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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Campo Arqueológico de Mértola distinguido com “IV Prémio Sísifo a la Investigación, Defensa y Difusión del Património Arqueológico”

cam.jpgO Campo Arqueológico de Mértola (CAM) vai receber, nesta quinta-feira, o “IV Prémio Sísifo a la Investigación, Defensa y Difusión del Património Arqueológico” 2019, atribuído pela Associação Arqueología Somos Todos, da área de arqueologia da Universidade de Córdoba.

O júri do Prêmio Sísifo decidiu por unanimidade, atribuir o galardão em “reconhecimento pelo trabalho de pesquisa, protecção, e revitalização do património arqueológico e cultural desta localidade, que se tornou um modelo internacional de arqueologia integral”, refere a Associação Cultural da Universidade de Córdoba.

“Arqueologia nas Freguesias: 7 sítios, 7 histórias"

serpa.jpg… é o mote para um programa de divulgação patrimonial promovido pela Câmara Municipal de Serpa, destinado a divulgar o conhecimento arqueológico sobre o concelho, nas diversas localidades. A primeira iniciativa, integrada nas Jornadas Europeias do Património, realiza-se no próximo domingo, em Vila Verde de Ficalho, região com forte tradição de investigação arqueológica. A sessão com início marcado para as 10.00 horas, no Salão Polivalente, inclui o visionamento de um filme e uma conferência que destacam o património arqueológico desta freguesia. Segue-se, às 11.00 horas, uma visita orientada ao Museu de Ficalho e aos vestígios arqueológicos de várias épocas que se encontram na sua envolvente.

Papa Francisco premeia 40 anos de trabalho do Campo Arqueológico de Mértola

claudio_torres.jpgEnquanto o sumo pontífice “encoraja e apoia” os que se comprometem na “pesquisa histórico-arqueológica”, o Governo português privou os investigadores de Mértola dos apoios necessários ao desenvolvimento do seu trabalho, acusa Cláudio Torres.

O trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 40 anos pelo Campo Arqueológico de Mértola (CAM) acaba de ser reconhecido pela Cúria Romana com a atribuição do prémio das Academias Pontifícias do Vaticano, este ano dedicado aos primeiros séculos do Cristianismo.

Durante a sessão pública das Academias Pontifícias, realizada na terça-feira no Vaticano, o arqueólogo Cláudio Torres, director do CAM, foi surpreendido com uma mensagem enviada aos participantes no encontro pelo Papa Francisco onde este diz: “Apraz-me entregar o prémio das Academias Pontifícias à associação portuguesa Campo Arqueológico de Mértola pelas campanhas arqueológicas conduzidas nos últimos anos e pelos extraordinários resultados obtidos”, acrescentando ainda que pretende “encorajar e apoiar” os que se comprometem na “pesquisa histórico-arqueológica e relativa aos mártires”.

Santiago Macias propõe reflexões sobre o Fórum de Beja

imgLoader2.ashx.jpgO conflito de pouco nos serve… Sem entrar na polémica em torno do projeto de arquitetura e do futuro das estruturas arqueológicas, gostaria de deixar aqui alguns tópicos para reflexão:

1. A leitura de espaços como o dos templos de Beja só consegue ser feito através da sua “verticalização”. Muitos teatros romanos, muitos arcos do triunfo foram refeitos e reerguidos. O processo é conhecido pelo nome de anastilose, um “palavrão” que se refere à (re)construção a partir de elementos previamente existentes.

2. Não me parece disparatado que, nesse processo, se incorporem no fórum elementos arquitetónicos de grandes dimensões – designadamente, capitéis – que hoje se encontram na galeria do Museu Regional.

3. Ou seja, que estabeleça uma ligação próxima entre estes vestígios, absolutamente notáveis, o Museu, que dispõe também de outros materiais de grande qualidade, o sítio arqueológico de Pisões e o núcleo da Rua do Sembrano.

4. É crucial criar condições para que as escavações arqueológicas se concluam, prevendo-se um programa de edições destinado a uma ampla divulgação dos resultados e das conclusões a que se chegou. Incluo aqui a Casa da Moeda, peça crucial no processo de investigação que Maria da Conceição Lopes tem em curso.5. Não creio que seja possível pôr em funcionamento todo este complexo de sítios – por vezes a razoável distância, como Pisões –, com o habitual e rígido programa: cada sítio com o seu núcleo de exposições, com horário fixo e quadro de pessoal próprio. Ou há um plano em rede, com partilha de recursos, e com intervenções concretas e realistas ou daqui a 10 anos estaremos na mesma. Ou pior, discutindo a privatização ou a alienação de sítios.

A tomada de decisões sobre o património, na perspetiva da sua reabilitação, nem sempre é “simpática”. Nem imediata. É mais fácil “feirizar” a História, criar “eventos” e complementá-los com iniciativas folclóricas. Dá muito menos trabalho e rende mais, no curto prazo. Ora, como bem sabemos, e tendo em conta o que nos resta do fórum, o Património é matéria para o longo prazo.

Leia aqui todo o texto, publicado na edição da semana passada do Diário do Alentejo.

Conferência “Nos idos dos Cesares por terras de Pax Julia” na Rua do Sembrano

20190313093945353.jpgIntegrada no ciclo expositivo “Sob a terra e as águas-Porque há sempre novas histórias para contar....”, realiza-se, esta noite, no núcleo museológico da Rua do Sembrano, a conferência intitulada “Nos idos dos Cesares por terras de Pax Julia”, que tem como oradora convidada Conceição Lopes, arqueóloga, professora na Universidade de Coimbra e coordenadora do CEAACP-Centro de estudos de Arqueologia, Artes e Ciências do Património.

Daqui e daqui.

“A iconografia das necrópoles sidéricas de Beja” em Conferência no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano

201901231016573759.jpg“Ecos e Sinais: A iconografia das necrópoles sidéricas de Beja, entre o Alentejo e o Mediterrâneo” é o mote para uma conferência que vai decorrer, esta noite, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano.

Francisco B.Gomes, Investigador Pós-Doutoral da UNIARQ-Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa e da Faculdade de Letras da mesma Universidade, é o orador convidado da conferência que tem início marcado para as 21.30 horas.

Daqui e daqui.

Investigação do Outeiro do Circo volta a ser apoiada pela autarquia de Beja

201901021501025321.jpgMiguel Serra, um dos arqueólogos responsáveis pelas escavações no Outeiro do Circo, afirma que aquilo que está previsto surge no âmbito do trabalho que está a ser desenvolvido, desde 2014, naquele povoado da Idade do Bronze e que este novo projecto, a desenvolver entre 2019 e 2021, volta a contemplar para além da vertente de escavações, um conjunto de iniciativas paralelas.

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