Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Mai 18

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O Núcleo Museológico da Rua do Sembrano recebe esta noite, pelas 21.30 horas, a conferência “A Metalurgia do Cobre no Sul de Portugal entre 3000 e 800 a.C.”, integrada no ciclo expositivo “Sob a Terra e as Águas – Porque há sempre Novas Histórias para Contar…” e tem como conferencistas António Monge Soares e Pedro Valério, do Centro de Ciências e Tecnologias Nucleares, do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.

A exposição “Sob a Terra e as Águas” pode ser visitada de terça a domingo, entre as 9:30h e as 12:30h e das 14:00h às 18:00h.

publicado por Zé LG às 12:51
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Abr 18

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publicado por Zé LG às 00:29
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Abr 18

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publicado por Zé LG às 00:06
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Mar 18

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publicado por Zé LG às 18:30
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Fev 18

Câmara de Beja não aprovou novo projecto para o Outeiro do Circo

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Os coordenadores do Projecto Arqueológico do Outeiro do Circo revelam que o novo projecto de investigação para 2018/2021 submetido à apreciação da Câmara de Beja em Dezembro de 2017 não mereceu o apoio desta entidade, não sendo assim possível a sua prossecução.

Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, afirma que as condições logísticas e financeiras que foram apresentadas pelos responsáveis do projecto do Outeiro do Circo são incomportáveis para o município.

publicado por Zé LG às 13:50
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Fev 18

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é o mote para uma conferência de arqueologia que vai decorrer, esta noite, às 21.30 horas, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano, em Beja.

A iniciativa, organizada pela autarquia bejense, pela Direção Regional de Cultura do Alentejo e pela EDIA, é conduzida por Lídia Batista, coordenadora de trabalhos arqueológicos da empresa “Arqueologia e Património” e investigadora do Centro de Estudos em Arqueologia, Arte e Ciências do Património, da Universidade de Coimbra.

publicado por Zé LG às 01:04
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Jan 18

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Ver AQUI

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publicado por Zé LG às 22:32
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Jan 18

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publicado por Zé LG às 21:30
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Out 17

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A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE) esteve de visita a uma exploração, situada perto de Beja, onde uma empresa espanhola terá destruído uma ponte romana e quase duas dezenas de sítios arqueológicos assinalados no Plano Director Municipal para plantar 3 mil hectares de amendoal.
A líder do BE falou do Alqueva e da necessidade da água para “haver agricultura, emprego, desenvolvimento”, acrescentando que “o que estamos a assistir é que o terreno está todo a ser ocupado, nomeadamente o melhor terreno agrícola, por culturas intensivas”, que “não criam emprego propriamente na região, ... e têm tido danos a vários níveis, ambientais desde logo”.
Catarina Martins não tem dúvidas “que é preciso novas regras para o ordenamento dos nossos recursos hídricos, porque Portugal precisa de água, tem de a proteger, tem de a saber usar”.

publicado por Zé LG às 08:48
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Set 17

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A Villa Romana de Pisões recebe hoje, às 17.30 horas, uma sessão pública, que assinala a reabertura ao público deste espaço e que conta com a presença da secretária de Estado da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, precedida de uma visita ao sítio arqueológico.

A Universidade de Évora decidiu, embora ainda estejam a decorrer campanhas de estudo, a reabertura ao público deste espaço para visitas, mediante três modalidades: sem marcação, com marcação e para escolas.
A Universidade de Évora revela ainda, que para a realização destas visitas foi recuperado o Centro de Acolhimento e Interpretação, que disponibiliza ao visitante informação sobre o sítio arqueológico e que foi elaborado e sinalizado o percurso a efetuar dentro da Villa Romana de Pisões.

publicado por Zé LG às 12:38
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Ago 17

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Plano de Acção para a Vila Romana de Pisões assenta em três eixos de acção.

Investigação e desenvolvimento, valorização patrimonial e divulgação e formação são as premissas do protocolo assinado ontem pela Câmara de Beja, a Universidade de Évora e a Direcção Regional de Cultura.

Depois da fase de recuperação e da prevista reabertura ao público, está equacionada a criação naquele local de um Campo Experimental para as Arqueociências e Ciências do Património.

João Rocha, presidente da Câmara de Beja, mostrou-se surpreendido pelo trabalho realizado nos últimos meses em Pisões e sublinhou a “firme vontade” da autarquia em valorizar o património do concelho.

O autarca revelou que vão ser também desenvolvidos trabalhos arqueológicos na Praça da Republica.

A Directora Regional de Cultura fala “num novo ciclo” para este Monumento de Interesse Público. Ana Paula Amendoeira considera que o Plano de Acção “cumpre aquilo que é essencial para Pisões”, nomeadamente o seu estudo “sistemático e rigoroso”.

O financiamento do Plano de Acção está a ser alvo de várias candidaturas. Uma delas já foi aprovada, revela Ana Costa Freitas, Reitora da Universidade de Évora. 

Ler e ouvir também em: 

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=13079

publicado por Zé LG às 10:12
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Ago 17

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O Salão Nobre da Câmara Municipal de Beja recebe, às 10.30 horas, a cerimónia de assinatura de um Protocolo de Colaboração para a Salvaguarda e Gestão da Vila Romana de Pisões.

O documento vai ser assinado pelo Presidente da Câmara Municipal de Beja, Reitora da Universidade de Évora e Directora Regional de Cultura do Alentejo.
A cerimónia inclui também uma sessão de apresentação do projecto de conservação e gestão para Pisões, por Bento Caldeira, da Universidade de Évora.

 

Mais vale do que nunca. Só faltam cinco semanas… Porque não passam a realizar eleições todos os os anos?...

publicado por Zé LG às 08:53
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Ago 17

 

publicado por Zé LG às 08:49
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Jul 17

Apelando à paciência dos que já estão fartos e dos que se sentem incomodados com esta masturbação intelectual, insisto nela com a transcrição deste comentário, que considero pertinente:

 

Demolido o depósito, sem apelo nem agravo, as perguntas que se colocam ao avanço do projecto, são: 

1 - mais valias obtidas, face ao custo da obra de demolição?

2- qual a razão para o atraso de 4 anos na conclusão da obra do Centro de Arqueologia e Artes?
3 - já existe projecto estabilizado ou o inicial ainda está em fase de alterações?
4 - como está a execução financeira da candidatura aprovada? Qual o investimento total previsto e qual o acréscimo que se verifica face ao orcamento inicial?
5 - como foi paga a obra de demolição do depósito? Foi utilizada a verba prevista para acompanhamento arqueológico do projecto, na obra da demolição do depósito? 
6 - qual o prazo previsto para a conclusão da obra?
7 - já existe projecto museografico? Quem o conhece? Qual o custo?

Comentário de Alentejo dos pequenitos a 7 de Julho de 2017 às 11:53, AQUI.

publicado por Zé LG às 19:55
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Jun 17

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publicado por Zé LG às 13:47
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Jun 17

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Ver toda a informação AQUI.

publicado por Zé LG às 18:26
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Jun 17

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publicado por Zé LG às 21:30
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Mai 17

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O Projecto Outeiro do Circo associou-se à adpBeja – Associação para a Defesa do Património Cultural da Região de Beja, na organização de um ciclo de conferências dedicado às "Grandes novidades da arqueologia da região de Beja". A primeira realiza-se hoje, na Biblioteca Municipal da cidade e é sobre o tema “A região de Beja na Idade do Ferro”.

Este ciclo é constituído por três sessões centradas nos três grandes períodos cronológicos que revelaram maior quantidade de novos dados na região de Beja, a Idade do Cobre, a Idade do Bronze e a Idade do Ferro.

A primeira conferência está agendada para hoje, às 21:30, para a Biblioteca Municipal de Beja e está a cargo de Ana Margarida Arruda, da UNARQ (Centro de Arqueologia) e Centro de Estudos Clássicos da Universidade de Lisboa, para falar sobre "A região de Beja durante a Idade do Ferro".

publicado por Zé LG às 13:46
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Jan 17

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Mas, para já, os arqueólogos estão intrigados com a recente descoberta de uma cisterna que veio à luz do dia após a polémica remoção do depósito da água. “Não deixa de ser curioso”, assinala Conceição Lopes, “que mais de dois mil anos antes da construção do equipamento que agora foi demolido já aqui estava um depósito para distribuir água pública à cidade”. Trata-se de “um tanque ao nível da rua” que terá sido construído entre os anos 70 e 30 a.C. e que culminava “com uma espécie de abóbadas que podiam rematar numa grande fonte monumental que dava para a atual rua dos Escudeiros”.

Para além da importância do edifício em si, principalmente ao nível da datação, esta descoberta vem igualmente colocar na ordem do dia da comunidade científica a questão do abastecimento de água à cidade. “Normalmente a água de abastecimento público chegava por intermédio de um aqueduto. Mas Beja não tem esse equipamento, o que nos faz supor que este depósito e outras mães-de-água que poderiam existir nesta zona eram abastecidos recorrendo a poços e à água da chuva”. PB, AQUI

Foto DAQUI.

publicado por Zé LG às 16:24
20
Jan 17

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publicado por Zé LG às 18:00
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Boa reportagem https://www.dn.pt/portugal/interior...
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