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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

ZERO defende setor da água mais eficiente, alertando para as perdas de 24% da água que entra no sistema de abastecimento

Zé LG, 16.05.22

202102020945456668.png"É com grande apreensão que a ZERO antevê os próximos 10 anos, uma vez que o plano, ..., revela uma excessiva preocupação com o equilíbrio económico-financeiro das entidades gestoras, não estando vertida uma verdadeira intenção de melhorar o desempenho ambiental das mesmas e a eficiência hídrica dos serviços onde as perdas de água representam 24% do volume de água que entra no sistema de abastecimento", afirmou a associação ambientalista ZERO, após análise do Plano Estratégico para o setor da água em Portugal, concluindo que "os desafios que se colocam ao setor para as próximas décadas são enormes, podendo ser agravados pela evolução das alterações climáticas e dos seus efeitos sobre os recursos hídricos, tanto em termos de quantidade como de qualidade, pelo que é preciso fazer muito mais e muito melhor do que se tem feito até agora para termos serviços mais eficientes a todos os níveis".

ESTAR com novas instalações

Zé LG, 14.05.22

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A partir deste sábado, dia 14, a sede da Associação ESTAR muda de instalações, estando atualmente na Rua de Angola, nº 8. A inauguração oficial do espaço será às 16h00, assinalando também o 3º aniversário da Associação.

Para além da sede, a Associação mudou o armazém MARMITA que, a partir da próxima semana, permitirá às famílias a recolha dos cabazes no local.

A loja Espaço Estar continua localizada na Rua António Sardinha, mas as doações de roupa, alimentos e outros bens devem ser efetuadas diretamente na nova sede.

“Pouco ou nada mudou em Odemira”, diz Associação Solidariedade Imigrante

Zé LG, 29.04.22

202104090856093885.jpgA Associação Solidariedade Imigrante considerou hoje que muito pouco ou nada mudou nas condições laborais e de vida de trabalhadores imigrantes no concelho de Odemira, persistindo casos “a roçar a escravatura” e “condições desumanas de habitação”.

Em termos laborais, “nada mudou”, criticou, argumentando que “a subcontratação de milhares de trabalhadores é feita através de prestadores de serviços de ‘vão de escada’, responsáveis diretos por muitas misérias humanas que o surto de covid-19 pôs a nu em 2021”, alertou o dirigente nacional da associação Alberto Matos .

Em relação à habitação, “os contentores não são uma solução inclusiva, pelo contrário, dificultam a socialização e a tão propalada integração dos imigrantes”. A solução passa pela reabilitação e pelo repovoamento de vilas e aldeias, não apenas numa faixa litoral, mas também no interior do concelho e “garantindo a mobilidade casa-trabalho, através de uma rede de transportes públicos para a qual devem contribuir uma fatia dos superlucros da agricultura intensiva”.

Apoie instituições consignando parte do seu IRS, sem qualquer custo

Zé LG, 18.04.22

FINANÇAS.jpgA lista de entidades a quem pode atribuir os 0,5% do IRS liquidado é muito extensa. No concelho de Beja são 17 as Instituições a quem pode consignar o IRS sem qualquer custo.

Integram a lista: os Bombeiros de Beja, a Associação Recolher e Dar, a Associação Sementes de Vida, a Cáritas de Beja, a Casa do Estudante, o Centro de Paralisia Cerebral de Beja, o Centro Infantil Coronel Sousa Tavares, o Centro Paroquial e Social do Salvador, o Centro Social e Cultural da Imaculada Conceição da Salvada, o Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Luz de Albernoa, o Centro Social de Nossa Senhora da Graça, a Cercibeja, o Coro de Câmara de Beja, a Fundação Manuel Gerardo de Sousa e Castro, a Liga dos Amigos do Hospital de Beja, a Santa Casa da Misericórdia de Beja e a Sociedade Filarmónica Capricho Bejense.

Os contribuintes que pretendam ajudar algumas destas instituições devem preencher, no modelo 3 do IRS, o campo 1101, do quadro 11, com o número de contribuinte da respetiva entidade.

Vtor Besugo reclama internet em todo o interior do País e teletrabalho par fixar pessoas

Zé LG, 23.03.22

20220321125219649.jpgVítor Besugo, presidente da Junta de Freguesia de Beringel e coordenador distrital da ANAFRE, defendeu, no Congresso daquela Associação, que seja realizado um maior investimento “nas acessibilidades digitais” em todo o interior do País, dotando estes territórios de “mais condições para fixar população e atrair novos habitantes” e defendeu ser importante “criar as condições necessárias” para tirar partido dos apoios que a administração central “está a proporcionar para criação de espaços de coworking em regiões mais desfavorecidas”, possibilitando “condições de atratividade para pessoas que possam realizar a sua atividade profissional à distância, com recurso ao teletrabalho”.

Olivum premiada no World Olive Oil Exhibition

Zé LG, 10.03.22

Prémio-Olivum-1-1024x674.jpgA Olivum – Associação de Olivicultores e Lagares do Sul foi distinguida com um prémio na categoria de Reconhecimento de Desenvolvimento Estratégico, na 9ª edição do World Olive Oil Exhibition, que decorreu em Madrid.
Este prémio recompensa, de acordo com a Associação, “o projeto de desenvolvimento estratégico da Olivum, em representação dos seus associados, em prol da excelência da produção de azeitona e do azeite produzido nos mais modernos lagares”.
A Olivum apresenta-se como “a maior associação de Olivicultores e Lagares do país, com 43 mil hectares de exploração agrícola, 100 associados, 300 explorações e 15 lagares”.

"À Conversa" sobre o Escritor e o Livro "António dos Olhos Tristes", em Cuba

Zé LG, 03.03.22

Cartaz_ Antonio_dos_olhos_tristes.jpg

«António dos Olhos Tristes tem palavras absolutamente actuais, como esta pequena

síntese:

Ele, e outros da aldeia, ouviam Mestre Regedor a explicar “(...) quem era o Hitler,

Roosevelt (...) e essa gente toda que fazia a guerra (...)”

Perguntas de António dos Olhos Tristes:

- “E essa gente que faz as guerras conhece-se toda uma à outra?”

- “Então porque é que se matam?

- Os generais “Dão as ordens para os homens deles matarem pessoas que nunca se

ofenderam nem roubaram?” (...)

Como o Mestre Regedor referiu que “É matar quem atirar primeiro, quem tiver mais

material de fogo ...”

António diz: “Então porque é que esses generais não mandam os homens deles

falarem com os homens das outras partes do mundo pra ver o que é melhor pra todos,

cada qual a dar a sua ideia (...)”»

Francisca Bicho / adaptação

Câmara de Beja celebrou protocolos de apoio com ESTAR e JODICUS

Zé LG, 01.03.22

202202281233223091.jpgA Câmara Municipal de Beja e a Associação ESTAR celebraram um protocolo, aprovado por unanimidade, “para prestar apoio a indivíduos ou agregados familiares que se encontrem em situação de vulnerabilidade social, e que careçam de apoio pontual ou emergente mediante novas medidas de política social, enquadradas na resposta da Associação ESTAR.”

A Câmara de Beja também celebrou um Contrato-Programa com o JODICUS, através do qual o Município de Beja vai ceder a utilização dos espaços da Casa da Cultura ou do Cine Teatro Pax Júlia, para ensaios ou apresentações do espetáculo.

“Violência no Namoro” em debate no Centro UNESCO em Beja

Zé LG, 22.02.22

Violencia-768x432.jpgA Associação ESTAR e os estagiários do curso de Técnico de Apoio Psicossocial da Escola Bento de Jesus Caraça promovem a 2.ª edição da iniciativa “Porta Aberta ao Pensamento”, subordinada ao tema “Violência no Namoro”, hoje, às 18:00 horas, no Centro UNESCO, em Beja.
A ESTAR pretende promover esta iniciativa, mensalmente, abordando um tema diferente em cada sessão.

FAABA defende que efeitos da seca na agricultura deveriam ser cobertos por seguros de colheitas

Zé LG, 22.02.22

seca-2-768x432.jpgO presidente da Federação das Associações de Agricultores do Baixo Alentejo (FAABA) considerou “pequenos paliativos” as medidas anunciadas pelo Governo para combater efeitos da seca na agricultura, os quais deveriam ser cobertos por seguros de colheitas, dizendo: “O que está em causa é que a seca seja também um sinistro segurável, o que não é”, explicou Rui Garrido, referindo que, atualmente, um agricultor pode fazer um seguro contra sinistros como um incêndio e uma geada, mas não contra uma seca, frisando que a medida “tem sido apresentada ao Ministério da Agricultura noutros anos, noutras secas e já por mais do que uma vez”.

Mais de 90% do território português estava, a 15 de fevereiro, em seca severa ou extrema, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que indica um novo agravamento da situação de seca meteorológica no país. “Deus queria que não atinja, mas se [a seca deste ano] atingir as proporções [de outras] secas, vai ser uma calamidade enorme. Não pode ser com paliativos destes. Muitas explorações [agrícolas e pecuárias] ficariam pelo caminho”, alertou Rui Garrido.

Comissão de Utentes de Beja promove marcha em defesa em defesa do Serviço Nacional de Saúde

Zé LG, 19.02.22

202002291227534940.jpg…  no dia 26, com início às 10h00, junto à Casa da Cultura de Beja.  Nela, "a reabertura das extensões de saúde da área de abrangência da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), a falta de médicos em diversas especialidades, incluindo a de Medicina Geral e Familiar e terminar com os atrasos nas marcações de consultas são reivindicações que também se vão fazer ouvir".

A Comissão de Utentes de Beja "apela à participação dos profissionais de saúde e de todos os utentes", sublinha que "este será "um dia de unidade e de luta pela resolução destes problemas e pela efetivação de um Serviço Nacional de Saúde público, gratuito e de qualidade para todos.”

ESTAR preocupada com falta de condições habitacionais em Beja

Zé LG, 16.02.22

image.jpgA falta de condições dignas de habitação, em particular, verificadas na comunidade imigrante preocupa a Associação ESTAR, que apela a toda a comunidade para ajudar a sinalizar estes casos. Tratando-se de uma situação recorrente, a Associação considera ser fundamental que as Juntas de Freguesia sinalizem estas situações, dado o seu papel de proximidade com a população.

Inês Féria, vice-presidente da ESTAR, afirma que “é necessário que não se olhe para o lado”, frisando que a atuação da associação depende, também, do envolvimento de todos.

Joaquim Casaca morreu

Zé LG, 12.02.22

2022021117200921.nb.pngJoaquim António Casaca da Costa, de 71 anos, natural de Nossa Senhora das Neves, morreu ontem no Hospital de Beja, tendo-se o funeral realizado esta tarde das Casas Mortuárias para o cemitério de Beja.

Joaquim Casaca era funcionário público, no Hospital de Beja, aposentado. Foi ao longo da vida um homem dedicado ao associativismo, designadamente desportivo e do Atletismo em particular. Nos últimos anos voltou a estudar e licenciou-se em Turismo, área a que se dedicou e publicou algumas obras, dedicadas a Beja.

Joaquim Casaca era uma excelente pessoa, simpático e de fácil trato e relacionamento e muito empenhado nas causas a que se dedicava. Bem formado, sempre com uma perspectiva positiva das situações e das pessoas, passava ao lado do acessório.

À família e às entidades a que esteve ligado apresento os meus sentidos pêsames.

ADPM é uma das 22 organizações que reclamam revisão do PEPAC de Portugal, com efectiva participação da sociedade civil

Zé LG, 10.02.22

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A Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) é uma das 22 organizações portuguesas que enviaram, esta semana, à Comissão Europeia uma carta onde denunciam o incumprimento do Regulamento relativo ao Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC) e das Recomendações da Comissão Europeia para a elaboração deste Plano Estratégico em Portugal, não tendo sido assegurada a participação efetiva das organizações da sociedade civil, nem foi estabelecida uma verdadeira parceria com atores relevantes e as poucas oportunidades de participação foram insuficientes, incompletas e inconsequentes. Não estão previstas intervenções ou identificação de necessidades relacionadas com a possibilidade de reduzir a utilização total de água, exceto através da eficiência da utilização da água nem há qualquer intervenção identificada para apoiar a utilização de ferramentas de monitorização de emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE) nas explorações agrícolas.
Apelam à Comissão Europeia que solicite ao Governo português o cumprimento das regras estabelecidas no Regulamento, bem como as recomendações da Comissão, revendo o Plano Estratégico e assegurando a participação adequada e formal da sociedade civil neste processo e a coerência deste instrumento com outros compromissos nacionais e internacionais.

Ambientalistas continuam a ver mais defeitos do que virtudes em Alqueva, duas décadas depois

Zé LG, 08.02.22

Os ambientalistas que há duas décadas se uniam contra o Alqueva continuam hoje a apontar mais defeitos do que virtudes da barragem e destacam a agricultura intensiva como o pior dos males.

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“O agronegócio instalou-se, o pequeno agricultor morreu. Agora há grandes grupos, fundos financeiros. O território passou a ser um espaço de produção, como uma fábrica”. Para produzir não o que país precisa mas o que for mais rentável, afirma José Paulo Martins.

Joaquim Pedro Ferreira diz que a qualidade da água e o regadio são questões dramáticas e que Alqueva não levou ao Alentejo nem habitantes nem emprego, e a população local tem à sua volta um olival intensivo carregado de fitofármacos e degradação de solos, que prejudicam a saúde.

João Joanaz de Melo diz que “a maior parte das populações da zona circundante do Alqueva não beneficiou do projeto”, porque os projetos do Alqueva são “para enriquecer quem faz as obras e eventualmente algumas empresas” e que aumentar o regadio, avisa, tem de ser feito com muito mais cuidado do que tem sido até agora.

Eugénio Sequeira diz que “Cada habitante (de cidades junto do rio) é responsável por 50 gramas de sal por ano no rio e isso leva depois à salinização dos solos” e afirma que se “estão a fazer asneiras” no Alqueva, que “a longo prazo vai haver problemas”, e que o aumento do regadio vai aumentar a degradação dos solos.

CNA considera imprescindível um Ministério da Agricultura reforçado, que abranja também a floresta e o desenvolvimento rural

Zé LG, 05.02.22

202110252109254577.pngA Confederação Nacional da Agricultura (CNA) considera que os aumentos dos custos dos fatores de produção, os “abusos” da grande distribuição, o envelhecimento do setor e a desertificação das zonas rurais, a que se soma agora a seca, são alguns dos problemas que precisam urgentemente de resposta, a que acrescem as “grandes implicações” da Política Agrícola Comum (PAC) na agricultura portuguesa, sendo necessária uma “presença nacional especificamente clara e forte”.

Para a CNA, isto só é possível com “Um Ministério da Agricultura com peso político e institucional, com estruturas técnicas e serviços de apoio ao desenvolvimento do setor, próximo dos agricultores e das suas organizações”. Neste sentido, defendeu a adoção de melhores políticas agrorrurais, “que defendam a produção agrícola e a floresta nacional, enquanto setor estratégico e garante da soberania”.

FENAREG identifica medidas urgentes para “mitigar” efeitos da seca na agricultura

Zé LG, 04.02.22

202202021543474085.jpgCom 45% do país em situação de seca severa e extrema e a disponibilidade de água em níveis críticos nas barragens portuguesas”, a Federação Nacional de Regantes (FENAREG) identifica medidas urgentes para mitigar os efeitos da seca na agricultura, no sentido de ser garantido “o acesso dos agricultores à água e assegurar a produção da campanha agrícola”.