Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ACOS recolhe produtos para agricultores vítimas dos recentes grandes incêndios

Zé LG, 26.07.22

202207252020151633.jpgA ACOS está a participar na ação de solidariedade, lançada pela CAP, para com os agricultores dos concelhos onde ocorreram recentemente grandes incêndios, designadamente Murça, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar.
A associação anuncia que está a reunir em Beja os contributos dos seus associados e de outros agricultores que queiram participar na campanha organizando, logo que tenha carga suficiente, o envio dos donativos para o norte do país.
Os agricultores que pretendam contribuir com palha, feno e concentrados para alimentação animal deverão entrar em contacto com a ACOS para agendamento das entregas. Daqui e daqui.

Baixo Alentejo em seca severa

Zé LG, 14.06.22

seca2-768x432.jpgO Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) revelou que a quase totalidade do território do Baixo Alentejo estava numa situação de seca severa, no final de maio, apontado como o mais quente e seco dos últimos 92 anos.
Segundo o IPMA, no final de maio verificou-se uma diminuição significativa dos valores de percentagem de água no solo, em todo o território, sendo de realçar a região Alentejo, entre outras, “onde se verificam valores de percentagem de água no solo inferiores a 20%”. Em Beja, a média da temperatura mínima foi de 13,2 graus. A média da temperatura máxima foi de 28,8 graus. A precipitação total foi de 4.1mm.

Ler mais aqui e aqui.

Afinal, que fenómeno meteorológico aconteceu em Beja?

Zé LG, 31.05.22

Heatbutst_Beja_mini.png

Na madrugada de 21 de maio em Beja, aconteceu um fenómeno meteorológico estranho chamado heatburst: entre as 5h45 e as 5h50 desse sábado, a estação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) detetou rajadas de vento repentinas de 53 km/h, a temperatura aumentou de 22,9°C para 33,4°C e a humidade relativa no ar desceu de 49% para 13%. A informação foi avançada hoje pelo IPMA.

Situação de seca que Portugal vive será “o novo normal”(?)

Zé LG, 23.02.22

A falta de chuva na Peninsula Ibérica está a arrastar várias zonas de Portugal e Espanha para risco de seca extrema muitos meses antes do verão, elevando o perigo de incêndios, como mostram as imagens captadas pelos satélites Copernicus.

Sem nome.pngO alerta do EFFIS mostra a seca fora de época, considerada já extrema e com um risco muito elevado de incêndios no sul de Portugal, na Catalunha, Estremadura e Andaluzia em Espanha, mas também em Perpinhão, em França, e na Sardenha, em Itália.

Esta seca “é a pior de todas pois afeta o País de uma maneira geral e de forma severa”

Zé LG, 06.02.22

20220203125405343.jpgafirma José da Luz, presidente da Associação de Agricultores do Campo Branco (A.A.C.B.), que deixa claro que “já não há pastagens” nem “o que estava armazenado” para suprimir esta falta, acrescentando que à seca juntaram-se “os preços das rações que dispararam” e que “se não chover nos próximos 15 dias, as culturas outono/inverno e pastagens estão completamente perdidas”. É perentório ao afirmar que “nesta situação, seca e custos de produção inflacionados, sem apoios extraordinários as explorações de sequeiro não vão sobreviver”.

O IPMA anuncia que “a sul do Tejo espera-se uma situação de seca extrema", com o litoral alentejano e a região de Lisboa a enfrentarem as piores condições.

Rui Garrido, presidente da FAABA, afirma que “chegou a altura de nós alertarmos, porque brevemente, vamos ter um novo governo e, em conjunto temos que equacionar as medidas. Perante a falta de água e o aumento brutal dos custos de produção, gera-se uma situação muito complicada, para a rentabilidade das explorações agrícolas”. E adianta que “é nesse sentido que nós não podemos deixar de avisar, quem vem a seguir e estaremos cá para isso em termos de equipa ministerial, para o Ministério da Agricultura”.

Alentejo funcionará como laboratório vivo e banco de ensaio das medidas preconizadas de combate às alterações climáticas

Zé LG, 17.01.22

271841232_4803848003025332_9118399624954923138_n.jO projeto “Guardiões” vai transformar o Alentejo no centro da discussão em torno de soluções que respondam à ameaça das alterações climáticas, que funcionará como laboratório vivo e banco de ensaio das medidas preconizadas. Nos próximos 22 meses, uma equipa multidisciplinar vai dedicar-se a este trabalho, em toda a região Alentejo, com ações de educação ambiental, conferências, formação e informação, que promovam a sustentabilidade e boas práticas, que possam ser incorporadas na estratégia de desenvolvimento regional do Alentejo.

Com um financiamento global de aproximadamente 2,4 milhões de euros, o projeto “Guardiões” tem como objetivos promover a compreensão do fenómeno das alterações climáticas e potenciar o desenvolvimento das melhores soluções aplicáveis à região do Alentejo, capazes de contribuir para o aumento da resiliência aos impactes decorrentes das alterações climáticas.

O projeto “Guardiões” é promovido pelo Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), mediante acordo de parceria com a CCDRA e o Fórum da Energia e Clima (FEC).

Rede de Câmaras do Alentejo pelo Clima e pela Água conta já com a adesão de 21 municípios

Zé LG, 17.11.21

202111151929335879.pngEsta Rede faz parte do projeto “Alentejo_Clima em Escassez Hídrica” que tem como um dos seus objetivos incentivar a criação de redes temáticas e colaborativas, dedicadas à promoção da adaptação às alterações climáticas a nível regional e é promovido pela Agência Portuguesa do Ambiente, através da Administração da Região Hidrográfica do Alentejo, em parceria com a Associação de Defesa do Património de Mértola, com uma duração de 24 meses e cofinanciado pelo Alentejo 2020.

Esta Rede para além de contribuir para aumentar o conhecimento dos técnicos de entidades-chave a nível local, em temáticas ligadas à gestão sustentável da água, pretende também promover a partilha de boas práticas e informação sobre ferramentas para mitigar os impactos derivados das alterações climáticas, com ênfase na escassez hídrica.

“A Terra está em situação de emergência.”

Zé LG, 02.11.21

44984_Greta_BOS8.jpg«Como cidadãos do mundo, exigimos que encarem a emergência climática. Não no ano que vem. Não no mês que vem. Agora:

> Mantenham a importante meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C, com reduções imediatas, drásticas e anuais das emissões de carbono, como o mundo nunca antes viu.

> Encerrem imediatamente todos os investimentos em combustíveis fósseis, subsídios e novos projetos e impeçam novas operações de exploração e extração.

> Parem com a contabilidade "criativa" de emissões de carbono, publicando o total de emissões, incluindo todos os índices de consumo, cadeias de abastecimento, transportes aéreos e marítimos internacionais e a queima de biomassa.

> Entreguem os 100 bilhões de dólares prometidos aos países mais vulneráveis, com recursos adicionais para desastres climáticos.

> Estabeleçam políticas climáticas que protejam os trabalhadores e os mais vulneráveis e reduzam todas as formas de desigualdade.

Greta, da Suécia, Vanessa, de Uganda, Dominika, da Polônia, e Mitzi, das Filipinas»