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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

BE propõe aplicação de moratória à instalação de culturas intensivas e superintensivas

Zé LG, 15.02.21

IMG_6481.JPGO BE apresentou à Assembleia da República um projeto de resolução que recomenda “a instauração de uma moratória à instalação de novas explorações de abacate, olival, amendoal e outras culturas em regime intensivo e superintensivo”, no Alentejo e Algarve e que “sejam estabelecidas regras e que se impeça, suspendendo até às mesmas estarem definidas, a instalação de novas culturas em regime intensivo e superintensivo”.

Câmara de Serpa participa numa audição na AR, sobre “a não proteção e destruição de vestígios arqueológicos no Alentejo”

Zé LG, 15.12.20

202012141800067126.jpgO Município de Serpa, “consciente da necessidade de salvaguardar o património arqueológico concelhio, um dos maiores conjuntos nacionais, com mais de 800 sítios arqueológicos inventariados, e atento aos impactos causados pela transformação agrícola do território, também com implicações ambientais e de saúde pública, desenvolveu e melhorou uma série de procedimentos de âmbito preventivo, de que é exemplo o protocolo assinado com a Direção Regional de Cultura do Alentejo em 2020 para a salvaguarda do património arqueológico no âmbito de processos agrícolas, e irá informar os deputados sobre o seu modelo de atuação e as preocupações sentidas nesta matéria”.

“A sua qualidade de autarca exige-lhe coisa bem diferente.”

Zé LG, 08.12.20

83042740_2978637818814585_4059015051321802752_o.jp«O AJB resvala nesse artigo de opinião para uma posição de intolerância imprópria de qualquer verdadeiro democrata. A sua qualidade de autarca exige-lhe coisa bem diferente. Também sou membro do PS e sei bem que uma tal atitude não tem sustentáculo nos princípios e valores do socialismo democrático. Por muito que a concorrência e o estilo do PCP irritem, a solução não é a que nas entrelinhas defende. É, como sempre, demonstrar claramente, com visibilidade pública, quais são as políticas mais justas e como implementá-las. Se isso fôr feito, não há populismos que vençam. Já agora: porque não têm os nossos deputados pelo Baixo Alentejo "livre acção" para se baterem pelas causas caras ao Distrito?»
Munhoz Frade 05.12.2020, aqui.

A banalização do Estado de Emergência

Zé LG, 07.11.20

naom_5ae1d695efbd1.jpgO decreto presidencial que declara o Estado de Emergência entre o dia 9, segunda-feira, e o dia 23 de novembro, foi aprovado esta sexta-feira pela Assembleia da República com os votos a favor do PS, PSDCDS e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues. BE, PAN e Chega abstiveram-se. PCP, PEV, Iniciativa Liberal  e a deputada não inscrita Joacine Katar Moreira votaram contra. 

O consenso que aprovou as anteriores declarações do Estado de Emergência desfez-se na aprovação desta quarta. O que parece óbvio, face à banalização das justificações apresentadas. Uma declaração do Estado de Emergência é uma decisão grave, que apenas deve ser tomada quando está eminente uma guerra civil ou as autoridades não conseguem manter as condições mínimas de uma vida normal em sociedade. Não deve ser tomada como prevenção para a necessidade de medidas gravosas ou até ao fim da pandemia, como foi afirmado. Hoje, esta medida é tomada em nome da salvaguarda da saúde, amanhã da defesa de uma coisa qualquer, sempre com limitação de liberdades, direitos e garantias... E o que me preocupa mais é a facilidade que tal medida é aceite pela pessoas, que e, em muitos casos, reclamam mais restrições. 

Orçamento de Estado: tanta dramatização para quê?

Zé LG, 29.10.20

O Orçamento de Estado para 2021 foi aprovado na generalidade, com os votos favoráveis do PS, os votos contra de toda a direita e do BE e a abstenção do PCP, PAN, PEV e de duas deputadas, que entretando abandonaram os partidos por que foram eleitas. Depois do Orçamento limiano, esta é a proposta de OE que passou mais "à rasca". E quem se absteve não garantiu a mesma posição na votação global final...

Entretanto, o BE levou-as "a torto e a direito" da direita - imagine-se!, quando toda ela votou contra -, e do PS, cujos dirigentes e deputados fizeram afirmações, pelo menos precipitadas, porque "ainda a procissão vai no adro" e, não me parece, ter sido a postura mais correcta de quem continua a afirmar que pretende continuar a governar à esquerda.

Apenas mais duas notas que me parecem oportunas e pertinentes.

Este OE, mais do que um verdadeiro Orçamento, é um plano de intenções - e nem todas boas -, porque, tal como admitiu o ministro das Finanças, terá de haver, quase de certeza, um orçamento rectificativo, tal é o grau de incerteza com que ele foi elaborado. Por isso, não é fácil de entender nem de aceitar a dramatização feita, nem, ainda menos, o extremar de posições, que pode vir a dificultar convergências quando elas forem mais necessárias.

O PS está a assumir tiques autoritários, de falta de respeito e de entendimento demasiado largo (restito, talvez seja mais correcto) dos direitos, liberdades e garantias constitucionais. Não me parece ser o caminho mais adequado à situação crítica que vivemos a auto-satisfação, a auto-suficiência, as restrições de duvidosa legalidade constitucional que tem evidenciado. Nem tudo pode valer em nome do combate à pandemia...

Trabalhadores da Administração Local em Luta, marcham até à AR

Zé LG, 23.10.20

202010221943242922 stal.jpgO STAL afirma que o Orçamento do Estado “gora as expetativas dos trabalhadores” e que não “dá resposta às exigências centrais dos trabalhadores da Administração Local”. A marcha nacional que o STAL realiza hoje, tem início às 10.30 horas, na Rua Braamcamp, com destino à Assembleia da República.

PCP questiona governo sobre a situação dos trabalhadores do refeitório e a suspensão do fornecimento de refeições no IPBeja

Zé LG, 15.10.20

201812241225153249 dias.pngEm causa está o término da prestação de serviços da empresa que até então assegurava as refeições no refeitório do IPBeja.

A empresa terá deixado de prestar serviços a 31 de julho. Nessa altura, enviou uma carta aos trabalhadores a informar que manteriam o contrato de trabalho, com todos os direitos e obrigações, sendo a sua nova entidade patronal o Instituto Politécnico de Beja, que “não assume qualquer obrigação com os trabalhadores alegando que os mesmos são da responsabilidade da empresa” em questão.

“Com este impasse os trabalhadores estão em casa, sem vencimento e sem direito, no mínimo, ao respetivo subsídio de desemprego”.

 O PCP quer saber “que conhecimento tem o Governo relativamente à situação em que se encontram os trabalhadores do refeitório do SAS- IPBeja” e “que medidas urgentes vai o Governo tomar para que sejam respeitadas todas as obrigações e os direitos para com estes trablhadores”; se o “Governo não entende que o Instituto Politécnico de Beja está a faltar ao apoio que deverá garantir aos estudantes”, uma vez que “atualmente não é assegurado o fornecimento de refeições no refeitório do SAS- IPBeja; e que “medidas que vai tomar para que seja recuperado o fornecimento de refeições”.

Leia também aqui.

Luís Filipe Vieira fez o que já devia ter feito e outros não fizeram

Zé LG, 17.09.20

image.jpg«Reforçando ainda que é altura dos responsáveis políticos se preocuparem mais em "combater a tendência de transformar em sentença transitada a notícia de uma suspeita ou de uma acusação judicial", Vieira agradece a todos os benfiquistas pelos apoios que tem recebido, mas afirma que não pode permitir que "instrumentalizem o Sport Lisboa e Benfica e a minha comissão de honra em lutas políticas que nada têm que ver com o Clube a que presido e a cuja presidência serei recandidato".

Desta forma, Luís Filipe Vieira tomou a decisão de retirar da sua Comissão de Honra "todos – todos – os titulares de cargos públicos, sejam autarcas, deputados ou membros do Governo", lamentando que  "nos depois do 25 de Abril, se tenha de censurar quem livremente decidiu manifestar-me o seu apoio, mas o populismo e a demagogia dos dias de hoje obrigam-me a fazê-lo de forma a terminar com uma polémica injustificada e profundamente hipócrita".»

Vamos ver se agora o FCP e outros clubes na mesma situação afastam dos seus órgãos sociais "todos – todos – os titulares de cargos públicos, sejam autarcas, deputados ou membros do Governo", que os integram e se os partidos políticos deixam de integrar dirigentes de clubes e outras associações nas listas de apoio às suas candidaturas...

Ferro Rodrigues não entende como não se retiraram lições quanto aos lares

Zé LG, 08.09.20

26722524_770x433_acf_cropped.jpg“Como é que se compreende que continuem apenas a fazer-se testes quando há pessoas que acusam positivo. Quando há uma pessoa num lar que acusa positivo, o caminho já está prejudicado, o caminho para uma vaga nesse lar já é muito forte”, afirmou o presidente da Assembleia da República, que disse ainda: “É isso que não consigo perceber porque é que não se apreenderam lições da primeira fase e não se retiraram lições para a evolução da situação em julho e em agosto, nomeadamente”.

Outra das questões levantadas pelo presidente da AR foi a fiabilidade dos dados internacionais. Ferro Rodrigues questionou como é que é possível que a China apresente diariamente sete ou oito casos de novos infetados, enquanto Portugal apresenta às vezes 300 e 400 casos, acrescentando que, se for verdadeira a informação disponibilizada pela China, Portugal tem de estudar muito a sério o que as autoridades desses países estão a fazer para aprender com elas.

Esperemos que estas questões evidentes, agora levantadas pelo presidente da Assembleia da República, sejam cabalmente esclarecidas e desses esclarecimentos sejam retiradas as devidas consequências.

“Festa do Avante” poderá “mostrar que é possível continuar com as nossas vidas”

Zé LG, 01.09.20

transferir FA.jpgA Festa do Avante, que se realiza no próximo fim-de-semana, tem este ano, gerado muita controvérsia, tendo em conta a atual situação do país, devido à Covid-19.
João Dias, deputado do PCP eleito por Beja defende que, “para além de estar a contaminar” a população, o vírus está a “matar os direitos” dos portugueses, pelo que a Festa do Avante “pode ser uma forma de mostrar que é possível “continuar com as nossas vidas e que a economia pode continuar a funcionar, perante as condições de segurança”, uma vez que está a ser preparada “em articulação com a Direção Geral da Saúde”, recordando que “nenhum evento está proibido de ser feito, apenas não foram realizados pelas organizações porque isso implica perdas”, tal como o PCP vai ter “prejuízo” com a iniciativa. Afirma ainda que a “ideia que se criou” de que a Festa do Avante é uma “excecionalidade e uma ilegalidade não é verdade”.

Pedro do Carmo defende “tratamento especial para o Baixo Alentejo” na área da Saúde

Zé LG, 19.08.20

28699329_2083259275019429_7841417096448737049_o.jpPedro do Carmo afirma que “o Covid-19 é uma enorme preocupação, mas frisa que há questões que têm que ser acauteladas”, defendendo para o distrito “mais investimento na área da saúde” e dizendo, em concreto, que “deve haver um tratamento especial para o Baixo Alentejo”. O deputado quer “a aplicação de medidas para resolver as respostas de saúde” e fala das prioridades, que passam, entre outros aspetos, “pelo reforço de mais profissionais nos lares e unidades de saúde, assim como permitir a deslocação de profissionais às extensões de saúde dos concelhos, no sentido de garantirem a assistência de que as pessoas necessitam”.

Pedro do Carmo assegura que “os dois deputados do PS, eleitos por Beja, têm feito pressão interna e junto da tutela, especialmente Telma Guerreiro que integra a Comissão Parlamentar da Saúde” e que vão “continuar a lutar por um distrito com mais qualidade nesta área”.

Debates quinzenais para quê? Eles almoçam e acertam as coisas....

Zé LG, 23.07.20

Imagem_antonio_costa_rui_rio.jpgNão percebo a surpresa e a indignação que se geraram em torno do acordo do PS com o PSD para acabarem com os debates quinzenais na Assembleia da República, passando a realizá-los de dois em dois meses. Ambos os partidos funcionam como instrumentos dos respectivos, líderes que tudo decidem. António e Rui (Foto daqui) dão-se e entendem-se bem. Almoçam com alguma frequência e aí podem combinar o que houver a acertar. Para quê estarem a perder tempo e a fazerem 230 deputados gastarem tempo que podem ocupar melhor noutras coisas, designadamente (alguns) a tratar da sua vidinha?... Aliás aquela cena das reuniões com membros do governo e das comissões parlamentares também os fazem perder muito tempo, talvez seja oportuno pensarem melhor e limitarem-nas ao mínimo...

Depois admirem-se de cada vez mais gente, a crer nas sondagens, dizer Chega...

Olivum diz que “agricultura de subsistência e agricultura de escala devem coexistir pacificamente”

Zé LG, 13.06.20

A Olivum - Associação de Olivicultores do Sul considera “positiva a não aprovação, na Assembleia da República, dos projectos de lei e de resolução com vista à regulamentação discriminatória do Olival”, porque representa “a reafirmação do Alqueva, um projecto de três mil milhões de euros, como um empreendimento de fins múltiplos em abastecimento humano, regadio agrícola e produção de energia, sem exclusão discriminatória de qualquer uma das vertentes”.

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A discussão e votação em sessão plenária “deram vitória à ciência e à razão ao deixar de lado os argumentos com base nas emoções ou convicções, que em nada contribuem para o esclarecimento do cidadão. Ficou demonstrado que a polarização da discussão dos dois modelos agrícolas – agricultura de subsistência e agricultura de escala – é o caminho errado, pois os ambos os modelos devem coexistir pacificamente” sublinha a Olivum, concluindo que “A desmistificação da agricultura intensiva, super intensiva e da monocultura, assim apelidadas nos projectos legislativos agora chumbados, e a afirmação do olival como agricultura de precisão, dotada de sustentabilidade económica e ambiental, um dos objectivos da Olivum, sai reforçada. O olival moderno continuará a assegurar a viabilidade económica das explorações, dinamizando a economia local e fixando as populações ao território.”

Parlamento debate e vota iniciativas legislativas sobre culturas intensivas e superintensivas

Zé LG, 09.06.20

20190408161646116 agricultura.jpgO Bloco de Esquerda informa que por agendamento deste partido são discutidas e votadas, hoje, no Parlamento, diversas iniciativas legislativas sobre as culturas intensivas e superintensivas. Para além de iniciativas legislativas do BE são discutidas e votadas, igualmente, projetos-lei do PCP, PAN, PEV e do CDS-PP sobre o tema em causa.

PCP quer esclarecimentos sobre o problema ambiental e de saúde pública em Fortes

Zé LG, 27.05.20

O Grupo Parlamentar do PCP deu entrada de um requerimento a solicitar a presença de um conjunto de entidades para prestar esclarecimentos sobre o problema ambiental e de saúde pública em Fortes, no concelho de Ferreira do Alentejo e nos concelhos limítrofes, relacionado com laboração do bagaço de azeitona.

202003041945039545 pcp.jpgO PCP recorda que, em Agosto de 2018, na Assembleia da Republica foi aprovada por unanimidade uma “Resolução que Recomenda ao Governo Português que promova medidas urgentes para por termo ao problema ambiental e de saúde pública em Fortes, Ferreira do Alentejo e concelhos limítrofes, relacionado com laboração do bagaço de azeitona, da qual nada foi cumprido”.

BE questiona governo sobre problemas ambientais e de saúde pública causados pela transformação de bagaço de azeitona em Fortes

Zé LG, 23.05.20

88357361_2494039430910994_640823165106257920_o ForO BE questionou a Ministra da Saúde, Marta Temido, sobre a transformação de bagaço de azeitona em Fortes, Ferreira do Alentejo, referindo que “a unidade industrial da empresa AZPO – Azeites de Portugal, que transforma bagaço de azeitona, continua a causar problemas ambientais e de saúde pública, segundo a população da localidade de Fortes”, pelo que quer saber se “o Governo confirma a persistência dos problemas de saúde pública relacionados com a transformação de bagaço de azeitona” naquela localidade.

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O Bloco quer ainda saber “das medidas urgentes de saúde pública recomendadas ao Governo pela Assembleia da República na Resolução n.º 279/2018, de 23 de agosto, que medidas foram realizadas e quais estão ainda por realizar” e, ainda, “que medidas prevê o Governo adotar para evitar que a unidade industrial continue a causar problemas de saúde pública à população de Fortes”.

Não usem a COVID-19 contra as Comemorações do 25 de Abril na AR

Zé LG, 24.04.20

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Pessoalmente não aprecio comemorações solenes. Embora reconheça o carácter simbólico, prefiro as comemorações populares, onde todos os que querem podem participar.

Este intróito serve para dizer que as comemorações do 25 de Abril na Assembleia da República "não são a minha praia". No entanto, reconheço e realço que os representantes da Nação na Assembleia da República pretendem fazer o que (quase) sempre fizeram, assinalar na Casa da Democracia (que não se encontra suspensa) mais um Aniversário do 25 de Abril. 

Reconheço a outros que não gostem do 25 de Abril, que preferissem que tal data não tivesse acontecido ou que ainda vivêssemos no "tempo da outra senhora" ou ainda que não gostem do tipo de comemorações ou ainda que tenham qualquer outra objecção a que as comemorações se realizem este ano. Mas não usem a COVID-19 para justificar as suas posições, como se as Comemorações fossem causar um novo surto da pandemia... E já agora: Se não gostam, não vejam, mas deixem que os representantes da Nação façam as comemorações que acham que devem fazer e que não prejudicam ninguém.

Só mais uma coisinha: Como eu gostava de saber cantar para entoar bem alto a Grândola Vila Morena!

João Dias afirma que “é preciso legislar e criar condições para manter IPSS”

Zé LG, 22.04.20

202004171728009015 Dias.jpgA Direção da Organização de Beja (DORBE) do PCP já começou o conjunto de audições públicas, on-line, com a presença do deputado eleito por Beja, João Dias. As IPSS foram as primeiras entidades a ser ouvidas. No balanço João Dias referiu que “são muitos os problemas que estão a enfrentar” e que “é preciso legislar, criando condições para a sua manutenção, na importante resposta que dão à população.”

Para João Dias urge implementar medidas de salvaguarda das IPSS, por serem estas as “instituições que atendem às pessoas institucionalizadas”.

«Retirem-nos a liberdade - o abominável consenso»

Zé LG, 20.04.20

65028485_10157431962677430_6594661359449800704_n I«Tenho medo da dormência em relação à restrição das nossas liberdades. É fundamental que lutemos pelos direitos sociais, mas uma sociedade que reage com alívio à restrição da sua liberdade, uma sociedade que normaliza o sobrevoo de dromes, uma sociedade que não debate a restrição das suas liberdades, não anda bem.»

Isabel Moreira, in VISÃO, de 16-04-2020.

Morreu Miranda Calha

Zé LG, 02.04.20

91066385_2919157011494450_2603138545203806208_n MCO portalegrense Júlio Miranda Calha, morreu, no sábado, aos 72 anos idade, vítima de doença súbita.

Licenciado em Letras, chegou, entre outras funções internacionais, a desempenhar o cargo de presidente da Assembleia Parlamentar da NATO. Foi deputado, do PS, à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República entre 1976 e 2019, desempenhou os cargos de Secretário de Estado do Desporto, Secretário de Estado da Administração Regional e Local, Secretário de Estado da Defesa e Governador Civil de Portalegre.

Miranda Calha foi ainda um dos fundadores da Rádio Portalegre onde chegou a desempenhar o cargo de presidente da Assembleia Geral.

À família e ao PS apresento as minhas condolências.