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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Ana Paula Amendoeira e José Velez são os novos vice-presidentes da CCDRAlentejo

Zé LG, 07.01.24

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Ana Paula Amendoeira e José Velez são os novos vice-presidentes da CCDRAlentejo, que passou a ter, com a nova orgânica, quatro vice-presidentes, juntando-se assim a Aníbal Costa e Carmem Carvalheira. Ceia da Silva continua como presidente. Ana Paula Amendoeira fica com a “pasta” da cultura e José Velez com a agricultura. A nova orgânica, que entrou em vigor no dia 1 de janeiro, ditou uma “nova fase” com a integração da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo (DRAPAL) e da Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRACAL). A CCDR-Alentejo passou a ser Instituto Público e vai manter como unidades orgânicas territorialmente desconcentradas os serviços sub-regionais do Baixo Alentejo, Alto Alentejo e Alentejo Litoral.

O “novo” Alentejo exige talento para alavancar o seu desenvolvimento”

Zé LG, 24.11.23

20230920140737926.jpgTiago Pereira, Vogal da Comissão Diretiva da Autoridade de Gestão do Programa Regional do Alentejo 2030, apresentou a proposta do Alentejo em ser uma região piloto para a atração de talento e a visão estratégica do Alentejo em prol do crescimento sustentável e da promoção de oportunidades para os seus habitantes, no lançamento da Plataforma Aproveitar Talentos, organizado pela Direção-Geral da Política Regional e Urbana da Comissão e que contou, na abertura, com a presença de Elisa Ferreira, Comissária da Coesão e Reformas.

Tiago Pereira salientou que a “região possui ferramentas de requalificação para adaptar as competências aos novos desafios. As novas centralidades desempenham um papel único a nível nacional e europeu”, destacando que, “Sines como território na vanguarda da energia verde e do hidrogénio, Alqueva como epicentro de um vasto cluster agroalimentar, e Évora e Ponte de Sor como líderes em engenharia aeronáutica” são exemplos do que considera como o “novo” Alentejo, que exige talento para alavancar o seu desenvolvimento”.

“Alentejo quer ser uma região piloto para atração de talento”, diz CCDRA

Zé LG, 23.10.23

202107282125038897.jpgCeia da Silva disse que o Alentejo é a primeira região do país e uma das primeiras da União Europeia a apresentar a candidatura para atração de talentos procurando com isso “criar um ambiente propício para a formação e retenção de talentos, incluindo investimentos em educação, investigação e desenvolvimento, apoio a empresas locais e empreendedores. Isso também envolve a concessão de bolsas de estudo e o fomento de incubadoras de startups e centros de inovação, para que os nossos jovens possam construir a sua carreira e assim contribuir para o crescimento económico do Alentejo”. E frisou que “O Mecanismo de Reforço de Talentos representa uma forma de garantir que o Alentejo não seja deixado para trás e participe plenamente dos benefícios dos fundos europeus”. Daqui e daqui.

“Não entendo porque é que nós continuamos a brincar aos aeroportos”

Zé LG, 20.06.23

Aeroporto-de-beja-1.jpgCeia da Silva, presidente da CCDR do Alentejo, considera “inconcebível” que o aeroporto de Beja não tenha sido selecionado pela Comissão Técnica Independente (CTI) que está a estudar a localização do novo aeroporto da região de Lisboa, não entendendo por que razão Portugal quer gastar cerca seis mil milhões de euros num novo aeroporto quando em Beja existe um pronto a funcionar.

Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, disse que o Aeroporto está a “fazer o seu caminho”, mas tem que o fazer “de forma mais acelerada” e defendeu mais investimentos públicos na região, especialmente na ferrovia, considerando que “o Estado ainda tem um papel deficitário para com o Baixo Alentejo e para com o concelho de Beja”.

CCDR passam a institutos públicos a partir de Junho

Zé LG, 26.05.23

ccdra.jpg“As atuais CCDR passam a constituir-se como institutos públicos, integrando as diversas políticas públicas que prosseguem estratégias de promoção do desenvolvimento integrado do território”, destaca o decreto-lei publicado em Diário da República e que entra em vigor dia 1 de junho.

“Com esta reforma do Estado, os serviços desconcentrados passam a trabalhar em conjunto e de forma articulada, sob orientação da respetiva CCDR, dotando-as de maior autonomia, e aumentando a eficácia e a eficiência na implementação de políticas de âmbito transversal nos seus territórios, indispensáveis ao desenvolvimento regional, garantindo a permanência e a manutenção dos serviços integrados, e salvaguardando os direitos e as garantias dos trabalhadores”.

Por outro lado, o Governo deixa de nomear vice-presidentes para CCDR, a partir de outubro de 2025. São órgãos das CCDR o conselho diretivo, o conselho regional, o conselho de coordenação intersectorial, a conferência de serviços e o fiscal único. O conselho diretivo é composto por um presidente e até quatro vice-presidentes.

Telma Guerreiro é a nova secretária técnica do Alentejo2020

Zé LG, 14.03.23

335594340_2123205067881731_5186612311322100408_n.jpgTelma Cristina Felizardo Guerreiro, Psicóloga, presidente da Comissão Política da Federação do Partido Socialista do Baixo Alentejo, foi secretária do Executivo da Freguesia de S.Teotónio, membro da Assembleia Municipal de Odemira e Vereadora da Câmara Municipal de Odemira, deputada à AR e Adjunta da secretária de Estado da Igualdade e das Migrações na empresa Presidência do Conselho de Ministros. Daqui.

Alentejo 2030 vai contar com 1.104 milhões de euros

Zé LG, 19.01.23

PDR.pngAs linhas gerais que vão reger o novo Programa Regional - Alentejo 2030, para o período 2021-2027, foram apresentadas aos autarcas e agentes do território, numa sessão que contou com a presença da Ministra da Coesão, Ana Abrunhosa.

Demografia e Excelência dos serviços de suporte; Sustentabilidade territorial e dos seus recursos; Especialização inteligente e competências; Valorização económica dos recursos e dos ativos; Qualificação dos subsistemas territoriais e Governação e ação coletiva regional, são os principais eixos que integram a Estratégia Regional 2030.

1.104,3 milhões de euros é o montante global da programação construída em torno dos cinco objetivos estratégicos da União Europeia: uma Europa mais inteligente, mais verde, mais conectada, mais social e mais próxima dos cidadãos.

O novo Quadro Comunitário conta com muitas alterações, relativamente ao anterior, desde logo o papel mais relevante que as Comunidades Intermunicipais vão ter na gestão das verbas que serão objeto de contratualização com a respetiva CCDR.

CCDR do Alentejo quer ver nascer uma "Sines II"

Zé LG, 01.11.22

202107282125038897.jpgDe acordo com o presidente da CCDR do Alentejo, o Porto de Sines vai ser utilizado no futuro, a nível europeu, na travessia de transporte de gás, nomeadamente do continente americano para o europeu, e, desta forma, vai surgir “uma nova Sines”, com o consequente “crescimento” naquela região. “A Europa central estava ligada por gasoduto à Rússia, agora tem de ficar ligada por gasoduto a Sines e é por isso que eu digo que tem de haver uma ‘Sines II’. Tem de haver ali um grande investimento, uma grande infraestruturação ligada a esta questão do gasoduto, à questão da energia e à questão da alternativa ao fornecimento de gás à Europa”, disse.

Sobre a Cimeira Ibérica de sexta-feira, António Ceia da Silva disse que as expectativas do Alentejo em relação ao encontro são “extremamente positivas e interessantes”, face ao que “está proporcionado” e que está “praticamente concretizado” na região.

Ceia da Silva garante financiamento da eletrificação da linha ferroviária de Casa Branca a Beja e até ao Aeroporto de Beja

Zé LG, 03.09.22

263351_233871943311440_8079959_n.jpgCeia da Silva, presidente da CCDR do Alentejo, anunciou que: “Na OP3 do novo quadro comunitário está a eletrificação de Casa Branca a Beja com o ramal até ao Aeroporto de Beja. Isto significa uma grande vitória para o distrito de Beja, para os bejenses e para todos nós”; “Estão aqui cerca de 100 milhões de euros garantidos para que essa operação seja feita e para que o comboio vindo de Casa Branca chegue ao Aeroporto de Beja”.

Ceia da Silva garantiu ainda que, como presidente da CCDRA exige "que o Governo construa aquilo que falta da autoestrada (…) pelo menos até ao Aeroporto de Beja”, afirmando ser “uma luta de todos nós” e demonstrando o seu “total apoio” a todas as entidades envolvidas nesta “luta”.