entidades responsáveis” pelo processo de vacinação contra a Covid-19, frisa José Barriga, considerando que “não há esquecimento possível”, uma vez que, garante ter já contactado e pressionado, “de todas as formas as entidades locais”, que dizem “não serem responsáveis pela vacinação”.
José Barriga diz que as entidades locais de saúde “são altamente responsáveis” pela “1ª fase catastrófica da vacinação”, porque foram inoculadas “vacinas, completamente indevidas, no Hospital de Beja e fora” deste equipamento, e “entregues vacinas aos médicos de família para eles vacinarem caoticamente” pessoas, “nessa 1ª fase”, apontando o dedo à ARS do Alentejo, que diz ser a responsável por esta situação.

Levantada a cerca sanitária em Odemira

Zé LG, 11.05.21

image.jpgEm comunicado, o Governo informou que “o Conselho de Ministros aprovou hoje, por via eletrónica, a resolução que procede ao levantamento da cerca sanitária atualmente aplicável nas freguesias de São Teotónio e Longueira/Almograve, município de Odemira”. A presente resolução entra em vigor às 00:00h do dia 12 de maio de 2021.

“Atendendo à evolução positiva da situação epidemiológica verificada naquelas freguesias, decorrente em grande medida da implementação de mecanismos para a mitigação das dificuldades que o elevado grau de mobilidade e as dinâmicas próprias daquela zona geográfica criavam no combate à propagação do vírus SARS-CoV-2, decidiu o Governo alterar as medidas de restrição da circulação que estavam em vigor desde 30 de abril”, conclui o executivo de António Costa. Daqui.

Era dispensada este auto-elogio do primeiro-ministro. Pelos vistos, devemos agradecer ao grande líder tudo o que acontece de bom, que é quando aparece. Porque não apareceu quando decretou as medidas, cujo levantamento agora fez questão de anunciar no local?