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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"urge criar uma estrutura que ponha de pé uma infraestrutura paralela e complementar ao aeroporto" de Beja

Zé LG, 08.11.20
"... urge criar uma estrutura que ponha de pé uma infraestrutura paralela e complementar ao aeroporto, fora do perímetro da concessão, em espaço previamente definido no Plano Director Municipal do concelho de Beja. Esta empresa que seria a gestora do futuro parque, genuinamente ancorada numa parceria alargada teria como propósito a criação duma infraestrutura que possibilitasse a instalação de unidades das mais diversas naturezas, construída de forma faseada e tendo como horizonte a diversificação da base económica da região. Atrevo-me a sugerir e a desafiar as estruturas mais significativas da nossa região para a sua criação, nomeadamente: as autarquias alentejanas que a desejem incorporar, tendo naturalmente a Câmara Municipal de Beja um papel importante, a EDIA, a APS, o NERBE e a ACOS, sem excluir outros entidades com vocação para abraçar este desafio.
É um imperativo para o desenvolvimento do aeroporto, caminhar no sentido de atrevermo-nos a criar a necessária complementaridade para lhe conferir o “músculo” que ainda lhe falta, tornando-o mais competitivo, não esquecendo paralelamente os investimentos indispensáveis nas infraestruturas rodoviárias e ferroviárias em falta."
Manuel Camacho, Novembro/2020, aqui.

Screenshot_2020-11-07 Evoluo da Situao de Refernci

Planta copiada daqui.

Utentes do Litoral Alentejano queixam-se das condições do SNS na região

Zé LG, 20.10.20

202010201712205547 litoral.jpg

A "falta de profissionais de saúde", as "extensões de saúde degradadas" e os "tempos máximos de resposta garantidos" superiores ao previsto pela lei foram os principais temas abordados numa reunião mantida pela coordenação de utentes com o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde.

Os utentes exigem, entre outras reivindicações, "médico e enfermeiro de família para todos", a redução "de 1.900 para 1.500 utentes por cada médico", a colocação de "médico e enfermeiro, no mínimo, uma vez por semana" nas diversas extensões de saúde, a contratação de todos os profissionais em falta na região e o "fim da contratação por empresas de trabalho temporário". Dos cerca de 100 mil utentes, 15.200 não tem médico de família atribuído.

A colocação urgente de uma ambulância de suporte imediato de vida no Serviço de Urgência Básica do Centro de Saúde de Alcácer do Sal foi outra das exigências dos utentes, que destacam que "não existem previsões para a sua atribuição" e que isso contraria a "lei da obrigatoriedade da colocação da respetiva ambulância".

As condições do Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém, estiveram também em discussão, tendo os utentes considerado "inadmissível" a abertura do novo serviço de urgência daquela unidade "sem o número suficiente de profissionais de saúde" e exigido a "reabertura da totalidade de camas" da Unidade de Convalescença.

AMAlentejo defende “urgência da criação das regiões administrativas”

Zé LG, 06.10.20

20180611215644638.jpgO AMAlentejo recorda que “a descentralização da Administração Pública tem sido adiada com reconhecidos prejuízos para os territórios e para os cidadãos” e que “constituirá o terceiro pilar em falta no triângulo do Poder Local institucional, o pilar intermédio de ligação entre os dois níveis de administração pública já existentes”.

Para o AMAlentejo “a eleição indireta do presidente e de um dos vice-presidentes” não passa de uma “nova forma de nomeação/designação dos dirigentes das CCDRs” e defende a concretização de “um Poder Regional Democrático, Plural, Transparente e Representativo assente na proposta de criação da Comunidade Regional do Alentejo, cujos órgãos devem emergir, exclusivamente, dos eleitos municipais dos 47 concelhos do Alentejo e cuja tutela administrativa se deve conformar à verificação do cumprimento da Lei, sendo exercida nos casos e segundo as formas legalmente previstas.”

“Por um modelo de Desenvolvimento Rural Transversalmente Sustentável”

Zé LG, 29.09.20

20200925183634952 rural.jpgO GAIA Alentejo, o Movimento Alentejo Vivo e a Associação Ambiental Amigos das Fortes realizou, em Beja, uma ação pelo mundo rural no dia da Greve Global pelo Clima”. Neste evento foi aprovada uma “Carta Aberta- Por um modelo de Desenvolvimento Rural Transversalmente Sustentável”.
Esta carta aberta, em que solicitam “ações urgentes por parte de quem consideram ter responsabilidades neste processo”, refere, entre outros aspetos que “é essencial corrigir o curso no sentido de um modelo de desenvolvimento efetivamente sustentável, terminando com a poluição na aldeia das Fortes, revogando o perímetro de rega do Mira, criando corredores ecológicos e ilhas de biodiversidade em redor das povoações, habitações, espaços públicos e massas de água, assim como implementar zonas estratégicas para os próximos três anos.”

“Estar calado, não será solução para coisa nenhuma”

Zé LG, 25.09.20

“A cidadania acarreta responsabilidades que não terminam nos gestos e nas discorrências, mas começam por aí!… A consciência crítica já é um reflexo positivo de não resignação, de inconformismo e de participação social!… Dá trabalho, e obriga a esforços pessoais em nome colectivo!… Estar calado, não será solução para coisa nenhuma, assim como não o será a acção errática e irracional!”

Anónimo 24.09.2020, aqui.

“O que importa é praticar a política de uma nova forma, deixando para trás a “clubite”.”

Zé LG, 25.09.20

70365791_10205606536479761_4613475439241854976_n MO que está em causa não é quem pode atirar pedras e quem tem telhados de vidro. O que neste momento imperiosamente importa é praticar a política de uma nova forma, deixando para trás a “clubite”. O que hoje em dia está em causa é a definição de uma estratégia para Portugal, e também para a região, em todos os sectores da economia e da vida social. É uma tarefa de grande envergadura, pois claro. Precisa, para ser enfrentada, que se reúnam os recursos mais amplos que consigamos reunir. Seguramente, não será a União Europeia a determinar as prioridades de desenvolvimento do nosso País. Também na Saúde, obviamente, o teremos de fazer. Teremos de imaginar como se deverá processar a evolução e reforço do Serviço Nacional de Saúde. O empenho de todos nós cidadãos, na cooperação para descoberta de soluções para os problemas que nos constrangem é fundamental. Por isso, concordo com o sentido das palavras da Dra. Matos Pires, definindo o modo honesto e solidário de trabalhar, com o fito de beneficiar o interesse público.

Munhoz Frade 23.09.2020, aqui.

“É preciso muito mais, na acção política e no exercício da cidadania individual e colectiva!”

Zé LG, 22.09.20

“Pois. Mas quem é que pretende fazer, e quem é que atrapalha quem quer fazer?
Um lugar comum, que pode encerrar uma visão clarividente de que não é possível questionar os métodos, os agentes ou as políticas levadas a cabo!...Era só o que nos faltava, que ninguém pudesse pôr em causa o modo de fazer!...
Se é verdade que "periódica e esporadicamente vamos assistindo a alguma coisa de positivo que, felizmente, vai acontecendo por cá". Ser "profeta da desgraça" não ajuda, antes favorece a tristeza espiritual dos bejenses. Não demos ouvidos a estes "velhos do Restelo"! "Os bejenses acreditam nas suas capacidades! Não atrapalhem quem quer fazer!”...O problema não está na capacidade (ou falta dela) do povo alentejano, que me parece que já deu provas históricas suficientes de resiliência em momentos delicados da sua história, mas na forma como os arautos da verdade pretendem conduzir a região em nome colectivo, sem contar com a participação de todos!...E já agora, os alentejanos não são profetas da desgraça nem têm problemas de natureza espiritual ( fosse esse o mal maior); antes conhecem, profundamente os problemas da região como ninguém! ...E tendo durante anos a fio, confiado responsabilidades nos seus representantes, se vêm pessimistas, pelos parcos resultados alcançados!...O Povo alentejano também é resistente nas suas aspirações, mas infelizmente quem nos representa não se tem mostrado à altura desse desafio!...E aqui o problema será transversal, numa relação de impotência por um lado, e de falta de assertividade no plano da representatividade dos dirigentes!...É preciso muito mais, na acção política e no exercício da cidadania individual e colectiva!...Mas também não será menos importante colocar de lado as diferenças ou conflitos de natureza partidária (com as suas proporções provincianas), em nome do superior interesse de defesa da maior região do País!”

Anónimo 21.09.2020, aqui.

PS e PSD criam mais dificuldades às candidaturas de Movimentos Independentes

Zé LG, 27.08.20

331310_295805637106613_145786679_o AMAI.jpgPS e PSD unidos para dificultar (ainda mais) as candidaturas autárquicas dos GCE (Grupos de Cidadãos Eleitores), vulgarmente intitulados Movimentos Independentes.

Não bastava, que ao contrário das candidaturas partidárias não tivessem isenção do IVA, agora propõem que os GCE sejam impedidos de, no mesmo concelho, utilizarem a mesma denominação, símbolo e sigla, nas candidaturas das Assembleias de freguesia (AF) que utilizam nas Camaras (CM) e Assembleias Municipais (AM). Ou seja, na AF os GCE têm de candidatar-se com outro GCE. Então quando um GCE se candidata à CM e à AM, não está a abranger todo o concelho ? E não são os mesmos cidadãos eleitores que legitimamente votarão nos três órgãos (CM, AM e AF) !!!!

 

 

Comissão de Utentes de Beja pede “a reabertura imediata das extensões de saúde”

Zé LG, 20.08.20

A Comissão de Utentes de Beja faz o ponto de situação, revelando que “há freguesias do concelho de Beja onde não vai um médico há mais de três meses” e, preocupada com “o agravamento das situações de saúde destas pessoas”, uma vez que “consultas por telefone não são, nem podem ser, alternativa às presenciais”, pede “a reabertura imediata das extensões de saúde”.

76615076_2369031209980176_1107038605206880256_o.jpPara a Comissão de Utentes de Beja “é preciso que seja feita a reabertura imediata das extensões de saúde, de forma a permitir a continuidade dos cuidados de saúde de proximidade, assim como fomentar os cuidados domiciliários”. “Mas sem esquecer”, que “são necessários mais investimentos no SNS - contratando mais profissionais e equipamentos para hospitais e centros de saúde - e que esta é uma responsabilidade do Governo”.

À atenção da UF de Santiago Maior e S. João Baptista: é preciso um balde para o lixo

Zé LG, 19.07.20

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IMG_4748.JPGComo as fotografias mostram, o Largo Francisco Miguel Duarte, no Penedo Gordo, precisa de um balde para o lixo. Este largo é um dos lugares mais aprazíveis da Aldeia e por isso muito procurado para encontros familiares e de amigos, que nem sempre o deixam nas melhores condições de limpeza. Pode-se falar em falta de civismo dos utentes, mas, mesmo que queiram, não têm onde deitar o lixo. Certamente que um balde e a recolha frequente do lixo evitaria esta situação num espaço onde existe um parque infantil.

“A autarquia não pode e nem deve fechar os olhos”

Zé LG, 13.06.20

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Quanto à higiene da nossa cidade e o civismo de algumas pessoas, onde se incluem os dejectos caninos que aparecem por todo o lado e por lá permanecem até à sua degradação natural., a autarquia não pode e nem deve fechar os olhos, e considerar-se de antemão vencida nesta batalha.
À que fazer um esforço e tomar decisões, boas ou más. Mas, pelo menos, manifestar a sua intenção de alterar o atual estado a que as ruas da cidade chegaram.

Anónimo 11.08.2019 14:15”, aqui. Fotografia daqui.

“Agricultura do sudoeste alentejano continua a alimentar o país” ou está a seguir um “caminho extremamente arriscado”?

Zé LG, 31.03.20

imgLoader2.ashx estufas.jpgO Movimento Juntos Pelo Sudoeste acusou empresas frutícolas de Odemira e Aljezur de seguirem um “caminho extremamente arriscado” ao continuarem a operar, podendo “colocar em risco a saúde de milhares de pessoas”, devido à pandemia de covid- 19. “Poderá ser uma decisão economicista, em contraciclo com muitas outras empresas no país que foram obrigadas a parar”.

O comunicado do movimento surge em reação a uma nota de imprensa da Associação dos Horticultores, Fruticultores e Floricultores dos Concelhos de Odemira e Aljezur (AHSA), com o título "Agricultura do sudoeste alentejano continua a alimentar o país”. As associadas da AHSA, que "representam mais de 200 milhões de euros de faturação anual", mantêm "atividade em pleno", apesar da pandemia de covid-19, e "Continuam a operar e a alimentar a cadeia de distribuição nacional e internacional", seguindo "todas as orientações das autoridades" e priorizarando “ao máximo a prevenção e a implementação e adaptação dos seus planos de contingência".

Associação Amigos das Fortes recusa convite da Câmara de Ferreira do Alentejo

Zé LG, 05.03.20

A Associação Ambiental dos Amigos das Fortes (AAAF), convidada para o dia do município de Ferreira do Alentejo, que se assinala hoje, para uma sessão solene a realizar frente à Câmara Municipal, com a presença das associações e os respetivos estandartes, declinou o convite como forma de protesto contra a situação que as Fortes vivem há mais de 12 anos.

202003041945101966.jpgFátima Mourão frisou, ainda, que o compromisso da Associação é “estar ao lado da população das Fortes e procurar que a Câmara de Ferreira do Alentejo execute o papel a que está confinada, defender as populações, responder a problemas concretos e fomentar a nossa participação nas políticas correspondentes.”

“Juntos pelo Sudoeste” entregou petição com 6 000 assinaturas na AR para impedir que “a área coberta de plástico triplique”

Zé LG, 04.03.20

202003021542599596.jpg“Juntos pelo Sudoeste” (JPS), o movimento de cidadãos de Odemira e Aljezur que se juntou para impedir que “a área coberta de plástico que já existe no parque” se “triplique”, como está previsto na resolução do Conselho de Ministros n.º 179/2019, aprovada pelo anterior Governo, entregou, na Assembleia da República, uma petição pública com cerca de seis mil assinaturas”, com o objectivo de “levar este tema a debate na Assembleia da República para que seja cuidadosamente analisado”, porque “numa região que é Parque Natural há compromissos que não estão a ser cumpridos”.
“Juntos pelo Sudoeste” criou a petição “O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina não aguenta mais agricultura intensiva”, que pretende também impedir a colocação de contentores dentro das explorações agrícolas para mais trabalhadores emigrantes até 36 mil pessoas”. Daqui e daqui.

Proposta de gestão partilhada de Pisões e dos Museus de Beja

Zé LG, 08.02.20

museu1.jpg

«... Em minha opinião, essa ligação poderia/deveria passar por um modelo que, agregando as três entidades – Direção Regional, Universidade e Câmara Municipal – desse origem a uma única entidade responsável pela gestão conjunta do museu (incluído naturalmente o seu Núcleo Visigótico), de Pisões e, eventualmente, do Núcleo Museológico da Rua do Sembrano. Deixo de fora o Centro de Arqueologia e Artes e o sítio arqueológico anexo, que aguardam, por parte da autarquia, uma decisão sobre o seu futuro e modelo de funcionamento.

pisões.jpg

Essa nova entidade deveria ter uma administração tripartida, coadjuvada por um conselho consultivo alargado e, tal como prevê o citado decreto-lei, um diretor recrutado “…através de concurso público (…) a quem são delegadas competências para uma gestão responsável, que prime pela transparência e pelo cumprimento do quadro legal vigente e que se adeque às características do equipamento em causa, permitindo agilizar a operacionalização do seu plano de atividades do setor”. ...»

José Filipe Murteira, aqui.

Petição para revogação de Resolução que permite aumentar área de estufas até 40 % e de contentores no Perímetro de Rega do Mira

Zé LG, 24.01.20

imgLoader2.ashx.jpg“Temos cerca de 11 por cento da agricultura intensiva coberta por plástico e aquilo que a resolução [do Conselho de Ministros] diz é que pode vir a aumentar até 40 por cento, além da autorização, a título excecional, de contentores dentro das explorações agrícolas” e da "contratação de milhares de trabalhadores asiáticos em condições pouco claras”, disse Fátima Teixeira, porta-voz do movimento que lançou a petição.

O movimento alerta para as consequências “nefastas” de práticas agrícolas “que apostam na utilização intensiva de água para rega, plásticos, fertilizantes e pesticidas sintéticos”, no “Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, uma zona de excelência, com recursos ambientais que é preciso proteger. Estamos a destruir um património ambiental que é único”, pelo que é urgente “resolver os problemas que já existem ao nível de estufas, de agricultura intensiva e da capacidade para acolher tantos imigrantes” antes de se avançar para a expansão da atividade agrícola.

É urgente travar este avanço e proteger as zonas sensíveis do ponto de vista ecológico, assim como as populações dos aglomerados urbanos, das contaminações desta agroindústria, sendo por isso imperativo a demarcação de uma faixa mínima de 1.000 metros a partir da linha de costa e de 500 metros dos perímetros urbanos, livres de agricultura intensiva”.

"Olá cidadania, como estás?"

Zé LG, 09.12.19

rita_medinas_3.png"Já há tanto tempo que não te vejo. Pensando bem, não sei se te cheguei a conhecer. Penso que te imaginei nos meus tempos de inocência, nos mesmos tempos em que cheguei a pensar mesmo que existia uma fada mágica que trocava o nosso dente de leite, por uma prenda.

Confundo-te imenso com a solidariedade e equidade. Uma das vossas parecenças é que não estão presentes; o vosso significado aparece, apenas, no dicionário para fazer inveja."

Leia aqui o resto do texto de Rita Medinas, natural de Reguengos de Monsaraz, com dezoito anos e estudante do Curso de Português na Universidade de Coimbra.

“Quando se unem Funcionários, Alunos, Professores, Pais e Encarregados de Educação na mesma luta, tenho a certeza que a razão lhes assiste”

Zé LG, 05.12.19

"Temos assistido desde o início oficial do ano lectivo, a contestações e a várias iniciativas dos trabalhadores, encarregados de educação e professores, com o objectivo de questionar, reivindicar e exigir melhores condições de trabalho.
Não têm sido levantadas as questões que envolvem os baixos salários, e outras questões materiais que normalmente são exigidas.
Estamos perante uma nova exigência legítima, onde a falta de recursos humanos levam outros à exaustão. Verificamos também a existência da consciência dos trabalhadores, relativamente às responsabilidades que a sua função encerra, alegando e declarando...."que não podemos trabalhar assim. Assim não podemos continuar a assumir as nossas responsabilidades".
...
Estamos perante uma evidência.… as crianças não estão seguras nas escolas, os pais preocupados, os professores também.
Será que é incomportável para o Governo criar algumas centenas de postos de trabalho para responder a estas preocupações ? Será que temos assim tantas dificuldades financeiras enquanto país, que não estejamos disponíveis para este minúsculo investimento ?
… CGP - Anónimo 04.12.2019 12:24", aqui.

“É mais urgente salvaguardar o que resta do património natural do Alentejo”

Zé LG, 19.11.19

P1060215.JPG“… Falta fazer muito..., no sentido da preservação e disciplina na implementação de mais culturas deste tipo, e para isso é premente que todos os organismos da tutela falem a uma só voz e em tempo útil! … é necessário investimento agrícola sim, mas é mais urgente salvaguardar o que resta do património natural do Alentejo, porque aí também reside parte da actividade turística e social desta vasta região!”

Anónimo 18.11.2019 19:12, aqui.