Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Será este Projeto que vai tirar o Sítio do Fórum Romano de Beja do abandono em que se encontra?

Zé LG Zé LG, 20.02.20

O Projeto do Sítio do Fórum Romano é apresentado esta sexta-feira, 21 de Fevereiro, às 21h00, no Centro Unesco, em Beja, numa sessão que contará com a presença de Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, Ana Paula Amendoeira, diretora regional de Cultura do Alentejo, e do arquiteto Vitor Mestre.

projeto-do-sitio-forum-romano-848x468.jpgEstas ruínas foram descobertas em 2008, mas têm sofrido um elevado estado de degradação desde então. Agora, este projeto nasce para dar vida a um espaço de valor histórico.

"Agricultura intensiva, inovação tecnológica e preservação das paisagens culturais na região Euroace"

Zé LG Zé LG, 15.01.20

workshop_agric_intens_euroace.jpgé o tema do workshop que terá lugar no próximo dia 17 de janeiro, com início às 10:00h, no Centro UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, em Beja, organizado pelo Instituto de Arqueología-Mérida (CSIC-Junta de Extremadura) (IAM), pelo Centro de Investigaciones Científicas y Tecnológicas de Extremadura (CICYTEX) e pela Universidade de Évora (Uév.).
O propósito deste encontro é, em primeiro lugar, mostrar o desenvolvimento e resultados da tarefa "Métodos não invasivos em Arqueologia e Agricultura de Precisão para a revalorização do Património e desenvolvimento de uma atividade agrária produtiva e sustentável". Em segundo lugar, pretende-se confrontar a visão de como gerir os espaços agrários atuais em múltiplas perspetivas: a dos empresários agrícolas, a dos investigadores em ciências agronómicas, arqueólogos e gestores encarregues da custodia do território.

De manhã, será feita a apresentação de trabalhos realizados no quadro do projeto INNOACE e associados à temática da tarefa e, de tarde, terá lugar uma Mesa redonda com intervenção de outros agentes interessados.

Governo atribui Medalha de Mérito Cultural a Cláudio Torres

Zé LG Zé LG, 09.01.20

safe_image.jpg

“Em reconhecimento do inestimável trabalho de uma vida dedicada ao estudo e à investigação histórica e às causas do património cultural e da arqueologia peninsular, tendo ajudado a preservar e a compreender, com a sua obra, uma parcela fundamental da nossa memória colectiva, entende o Governo português prestar pública homenagem a Cláudio Torres, concedendo-lhe a Medalha de Mérito Cultural”, que vai ser entregue por Graça Fonseca, numa cerimónia na vila alentejana de Mértola, distrito de Beja, no sábado, 11, dia em que Cláudio Torres, faz 81 anos, refere o gabinete da ministra da Cultura, Graça Fonseca.

Campo Arqueológico de Mértola distinguido com “IV Prémio Sísifo a la Investigación, Defensa y Difusión del Património Arqueológico”

Zé LG Zé LG, 10.10.19

cam.jpgO Campo Arqueológico de Mértola (CAM) vai receber, nesta quinta-feira, o “IV Prémio Sísifo a la Investigación, Defensa y Difusión del Património Arqueológico” 2019, atribuído pela Associação Arqueología Somos Todos, da área de arqueologia da Universidade de Córdoba.

O júri do Prêmio Sísifo decidiu por unanimidade, atribuir o galardão em “reconhecimento pelo trabalho de pesquisa, protecção, e revitalização do património arqueológico e cultural desta localidade, que se tornou um modelo internacional de arqueologia integral”, refere a Associação Cultural da Universidade de Córdoba.

“Arqueologia nas Freguesias: 7 sítios, 7 histórias"

Zé LG Zé LG, 24.09.19

serpa.jpg… é o mote para um programa de divulgação patrimonial promovido pela Câmara Municipal de Serpa, destinado a divulgar o conhecimento arqueológico sobre o concelho, nas diversas localidades. A primeira iniciativa, integrada nas Jornadas Europeias do Património, realiza-se no próximo domingo, em Vila Verde de Ficalho, região com forte tradição de investigação arqueológica. A sessão com início marcado para as 10.00 horas, no Salão Polivalente, inclui o visionamento de um filme e uma conferência que destacam o património arqueológico desta freguesia. Segue-se, às 11.00 horas, uma visita orientada ao Museu de Ficalho e aos vestígios arqueológicos de várias épocas que se encontram na sua envolvente.

Papa Francisco premeia 40 anos de trabalho do Campo Arqueológico de Mértola

Zé LG Zé LG, 11.07.19

claudio_torres.jpgEnquanto o sumo pontífice “encoraja e apoia” os que se comprometem na “pesquisa histórico-arqueológica”, o Governo português privou os investigadores de Mértola dos apoios necessários ao desenvolvimento do seu trabalho, acusa Cláudio Torres.

O trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 40 anos pelo Campo Arqueológico de Mértola (CAM) acaba de ser reconhecido pela Cúria Romana com a atribuição do prémio das Academias Pontifícias do Vaticano, este ano dedicado aos primeiros séculos do Cristianismo.

Durante a sessão pública das Academias Pontifícias, realizada na terça-feira no Vaticano, o arqueólogo Cláudio Torres, director do CAM, foi surpreendido com uma mensagem enviada aos participantes no encontro pelo Papa Francisco onde este diz: “Apraz-me entregar o prémio das Academias Pontifícias à associação portuguesa Campo Arqueológico de Mértola pelas campanhas arqueológicas conduzidas nos últimos anos e pelos extraordinários resultados obtidos”, acrescentando ainda que pretende “encorajar e apoiar” os que se comprometem na “pesquisa histórico-arqueológica e relativa aos mártires”.

Santiago Macias propõe reflexões sobre o Fórum de Beja

Zé LG Zé LG, 05.07.19

imgLoader2.ashx.jpgO conflito de pouco nos serve… Sem entrar na polémica em torno do projeto de arquitetura e do futuro das estruturas arqueológicas, gostaria de deixar aqui alguns tópicos para reflexão:

1. A leitura de espaços como o dos templos de Beja só consegue ser feito através da sua “verticalização”. Muitos teatros romanos, muitos arcos do triunfo foram refeitos e reerguidos. O processo é conhecido pelo nome de anastilose, um “palavrão” que se refere à (re)construção a partir de elementos previamente existentes.

2. Não me parece disparatado que, nesse processo, se incorporem no fórum elementos arquitetónicos de grandes dimensões – designadamente, capitéis – que hoje se encontram na galeria do Museu Regional.

3. Ou seja, que estabeleça uma ligação próxima entre estes vestígios, absolutamente notáveis, o Museu, que dispõe também de outros materiais de grande qualidade, o sítio arqueológico de Pisões e o núcleo da Rua do Sembrano.

4. É crucial criar condições para que as escavações arqueológicas se concluam, prevendo-se um programa de edições destinado a uma ampla divulgação dos resultados e das conclusões a que se chegou. Incluo aqui a Casa da Moeda, peça crucial no processo de investigação que Maria da Conceição Lopes tem em curso.5. Não creio que seja possível pôr em funcionamento todo este complexo de sítios – por vezes a razoável distância, como Pisões –, com o habitual e rígido programa: cada sítio com o seu núcleo de exposições, com horário fixo e quadro de pessoal próprio. Ou há um plano em rede, com partilha de recursos, e com intervenções concretas e realistas ou daqui a 10 anos estaremos na mesma. Ou pior, discutindo a privatização ou a alienação de sítios.

A tomada de decisões sobre o património, na perspetiva da sua reabilitação, nem sempre é “simpática”. Nem imediata. É mais fácil “feirizar” a História, criar “eventos” e complementá-los com iniciativas folclóricas. Dá muito menos trabalho e rende mais, no curto prazo. Ora, como bem sabemos, e tendo em conta o que nos resta do fórum, o Património é matéria para o longo prazo.

Leia aqui todo o texto, publicado na edição da semana passada do Diário do Alentejo.

Conferência “Nos idos dos Cesares por terras de Pax Julia” na Rua do Sembrano

Zé LG Zé LG, 14.03.19

20190313093945353.jpgIntegrada no ciclo expositivo “Sob a terra e as águas-Porque há sempre novas histórias para contar....”, realiza-se, esta noite, no núcleo museológico da Rua do Sembrano, a conferência intitulada “Nos idos dos Cesares por terras de Pax Julia”, que tem como oradora convidada Conceição Lopes, arqueóloga, professora na Universidade de Coimbra e coordenadora do CEAACP-Centro de estudos de Arqueologia, Artes e Ciências do Património.

Daqui e daqui.