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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Laboratório de Química da ACOS assinala 10 anos de funcionamento com “Capacidade reconhecida de resposta a novos desafios”

Zé LG, 18.10.22

banner_laboratorio_quimica_2022.jpg

O Laboratório de Química da ACOS reforçou esta semana a sua equipa para dar resposta ao aumento dos pedidos de análises de azeitona. A campanha da colheita da azeitona está a começar e, para uma eficiente gestão da qualidade, é importante determinar o momento ótimo para a apanha. Esta é apenas uma das várias análises feitas pelo Laboratório de Química da ACOS que, a funcionar desde 2012, foi o primeiro laboratório a ser acreditado no nosso país para análises de azeitona e de bagaço de azeitona. Surgiu com características únicas em Portugal e tem vindo, ano após ano, a aumentar o número de amostras, de clientes e de novos métodos de análise. A fiabilidade dos métodos e a competência técnica dos recursos humanos do laboratório são validados regularmente por auditores externos e por ensaios interlaboratoriais a nível internacional. Recebe amostras de azeitona, azeite, bagaço de azeitona e óleo de bagaço de azeitona provenientes de todo o País. É muito procurado para análises ao azeite para comercialização, designadamente para o Brasil, um mercado de exportação exigente. Está, em 2022, a assinalar 10 anos de funcionamento na perspetiva de continuar a alargar os reconhecimentos oficiais e a aumentar os métodos de análises ao azeite. Para conhecer um pouco melhor o percurso do Laboratório de Química da ACOS que, ao longo destes 10 anos, “tem vindo a afirmar-se como um laboratório imparcial e transparente que tem sido capaz de fidelizar muitos clientes (…) desde o início do seu funcionamento”, falámos com a sua responsável, Helena Monteiro.

 

 

Azeites da Cooperativa de Moura e Barrancos alcança recorde de prémios e distinções

Zé LG, 27.08.22

Azeite-1-1024x576.jpgOs azeites da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos (CAMB) já conquistaram este ano um total de 23 medalhas em concursos nacionais e internacionais, das quais 10 foram de ouro. Trata-se de “um novo recorde de prémios e distinções atribuídos ao Azeite de Moura DOP e ao Lote Seleção, depois de um ano em que a cooperativa também registou a maior campanha da sua história, com 62 mil toneladas de azeitona laborada”.
“Estes resultados são o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos cerca de 60 colaboradores e mais de 1.300 olivicultores da cooperativa. São também mais uma garantia de que [neste caso], quantidade e qualidade são conciliáveis”, frisa Hélder Transmontano, diretor-geral da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos.

Alqueva é líder na produção de azeite, amêndoa e melão

Zé LG, 17.06.22

salema_3.pngSegundo o portal Agricultura & Mar, o Alentejo é responsável por “3/4 de todo o azeite produzido em Portugal e 80% desse azeite é fruto de Alqueva, sendo a maior parte exportado a granel”.
José Pedro Salema, presidente do Conselho de Administração da EDIA, referiu ao jornal Planície que a região “é a maior produtora de amêndoa em Portugal”, acrescentando que “a fileira da amêndoa está a desenvolver-se muito”, assim como “a fileira dos frutos secos e já começamos a ter algumas unidades de descasque”.
O portal Agricultura & Mar adianta ainda que também o Alqueva “é a principal região produtora de melão nacional”. Daqui.

Portugal venceu em 10 categorias do Concurso de Azeites da Ovibeja

Zé LG, 06.04.22

cartaz_2022_pt_PT.pngOs azeites portugueses receberam dez distinções por parte do júri internacional do 11º Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja, que contou, este ano, com cerca de uma centena de azeites de 11 nacionalidades diferentes.

Segundo os resultados divulgados pela ACOS – Agricultores do Sul, promotora do concurso em parceria com a Casa do Azeite, Portugal conquistou 10 de 25 galardões atribuídos, seguindo-se Espanha, com sete, Itália e Argentina, com dois cada e Alemanha, Israel e Croácia, com um cada.

Os azeites de Portugal a concurso ganharam todos os seis galardões na categoria de frutado maduro – os três primeiros prémios e três menções honrosas -, além de dois primeiros prémios e uma menção honrosa na categoria de frutado verde ligeiro e, ainda, uma menção honrosa na categoria de frutado verde médio.

A entrega dos prémios aos vencedores está agendada para a Ovibeja, no dia 23 de abril, às 12:30 horas, no Pavilhão Terra Fértil, Auditório ACOS.

Azeites de Moura conquistam duas medalhas de ouro em concurso International em Los Angeles

Zé LG, 16.03.22

Untitled-1-18-690x450.jpgOs Azeite de Moura DOP (Denominação de Origem Protegida) da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos, foi distinguido com a Medalha de Ouro no concurso International Extra Virgin Olive Oil Competition 2022, que decorreu em Los Angeles, Estados Unidos da América. Mas não foi o único. O Azeite Selecção foi também galardoado com a Medalha de Ouro no mesmo concurso.

OLEAdapt pretende ajudar olivicultores sobre as oliveiras em que devem apostar no futuro

Zé LG, 13.03.22

P1100885 - Cópia.JPGUma equipa de investigadores da Universidade de Évora (UÉ) desafia os agricultores, associações, cooperativas e empresas a estarem atentos aos olivais: ao registar a localização do seu olival e identificar as variedades associadas, ajuda-os a desenvolver uma base de dados de distribuição geográfica das variedades cultivadas em Portugal. A informação partilhada pelos olivicultores permitirá aos investigadores ajudar a indústria do olival a adaptar-se melhor às alterações climáticas, aumentando a resiliência desta cultura agrícola. A ideia é transferir conhecimento sobre quais as variedades que os olivicultores devem apostar no futuro.

O projeto OLEAdapt é liderado pela Universidade de Évora, no qual participam vários investigadores do MED, e tem como parceiros o CEBAL e o INIAV e é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Olivum premiada no World Olive Oil Exhibition

Zé LG, 10.03.22

Prémio-Olivum-1-1024x674.jpgA Olivum – Associação de Olivicultores e Lagares do Sul foi distinguida com um prémio na categoria de Reconhecimento de Desenvolvimento Estratégico, na 9ª edição do World Olive Oil Exhibition, que decorreu em Madrid.
Este prémio recompensa, de acordo com a Associação, “o projeto de desenvolvimento estratégico da Olivum, em representação dos seus associados, em prol da excelência da produção de azeitona e do azeite produzido nos mais modernos lagares”.
A Olivum apresenta-se como “a maior associação de Olivicultores e Lagares do país, com 43 mil hectares de exploração agrícola, 100 associados, 300 explorações e 15 lagares”.

Das quatro fábricas apenas a da UCASUL deixou de receber bagaço por falta de capacidade para armazenamento

Zé LG, 17.12.21

P1120388.JPGDas quatro fábricas apenas uma delas, a da UCASUL - União de Cooperativas Agrícolas do Sul, no concelho de Alvito, confirmou ter parado de receber bagaço por falta de capacidade para armazenar o produto, resultante da produção do azeite, mas já recomeçou a receber bagaço de outros fornecedores habituais, “mas de uma forma muito controlada”. As outras três fábricas alentejanas indicaram que ainda não pararam de receber bagaço de fornecedores por qualquer incapacidade de armazenamento.

A UCASUL quer ampliar as instalações ou criar uma nova fábrica, mas tem tido “muita dificuldade na atribuição de licenças”, diz o presidente, concluindo que: “Toda a fileira olivícola tem vindo a crescer, mas não houve da parte do Governo vontade política para ampliar as unidades de transformação de bagaço de azeitona ou criar novas”.

Amigos das Fortes sugerem a transformação do bagaço em composto, temendo que “se venha a multiplicar a abertura de novas fábricas”

Zé LG, 16.12.21

20180924174604245.jpgCom o aumento do investimento no olival intensivo e mais necessidade de armazenamento das unidades de receção de bagaço de azeitona, que está “praticamente esgotada” e no sentido de evitar “um verdadeiro caos ambiental”, a Associação “Amigos das Fortes” defende que uma das soluções deveria passar pela sua transformação em composto.

A Associação “Amigos das Fortes” defende mesmo, que “a fileira do olival deve seguir o caminho da sustentabilidade e o aproveitamento dos fundos comunitários em torno da economia circular, sendo exemplo disto a herdade do Monte Novo e o Olival da Risca em Serpa – o 1º projeto piloto da EDIA como centro de compostagem URSA.”

Ministra da Agricultura defende valorização do bagaço da azeitona “para poder depois ser usado como fertilizante orgânico”

Zé LG, 15.12.21

“Nós [Ministério da Agricultura] temos conhecimento e estamos a acompanhar este processo [falta de capacidade das fábricas para armazenar o bagaço de azeitona]. Em primeiro lugar, isto é uma responsabilidade dos próprios produtores” e “Inclusivamente está neste momento a ser ponderado pelos produtores o aluguer de uns espaços para colocação do bagaço [azeitona] para depois poder ser trabalhado”, afirmou a ministra da Agricultura.

P1120389.JPGA governante realçou ainda que este é um processo que o seu ministério conhece desde há algum tempo e adiantou que até já houve a intenção de se construir uma nova fábrica de transformação de bagaço, projeto que não avançou “por via de questões ligadas ao plano diretor municipal (PDM) que impossibilitava essa localização”.

P1120483.JPGMaria do Céu Antunes sublinhou que as unidades transformadoras de bagaço de azeitona “têm o seu papel”, mas reforçou que aquilo que o Governo está a tentar fazer, através do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), “é encontrar forma de pegar nos subprodutos da agricultura e podermos trabalhar estas matérias para poderem depois ser usadas como fertilizantes orgânicos”.