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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“Cidadania, Inovação & Território” em debate em Aljustrel

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Sob o lema “Cidadania, Inovação & Território”, realiza-se nos dias 9 e 10 de maio, a 4.ª edição das Conferências de Aljustrel. O debate irá focar-se no tema “Descentralização e programações para o desenvolvimento dos interiores com coesão territorial nacional”.

O Cine Oriental será uma vez mais o local que, nesta edição, irá acolher autarcas e políticos para trocarem pistas e iniciativas para o desenvolvimento territorial, numa altura em que o futuro dos territórios de baixa densidade é de novo tema de atualidade. 

CIMAL exige reversão da privatização dos CTT

correios.jpgA Assembleia Intermunicipal da CIMAL-Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral manifestou a sua indignação pela contínua degradação do serviço de correios prestado pelos CTT, assim como pelo incumprimento do Contrato de Concessão.

Nesse sentido, exorta o Governo a adoptar medidas de protecção do serviço de entrega postal universal, como a reversão da privatização do serviço e consequente regresso do mesmo à esfera pública, por se afigurar como absolutamente essencial para protecção dos direitos e interesses dos cidadãos.

Preocupações e reivindicações que fazem parte de uma moção apresentada pelo Bloco de Esquerda, que foi aprovada com a abstenção do PS e do deputado do movimento GM- Grândola Melhor e sem votos contra.

Plataforma Alentejo entrega 4000 assinaturas de apoio na AR

PA.JPGA Plataforma Alentejo entrega nesta quinta-feira, dia 11, às 14.00 horas, na Assembleia da República (AR), as primeiras 4000 assinaturas de apoio à “Estratégia integrada de acessibilidade sustentável do Alentejo nas ligações nacional e internacional”. A Plataforma considera que ainda se está a tempo de “contribuir para um Alentejo mais desenvolvido e um Portugal mais coeso”, porque, com a entrega das 4000 assinaturas, a Assembleia da República deverá ouvir, obrigatoriamente, este movimento, publicar as suas propostas e agendar a discussão das mesmas em plenário.

Faltam menos de 200 assinaturas

90336_1.jpg... para a AR ter de discutir a «Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacional e Internacional” na revisão do PNPOT em curso, de forma a considerar um conjunto de prioridades no domínio das acessibilidades e transportes fundamentais para o desenvolvimento sustentável do Alentejo, bem como para a sua coesão social, territorial, ambiental e energética, com claros benefícios para a totalidade do território nacional.

Para garantir esse debate, se ainda não o fez, pode assinar a Petição Pública “PLATAFORMA ALENTEJO-Estratégia Integrada de Acessibilidade Sustentável do Alentejo nas ligações Nacional e Internacional” em: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT90336

Plataforma Alentejo apela à subscrição na petição pública do movimento

Mapa Plataforma.jpgA Plataforma Alentejo apela à subscrição da petição pública do movimento que conta neste momento com cerca de 3600 das 4000 assinaturas necessárias para que as propostas avançadas na mesma tenham que ser debatidas pelo Plenário da Assembleia da República.

A Plataforma Alentejo reitera, ainda, que a subscrição pública da petição pode ser feita através do link:http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT903363, até ao final deste mês.

"Participação cidadã e redes sociais: uma contradição insanável?”

PM.jpg«...

Uma maior participação cidadã, em Beja ou em outra qualquer parte do país é sempre de enaltecer, o que poderia ser reforçado com a “democratização da opinião” proporcionada pela internet, nomeadamente pela blogosfera e depois pelo facebook, pelo facto de o acesso a estes novos meios de comunicação ter trazido novas possibilidades para a difusão e para o debate de ideias, em liberdade e quase sem limites.

Só que, infelizmente, não é isso que se passa, gerando-se uma improvável e insanável contradição entre o que parecia ser um importante contributo para a participação cidadã e os resultados obtidos nas redes sociais. ...»

Leia aqui todo o texto de José Filipe Murteira

Ministério da Saúde, ARSA e CIMBAL fazem orelhas moucas ao alerta para o "risco iminente de colapso nas urgências de Pediatria e Obstetrícia" do Hospital de Beja

Diretores de serviço do hospital de Beja alertam para "risco de colapso"

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Doze diretores de serviço do Hospital José Joaquim Fernandes alertaram para o "risco iminente de colapso nas urgências de Pediatria e Obstetrícia" e para a "absoluta carência de médicos" na unidade hospitalar.

Os clínicos "manifestam a sua preocupação pela situação de absoluta carência de médicos para fazer face às necessidades assistenciais da população pela qual a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) é responsável", pode ler-se no documento intitulado "Porque não podemos, nem queremos, ficar indiferentes".

Em especial, os signatários alertam "para o risco iminente de colapso nas urgências de Pediatria e Obstetrícia e para as graves dificuldades que estão a passar a Anestesiologia, a Radiologia, a Cirurgia Geral e mesmo a Ortopedia".

 

Dez meses depois, a situação mantém-se no Hospital de Beja e o Ministério da Saúde, a Administração Regional de Saúde do Alentejo e a Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), a quem foi endossado aquele alerta, nada fazem e nada têm nada para dizer?! E o Conselho Consultivo nada faz nem dada diz? E nós, utentes, vamos permitir acomodados ao esvaziamento progressivo de serviços fundamentais do nosso Hospital?

Plataforma Alentejo quer "mais reconhecimento do poder central" e AMAlentejo quer Comunidade Regional do Alentejo

201808151220054624.jpgA Plataforma Alentejo já reuniu com todos os grupos parlamentares e deu início agora, a uma segunda fase de contactos, que visa sensibilizar os deputados para as reivindicações do movimento e começou pela Comissão Parlamentar de Agricultura. Na opinião da Plataforma é preciso continuar a sensibilizar para as necessidades do território e ganhar mais visibilidade e reconhecimento junto do poder central.

O Projecto de Lei de iniciativa popular com vista à criação da Comunidade Regional do Alentejo conta já com cerca de 12 mil subscritores, revela o Movimento AMAlentejo, entidade promotora.

José Soeiro, membro da Comissão Dinamizadora do AMAlentejo, apela à subscrição deste Projecto disponível no site “petiçãopublica”, considerando que a criação da Comunidade Regional do Alentejo, emanada do Poder Local, em substituição da CCDR Alentejo, poderia agilizar a concretização investimentos estratégicos e a dinamização de infra-estruturas como o Porto de Sines, Aeroporto de Beja e Linha Ferroviária do Alentejo.

Afinal o que já fez o Executivo da Câmara de Beja quanto à INCLUSÃO, à PARTICIPAÇÃO e à CIDADANIA?

Escrevi aqui, há um ano, no dia da tomada de posse do novo Executivo da Câmara de Beja:

Pela parte que me toca, vou estar atento ao cumprimento das medidas que melhor poderão contribuir para a INCLUSÃO, a PARTICIPAÇÃO e a CIDADANIA, designadamente:

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> Elaborar um Plano Plano Municipal para a Igualdade.

> Elaborar um Plano Plano Municipal para a Acessibilidade e criar um Conselho Consultivo para a Inclusão.

> Participar na definição das políticas de saúde concelhias em estreita articulação com as estruturas representativas do Ministério da Saúde.

> Disponibilidade para a transferência de competências do Poder Central na área da Educação.

> Criar parcerias com associações locais para a elaboração de um Plano Municipal de Ocupação de Tempos Livres.

> Implementar o Orçamento Participativo.

> Promover discussões públicas sobre intervenções estruturais do Concelho.

> Criar a figura do Provedor do Munícipe.

> Promover sessões do “Ouvir Beja”.

> Valorizar o papel dos Conselhos Municipais e Conselhos Consultivos.

Pelo que então escrevi, gostava de ser informado sobre o que já fez e quando pretende fazer o que ainda não fez o Executivo, do PS, da Câmara de Beja. Ou tenho acompanhado mal a sua gestão ou ainda foi feito muito pouco para cumprir estas promessas… Pode dizer-se que passou um ano, mas tendo em conta o tipo de medidas que têm mais a ver com o estilo de gestão eu diria que passou um ano...

FORTES MOBILIZA EM DEFESA DO AMBIENTE

Fortes piquenique 2018-09-22.jpg

Para que as obras não parem, os fumos sejam devidamente filtrados e dispersos, o pó do bagaço de azeitona não se espalhe com o vento e os cheiros nauseabundos das águas russas sejam eliminados.

O IAPMEI determinou o encerramento da fábrica por seis meses, até Dezembro de 2018. Este prazo não poderá ser antecipado sem tudo estar nas devidas condições, certificada pelas autoridades competentes e confirmada pela população das Fortes, a principal afetada.

Não têm qualquer fundamento os boatos de que a laboração poderá ser retomada em 1 de Outubro. O LANCHE de confraternização de amigos da causa das Fortes será também um ponto alto de mobilização contra qualquer tentativa de retoma prematura da laboração da fábrica.

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