Saber e Sabores do Azeite Novo no Mercado Municipal de Beja
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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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… é o nome de uma ação que o Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL) vai realizar nos dias 6 e 7 de março, no Mercado Municipal de Beja, com o objetivo de valorizar “o azeite produzido na campanha mais recente, destacando a sua importância cultural, gastronómica e económica, bem como o seu contributo para uma alimentação mais saudável”. Os produtores poderão inscrever-se junto do CEBAL.
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Já na 15ª edição, o Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra - Prémio CA Ovibeja, é organizado pela ACOS - Associação de Agricultores do Sul, com o apoio da Casa do Azeite - Associação do Azeite de Portugal e patrocínio exclusivo do Crédito Agrícola, e foi criado com o propósito de estimular a cultura de excelência dos azeites nacionais. Competitividade e Internacionalização destacam-se entre os desafios que abrem caminho a novos mercados.
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O olival nacional registou em 2024 uma produção superior a 1,3 milhões de toneladas de azeitona para azeite, traduzindo-se num crescimento de 11,4% face a 2023. O Alentejo voltou a afirmar-se como a principal região produtora do país, concentrando uma parte significativa deste volume, com especial destaque para o distrito de Beja. Entre os concelhos com maior produção surgem Beja (300.623 toneladas), Serpa (156.213 toneladas), Ferreira do Alentejo (148.010 toneladas) e Moura (105.392 toneladas), o que evidencia o peso estruturante do olival intensivo e superintensivo no território, e confirma a consolidação do Alentejo como eixo central da fileira do azeite em Portugal.
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Um estudo recente sobre o olival no perímetro de rega de Alqueva revela que esta cultura é hoje um pilar da economia agrícola do Alentejo, mas que exige uma gestão equilibrada para garantir a sua sustentabilidade. A última década foi marcada por uma forte transição do sequeiro para o regadio, o que impulsionou a produtividade e permitiu que Portugal passasse de importador crónico de azeite a exportador, com um saldo positivo de 250 milhões de euros. O olival é uma cultura adaptada às condições de Alqueva, com baixas necessidades hídricas, resistência a pragas e doenças, e capacidade de melhorar a qualidade do solo quando se aplicam boas práticas, como o enrelvamento das entrelinhas. A aposta nesta fileira tem também permitido rentabilizar os investimentos públicos em regadio, criar emprego e fomentar o investimento em agroindústria, com destaque para lagares de última geração. Mas há necessidade de reforçar a monitorização e quantificação dos impactos desta cultura, bem como a articulação entre as entidades públicas que gerem o setor. O olival de regadio, quando gerido de forma responsável, pode ser um aliado no combate à desertificação e na captura de carbono, desempenhando um papel relevante nos objetivos climáticos nacionais. Contudo, o equilíbrio entre produtividade, conservação ambiental e diversidade agrícola é fundamental para garantir um desenvolvimento regional sustentável no Alentejo e no país.
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A Cooperativa Agrícola de Beja e Brinches recebeu a visita do Ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, Carlos Fávaro, acompanhado por uma comitiva oficial e pelo Secretário de Estado da Agricultura de Portugal, João Moura. A visita reforça o crescente interesse do mercado brasileiro pelos produtos agroalimentares portugueses e reconhece o papel determinante que a maior cooperativa olivícola do país desempenha na fileira do azeite, e assume uma dimensão estratégica, refletindo a confiança mútua entre os dois países e apontando caminhos para o reforço das exportações, para a partilha de conhecimento técnico e para a criação de futuras parcerias no setor agrícola, tendo os responsáveis brasileiros manifestado grande interesse no modelo cooperativo do Alentejo, bem como nos avanços tecnológicos aplicados à produção olivícola na região.
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Segundo os resultados divulgados pela ACOS, promotora do concurso em parceria com a Casa do Azeite, que recebeu 93 amostras de Portugal, Alemanha, Israel, Espanha, Grécia, França, Itália, Croácia e Brasil, foram distinguidos 25 azeites, tendo Portugal conquistado nove galardões, cinco medalhas e quatro menções honrosas, seguido de Espanha, com oito galardões, três prémios e cinco menções honrosas, a Itália, com três prémios, o Brasil, com dois, e Israel com uma medalha e uma menção honrosa.
Frutado Maduro - Altas Quintas e 4C Azeites venceram as medalhas de ouro e prata, respetivamente, e a Cooperativa de Olivicultores de Valpaços e a Vidcavea – Azeites da Vidigueira, receberam menções honrosas.
Frutado Ligeiro - Nutrifarms II Olives ganhou a medalha de ouro, Agrícola S. Bartolomé a de prata e 4C Azeites a de bronze, e Esporão uma menção honrosa.
Frutado Verde Médio - CARM – Casa Agrícola Reboredo Madeira recebeu uma menção honrosa.
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Peritos mundiais de universidades, associações e Câmaras de Comércio de sete países do Mediterrâneo participam, desde ontem até hoje, na reunião do Comité de Direção do projeto OliveOilMedNet, que promove a sustentabilidade e a autenticidade no setor do azeite, e na reunião do Júri do 14º Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja, que aprecia cerca de 100 azeites de uma dezena de países. Para divulgar o projeto e apresentá-lo aos vários interessados relevantes, tiveram ainda lugar eventos de aprendizagem digital, demonstração e uma visita técnica a modernos lagares e olivais na região do Alentejo, onde o setor do azeite muito se desenvolveu.
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O IPBeja, em parceria com a OLIVUM, a EDIA e a ML Consultoria Agrícola, abriu hoje as candidaturas para a 4ª Edição da Pós-Graduação em Gestão Sustentável do Setor Olivícola, que visa capacitar profissionais do setor, promovendo a sustentabilidade, a inovação e a gestão eficiente dos recursos na olivicultura.
Esta 4ª edição decorre de maio a setembro, com uma pausa académica na segunda quinzena de julho e no mês de agosto. O programa aborda temas essenciais para o setor, incluindo gestão sustentável, tecnologias inovadoras, eficiência hídrica, certificação ambiental e desafios do mercado olivícola.
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