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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Petição para revogação de Resolução que permite aumentar área de estufas até 40 % e de contentores no Perímetro de Rega do Mira

Zé LG Zé LG, 24.01.20

imgLoader2.ashx.jpg“Temos cerca de 11 por cento da agricultura intensiva coberta por plástico e aquilo que a resolução [do Conselho de Ministros] diz é que pode vir a aumentar até 40 por cento, além da autorização, a título excecional, de contentores dentro das explorações agrícolas” e da "contratação de milhares de trabalhadores asiáticos em condições pouco claras”, disse Fátima Teixeira, porta-voz do movimento que lançou a petição.

O movimento alerta para as consequências “nefastas” de práticas agrícolas “que apostam na utilização intensiva de água para rega, plásticos, fertilizantes e pesticidas sintéticos”, no “Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, uma zona de excelência, com recursos ambientais que é preciso proteger. Estamos a destruir um património ambiental que é único”, pelo que é urgente “resolver os problemas que já existem ao nível de estufas, de agricultura intensiva e da capacidade para acolher tantos imigrantes” antes de se avançar para a expansão da atividade agrícola.

É urgente travar este avanço e proteger as zonas sensíveis do ponto de vista ecológico, assim como as populações dos aglomerados urbanos, das contaminações desta agroindústria, sendo por isso imperativo a demarcação de uma faixa mínima de 1.000 metros a partir da linha de costa e de 500 metros dos perímetros urbanos, livres de agricultura intensiva”.

"Olá cidadania, como estás?"

Zé LG Zé LG, 09.12.19

rita_medinas_3.png"Já há tanto tempo que não te vejo. Pensando bem, não sei se te cheguei a conhecer. Penso que te imaginei nos meus tempos de inocência, nos mesmos tempos em que cheguei a pensar mesmo que existia uma fada mágica que trocava o nosso dente de leite, por uma prenda.

Confundo-te imenso com a solidariedade e equidade. Uma das vossas parecenças é que não estão presentes; o vosso significado aparece, apenas, no dicionário para fazer inveja."

Leia aqui o resto do texto de Rita Medinas, natural de Reguengos de Monsaraz, com dezoito anos e estudante do Curso de Português na Universidade de Coimbra.

“Quando se unem Funcionários, Alunos, Professores, Pais e Encarregados de Educação na mesma luta, tenho a certeza que a razão lhes assiste”

Zé LG Zé LG, 05.12.19

"Temos assistido desde o início oficial do ano lectivo, a contestações e a várias iniciativas dos trabalhadores, encarregados de educação e professores, com o objectivo de questionar, reivindicar e exigir melhores condições de trabalho.
Não têm sido levantadas as questões que envolvem os baixos salários, e outras questões materiais que normalmente são exigidas.
Estamos perante uma nova exigência legítima, onde a falta de recursos humanos levam outros à exaustão. Verificamos também a existência da consciência dos trabalhadores, relativamente às responsabilidades que a sua função encerra, alegando e declarando...."que não podemos trabalhar assim. Assim não podemos continuar a assumir as nossas responsabilidades".
...
Estamos perante uma evidência.… as crianças não estão seguras nas escolas, os pais preocupados, os professores também.
Será que é incomportável para o Governo criar algumas centenas de postos de trabalho para responder a estas preocupações ? Será que temos assim tantas dificuldades financeiras enquanto país, que não estejamos disponíveis para este minúsculo investimento ?
… CGP - Anónimo 04.12.2019 12:24", aqui.

“É mais urgente salvaguardar o que resta do património natural do Alentejo”

Zé LG Zé LG, 19.11.19

P1060215.JPG“… Falta fazer muito..., no sentido da preservação e disciplina na implementação de mais culturas deste tipo, e para isso é premente que todos os organismos da tutela falem a uma só voz e em tempo útil! … é necessário investimento agrícola sim, mas é mais urgente salvaguardar o que resta do património natural do Alentejo, porque aí também reside parte da actividade turística e social desta vasta região!”

Anónimo 18.11.2019 19:12, aqui.

“Os Baixo-Alentejanos estão verdadeiramente interessados em resolver os seus problemas?”

Zé LG Zé LG, 19.11.19

Sim, isso foi feito, mas ao que parece com poucos ou nenhuns resultados!.. E só isso já seria matéria para reflexão interna. Os autarcas e os políticos que em geral foram legitimados pelo voto, é que deveriam mostrar mais respeito pelos cidadãos! No entanto parece que nem isso constitui mal maior, porque se insiste na fórmula! Os Baixo-Alentejanos estão verdadeiramente interessados em resolver os seus problemas? É a pergunta que me coloco muitas vezes, porque a dúvida persiste!… estamos demasiado fragmentados e sós e demasiado preocupados com as nossas quintinhas para a causa ganhar a expressão necessária! Mas aqui o mal é mais endémico do que circunstancial… Seja como for, nada se perde em insistir ainda que o caminho seja tortuoso!
Anónimo 16.11.2019 23:29, aqui.

Beja “tem as suas particularidades e para mim tem futuro... temos de ser mais que isto.”

Zé LG Zé LG, 18.11.19

"Realmente e infelizmente Beja tem cada vez mais pequenez de espírito e menos vozes que se erguem precisamente devido à atitude intrínseca espelhada neste comentário, acabe-se com a maledicência gratuita, a inveja, a ignorância, a procrastinação, a desunião, o egoísmo nesta cidade, quando o assunto é o nosso futuro coletivo! Parem com as comparações e com a vitimização, a nossa cidade não é um campo de batalha entre vermelhos e rosas, os interesses coletivos não servem para instrumentalizacões políticas, a nossa cidade não é Évora, não é Faro, não é Castelo Branco, etc. tem as suas particularidades e para mim tem futuro... ouvir um bejense dizer mal da comitiva Beja Merece+ é inqualificável, é mesmo o retrato do que somos, que seja o ponto final dessa forma de estar, temos de ser mais que isto.
José Dores 16.11.2019 23:35", aqui.

“É evidente que a Câmara não está a fazer um trabalho competente”

Zé LG Zé LG, 18.11.19

“… é notória, a falta de caixotes de lixo , … nas zonas mais movimentadas, sendo esta falha da total responsabilidade da Câmara Municipal de Beja.

Atualmente, os caixotes do lixo encontram-se quase sempre esgotados na sua capacidade, acabando por obrigar as pessoas a colocar o lixo de fora dos contentores, trazendo insalubridade às ruas e criando uma paisagem horrível da cidade, …

lixo.jpeg… Não sei se o problema é falta de veículos, funcionários ou simplesmente má organização. Mas que há um problema, isso é inegável, …

Não estamos bem, ...”

In Mais Beja, aqui.

“Mas "PORRA PÁ" a "gente" precisa de mais...”

Zé LG Zé LG, 16.11.19

"Mais uma vez, estamos a constatar o desinvestimento a que os sucessivos governos de Portugal têm remetido o nosso Alentejo.
Toda a "gente" diz bem e gosta do Alentejo....Quer pela gastronomia, quer pelo vinho, quer pelo sossego, quer pela qualidade do pão e do ar que respiramos.
Mas "PORRA PÁ" a "gente" precisa de mais...
Anónimo 12.11.2019 12:18", aqui.

Deixem-se de merdas!

Zé LG Zé LG, 16.11.19

A propósito da deslocação de uma delegação do “Beja Merece +” a Bruxelas, a convite da bejense deputada europeia Maria da Graça Carvalho, têm sido escritos os maiores disparates que imaginar se podia. Tudo serve para acusar todos os intervenientes de alguma coisa. Ou seja, atira-se a tudo o que mexe. E se alguém não quer ser acusado de alguma coisa, o melhor é enfiar-se nas pantufas e não sair de casa…

beja+.jpgVamos aos factos e às opiniões:

1. Uma bejense, deputada do PSD no Parlamento Europeu, promoveu a deslocação de uma delegação do “Beja Merece +”, para contactos com instituições da União Europeia.

2 – A deputada do PSD pode ter tirado proveito político da iniciativa. Talvez. Porque é que deputados dos outros partidos não tiveram a iniciativa?

3. O “Beja Merece +” constituiu a delegação com os seus membros mais activos e outras pessoas que, pela funções que desempenham ou pela visibilidade que têm, melhor podiam contribuir para dar visibilidade ao Movimento e às posições que defende.

4. A deslocação, para além de aspectos lúdicos, que costumam ser os mais criticados, muitas vezes por inveja, certamente que contribuiu para o enriquecimento dos que integraram a delegação, quer pelo conhecimento entre eles, quer pelo melhor conhecimento do funcionamento das instituições da UE.

5. Da deslocação não resultaram – nem era expectável que resultassem -, resultados práticos imediatos, porque a responsabilidade pela resolução dos problemas é do nosso governo.

6. Desta iniciativa resultou maior visibilidade - vejam-se aos inúmeras reportagens de ocs nacionais e regionais e publicações nas redes sociais -, para a necessidade e a premência da região ser dotada de acessibilidades básicas, que contibuam para combater o seu isolamento e facilitem o seu desenvolvimento, integrado no todo nacional.

E se, em vez de procuramos falhas em tudo o que mexe e criticarmos todos os que fazem mexer, fôssemos capazes de, com humildade, reconhecer que ainda há quem saia da sua zona de conformo para lutar pela sua / nossa região, pela criação de condições necessárias à fixação de pessoas, que combatam o despovoamento e a desertificação em curso?

Todos os que fazem merecem críticas – eles e as suas acções. Mas mais críticas merecem os que nada fazem e que se limitam a dizer mal dos que fazem.

Há espaço para todos!

Zé LG Zé LG, 15.11.19

Numa altura em que a acomodação das pessoas e a abstenção dos eleitores constituem problemas graves para as sociedades e a democracia contemporâneas, não deixa de ser surpreendente que, em vez de cada um trabalhar para ocupar o melhor possível o seu espaço e trabalhar para alcançar os seus objectivos, desbarate as suas energias em disputar espaço, como se a questão fosse de falta de espaço e não de activistas.