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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Hospital de Beja “desapareceu” do Orçamento do Estado, denuncia Catarina Martins

Zé LG, 18.05.22

Catarina-Martins-1-768x432.jpgCatarina Martins, a Coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), visitou, esta manhã, o Hospital de Beja e não poupou críticas ao Governo pelo desinvestimento, lamentando que o Orçamento de Estado não tenha atribuídas verbas para a ampliação daquela unidade de saúde. “O Hospital de Beja desapareceu do Orçamento do Estado, entre 2018 e agora”, disse, apontando ainda outros problemas: a contratação e a fixação de profissionais, recordando que o prometido aumento das “vagas carenciadas” ficou “aquém das necessidades” no Hospital de Beja.
A coordenadora do Bloco o Esquerda aproveitou a oportunidade para enaltecer a resposta de saúde mental criada em Beja.                               Leia e oiça aqui e aqui.

Capacidade de antever as consequências das suas decisões distingue as lideranças

Zé LG, 09.02.22

Os líderes – as direcções partidárias -, ao tomarem qualquer decisão devem ser capazes de antever quais as consequências que elas vão ter e, dessa forma, procurar alcançar os seus objectivos ou, pelo menos, atenuar os seus impactos negativos.

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As direcções do BE e do PCP, por mais razões que pudessem ter – e tinham muitas -, para chumbar a proposta de Orçamento de Estado apresentada pelo governo de António Costa, deviam ter avaliado melhor as consequências das suas decisões, designadamente ao nem sequer admitirem a discussão na especialidade. As reacções imediatas da generalidade dos portugueses, incluindo as de muitos dos seus apoiantes, foi de rejeição ou, no mínimo, de receio pelas suas consequências.

Os resultados das eleições vieram provar que avaliaram mal as consequências das suas decisões, porque certamente não era uma maioria absoluta do PS e grandes derrotas eleitorais que reduziram significativamente os seus grupos parlamentares e, consequentemente, as suas capacidades de intervenção política institucional que pretendiam.

Em vez de terem a humildade democrática de reconhecer os seus erros e os fracassos deles resultantes e assumir as respectivas responsabilidades, insistiram na afirmação da bondade das suas decisões, o que, no mínimo, foi inoportuno e em nada contribuiu para atenuar as más imagens e situações em que ficaram os seus partidos. E não será o falar grosso e ameaçar com agitação social que irá ultrapassar, pelo menos nos próximos tempos, as difíceis situações em que ficaram.

Debate equilibrado entre António Costa e Catarina Martins, com mais ganhos para o BE

Zé LG, 11.01.22

debate.pngAntónio Costa, secretário-geral do PS, e Catarina Martins, líder do Bloco de Esquerda, estiveram esta noite em debate para as Legislativas na RTP. Reveja aqui o debate na íntegra.

Se tivermos em conta o que cada um pretendia ganhar com este debate – ganhar votos ao outro -, julgo que Catarina Martins terá sido mais eficaz. Ou seja, não me parece que António Costa tenha conseguido ganhar votos à sua esquerda e designadamente ao BE e, por isso, tentou ganhá-los à sua direita com o que apelidou de bravata ideológica do BE pretender nacionalizar a ANA, a EDP e os CTT e o perigo de por em causa a sustentabilidade da Segurança Social. Catarina Martins poderá ter ganho votos ao PS, ao devolver a António Costa a acusação de ser “mel e fel”, acusando-o de não aplicar medidas aprovadas, dando como exemplo o caso dos cuidadores, recordando-lhe que não anulou as medidas da “troica” penalizadoras dos trabalhadores, ao contrário do que defendeu, e evidenciando a forma como são penalizados alguns trabalhadores ao reformarem-se, por não lhe serem assegurados os mesmos direitos que outros tiveram. Ou seja, António Costa poderá ter ganho alguns votos à sua direita nas dificilmente terá ganho votos à esquerda, incluindo alguma do próprio PS e Catarina Martins terá conseguido fixar os eleitores do BE e ganho alguns ao PS.

PS critica as declarações de Catarina Martins sobre o concelho de Odemira, esperando que peça “desculpa aos 30.000 odemirenses”

Zé LG, 08.01.22

202106021222478018.pngA Concelhia de Odemira do PS criticou as declarações da líder do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, sobre o concelho, ao ter dito, na quarta-feira, 5, durante um debate televisivo para as eleições legislativas, que “não queremos que o nosso país seja uma gigantesca Odemira”, afirmando que: “Esta forma infeliz, demonstrativa de ignorância e principalmente de irresponsabilidade – que infelizmente não é caso único – ofende Odemira e os odemirenses”.
Nesse sentido, os socialistas esperam que Catarina Martins, “que ainda irá participar em mais debates televisivos”, e que “todos os que usaram essa metáfora de forma infeliz” possam “publicamente” pedir “desculpa aos 30.000 odemirenses, gente boa que ama e se orgulha do seu território”.

Cecília Carrilho é a cabeça de lista do BE pelo círculo de Portalegre

Zé LG, 19.12.21

267650141_4696989857044481_4435640574497910207_n.jCecília Carrilho, de 34 anos de idade, empregada de balcão, natural de Ponte de Sor, é licenciada em Literatura Estrangeira pela Faculdade de Letras de Lisboa, e foi a 2ª candidata do BE às legislativas de 2015, pelo círculo de Portalegre. Seguem-se o reformado José Carlos Soares, de 60 anos de idade, natural de Campo Maior, Ana Filipa Isidoro, de 41 anos, natural de Portalegre, e por Artur Calado, de 63 anos.
António Ricardo, reformado, de 70 anos, ex-coordenador distrital de Portalegre do BE, é o mandatário da candidatura.

José Esteves é o candidato do BE à AR, pelo Círculo Eleitoral de Beja

Zé LG, 01.12.21

202111291309202580.jpgO Bloco de Esquerda anunciou José Esteves como cabeça de lista candidata à AR, pelo Círculo Eleitoral de Beja. O candidato tem 59 anos de idade, é funcionário judicial e foi cabeça de lista à Câmara de Ferreira do Alentejo em 2021.

Os restantes candidatos efectivos são: Fátima Teixeira, 56 anos, geóloga, ativista ambiental do “Juntos pelo Sudoeste” e Gonçalo Monteiro, 32 anos, comercial. Os suplentes são Ana Cristina Ferreira, 52 anos, professora; Adelino Coelho, 63 anos, mecânico, e Cláudia Figueira, 45 anos, assistente social.

O Mandatário da lista é Alberto Matos de 69 anos, professor aposentado, dirigente nacional do BE e responsável da Delegação de Beja da Associação Solidariedade Imigrante – SOLIM.

Que partidos podem votar com os da direita?

Zé LG, 27.10.21

249447366_6461422023930727_4889065577010690595_n.jÉ grave (e desagradável para qualquer pessoa de esquerda) assistir ao PCP e PEV e BE votarem com os partidos da direita.

E quando o PS vota (quase sempre) com os partidos da direita? Devia também ser grave (e desagradável para qualquer pessoa de esquerda). Mas parece que, mais muitos militantes e simpatizantes do PS, não é. Porque será?

BE contra o surpreendente cancelamento da Feira de Castro

Zé LG, 07.10.21

202109281135117533.jpgO Bloco de Esquerda de Castro Verde manifestou publicamente a sua discordância em relação ao cancelamento da Feira de Castro 2021, afirmando que “o Executivo Municipal decidiu surpreendentemente cancelar pelo segundo ano consecutivo a tradicional feira de Castro Verde, indo desta forma ao arrepio do que se passa no resto país com o levantamento da maior parte das restrições impostas pelo governo e as autoridades de saúde.” E acrescenta que “depois de quase dois anos de grandes restrições e de grandes sacrifícios por parte dos comerciantes do concelho, a feira de Castro reveste-se de um a grande importância para a economia local, e neste contexto, o recomeço de uma normalidade há muito desejada por toda a população fica também inexplicavelmente adiada.”

BE acusa Governo de criar “Simplex” para licenciar mais estufas e contentores em Odemira

Zé LG, 17.09.21

CM.pngA coordenadora do BE, Catarina Martins, acusou o Governo de, com a cumplicidade da autarquia de Odemira, ter criado um “Simplex para licenciar mais plástico” das estufas e criar “cidades de contentores” para os trabalhadores viverem.

Quando nós já estamos nesta situação de explosão de gente, de explosão de plástico, de explosão de pesticidas, de falta de água tão dramática, o Governo decide simplificar o processo para triplicar a área de estufas. Temos 1600 hectares e em pouco tempo pode chegar aos 4800 hectares”, criticou.

“O que está previsto neste momento é que se a autarquia em 10 dias não conseguir analisar o processo destas chamadas habitações temporárias, que são contentores, os contentores ficam imediatamente legalizados. Isto é, um Simplex para mais estufas com mais trabalho forçado numa zona em que já há tantos problemas. É verdadeiramente inaceitável”, condenou.

Candidatura do BE à Autarquia de Beja propõe "medidas no sentido da valorização dos recursos das escolas"

Zé LG, 16.09.21

BE.pngNa educação, a situação de pandemia agudizou as condições de desigualdade, dos jovens oriundos de famílias mais desfavorecidas. Impunha-se tomar medidas que contribuíssem eficazmente para ultrapassar os danos causados. Contudo, assistimos ao início das atividades letivas sem que, apesar dos anúncios, se vislumbrem os reforços necessários nesta área. Propomos as seguintes medidas no sentido da valorização dos recursos das escolas:

Materiais: as escolas do ensino básico do nosso concelho necessitavam de ver substituído o seu mobiliário (mesas, cadeiras, armários…) que já se encontra bastante desgastado e de serem dotadas dos meios informáticos que, abrangendo um grande número das suas salas de aula permitissem a diversificação de estratégias

Humanos: Colocação de docentes mais jovens nos quadros que vão acompanhando e substituindo os colegas que se vão aproximando da idade da reforma (a precariedade não torna a profissão atrativa para quem quer entrar na carreira) e de não docentes (técnicos operacionais e outros que nunca foram em número suficiente).

Estratégias para ultrapassar as dificuldades de aprendizagem agravadas nestes dois últimos anos: uma efetiva diminuição dos elementos da turma e o reforço do trabalho colaborativo com colocação de pares pedagógicos nas turmas com mais dificuldade. A diminuição dos alunos em cada turma seria também uma garantia de melhores condições sanitárias.

Municipalização da educação: Continuamos a considerar que a chamada transferência de competências não responderá eficazmente aos grandes desafios colocados neste setor para que o direito constitucional ao ensino seja efetivado em condições de igualdade no nosso concelho.

Texto da responsabilidade da candidatura do Bloco de Esquerda à Autarquia de Beja.

Candidatura autárquica do Bloco de Esquerda a Beja considera "O papel primordial dos municípios na defesa da cultura"

Zé LG, 02.09.21

BE.jpgO papel dos municípios na defesa, preservação e desenvolvimento da cultura é primordial. Deste ponto de vista, defender, valorizar e acarinhar o património cultural devem ser prioridades dos órgãos autárquicos. Referimo-nos ao património edificado, arqueológico e histórico, mas igualmente ao património imaterial e sobretudo ao património humano constituído por tantos criadores artísticos que primam pela qualidade das suas intervenções. É prioritário proteger e acarinhar o seu trabalho, criando ou melhorando as suas condições de trabalho contando com a sua participação na definição das medidas de apoio a implementar. Ao mesmo tempo, é urgente formar novos públicos para as diferentes atividades culturais e para o conhecimento do património histórico e natural, tantas vezes deixado ao abandono por falta de investimento na sua preservação e divulgação. Essencial será ainda a criação de condições de acessibilidade para o usufruto dos equipamentos de cultura e lazer por parte de todo/as.

Texto da responsabilidade da candidatura do Bloco de Esquerda à Autarquia de Beja.

Candidatura autárquica do BE a Beja defende "Sustentabilidade do Desenvolvimento Económico. Pensar Global e Agir Local."

Zé LG, 12.08.21

Cidadania. Participação. Inclusão. De Todos para Todos!

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2021, o 1.º ano da 3.ª década do século atual, é tempo de (apresentação de novos resultados de) Censos e de oportunidades de escolha de novos mandatos eleitorais locais. Ao mesmo tempo, anunciam-se, uma vez e outra, sem novidade, as mesmas perdas geográficas de população e as mesmas desigualdades económicas de distribuição de riqueza. E sucedem-se os alertas para os efeitos da continuada subida da temperatura do planeta que é a nossa Casa Comum. Uma Casa verdadeiramente Comum, de Todos para Todos, que terá de ser, cada vez mais, um espaço de afirmação de propostas diferentes para respostas verdadeiramente alternativas aos problemas, locais/globais, que resistem à mera alternância de mandatos autárquicos.

Mais do que fazer mais e melhor, cresce, a par do aumento da(s) temperaturas, a urgência da necessidade de fazer diferente, como ponto (renovado) de partida para novos caminhos que permitam, com Todos caminhando, CAMINHAR!...

Texto e imagem da responsabilidade da candidatura do Bloco de Esquerda ao Município de Beja.

"Cidadania. Participação. Inclusão. De Todo/as para Todo/as!", defende Bloco de Esquerda

Zé LG, 05.08.21

BE.jpgTodo/as, independentemente das suas diferenças e particularidades, são merecedore/as que os seus direitos como cidadãos/cidadãs sejam respeitados na íntegra. A promoção de uma cidadania ativa será a melhor defesa contra todas as formas de discriminação, pelo que propomos os seguintes instrumentos:

- Promoção da participação cidadã nas reuniões dos órgãos autárquicos com avaliação das condições de espaço (de acessibilidade), de horário e tecnológicas que aumentem essa participação.

- Criação de um verdadeiro boletim municipal que permita aprofundar o conhecimento sobre os assuntos mais importantes de interesse dos munícipes.

- Apoio aos movimentos associativos e de cidadãos, sejam eles de caráter social, cultural, desportivo.

- Promoção do orçamento participativo com regras facilitadoras da intervenção do maior número possível de participante.

- Implementação de referendos locais sobre assuntos de interesse do/as cidadãos e cidadãs.

NOTA: Texto da responsabilidade da candidatura autárquica do Bloco de Esquerda a Beja

BE divulgou cabeças de listas aos órgãos autárquicos do Distrito de Beja

Zé LG, 04.08.21

201802272239118688.jpgO Bloco de Esquerda (BE) apresenta, nas autárquicas deste ano, candidaturas a seis concelhos do distrito de Beja:

Beja: Gina Mateus - Assembleia Municipal; Gonçalo Monteiro - Câmara Municipal; David Argel - UF de Salvador e Santa Maria da Feira; Joaquim Falé - UF de Santiago Maior e São João Baptista.

Almodôvar: Filipe Santos - Assembleia Municipal; Ana Cristina Ferreira- Câmara Municipal.

Castro Verde: Adelino Coelho - Assembleia Municipal; Lúcia Cunha - Câmara Municipal.

Ferreira do Alentejo: Luís Gamito - Assembleia Municipal; José Esteves - Câmara Municipal.

Odemira: Ventura Ramalho - Assembleia Municipal; Pedro Gonçalves - Câmara Municipal.

Serpa: Teresa Pizarro - Assembleia Municipal; Guida Ascensão - Câmara Municipal.

O Bloco de Esquerda entregou no Tribunal as listas de candidatos aos órgãos autárquicos do concelho de Odemira

Zé LG, 31.07.21

225768786_4092684314149540_6645723733405022899_n.jO Bloco de Esquerda candidata Pedro Gonçalves à Câmara Municipal e Ventura Ramalho à Assembleia Municipal.

Nas freguesias, candidata Humberto Gonçalves em Colos, Fátima Teixeira em Relíquias; Fernanda Marques Pinto em São Luís, Lúcia Silva em São Teotónio, Nuno Oliveira em S. Salvador e St Maria e Ventura Ramalho em Vila Nova de Milfontes
Destaque para a paridade exata na totalidade dos 104 candidatos apresentados, com 50 % do sexo masculino e 50 % do sexo feminino. Os candidatos e candidatas dividem-se entre independentes e aderentes do Bloco oriundos de todos os pontos do Concelho de Odemira.
O Mandatário da Juventude o jovem Tomás da Paz, natural e residente em Vila Nova de Milfontes.

Bloco de Esquerda continuará “a lutar pela implementação de um verdadeiro orçamento participativo que fomente a participação"

Zé LG, 29.07.21

BE.jpgO Bloco apresenta-se às próximas eleições autárquicas em Beja com o lema “Cidadania. Participação. Inclusão. De Todo/as para Todo/as!” Com o programa assente neste lema, pretende-se dar continuidade ao trabalho realizado nos mandatos anteriores pelo/as deputado/as municipais eleito/as em mandatos anteriores.

Começamos igualmente por apresentar o/as cabeças de lista aos diferentes órgãos autárquicos:

Para a Câmara Municipal, propomos Gonçalo Monteiro, membro da atual concelhia de Beja do Bloco de Esquerda;

Para a Assembleia Municipal, propomos mais uma vez, Gina Mateus como cabeça de lista, eleita no mandato anterior como deputada municipal e membro também da atual concelhia.

Concorremos igualmente às Assembleias de Freguesia de Santa Maria/ Salvador, São João Baptista/Santiago Maior, Neves e Santa Vitória/ Mombeja respetivamente com o/as camaradas David Argel, Joaquim Falé Curro, Paulo Nascimento e Inês Monteiro.

 

“nem mais um metro de estufa e a água do perímetro de regra do Mira tem gestão pública”, defende Catarina Martins

Zé LG, 27.07.21

202107240927192853.jpg“O desafio que fazemos – um desafio nacional e um desafio local porque a hipocrisia de se dizer uma coisa do ponto de vista local, enquanto se defende programas políticos que fazem o contrário, também tem de acabar — é que em setembro se encontre o compromisso claro para com Odemira: nem mais um metro de estufa e a água do perímetro de regra do Mira tem gestão pública”, defendeu Catarina Martins, Coordenadora do BE, na sessão de apresentação da candidatura autárquica do BE naquele concelho, sendo a lista à câmara encabeçada por Pedro Gonçalves, deputado municipal do partido.

Para que Odemira não seja “um mar de plástico”, segundo Catarina Martins, esta proposta que, em setembro, “mal os trabalhos parlamentares retomem”, o partido vai apresentar é fundamental.

PCP e BE querem Hospital de Serpa com gestão pública e integrado no SNS

Zé LG, 22.07.21

202102091017026961.pngDeputados do PCP e do Bloco de Esquerda defendem o revogação do acordo para a gestão do hospital de Serpa pela Misericórdia local e a integração da unidade hospitalar no Serviço Nacional de Saúde (SNS), porque “Só a gestão pública dos hospitais integrados no SNS cumpre os princípios constitucionais, nomeadamente a universalidade e a qualidade dos cuidados de saúde, independentemente das condições sociais e económicas dos utentes”, assinala o PCP, e para que “garanta o regular funcionamento da urgência e invista no hospital” para “aumentar o número de consultas, exames e cirurgias, melhorando os cuidados”, garante o BE.