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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Deputados defendem que Aeroporto de Beja pode complementar o de Lisboa

Zé LG, 16.05.24

Os três deputados, eleitos pelo distrito, condideram que o aeroporto de Beja pode ser complementar ao de Lisboa, até o de Alcochete ficar pronto.

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O deputado do PS, Nelson Brito, sublinhou que "é a mobilidade terrestre e ferroviária que tem que potenciar Beja e no tempo ser complementar a Lisboa e Faro, em termos de passageiros", acrescentando que é preciso "manter para o aeroporto de Beja uma visão de fins múltiplos: resposta ao complexo de Sines, manutenção, mercadorias e passageiros, assentes na mobilidade".

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O deputado da AD, Gonçalo Valente, diz que existe "um espaço temporal para preencher até Alcochete ser resposta a Lisboa" e que "Beja é uma hipótese credível que tem que ganhar substância e impor-se como complementar ao Humberto Delgado".

 

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A deputada do Chega, Diva Ribeiro, clarificou que vai "continuar a defender que o aeroporto de Beja possa ser ser complementar a Lisboa e Faro", acentuando "a importância do aeroporto de Beja estar a funcionar sem esquecer que para o seu desenvolvimento é fundamental garantir a ligação ferroviária a esta infraestrutura, bem como terminar a A26".

40ª Ovibeja é inaugurada pelo Primeiro-Ministro, esta manhã

Zé LG, 30.04.24

Primeiro_Ministro_Ovibeja.JPGA 40ª Ovibeja abre as suas portas ao público hoje, com a inauguração, programada para as 11 horas, no Auditório ACOS, presidida pelo Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, que visita a feira, pela primeira vez nessa qualidade, acompanhado do Ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes e da Ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, que é natural de Beja.
Também hoje, a Grande Feira do Sul recebe a visita da Comissão Parlamentar de Agricultura e Mar, que aproveitará a ocasião para se informar do estado da agricultura no Alentejo. Veja aqui o Programa completo.

E se o PS tivesse não tivesse renunciado a formar governo?

Zé LG, 13.04.24

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O PSD e o CDS têm em conjunto apenas mais dois deputados do que o PS. Apesar dessa mais pequena maioria relativa de sempre (80 deputados), Luís Montenegro não hesitou em formar governo nem Marcelo Rebelo de Sousa em lhe dar posse. Agora pede, Luís Montenegro, às oposições para que o deixem governar, para evitar a instabilidade. Mas então não foi ele que na avaliação que fez considerou que tinha condições para governar? 

Se Pedro Nuno Santos tivesse feito a mesma avaliação e considerado que, com uma maior maioria relativa (91 deputados) em conjunto com os partidos à sua esquerda, do que a da AD, tinha condições para governar, será que Marcelo Rebelo de Sousa lhe dava posse e que a AD, para evitar a instabilidade política, assumia a responsabilidade que pede aos outros e deixava Pedro Nuno Santos governar?

“com a fragmentação da AR é o fim da arrogância”

Zé LG, 28.03.24

Jose-Pedro-Aguiar-Branco.jpg«A sua eleição foi um bom exemplo do que temos pela frente em termos de legislatura.
Assim como a arrogância do PSD/AD se porventura tivesse a maioria dos deputados mesmo com a IL. Deixaríamos de ter um arrogante António Costa para termos uma nova versão do Cavaco Silva tão ou mais arrogante do que aquele.
O CHEGA, goste o PSD ou não, é um partido fundamental para a sua governação. E se quer mesmo governar tem que assumir, como fez com o PS para esta eleição de presidente da AR, que negoceia com ele. Aliás como fez o PSD Açores com o CHEGA Açores e o mesmo certamente irá acontecer na Madeira.
É verdade que se trata não só de legitimação do CHEGA como partido de poder e institucional, e sobretudo um feroz seu concorrente à direita. Mas não é o único, também por aí anda a IL.
Agora e felizmente, com a fragmentação do expecto político com representação na AR, e também à esquerda, é o fim da arrogância de Antónios Costa, Josés Sócrates e Cavacos e Silva de vez.» Anónimo, 28.03.2024, aqui.

Finalmente, foi eleito o presidente da Assembleia da República

Zé LG, 27.03.24

Jose-Pedro-Aguiar-Branco.jpgJosé Pedro Aguiar-Branco foi eleito presidente da Assembleia da República (AR), após o impasse que se mantinha desde ontem, depois de três votações sem ter conseguido os votos necessários.
Do total de 228 deputados votantes, Aguiar-Branco conseguiu 160 votos (AD+PS=158), enquanto Rui Paulo Sousa, do Chega, contou com 50 votos (certamente dos deputados do partido). Contaram-se ainda 18 votos em branco e nenhum nulo.
Chegam assim ao fim as peripécias das últimas horas, que acabaram decididas com um acordo entre PS e PSD para uma presidência da AR: Aguiar-Branco foi aprovado pelos socialistas e manter-se-á no cargo até setembro de 2026, altura em que será a vez do PS apresentar um nome para o cargo, que o PSD deverá aprovar.

Se o PSD não consegue eleger o presidente da AR como consegue governar?

Zé LG, 26.03.24

ar (2).pngNa terceira votação do dia, para eleger o presidente da Assembleia da República, Francisco Assis teve 90 e José Pedro Aguiar-Branco 88 votos e registaram-se 52 votos em branco. Perante o impasse na eleição do presidente do Parlamento, foi decidido retomar o processo amanhã, sendo as candidaturas aceites até às 11h, devendo a nova votação realizar-se ao meio-dia.
A situação de impasse criada resultou da indefinição que o PSD mantém sobre se faz ou não acordo com o Chega. Ou Luís Montenegro mantém o “não é não” e o PSD deverá apoiar um candidato da esquerda, que em conjunto tem mais deputados do que o PSD com o CDS e a IL, ou dá o dito por não dito e faz acordo com o Chega para que este vote favoravelmente o seu candidato. Importa lembrar que o PS tem o mesmo número de deputados que o PSD e terá tido maior votação, se à votação da AD se retirarem os votos do CDS.

“foi o que se viu e ouviu na última campanha eleitoral, e que parece não ter fim”

Zé LG, 26.03.24

5-3.jpg«Excelente e atual análise política (“Foram independentes, pensavam pela sua própria cabeça, foram incómodos”), sobre a qual todos sem exceção deveríamos meditar, e que está a quilómetros de distancia do recalcitrante discurso ideológico quer de esquerda ou de direita com que somos diáriamente bombardeados. Que aliás foi tudo o que se viu e ouviu na última campanha eleitoral, e que parece não ter fim.

O país está mergulhado numa profunda crise social e económica de que os jovens são a face mais visivel, e a classe politica e a comunicação social por ela controlada, só nos sabe trazer diáriamente e até ao limite da exaustão, criando e alimentando querelas de índole ideológica para nos distrair ou para semear a discórdia entre uns e outros.» Anónimo, 24.03.2024, aqui.

“Foram independentes, pensavam pela sua própria cabeça, foram incómodos”

Zé LG, 23.03.24

5-3.jpg«O naipe de pessoas que cita pertence a gerações que mergulharam no estudo, adquirindo consistência para os seus ideais de justiça social. Hoje em dia, raramente os aparelhos partidários escolhem intelectuais para candidatar. Essa geração vai desaparecendo, uns pela lei da vida, outros por serem afastados da ribalta. Foram independentes, pensavam pela sua própria cabeça, foram incómodos dentro dos seus próprios partidos. Os carreiristas medíocres conseguem desvencilhar-se deles, pois individualidades como as que cita raramente têm apoio alargado. Nos partidos, até naqueles que pretendem ser considerados contra o “sistema”, são mais numerosos os arrivistas. Os partidos mais antigos foram criados em torno de ideais, mas foram sendo paulatinamente tomados por tachistas. Por isso, os cidadãos eleitores têm de fazer grande esforço para perceber no meio da gritaria mediática quem tem conhecimentos sólidos para desempenhar adequadamente cargos públicos. Para servir a sociedade, não para enriquecer depressa com pouco trabalho. Andamos como o filósofo grego Diógenes, de lanterna acesa…» Anónimo 01.03.2024, aqui.

Já foram eleitos todos os deputados. Saiba quem são.

Zé LG, 21.03.24

AR.pngOs votos dos emigrantes foram apurados esta madrugada, tendo elegido os quatro deputados em falta para preencher a totalidade dos 230 lugares da Assembleia da República: dois para o Chega, um para a AD e outro para o PS, o que perfaz um total de 80 deputados para a AD, 78 para os socialistas e 50 para o Chega. A Iniciativa Liberal fica com oito, o Bloco de Esquerda com cinco, a CDU com quatro, o Livre com quatro e o PAN com um. Veja aqui quem são os deputados eleitos.
Atribuídos os quatro mandatos dos círculos da emigração, a AD fica com 28,02% dos votos, o PS ficou em segundo lugar, com 28,00%, seguido pelo Chega, com 18,07%, pela Iniciativa Liberal (4,94%), Bloco de Esquerda (4,36%), CDU (3,17%), Livre (3,16%) e PAN (1,95%).