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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ULSBA aumenta capacidade de internamento Covid-19

Zé LG, 16.01.21

O hospital de Beja aumentou o número de camas para internamento de doentes com covid-19, quase duplicando de 24 para 46 as do serviço de medicina e dobrando de quatro para oito as de cuidados intensivos, que hoje estão todas ocupadas.

imgLoader2.ashx.jpgEm consequência do aumento do número de camas, "foi necessário um rigoroso trabalho de gestão e de afetação de recursos humanos e de equipamento" da ULSBA, frisa a administração, registando, "com agrado, a imediata cooperação das equipas envolvidas e de todo o pessoal que, nas diferentes áreas de trabalho, permitiram a criação das condições para que tudo se concretizasse".
O conselho de administração da ULSBA apela "ao respeito pelas regras em vigor neste período difícil" e ao cumprimento das medidas de proteção, nomeadamente o distanciamento social, a etiqueta respiratória, o uso de máscara e a higienização das mãos.

CONFINAR, MAS POUCO...

Zé LG, 15.01.21

202003021242426463.jpgFoi publicada esta quinta-feira em Diário da República o decreto do Governo que regula todas as medidas no âmbito do confinamento que entra em vigor esta sexta-feira, 15 de janeiro, a partir das 00h00 e termina a 30 de janeiro. Leia o documento na íntegra.

Lido o decreto do governo com as medidas de (para o ) confinamento, a conclusão a que cheguei é que quem vai ficar confinado (em termos gerais) são: funcionários públicos (com excepção da Saúde, das Escolas, dos Tribunais, Serviços de Segurança e Protecção Civil, Forças Armadas, o que não é pouco...) e empresários e trabalhadores da Restauração e Similares, Turismo, Cultura, Desporto, Eventos e Animação e quem não trabalha…

Concordo com as propostas do PSD de combate à pandemia

Zé LG, 13.01.21

image.jpg"Não basta confinar, é preciso mudar. É fundamental encetar uma mudança radical na resposta à covid-19 para evitar uma nova subida de casos nos próximos meses pós-confinamento. Com recurso à ciência e olhando para os exemplos de países que têm respondido com sucesso à pandemia, desde a Dinamarca à Coreia do Sul, fica evidente que é possível fazer melhor", defendeu o deputado do PSD Ricardo Baptista Leite.

O social-democrata referiu que estes países fizeram "quatro a cinco vezes mais" testes do que Portugal, "testando sistematicamente, semanalmente em alguns casos, grupos de risco como profissionais das escolas, dos lares, os profissionais de saúde", e que além disso "identificam proativamente todas as cadeias de infeção e asseguram o isolamento de todos os cidadãos infetados e suspeitos".

"Testar, identificar, isolar. No caso português, urge igualmente atuar onde se encontram os maiores focos de mortalidade, como é o caso dos lares. Mapear os lares, sejam legais ou ilegais, e evacua de imediato os idosos residentes nos lares que não têm condições adequadasTestar, identificar, isolar. No caso português, urge igualmente atuar onde se encontram os maiores focos de mortalidade, como é o caso dos lares. Mapear os lares, sejam legais ou ilegais, e evacua de imediato os idosos residentes nos lares que não têm condições adequadas", acrescentou o médico e deputado, salientando que o PSD propôs estas medidas em novembro.

Defesa Nacional reforça apoio à realização de rastreios epidemiológicos no Alentejo

Zé LG, 13.01.21

202003021242426463.jpgNo âmbito da resposta à pandemia no Alentejo e a pedido da respetiva Administração Regional de Saúde, as Forças Armadas vão reforçar o apoio à realização de rastreios epidemiológicos com uma segunda equipa de 26 militares da Marinha Portuguesa. Este grupo deverá entrar em funções já esta quinta-feira e junta-se a uma outra equipa composta por 26 elementos da Marinha Portuguesa, que se encontra a operar desde 19 de novembro, tendo já efetuado o acompanhamento de mais de 1.200 casos ao longo de quase 2 meses.

Isto é verdade?! E o que aconteceu à "pessoa (já com sintomas) a qual tem altas funções na saúde desta cidade?”

Zé LG, 08.01.21

202003021242426463.jpg“É triste que muita gente tenha perdido o sentido de responsabilidade e não siga as regras mais básicas da luta anti-covid. Ainda na noite da passagem de ano, num jantar num restaurante desta cidade, foram infectadas mais de 20 pessoas, desde crianças, a grávidas, por pura estupidez de pessoa (já com sintomas) a qual tem altas funções na saúde desta cidade.” Anónimo 06.01.2021, aqui.

Todos devemos ser responsáveis, mas há quem, pelas funções que exerce, tem de ser mais responsabilizado pelas irresponsabilidades que pratica. Neste caso, a confirmar-se a sua veracidade, devia ser divulgado, até para exemplo dos outros "responsáveis" e de todos nós, o que aconteceu a esta pessoa com "altas funções na saúde desta cidade".

E agora, quem assume a responsabilidade pelo descontrolo da pandemia?

Zé LG, 07.01.21

202003021242426463.jpgNo dia 18 de Dezembro, escrevi aqui um texto intitulado "A lógica do combate à pandemia", terminando assim:

"E, se depois do Natal comemorado com responsabilidade individual e sem testar esta pela passagem do ano, a pandemia se descontrolar e aumentarem significativamente as mortes dos mais velhos e mais vulneráveis? Quem assume a responsabilidade? António Costa e o governo, com a cumplicidade do PR Marcelo Rebelo de Sousa ou passam-na para nós?"

E agora, que, tal como era fácil de prever, a pandemia parece estar descontrolada ou, pelo menos, com muitas mais dificuldades de ser controlada, quem assume a responsabilidade e as respectivas consequências? O Zé, como acontece sempre?

Joaquim Tadeu faleceu, vítima de COVID-19

Zé LG, 06.01.21

JOAQUIM-TADEU_800x800-321x214.jpgJoaquim Tadeu, mais conhecido como “professor Tadeu”, tendo em conta a profissão que exercia na Escola Mário Beirão, morreu nesta terça-feira, vítima de Covid-19, nos Cuidados Intensivos do Hospital de Beja, onde estava internado há cerca de três semanas.

Natural de Guimarães, Joaquim Tadeu, que completaria amanhã 51 anos, escolheu o Alentejo como a sua “Terra Mãe”, tendo primeiro residido em Beja e depois rumado a Vidigueira, onde se fixou há alguns anos. Além dos dois filhos, um rapaz e uma rapariga, o futebol, as bicicletas e o cante eram as suas paixões.

Recorde-se que no próximo dia 23 de janeiro, fará 6 anos que Ana Albuquerque, esposa de Joaquim Tadeu, também professora e impulsionadora do projeto Mocinhos em Cante, juntamente com Paulo Colaço, faleceu.

À família apresento os meus sentidos pêsames.

Beja terá mais restrições com o novo Estado de Emergência

Zé LG, 05.01.21

202003021242426463.jpgNos últimos 14 dias de 2020, o concelho de Beja passou de 574 casos totais de Covid-19 para 815, o que significa que se registaram, neste período, 241 casos novos no concelho de Beja, o triplo acima do limite que permite ao concelho ser considerado de risco moderado, sem restrições de ordem maior associadas.
Caso seja renovado o Estado de Emergência e se mantenha a divisão do país por níveis de perigosidade de transmissão, o concelho de Beja poderá ficar sujeito, já a partir de quinta-feira, dia 7 de janeiro, provavelmente, às restrições aplicadas aos concelhos de risco de transmissão “muito elevado” e “extremo”, com particular impacto aos sábados e domingos. Leia também aqui.

Hospital de Beja com capacidade de internamento de doentes na área da UCI dedicada à covid-19 esgotada

Zé LG, 05.01.21

Hospital-Beja-4-768x512.jpgDe acordo com Conceição Margalha, atualmente, o hospital de Beja “não tem capacidade de internamento” de doentes na área da UCI dedicada à covid-19, porque está cheia, já que as quatro camas existentes estão ocupadas.

O Hospital de Beja, recebeu desde sábado, e, até às 8 horas de hoje, 15 doentes com covid-19 provenientes do Hospital do Espírito Santo, em Évora.

No sábado à noite, segundo o comunicado, do Hospital de Évora, estavam 69 doentes internados, dos quais oito na Unidade de Cuidados Intensivos. Este foi o maior número registado, até ao momento, desde o início da pandemia.

Covid-19 encerrou Serviço de Urgência Básica de Moura

Zé LG, 03.01.21

MOURA-Centro-de-saude_800x800-160x160.jpgO Serviço de Urgência Básica (SUB) de Moura, que acolhe também o Centro de Saúde foi ontem encerrado por decisão da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), em virtude de ter sido detetado um surto de covid-19 que regista 10 infetados.

O SUB de Moura reabre hoje, pelas 16,00 horas, funcionando todos os dias, entre as 08,00 e as 24,00 horas, com consultas de recurso, um serviço que será assegurado por 4 profissionais: médico, enfermeiro, assistente técnico e assistente operacional, o que “permitirá assegurar à população a prestação básica de cuidados de urgência, até data a definir”.

Não têm mais que fazer? Quanto custou a distribuição destas vacinas contra a Covid-19?

Zé LG, 28.12.20

BEJA-Escolta-covid_800x800.jpgHouve um desentendimento entre a PSP e a GNR quanto à escolta do transporte de vacinas contra a covid-19, que partia do Hospital de Évora com destino ao de Beja. A chegada a Beja a PSP escoltou a GNR e a carrinha.

Seis viaturas, incluindo um batedor numa mota e uma viatura da Esquadra de Intervenção, do Comando Distrital de Beja da PSP fizeram a escolta de duas viaturas da GNR e da carrinha da empresa encarregue de distribuir as vacinas contra a covid-19 desde o a entrada na cidade até ao Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja.

A comitiva deu entrada no Hospital José Joaquim Fernandes às 20,30 horas, quase duas horas depois de ter descarregada cerca de 350 vacinas no Hospital do Espírito Santo, em Évora e ter sido então bloqueada.

Depois de deixar o Hospital de Beja dirige-se para Faro, onde a GNR e a carrinha “deverão receber o mesmo tratamento” por parte da PSP.

“É necessário testar mais, é certo, mas também é fundamental actuar na prevenção”

Zé LG, 25.12.20

100564761_2802640163182185_2963252152606130176_o.j«... não é só a Segurança Social que tem responsabilidades, os lares só há pouco tempo (casa roubada trancas à porta) vêm fazendo testes mais frequentes, talvez por incapacidade de controlar os surtos pandémicos no seu seio!

O Instituto de Segurança Social tem responsabilidades acrescidas, porquanto tutela a fiscalização e o funcionamento das instituições sociais, apoia o internamento e a contratação de funcionários, etc....Mas não é só nesta área que as coisas falham, também o próprio Ministério da Saúde não consegue evitar surtos de contágio nos hospitais e nos centros de saúde. Depois ainda há razões de ordem cultural que impediram uma maior eficácia no combate e na prevenção (veja-se a título de exemplo o que se passou para os lados da Vidigueira numa altura em que se celebra a tradição de abertura das talhas)!...A responsabilização individual nem sempre funcionou de modo objectivo e eficaz, o que criou condições para a disseminação do contágio colectivo em meios mais restritos e limitados em termos geográficos e populacionais!...No caso específico dos lares de idosos, do conhecimento que tenho do meio onde resido, há bons e maus exemplos, como será natural, e até considero que o cenário actual poderia ser bem pior!...É necessário testar mais, é certo, mas também é fundamental actuar na prevenção de modo assertivo e rigoroso por se tratar de um grupo etário mais frágil e exposto à doença...A bem de todos nós. »

Anónimo 24.12.2020, aqui.

Será que está a ser feito tudo para evitar que tantos velhos morram?

Zé LG, 23.12.20

100564761_2802640163182185_2963252152606130176_o.j«O factor idade parece ser o mais forte a empurrar alguém para a doença grave, ser hospitalizado, ir parar à UCI e morrer. Se compararmos um jovem de 20 ou 30 anos que tem uma insuficiência cardíaca com um idoso saudável de 75 ou 80 anos, o idoso continua a estar em maior risco do que o jovem» - Manuel Carmo Gomes, professor de Epidemiologia da FC da Universidade de Lisboa, in VISÃO de 17/12.

Sabendo-se isto, porque é que continuam a morrer tantos velhos, designadamente nos lares, onde estão confinados? Porque não são tomadas medidas mais rigorosas de forma a travar a entrada do vírus nos lares? Se há (deve haver) controlo das pessoas - funcionários, técnicos de Saúde, fornecedores, familiares -, que entram nos lares e se já há testes rápidos, porque não se fazem de forma obrigatória a todas elas?

Desculpem, mas não consigo entender que se façam tantos testes e que não se façam todos os que forem necessários para poupar vidas dos mais velhos, por mais curtas que sejam as suas esperanças de vida...

Alentejo com 11 concelhos em risco muito ou extremamente elevado

Zé LG, 22.12.20

fa62981ebcc6947ec36bc11933a442c5.jpgRisco Moderado – Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Arraiolos, Arronches, Avis, Barrancos, Beja, Borba, Castro Verde, Coruche, Cuba, Estremoz, Ferreira do Alentejo, Fronteira, Mora, Moura, Ourique, Ponte de Sor, Portel, Redondo, Santiago do Cacém, Sines, Sousel, Viana do Alentejo, Vidigueira, Vila Viçosa

Risco Elevado – Alandroal, Alcácer do Sal, Campo Maior, Elvas, Odemira, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas

Risco Muito Elevado – Évora, Mértola, Montemor-o-Novo, Portalegre, Serpa

Risco Extremamente Elevado - Castelo de Vide, Crato, Gavião, Marvão, Monforte, Mourão

Em Portugal, há 109 concelhos com estes níveis de risco. Foi com base nestes dados que foram avaliadas e ajustadas as medidas de contenção da pandemia de covid-19 para o Natal e Ano Novo  Daqui.

"A lógica do combate à pandemia"

Zé LG, 18.12.20

EmygiGtW8AAk3pT.jpgAs autoridades de Saúde dizem que os contágios do novo coronavírus se verificam predominantemente em ambiente familiar, em casa.

O primeiro-ministro ao anunciar as medidas do actual estado de emergência alertou para que, se a evolução da contenção da pandemia não fosse a esperada, as medidas restritivas pelo Natal teriam de ir para além das anunciadas. 

Agora, ao anunciar as novas medidas para mais um estado de emergência, António Costa reconheceu que aquela evolução estava mais lenta e menos segura do que o previsto.

Face a isto, que medidas toma o governo? Tenta evitar que as famílias se reúnam para além do agregado base, como o seu alerta deixava antever? Não, nada disso! Apela à nossa responsabilidade individual pelo Natal e considerando que, mesmo assim, a situação se vai agravar, anula toda e qualquer possibilidade de comemoração do Ano Novo, para procurar remediar os estragos causados pelo Natal... É lógico, não é?...

E, se depois do Natal comemorado com responsabilidade individual e sem testar esta pela passagem do ano, a pandemia se descontrolar e aumentarem significativamente as mortes dos mais velhos e mais vulneráveis? Quem assume a responsabilidade? António Costa e o governo, com a cumplicidade do PR Marcelo Rebelo de Sousa ou passam-na para nós?

Alguém pode assegurar que a quebra de contágios nas últimas semanas foi consequência directa do Estado de Emergência?

Zé LG, 04.12.20

Capturar.PNGNão consigo ver como isso é possível.  Mas foi o que Marcelo Rebelo de Sousa fez esta noite: Os últimos quinze dias demonstraram uma adesão impressionante de todos às medidas adoptadas pelo Governo, com base no estado de emergência decretado e renovado, com resultados já visíveis".

Que medidas tomadas ao abrigo do Estado de Emergência, que o Estado de Calamidade não permitia tomar, foram decisivas para esses resultados? E ao fim de quanto tempo da tomada de qualquer medida essa tem impacto efectivo?

As declarações de Estado de Emergência têm servido a Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto PR, para intervir na gestão da crise pandémica, favorecendo a sua campanha eleitoral, não assumida mas evidente para toda a gente, com claro prejuizo para todos os restantes candidatos, que ficaram sem palco. E isto com a conivência de António Costa.

“Embora "a covid-19 não discrimine ninguém", os esforços para a prevenir e para a conter fazem-no”, diz António Guterres

Zé LG, 04.12.20

29637921.jpgO secretário-geral da ONU criticou a gestão da pandemia feita por alguns governos, denunciando que foram ignoradas orientações da Organização Mundial de Saúde que deveriam ter sido a base para uma resposta à escala global.

António Guterres referiu ainda que, embora "a covid-19 não discrimine ninguém", os esforços para a prevenir e para a conter fazem-no. "Por isso, a pandemia atingiu com mais força os mais pobres e vulneráveis das nossas sociedades. Está a ter um impacto devastador sobre os idosos, as mulheres e as meninas, as comunidades mais pobres, os marginalizados e os isolados", denunciou. Entre os danos que virão, destacou o aumento da pobreza, a ameaça da fome e a maior recessão global em décadas, problemas que "não são apenas resultado da covid-19, mas também de fragilidades que a pandemia expôs".

Por isso, Guterres defendeu, mais uma vez, ser altura de promover uma grande mudança no mundo, aproveitando a recuperação que se avizinha para criar economias mais sustentáveis, justas e verdes.

 

Entretanto, Dönüş Kılınç morreu na maca de um hospital privado, depois dos três hospitais públicos, em Istambul, na Turquia, terem rejeitado atendê-la, uma vez que era doente Covid-19. A mulher acabou por ser atendida numa clínica privada, no lado europeu da cidade, onde foi levada de urgência para a sala de operações, mas Dönüş acabou por morrer. O bebé sobreviveu, algo que podia não ter acontecido, caso a mulher demorasse ainda mais tempo a ser atendida.

Câmara de Beja gasta 59 mil euros com iluminação de Natal

Zé LG, 25.11.20

Natal-768x432.jpgA partir de dia 1 de dezembro, as principais artérias da cidade vão estar iluminadas. Este ano, a iluminação de Natal foi alargada até ao Castelo, à Biblioteca, parte da Avenida Fialho de Almeida, à Rua Sousa Porto e a rotunda da Força Aérea, na entrada norte da cidade.

Devido às contingências provocadas pela pandemia da Covid-19, a autarquia decidiu não realizar o mercadinho de Natal, o Bolo-rei Gigante, o Almoço da Comunidade sénior do concelho, a passagem de ano e o espetáculo de fogo-de-artifício.

De 1 de dezembro a 6 de janeiro, os bejenses poderão usufruir de três horas de estacionamento gratuito no Parque Subterrâneo da Avenida Miguel Fernandes e de uma hora no Parque de Estacionamento Subterrâneo da Casa da Cultura.

 

Se a não realização dos eventos e a isenção de pagamento de estacionamento subterrâneo merecem o apoio consensual, já os gastos com a iluminação de Natal têm gerado alguma polémica, face à crise que estamos a viver.