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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CIMBAL integra projeto europeu que promove competências sociais para impulsionar a região

Zé LG, 09.03.26

202603061939496441.JPGO Baixo Alentejo acolheu a segunda reunião do projeto europeu SOCORE – Competências Sociais para Infraestruturas de Investigação e Inovação, cofinanciado pela União Europeia através do programa Interreg Europe, que conta com a participação da CIMBAL, promove competências sociais para impulsionar a região. Este encontro juntou parceiros internacionais e representantes locais para debater adaptabilidade e inovação, com foco em respostas regionais às alterações climáticas e na importância da cooperação entre entidades públicas e privadas para enfrentar os desafios económicos, sociais e ambientais da região.

Castro Verde integra Évora 27 – Capital Europeia da Cultura

Zé LG, 01.03.26

Camara-de-Castro-Verde-cante-Evora-27-rjot5chchma1rxj4wenxngcfia8ivqyduxdluhtza8.jpgFazer do canto coletivo um “espaço de encontro, identidade e construção de pertença” é o objetivo do projeto “Voz Comum – Polifonias de Pertença”, iniciativa artística e comunitária integrada na programação oficial de Évora – 27 Capital Europeia da Cultura e que tem a Câmara de Castro Verde como parceira, dada a sua “experiência consolidada das aulas de cante alentejano desenvolvidas nas escolas do concelho”, que está a ser replicada nos agrupamentos de escolas Severim de Faria, Manuel Ferreira Patrício e Gabriel Pereira, de Évora, “reforçando a circulação de boas práticas e a valorização do património cultural imaterial”.

Gabinete de Fisioterapia de Barrancos é referência no Baixo Alentejo

Zé LG, 07.02.26

202602060923017585.pngO Gabinete de Fisioterapia de Barrancos, no Centro de Saúde, integrado na ULSBA tornou-se “uma verdadeira referência regional na prestação de cuidados de saúde”, segundo a Câmara Municipal de Barrancos, que salienta o “empenho” que tem tido desde a criação deste Gabinete, “permitindo melhorar significativamente a qualidade dos tratamentos prestados à população”, que “resulta do profissionalismo, dedicação e empenho contínuo da equipa de Fisioterapia” em articulação com o seu apoio, que “tem sido determinante na criação, manutenção e melhoria do espaço e dos equipamentos, encontrando-se atualmente a ser realizadas intervenções de requalificação no espaço anexo.” Para 2026, está ainda prevista a realização de Ações de Promoção da Saúde, levando a fisioterapia às instituições de Barrancos e aproximando ainda mais os cuidados de saúde da população.

Presidente da União de Freguesias de Évora (PSD) vai liderar ANAFRE

Zé LG, 29.01.26

202601271834382651.PNGO presidente da União de Freguesias de Évora, Francisco Branco de Brito (PSD), será proposto como presidente da Associação Nacional de Freguesias (Anafre), resultado de um acordo para uma lista consensual entre o PSD, o PS e o PCP, os principais partidos com representação autárquica após as eleições realizadas em outubro de 2025. A lista será apresentada à votação dos cerca de 1.300 delegados no Congresso eletivo que a Anafre realiza em Portimão, entre sexta-feira e domingo.

BE acusa de Executivo Camarário de Beja de “opção política e ideológica do neoliberalismo”

Zé LG, 23.01.26

BE.202507171601217699.pngA Concelhia de Beja do BE acusa o Executivo Municipal, da coligação Beja Consegue (PSD-CDS/PP-IL) e da CDU, de entregar a gestão da área social a IPSS. Em causa está a decisão de cessação de um concurso para a contratação de duas técnicas superiores de Serviço Social e uma Psicóloga para a Divisão de Desenvolvimento e Inovação Social/Serviço de Ação e Desenvolvimento Social, aprovada com os votos a favor do presidente da Câmara, do vereador do Chega e dos dois vereadores da CDU e o voto contra dos dois vereadores PS. O BE considera que, “perante uma proposta de teor claramente neoliberal da AD, com o apoio do Chega,” é de estranhar “o voto a favor dos vereadores da CDU, pois têm repetido que o pelouro a tempo inteiro do vereador Vítor Picado não os obriga a votar ao lado da direita”.

Assembleias Municipais confirmam hoje escolhas por acordo PSD/PS para presidir às CCDR

Zé LG, 12.01.26

363811266_287186363891330_2637593377037633848_n.jpgAs Assembleias Municipais acolhem as eleições para as CCDR, que decorrem hoje, entre as 16h00 e as 20h00 e envolvem mais de 10.700 eleitos locais, entre executivos das Câmaras Municipais e deputados das Assembleias Municipais, incluindo os presidentes das juntas de freguesias. Ricardo Pinheiro (PS) foi o escolhido para suceder a António Ceia da Silva na presidência da CCDR do Alentejo. Deputado do PS eleito por Portalegre, foi secretário de Estado do Planeamento no XXII Governo, e presidente da Câmara de Campo Maior, entre 2009 e 2019. O entendimento entre PSD e PS prevê igualmente, no caso da CCDR do Alentejo, que o PS eleja o vice-presidente escolhido pelos autarcas e que o vice-presidente a eleger pelo Conselho Regional seja indicado pelo PSD. Aníbal Reis Costa e Roberto Grilo, atuais vice-presidentes da CCDR do Alentejo, voltam a ser candidatos ao cargos. Os eleitos autárquicos da CDU no Alentejo não vão participar nas votações, por criticarem o “negócio” feito entre PS e PSD.

PCP critica eleições para CCDR Alentejo e os seus eleitos não vão participar

Zé LG, 07.01.26

20250703103115511 (1).jpegA Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP anunciou que os seus eleitos autárquicos não vão participar nas eleições para a CCDR do Alentejo, na segunda-feira, e criticou o “negócio” entre PSD e PS para escolher o novo presidente deste organismo, afirmando que o decreto-lei do Governo que alterou a orgânica das CCDR representa “um passo mais na governamentalização das políticas regionais e no adiamento ‘sine die’ da regionalização”, e que as CCDR vão afirmar-se “como uma correia de transmissão do Governo e dos interesses que este defende” e as alterações na sua orgânica “acentuam ainda mais a farsa em que consistiu a propaganda em torno da ‘democratização das CCDR’”.

Beja Consegue respondeu às críticas do PS sobre Orçamento da União de Freguesias de Salvador e Santa Maria da Feira

Zé LG, 02.01.26

20250704150532746.jpgA coligação Beja Consegue na União de Freguesias de Beja (Salvador e Santa Maria da Feira) rejeitou as acusações do PS e defendeu a opção de uma presidência a tempo inteiro como uma decisão de responsabilidade e serviço público, esclarecendo que o presidente da Junta optou por exercer funções a tempo inteiro, garantindo maior disponibilidade e resposta diária às necessidades dos fregueses, e garantiu que o apoio ao associativismo e o investimento público continuam a ser prioridades no Orçamento de 2026, que tem sustentabilidade financeira e maior capacidade de execução. Lamentou, ainda, aquilo que considera ser uma tentativa do PS de transformar uma decisão de gestão responsável num ataque político, rejeitando qualquer insinuação de benefício pessoal e reafirmando o compromisso com a transparência, o rigor e a boa governação.

“Cardeal Américo Aguiar, temos um novo Cerejeira?”

Zé LG, 27.12.25

chega595426828_10240164513398864_8581969895817619026_n.jpg«… Quando vejo a Igreja aproximar-se, sem pudor, de forças políticas que vivem do medo, da divisão e da desumanização do outro, não consigo fingir que é apenas “diálogo” ou “normalidade democrática”. Não é. Há linhas que, quando se atravessam, deixam marcas na história. Dirijo-me diretamente ao Cardeal Américo Aguiar porque o seu lugar não é indiferente. Um cardeal não é apenas “mais um”. O que diz, onde aparece, com quem se mostra confortável, envia sinais a milhões de pessoas. E a pergunta, justa e inevitável, impõe-se: Temos um novo Cerejeira? Não no sentido de reescrever o passado, mas de repetir o erro: uma Igreja demasiado próxima do poder errado, no tempo errado, pelos motivos errados. … Não quero, décadas depois, ver repetir a mesma fotografia com outros protagonistas e o mesmo erro de fundo: uma hierarquia eclesiástica demasiado confortável com quem vive da cultura do medo, da suspeita e da exclusão. Chegados aqui, há uma escolha que já não é teórica: ou a Igreja incomoda o poder, ou passa a servi-lo. Ou está ao lado de quem é empurrado para a margem, ou se senta à mesa de quem empurra. ...» Rui Lourenço, aqui.