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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“A solução (para as Portas de Mértola) terá que ser um mix de oferta”

Zé LG, 10.10.25

IMG_20251008_164658.jpg«Achar que esta zona da cidade não tem comércio nem vida por culpa da Câmara, seja ela qual for, é não olhar o problema. ... os hábitos mudaram, o comercio está mais disperso e as pessoas compram na internet e onde é mais conveniente e obrigue a menos deslocações com melhor preço. Uma zona história como esta, não é nada disso para a maioria da população residente. Uma vinda a esta zona da cidade acontece esporadicamente para quebrar a rotina e não como hábito que se possa enraizar novamente. Como se dá vida a esta zona? Pela via exclusiva do comércio não é certamente... habitação, instalação de serviços, segurança, associações, limpeza e algum comercio de conveniência e proximidade. A solução terá que ser um mix de oferta...» Anónimo 09.10.2025, aqui.

“o centro histórico só será verdadeiramente recuperado se for vivido”

Zé LG, 24.08.25

Vitor-Picado.jpg«… Falta-nos uma estratégia coerente, que una o coração da cidade ao seu corpo, que crie ligações físicas, económicas, sociais e culturais capazes de devolver vida e centralidade a esta área estruturante, numa perspetiva de afirmar a cidade como um todo, baseada em iniciativas que integrem o desenvolvimento urbano e funcional de Beja. ... Isto exige, desde logo, trabalhar lado a lado com os proprietários dos imóveis, ouvindo-os, apoiando-os e criando mecanismos para agilizar e facilitar as suas intervenções. ... A nossa proposta parte de um princípio simples: o centro histórico só será verdadeiramente recuperado se for vivido. … No plano urbanístico e funcional, defendemos uma reabilitação do edificado que harmonize habitação, comércio, serviços e espaços associativos. ... É fundamental atrair investimento, aprendendo ... com boas práticas seguidas em outras cidades, ... e assumindo que o risco da inação é incomparavelmente maior do que o risco de agir. Para concretizar esta visão, para além de projetos que se revelem estruturantes, propomos a criação de dois instrumentos-chave: Conselho Consultivo do Património … (e) Gabinete do Centro Histórico, … Reabilitar o centro histórico de Beja ... é devolver vida ao coração da cidade e criar uma ligação forte e harmoniosa com todo o seu território urbano. ...» Vítor Picado, aqui.

“Bairro Comercial Digital de Beja” vai criar conceito de “marca” de uma zona comercial ampla

Zé LG, 12.08.25

imgLoader2 (5).jpgO hub Beja + Digital, instalado no antigo posto de turismo, “pretende ser um ponto de atendimento aos 130 aderentes ao “Bairro Comercial Digital de Beja”, de forma a poderem ser esclarecidos sobre dúvidas que tenham acerca do seu negócio, no âmbito do “bairro”, disse Paulo Arsénio, acrescentando que “o “Bairro Digital de Beja” visa, entre outras coisas, colocar o pequeno e o médio comércio em condição de competitividade nesse segmento, permitindo e ajudando a venda de produtos e a promoção de serviços, através de canais digitais de grande alcance.”
Para lá deste hub digital, outras ações a levar a cabo para que a revitalização do comércio no centro histórico de Beja venha a ser uma realidade inquestionável são: “A oferta das lojas e a diversidade de produtos e artigos que oferecem, a relação de proximidade dos vendedores com os seus clientes, a criação do conceito de “marca” de uma zona comercial ampla (precisamente, o que o bairro digital vai fazer através do marketplace a ser criado no seu âmbito) e a realização pontual de eventos e de campanhas no espaço mais central são fatores de diferenciação positiva do comércio do centro histórico, partilhando responsabilidades, ideias e soluções entre os operadores e a autarquia”, segundo o presidente da Câmara.

Praça da República de Beja vai voltar a ter bancos?

Zé LG, 06.08.25

BEJA-Praca-Nadia-Mira_800x800.jpgNádia Mira acusa a Câmara Municipal de Beja de “desleixo”, pela demora na recolocação dos bancos na Praça da República. “Tiraram os bancos em dezembro… já foram dadas várias explicações, mas nenhuma convence as pessoas”, e refere que “Os problemas com a falta de segurança, motivada por pessoas alcoolizadas e o tráfico de droga, estão ultrapassadas pela ação das autoridades e a praça voltou a ter um ambiente agradável. Sem bancos resta a alternativa de trazer as nossas cadeiras”.
Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, esclareceu que os bancos foram alvo da “substituição de todas as ripas de madeira, por ripas de material reciclável, mais resistentes aos fenómenos atmosféricos e ao vandalismo”, e que “os bancos vão ser recolocados nos próximos dias, optando-se por não instalar os mesmos junto a zonas de obras e imediatamente encostados a esplanadas”.

“Beja uma cidade requalificada e habitada no seu centro”

Zé LG, 03.08.25

constantino-picarra1.jpg«O centro de Beja foi vítima nos últimos anos da incúria e do desleixo das várias gestões municipais. O resultado é a degradação acelerada do parque habitacional onde se encontra a alma, a identidade da cidade. Para se ter uma ideia da gravidade da situação basta referir que em cinco ruas (Rua Afonso Costa, do Touro, dos Infantes, da Cadeia Velha e do Sembrano) existem 89 fogos fechados, a maioria em péssimo estado de conservação. Só a requalificação e a consequente habitação deste parque habitacional, que o BE estima, pelo levantamento que está a fazer, em cerca de 500 fogos, pode alcandorar Beja ao estatuto de uma verdadeira capital do Baixo Alentejo. Há medidas de política pública habitacional, com ampla cobertura legal conducentes à resolução desta situação a médio e a longo prazo. O que é preciso é vontade política para iniciar o caminho, o qual passa, desde logo, pela criação, no âmbito do município, de uma equipa pluridisciplinar (advogados, arquitetos, engenheiros, etc.) destinada a completar o levantamento feito pelo BE e a coordenar a concretização das medidas que urge tomar.» Constantino Piçarra, aqui.

CCDR e IPPC bloqueiam projectos no CH? Que faz e diz a Câmara de Beja?

Zé LG, 04.07.25

515655883_24912016661732257_9094852282051284489_n.jpg«… A CCDR e o IPPC levaram a melhor; já eu perco o sonho e o projecto de uma vida, que gostaria muito de levar a cabo para valorizar a cidade que tanto amo, ... na minha posição estão, ..., vários outros empreendedores que investiram no Centro Histórico, exactamente com as mesmas expectativas, precisamente com as mesmas dificuldades, originadas pela mesma instituição. ... Uns já desistiram, outros estão a vender os espaços, decepcionados. Eu fui continuando. Até hoje. Parece que, afinal, eram eles que estavam certos. … Quando se fizerem listas de espaços e edifícios abandonados no Centro Histórico, que se tenha consciência de que muitos deles estão assim, e assim irão continuar, pelas dificuldades que são infligidas pelas entidades que deveriam ser as principais interessadas em facilitar a concretização dos projectos. Mas é o que temos.» Bruno Ferreira, aqui.

"A degradação habitacional do Centro Histórico de Beja é uma coisa séria"

Zé LG, 23.04.25

492131816_25346934081563048_2852987694769890157_n.jpg«Hoje inicia-se aqui a lista das casas devolutas e degradadas ou não existentes no centro da cidade de Beja (só na Rua do Touro e na Rua do Sembrano existem 44 casas fechadas e a esmagadora maioria em estado de degradação). A realidade é muito pior que a percepção que se tem dela. Se estas casas fossem colocadas no mercado habitacional, sob a forma de renda a preços compatíveis com o salário das pessoas que, na maioria dos casos, não ultrapassa o salário mínimo nacional, Beja seria uma cidade muito melhor. É para concretizar estas e outras medidas que servem os poderes públicos. Embora sem grande esperança, espero que a divulgação desta realidade, diária a partir de agora, contribua para algum sobressalto cívico.» Constantino Piçarra, aqui.

“A extrema degradação do centro histórico” de Beja “nem sequer é assunto de debate mínimo”

Zé LG, 06.03.25

202502182242079189.jpg«Há além do Bairro das Pedreiras/ex Parque Nómada, outra situação na cidade que também merecia um grupo de trabalho e estudos,.... E a que também os sucessivos autarcas do concelho viram as costas e fingem que não existe. Que é a extrema degradação, talvez já irreversível, do centro histórico da cidade. ... Nem sequer é assunto de debate mínimo ou que interessa falar mesmo que de forma pontual. É a vida ...» Anónimo 06.03.2025, aqui.