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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

CDS-PP exige demissão das direções do Hospital de Évora e da ARS do Alentejo

Zé LG, 02.12.20

cds_distrital_evora-360x300.pngA Distrital de Évora do CDS-PP exige a demissão do conselho de administração do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) e do conselho diretivo da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, na sequência de alertas feitos pelo Sindicato Independente dos Médicos sobre alegadas dificuldades no Serviço do Gastroenterologia do HESE.

Para a Distrital de Évora do CDS-PP, “a direção da ARS do Alentejo e o conselho de administração do HESE têm sido manifestamente incapazes ou incompetentes para resolver os enormes desafios que a nossa região tem pela frente na área da saúde, ainda mais agora num momento excecional de pandemia”, pelo que exige “que estas direções se demitam elas próprias dos seus cargos, numa derradeira demonstração de dignidade e respeito por aqueles que deveriam defender e cuidar no cumprimento das suas funções”.

E depois da Festa do Avante… o Benfica. É este o programa político da direita?

Zé LG, 15.09.20

image.jpgRui Rio, presidente do PSD, disse que "não faz sentido" que o primeiro-ministro António Costa e o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, façam parte da Comissão de Honra da candidatura de Luís Filipe Vieira à presidência do Benfica.

O presidente do CDS-PP criticou hoje o apoio do primeiro-ministro ou de “qualquer outro político” à recandidatura do presidente do Benfica, defendendo que é um assunto relacionado “com a vida de todos” e não deve ser normalizado.

Declaração de interesses: Sou adepto do Benfica e acho mal que o primeiro-ministro e o presidente da Câmara de Lisboa apoiem publicamente a recandidatura de LFV  à presidência do SLB, porque nem sequer se trata do apoio ao Clube, o que excluiria os outros, mas o apoio a um dos candidatos, o que é uma intervenção directa numa disputa interna, ou seja, é o menor denomidador comum possível. Isto para além da situação em que se encontram alguns processos judiciais, o que recomendaria, no mínimo, algum recato.

Posto isto, pergunto se os dois líderes partidários da direita criticaram da mesma forma o envolvimento de presidentes de câmaras, deputados e outros políticos do Norte no apoio à recandidatura de Pinto da Costa à presidência do FCP e, mais grave do que isso, à integração do seu Conselho Superior? E, pior do que isso, não têm mais nada com que fazer oposição do que se entreter com estes temas?!...

Porra que é demais! Este é o programa político da direita?!…

Zé LG, 29.08.20

transferir FA.jpgHá, pelo menos dois meses, que a direita adoptou a guerra contra a Festa do Avante como seu programa político.

Não me enganei ao escrever “guerra contra a Festa do Avante”, porque o que está em causa, para a direita, não é a sua realização este ano por causa da Covid-19, porque todos os anos tem estado contra a sua realização por qualquer motivo…

Não me enganei ao escrever “programa político”, porque, à falta de condições próprias para fazer oposição, a direita vai escolhendo “alvos” para atirar os seus tiros de pólvora seca. Ainda intercalou, durante algumas semanas, a “guerra à Festa do Avante” com as denúncias ao que se passou no Lar de Reguengos de Monsaraz, a reboque do Bastonário da OM ou utilizando-o para esse fim. Quanto ao resto, designadamente o Orçamento de Estado, o PSD está à espera que o entendimento à esquerda falhe para que possa ter a sua acção patriótica de deixar passá-lo…

Já aqui escrevi a minha opinião sobre a realização da Festa do Avante este ano – acho que o PCP tinha mais a ganhar em não realizá-la do que em realizá-la pelos riscos que comporta, mas se nada de legal ou de força maior houver a impedi-la, a decisão cabe por inteiro ao PCP, bem como as responsabilidades pelas consequências que daí resultarem. Não será certamente a vontade política da direita nem a ladainha de falsos argumentos que tão abundantemente tem usado que impedirá a realização da Festa.

CDS alerta para consequências de extração de minério na Extremadura para Alqueva e populações fronteiriças

Zé LG, 06.08.20

202008051620545226 cds.jpgNuma pergunta dirigida ao Ministro do Ambiente e Ação Climática, o deputado do CDS, João Gonçalves Pereira questionou a tutela sobre um projeto de extração de minério em vias de nascer na região transfronteiriça de Extremadura, a poucos quilómetros da barragem de Alqueva.

Segundo o Grupo Parlamentar do CDS-PP, “trata-se de um projeto com uma extensão de cerca de 35 km para exploração de ouro, cobre e ferro, junto a afluentes do rio Guadiana, e que prevê a abertura de 26 poços, em plena zona especial de conservação da rede Natura 2000”.

“De acordo com dados do próprio projeto, está prevista a utilização de cerca de sete milhões de litros de água por dia” e, nesse sentido, o CDS-PP frisa que “as consequências ambientais e de saúde pública poderão ser dramáticas”. 

Luís Dargent demissionário da distrital do CDS-PP desde as últimas eleições legislativas

Zé LG, 11.12.19

imgLoader2.ashx.jpgLuís Dargent, presidente da Comissão Política Distrital do CDS-PP apresentou a sua demissão do cargo a seguir às eleições legislativas de outubro, devido aos maus resultados eleitorais – o CDS-PP obteve 2,3 por cento a nível distrital – e com a necessidade “de dar lugar à juventude num partido que precisa de renovação”.

A pedido de Assunção Cristas, resolveu permanecer no cargo até ao próximo congresso, marcado para os dias 25 e 26 de janeiro, em Aveiro, até porque faz parte da mesa daquele órgão nacional do CDS-PP.

CDS questiona Governo sobre falta de obstetra no Hospital de Beja

Zé LG, 16.06.19

LUÍS DARGENT REELEITO PRESIDENTE DA DISTRITAL DE BEJA DO CDS-PP

Zé LG, 27.02.18

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Os próximos três anos serão de trabalho no sentido de implementar cada vez mais o CDS-PP no distrito de Beja: a meta é definida pelo reeleito presidente da Distrital dos centristas, Luís Dargent.
"Queremos continuar a nossa implantação no terreno e ter cada vez mais concelhias", assume Dargent, que foi reeleito no passado sábado, 17 de Fevereiro, para um novo mandato de três anos, que se estende até 2020.

CDS DIZ QUE AGRICULTURA E TURISMO SÃO DETERMINANTES PARA BEJA

Zé LG, 20.09.17

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O candidato do CDS-PP à presidência da Câmara de Municipal de Beja olha para a agricultura e para o turismo como sectores fundamentais para o desenvolvimento económico do Concelho de Beja.

Luís D’Argent defendeu ontem, em entrevista à Rádio Pax a necessidade de captação de mais investimentos agrícolas e agro-industriais para esta faixa do território beneficiada pelo empreendimento de Alqueva.

O candidato do CDS- PP quer criar um roteiro turístico em Beja e aproveitar todas as potencialidades e recursos do Instituto Politécnico de Beja.

Luís D’Argent considera ainda essencial melhora as acessibilidades quer fora, quer dentro do Concelho de Beja.

ISMAEL PIMENTEL VOLTA A SER CANDIDATO DO CDS À CÂMARA DE ALVITO

Zé LG, 04.09.17

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O CDS-PP apresenta candidatos a seis Câmaras Municipais do distrito, numa delas em coligação com o PSD.

Alvito (Ismael Pimentel), Beja (Luis Dargent), Cuba (Pedro Janeiro), Moura (Inês Seabra) e Odemira (Mariana Andrade) são os concelhos onde os centristas concorrem sozinhos nas próximas autárquicas. Em Barrancos, a coligação com o PSD é tem como cabeça-de-lista um nome do PP, Dalila Guerra.

Na apresentação dos candidatos, que decorreu este fim-de-semana em Beja, Luís Dargent, presidente da Comissão Política Distrital e candidato à Câmara de Beja, referiu que a “ordem natural” seria a coligação com o PSD. Sem acordo os laranjas, Luís Dargent diz que o CDS seguiu o seu caminho, ressalvando que os partidos “tem de se entender a bem ou a mal”.

CDS VOLTA A CONCORRER À CÂMARA DE BEJA - LUÍS D’ÁRGENT É O CANDIDATO

Zé LG, 17.07.17

Nas eleições do dia 1 de outubro apresentam-se a votos, para o concelho de Beja, candidaturas de cinco partidos: CDU, PS, PSD, BE e CDS-PP. Até à data já foram apresentadas as candidaturas de quatro partidos, falta a apresentação da candidatura do CDS-PP que terá como candidato à Câmara de Beja Luís Dargent.

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O presidente da Comissão Política Distrital de Beja do PP aceitou o desafio dos militantes de Beja e a sua candidatura já obteve “luz verde” dos órgãos nacionais do Partido. Luís D’Árgent é engenheiro agrónomo, tem 55 anos e é deputado na Assembleia Municipal de Beja.

Ao contrário do que aconteceu em 2013 e que se repete em vários pontos do país nas próximas autárquicas, em Beja não há coligação entre PSD e PP. Os dois partidos não chegaram a entendimento na capital do Baixo Alentejo.

A candidatura social-democrata à Câmara de Beja, liberada por Pinela Fernandes, recusou qualquer coligação com o CDS-PP.

CDS-PP APRESENTOU CANDIDATOS AOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS DO CONCELHO DE PORTALEGRE

Zé LG, 09.07.17

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Nuno Moniz é o candidato à Câmara Municipal, seguido de Paulo Andrade, Sofia Moreira, Francisco Garcia, António Carrilho, Margarida Malcata e Mário Casanova. Carlos Rolo é o candidato à Assembleia Municipal.

Nuno Brito encabeça a lista à União de Freguesias de Sé e São Lourenço, Duarte Mendes à freguesia de Alagoa, Licínia Baptista à freguesia de Alegrete, Gracinda Esteves à freguesia dos Fortios, Pedro Pinto à União de Freguesias de Ribeira de Nisa e Carreiras, Marília Raposo à União de Freguesias de Reguengo e São Julião e Luís Lupi à freguesia da Urra.

COLIGAÇÃO PSD/CDS-PP CANDIDATA LUÍS TIRAPICOS NUNES À CÂMARA DE PORTEL

Zé LG, 11.05.17

A coligação PSD/CDS-PP vai candidatar o empresário Luís Tirapicos Nunes à Câmara de Portel, liderada pelo PS, nas próximas eleições autárquicas.

Luís Tirapicos Nunes, de 36 anos, é licenciado em Direito pela Universidade Nova de Lisboa e, atualmente, é empresário.

A nível partidário, já foi presidente da distrital de Évora da JSD, em 2000, e integra a assembleia distrital de Évora do PSD.

PSD E CDS COM COLIGAÇÕES AUTÁRQUICAS NO DISTRITO DE BEJA PARA TRAVAR A «GERINGONÇA»

Zé LG, 09.02.17

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O PSD e o CDS-PP voltam a ter, como aconteceu em 2013, um acordo de princípio sobre as coligações eleitorais autárquicas para o distrito de Beja.

O acordo tendo em vista coligações foi fechado, na 3ª feira, na sede nacional do PSD, pelas respectivas coordenações autárquicas nacionais dos dois partidos, sem referência a casos concretos.
João Guerreiro, presidente da Distrital de Beja do PSD, afirma que, nesta região, vão surgir candidaturas conjuntas onde se consigam entendimentos e que a partir de agora as estruturas distritais dos dois partidos vão sentar-se à mesma mesa para começar a chegar a acordos.
Luís Dargent, presidente da Distrital de Beja do CDS-PP, fala em objectivos mais ambiciosos afirma mesmo que aquilo que se pretende é que existam coligações em todos os concelhos do distrito de Beja.

A distrital de Beja do PSD sublinha que “a estratégia é juntar forças para alterar o quadro político do distrito e pôr travões no funcionamento da 'geringonça'”.

 

E eu que pensava que era para ganhar (ou ter melhores resultados) eleições e gerir autarquias... Começam bem a definir objectivos assim...

NÃO AFASTEM MAIS AS PESSOAS DA POLÍTICA!

Zé LG, 07.11.16

Percebe-se que o PSD e o CDS foram tão surpreendidos com a constituição de uma maioria parlamentar alternativa, que permitiu viabilizar um governo minoritário do PS, que ainda não se recompuseram. 

Já não se percebe que continuem a viver numa realidade virtual, que não conseguem vender à maioria das pessoas, incluindo cada vez mais votantes seus. A sua estratégia passa por todos os dias anunciarem uma desgraça e depois acusarem o governo de ter causado essa desgraça, mesmo quando foram eles os seus causadores e depois desafiarem o governo e a maioria que o sustenta a assumirem a sua responsabilidade e incapacidade de resolverem os problemas. 

É certo que este governo do PS não está a conseguir dar a volta à situação, para que o governo do PSD e do CDS atirou o país, como muitos que apoiamos esta solução esperávamos. Mas não é menos certo que aqueles partidos se mostram incapazes de fazer uma oposição séria e credível e se limitam a fazer chicana política que para mais não serve do que afastar ainda mais as pessoas da política. 

Já poucos têm paciência para ouvir os seus (dele e dela) dislates, ainda por cima quando encenam uma pose de estado, que os torna ridículos. 

PAULO PORTAS VAI DEIXAR A LIDERANÇA DO CDS-PP E A AR

Zé LG, 30.12.15

portasstill0021427e3ef_base.jpgPaulo Portas justificou a decisão de não se recandidatar à liderança do partido com o tempo que ocupa o cargo – 16 anos – e com o novo ciclo em que o centro-direita só voltará a governar com maioria absoluta.

Paulo Portas também vai sair do Parlamento. O líder do CDS, que na segunda-feira à noite anunciou que não se recandidata à presidência do partido no congresso do próximo ano, vai também renunciar ao lugar de deputado.

PASSOS COELHO ACUSA ANTÓNIO COSTA DE “RADICALISMO” E CONVIDA-O PARA “UMA COLIGAÇÃO DE GOVERNO MAIS ALARGADA”

Zé LG, 18.10.15

mw-860.jpegEste período pós-eleitoral, em que as forças políticas procuram criar condições para a  constituição de um governo de continuidade da política de direita ou de alternativa à esquerda, parece ter perturbado irreversivelmente a capacidade negocial dos líderes da direita. Passos Coelho não deu qualquer importância ao PS – único partido com quem poderia alcançar a maioria de deputados para sustentar um seu novo governo -, quando foi encarregado pelo PR para criar uma solução estável de governação. Depois abordou as negociações com superficialidade, para finalmente acusar António Costa e o PS de “radicalismo” e de “fazer sugestões e insinuações irresponsáveis e sem qualquer fundamento real 'sobre a situação do País, de empresas estratégicas ou do conjunto do sector financeiro'.” E, finalmente, afirma que: “Se o PS prefere discutir estas matérias enquanto futuro membro de uma coligação de Governo mais alargada, então que o diga também com clareza”.
Ou seja, Coelho, depois de acusar Costa de todas as tropelias, convida-o para integrar um seu novo governo. Será que, depois disto tudo, ainda haverá algum socialista que admita que António Costa faça qualquer tipo de acordo com Passos Coelho e Paulo Portas?!