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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Regresso Alvitrando

Durante duas semanas estive de férias também do Alvitrando. Não alvitrei, não o consultei. Nada! E, confesso, não senti falta.

Como aqui já tenho escrito, há muito que acho que o Alvitrando não é apenas um blogue pessoal, que se esgota no que alvitro nele. Entendo-o também como o centro de uma rede que se foi e vai estabelecendo entre os que o procuram e o que nele comentam. É por isso, fundamentalmente, que regresso e prossigo Alvitrando.

Alvitrando volta ao Top Ten dos blogues do Sapo

OS 10 posts mais comentados no SAPO durante o fim-de-semana.

  1. Hoje, às 14 horas e 20 minutos (73)
    És a nossa Fé!

  2. A morte do jornalismo desportivo (71)
    Delito de Opinião

  3. A Gaffe abre a época de caça (60)
    A Gaffe e as avenidas

  4. O "sistema" em acção (48)
    Camarote Leonino

  5. TENHO a certeza que vem aí a Luísa! (46)
    Kiosk da Joana

  6. PCP teme que a maternidade do Hospital de Beja encerre em definitivo (43)
    Alvitrando

  7. Vamos falar de...alimentação saudável (NOT) (30)
    Vamos falar de... Bla bla bla

  8. 11 anos de casamento - 14 de Junho| (26)
    A nossa vida!!!

  9. No baptizado do primo (25)
    Tia! Tia! Tia!

  10. A Dama da Rocha (24)
    Às Vezes Apetece-me

“... mas ninguém nos ouve, ninguém nos escuta”

«… é também por estas e por outras que cada vez estou mais farto de politicos e de outras elites que à conta do estatuto são detentores da sabedoria suprema quando na maior parte das vezes mais não fazem se não andarem a patinar, ainda assim nunca têm culpa de nada e sabem sempre tudo! E depois há os outros, os que tudo podem, os inatacáveis, que não sendo da cupula, condicionam a cupula, que põem e dispõem a seu bel prazer sem que alguém lhes faça frente e mesmo que haja alguém que o tente fazer sairá irremediavelmente a perder pois o medo de quem pode decidir tolda-lhes o discernimento, tornando-os incapazes de destrinçar o bem do mal, o errado do correcto, tornando-os dependentes "desses outros". É este o mundo em que vivemos, tanto que haveria para dizer, tanto que haveria para reivindicar, tanto que há para gritar, mas ninguém nos ouve, ninguém nos escuta, principalmente se formos do Baixo Alentejo. Sinto-me doente, cansado e farto... apenas um desabafo, fiquem bem.

Assim termina o desabafo de Vitor Paixão 22.05.2019 00:21», aqui.

 

Mas quantos outros já não se dão ao trabalho ou não se atrevem a “desabafar” o que sentem e pensam perante as (faltas de) respostas que se obtêm quando se reclama, reivindica, protesta, critica ou simplesmente se opina?

“VENEZUELA E O LADO CERTO DA HISTÓRIA”

Ver o Ocidente de gatas ante os americanos tornou-se banal. Até a França, sempre disposta a respingar (outros tempos...), segue o padrão. A política é hoje feita não por ideologias mas por agências de comunicação.

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É certo que Nicolás Maduro é um sucedâneo de pouca qualidade. O próximo passo, depois de todos os embargos e de todos os constrangimentos, será a entrada de mercenários. A história vai acabar mal.

Com que lado da História me identifico, na América Latina? Com o de Evo Morales, de Rafael Correa, de Velasco Alvarado, de Hugo Chávez, de Salvador Allende, de Fidel Castro, de Juan José Torres, de João Goulart... Com os que estiveram ao lado do Povo e contribuíram para que a América Latina pudesse, ao menos um pouco, deixar de ser a quinta das traseiras de Washington, um bordel barato e com matérias-primas à discrição. Com quem nunca estarei? Com René Barrientos, com Hugo Banzer, com Jorge Videla, com Costa e Silva, com Fulgencio Batista, com García Meza, com Díaz Ordaz, com Pérez Jiménez. Talvez alguns se lembrem o tratamento dado pelos venezuelanos aos agentes da polícia política deste último.

Em muita coisa mudei ao longo da vida. Nas convicções mais fundas, não.

Publicada por Santiago Macias à(s) 00:03, de 3-5-2019, no seu “avenida da salúquia 34”

 

Gosto muito do Santiago Macias, designadamente por dizer e escrever o que pensa sem se preocupar com a (in)conveniência das opiniões que publica. O que vai sendo raro nos dias que correm...

"Política" coloca Alvitrando no Top Ten dos Blogs do Sapo

Estes foram os 10 posts mais comentados no SAPO durante o fim-de-semana:

  1. A "Luz" que ilumina a FPF (45)
    Camarote Leonino
  2. Marcha pelo clima (40)
    Delito de Opinião
  3. Rescaldo do jogo de hoje (38)
    És a nossa Fé!
  4. Como Ofender Alguém (31)
    Nota Dissonante
  5. Parabéns, senhor da cara no cartaz... (27)
    Hetero Doméstico
  6. O sol já brilha por aqui (22)
    Existe um Olhar
  7. “A política não se deve centrar em excesso nas questões da economia” (21)
    Alvitrando
  8. Bom dia (20)
    That's It
  9. O mundo precisa de "loucos" ... (20)
    Uma Pepita de Sucesso
  10. Os dois lados da humanidade neste nosso mundo (20)
    [in]Sensato

“A política não se deve centrar em excesso nas questões da economia”

Há momentos em que questionamos se os apetrechos que adquirimos com nossos pais como preparação para a vida ainda têm utilidade. Nos últimos cinquenta anos, a rapidez das transformações sócio-económicas cavou um fosso entre gerações, quer no que respeita aos significantes comunicacionais, quer no que respeita a valores de vida. Tal dissonância sociológica também é matéria política. Não está garantido que uma economia mais próspera aumente os indicadores de felicidade das pessoas. É necessária sim, para o bem-estar social, mas não é suficiente para boas dinâmicas familiares. Por isso a política não se deve centrar em excesso nas questões da economia. Tem de incluir de forma pró-ativa a vertente cultural, civilizacional. Continuamos a necessitar de nos nortearmos pelas consignas da Liberdade, da Igualdade e da Fraternidade. Sem esses objetivos, o mundo não melhorará.

Munhoz Frade 16.03.2019 15:27, aqui.

"Participação cidadã e redes sociais: uma contradição insanável?”

PM.jpg«...

Uma maior participação cidadã, em Beja ou em outra qualquer parte do país é sempre de enaltecer, o que poderia ser reforçado com a “democratização da opinião” proporcionada pela internet, nomeadamente pela blogosfera e depois pelo facebook, pelo facto de o acesso a estes novos meios de comunicação ter trazido novas possibilidades para a difusão e para o debate de ideias, em liberdade e quase sem limites.

Só que, infelizmente, não é isso que se passa, gerando-se uma improvável e insanável contradição entre o que parecia ser um importante contributo para a participação cidadã e os resultados obtidos nas redes sociais. ...»

Leia aqui todo o texto de José Filipe Murteira

“Um grande roubo é diferente de um pequeno”

É assim que começam os populismos, a querer meter tudo no mesmo cesto.
A própria lei tem molduras penais diferentes, não tem cabimento condenar com penas iguais um miserável que rouba roupa para vestir, ou comida ou uns euros, claro que terá a sua pena se for apanhado, mas não pode nem deve ser igual ás penas que devem cumprir aqueles doutores que conseguem roubar milhões prejudicando todo um país.
A diferença está que os últimos dividem o saque com advogados que conseguem a habilidade de os safar da justiça.

Anónimo 25.01.2019 18:49, aqui.

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