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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Projecto MALACATE apresenta Programação de Outubro, na Mina de São Domingos

Zé LG, 16.10.22

msd (1).pngO projecto MALACATE é um projeto de intervenção artística na Mina de S. Domingos que se desenvolve, entre Janeiro de 2022 e Junho de 2023, convida a população da localidade a juntar-se a artistas portugueses e estrangeiros a criar diversas obras de arte. Da Dança à Arte Pública, do Teatro às Artes Plásticas. Os artistas foram desafiados a imaginar e criar obras de arte que se relacionassem com a Mina de S. Domingos e com quem a habita. Um local com marcante passado de exploração mineira, de que é prova o edificado industrial de impressivo valor estético que ainda subsiste.

Fotografias em alta resolução aqui eJornal Malacatário (distribuído localmente), aqui.

+ informações: https://www.malacate.pt/

Exposição “Luz Lenta” inaugurada esta tarde em Alvito

Zé LG, 23.07.22

Exposicao-Ermida-_-Alvito-ps3ga222gaz4or5skol70wpt“Luz Lenta” é o título da exposição dos artistas Daniel Moreira e Rita Castro Neves, resultado de uma residência artística realizada em Alvito e que inclui trabalhos em desenho e fotografia e objetos, que será inaugurada hoje, sábado, 23, às 18h00, na Ermida de Santa Luzia, em Alvito, e que fica patente ao público até ao dia 2 de outubro deste ano,.
Antes da inauguração da exposição, também na Ermida de Santa Luzia, os artistas apresentam a instalação performativa “Ermida”, que foi inspirada nas imagens dos frescos seiscentistas ainda existentes nas paredes desta ermida.

Inauguração de Instalação de Arte de Rua, na Mina de S. Domingos

Zé LG, 01.07.22

I WAS HERE, I’LL BE HERE_Pøbel e Tamara Alves.jA instalação de street art I Was Here, I’ll Be Here, de Pøbel e Tamara Alves, será inaugurada a 2 de Julho às 18h00, na Mina de São Domingos, resultante do diálogo entre dois artistas - um português e um norueguês -, que criaram duas instalações no espaço público, que reflete essa experiência e que dá vida aos espaços que ocupam. Esta atividade contou com a realização de uma oficina de street art com a comunidade. + informações: https://www.malacate.pt/

Paulo Monteiro integra a Academia Nacional de Belas Artes, na qualidade de autor de BD

Zé LG, 27.06.22

202206241655317336.jpgA Academia abre as portas a esta arte, à BD, e Paulo Monteiro, responsável também pelo Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, mostra-se “muito honrado com esta distinção por ser a primeira vez que tal acontece e por significar, também, o reconhecimento como autor”.

Para Beja, frisa Paulo Monteiro, esta situação significa poder “sugerir exposições, eventos, encontros e levar os autores de BD da cidade até à capital, a um espaço de mérito nacional e internacional”.

A CADEIRA E A VIDA, de António Vilhena

Zé LG, 20.05.22

22687938_112235742873964_8205962711830460295_n.jpg«... Tenho, ainda, na memória a imagem da minha primeira cadeira, quando a minha avó, Maria Luísa, me levava, depois das aulas da escola primária, para a casa da menina Bia, em Beja, uma espécie de explicadora ou de ATL dos tempos modernos. A minha avó comprou-me uma cadeirinha azul, onde escorriam algumas flores pintadas. Ao final das aulas lá ia eu fazer os trabalhos de casa com a professora, amiga da minha avó. Sentava-me com uma ardósia sobre os joelhos e, assim, passava as tardes a fazer contas de somar e subtrair. Ao final do dia, arrumava a cadeirinha azul num canto até ao dia seguinte. Com o tempo a cadeira ficou pequena, o mundo mudou, a minha avó reformou-se e eu cresci, quiçá, para compreender a relação entre a cadeira e a minha avó, que foi lavadeira no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Beja. Levou uma vida em pé a precisar, também, de uma cadeira.»                                                                                                             Final da Crónica de António Vilhena, publicada no Diário de Coimbra, dia 19 de Maio de 2022)