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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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… é o mote para um dia aberto que Centro de Competências do Pastoreio Extensivo, representado pela ADPM, promove, neste sábado, entre as 10 e as 12 horas, em Corte Gafo de cima, no âmbito do projeto SPIN- Sustainable Proteino. O Centro surgiu da iniciativa da ACOS, da Cooperativa Agrícola do Guadiana e da ADPM, e reúne 10 entidades fundadoras a nível nacional.
Dar a conhecer exemplos de práticas que têm vindo a melhorar a exploração do ponto de vista da sustentabilidade e do território é o principal objetivo desta iniciativa.
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Nuno Faustino, presidente da ACPA - Associação de Criadores do Porco Alentejano, mostra-se muito preocupado com a seca e com “as consequências terríveis que está a ter no sector agrícola”, pelo que considera que só há dois caminhos para que a pecuária em extensivo tenha futuro: “ou com o apoio do ministério da Agricultura ou com a drástica redução de efetivos nas explorações”.
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A lã da Raça Campaniça é um dos três tipos de lã, de três raças autóctones de ovinos, a partir dos quais Rosa Pomar criou uma peça de roupa pronta a vestir, num processo inovador no nosso país. Ela própria e mais seis artistas nacionais intervieram no processo de conceção de peças de roupa, concretamente, casacos. O resultado deste trabalho criativo vai ser apresentado na quarta-feira, dia 31, na Retrosaria Rosa Pomar, em Lisboa, a partir das 18h00.
“Sentia que fazia sentido poder levar a lã das nossas raças autóctones também a quem não faz malha e, depois de vários anos a desenhar peças para serem tricotadas à mão, achei que podia aventurar-me. Com a ajuda inestimável da minha equipa (…) pude finalmente pegar na lã de três das nossas raças vinda directamente dos criadores (obrigada ACOS e ANCORME), desenhar com ela um novo fio e, com esse fio, um casaco de lã farm to fashion, inteiramente rastreável (do rebanho à peça final) e 100% feito em Portugal (etiquetas e botões incluídos)”, diz Rosa Pomar.
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A ACOS já tem a decorrer as inscrições para a Campanha deste ano da Tosquia de Ovinos. O serviço prestado, que tem como propósito suprir as necessidades dos criadores e a criação de escala, envolve a disponibilização de equipas de tosquia, a concentração da lã e a respetiva comercialização.
A adesão dos sócios da ACOS a este serviço tem vindo a aumentar todos os anos. Em 2022, as equipas da ACOS tosquiaram mais de 142 mil ovelhas, mais 13% do que no ano anterior. Em 2021 foram tosquiados 126.200 ovinos, mais 26 mil que em 2020. No que diz respeito ao volume de lã, em 2022 a ACOS reuniu cerca de 350 mil quilos para comercialização no mercado internacional, cerca de 50 mil quilos mais que em 2021 e mais 90 mil quilos que em 2020.
A aposta neste serviço por parte da ACOS tem como propósitos, entre outros, a prestação de um serviço indispensável ao produtor de ovinos a preços controlados, a obtenção de melhores preços de venda da lã, o envolvimento dos criadores na produção de lã de qualidade e a maior diferenciação da lã por tipos.
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O projeto está a ser desenvolvido por Kate Mor, pertencente ao Fundo Internacional para a defesa dos Elefantes, e tem como objetivo criar um espaço para acolher elefantes, que virão de todas as partes do mundo e de Portugal, e que já não se encontram em condições para continuarem a estar presentes nos espetáculos circenses, ou seja, elefantes que se encontram em fim de vida. Neste espaço vai ser criado um cemitério para enterrar estes animais quando morrerem. Para o desenvolvimento deste projeto foram adquiridas três propriedades, com cerca de 200 hectares no concelho de Vila Viçosa e mais 200 hectares no concelho de Alandroal.
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