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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Miguel Bastos Araújo, investigador da Universidade de Évora, aponta relação entre clima e propagação da Covid-19

Zé LG, 17.03.20

imgLoader2.ashx.jpegO investigador Miguel Bastos Araújo, da Universidade de Évora, indicou uma relação entre o clima e características epidemiológicas do novo coronavírus, cuja maior parte dos casos aconteceu em áreas “secas e com temperatura fresca”. Em termos do número de pessoas infetadas no mundo, desde o início de janeiro e até à passada terça-feira, há “uma concentração de casos em áreas com uma temperatura fresca, ali por volta dos seis e dos nove a 10 graus”, indicou, em declarações à agência Lusa.

Segundo o investigador, Prémio Pessoa em 2018 e responsável pela Cátedra na área da Biodiversidade na Universidade de Évora (UÉ), “a maior parte dos casos” de pessoas com a doença Covid-19 verifica-se “em área secas” e “com uma precipitação baixa”, no período da infeção.

Esta relação “que parece haver entre as características epidémicas do vírus e o clima” é um dos resultados de um estudo de Miguel Bastos Araújo e do investigador iraniano Babak Naimi, da Universidade de Helsínquia (Finlândia). No caso de Portugal, exemplificou, “o que se prevê é que, agora, em março e abril, o vírus continue em expansão”, porque “terá condições para isso”, mas espera-se que, “a partir de maio ou junho decaia abruptamente”.

“O que não quer dizer que não continue a haver contágios porque, por exemplo dentro de casa, com ar condicionado, essas são condições ideais para a propagação do vírus. O que se prevê é que seja muito mais reduzida essa propagação, as condições do ecossistema são menos adequadas para o vírus”, completou.

Lucélia Santos, atriz, fundou Coletivo Alvito para pressionar atual governo brasileiro a tomar medidas em defesa da Amazónia

Zé LG, 15.03.20

O que é e como surgiu o Coletivo Alvito e qual a ligação de Lucélia a Alvito?

Lucélia Santos.jpegSurgiu da imensa necessidade de agirmos aqui na Europa para pressionarmos o atual governo brasileiro (neofascista) a tomar medidas em defesa da Amazónia e dos seus povos originários, índios, extractivistas, etc.. Todos estão ameaçados, os povos e o bioma [áreas biogeográficas]. Ao conhecer Alvito, a oliveira que lá existe ao lado do castelo medieval, ao abraçá-la, senti que ela era o elo entre todas as árvores e nossa ideia gerada daqui, de Portugal, na direção do outro lado do Atlântico, Brasil. As oliveiras centenárias e os nomes de Alípio de Freitas (que conheci quando esteve preso no Brasil, nos anos 80) e Camilo Mortágua, grandes combatentes, foram a inspiração que nos levou a dar esse nome ao coletivo. A sede tem sido em Lisboa, no AJA – Associação José Afonso, e temo-nos reunido às segundas-feiras, às 19:30 horas. Quem quiser participar que nos escreva para coletivoalvito@ gmail.com/

Texto Nélia Pedrosa, publicado no Diário do Alentejo, que pode ler na íntegra aqui.

ZERO e Movimento Alentejo Vivo visitaram áreas críticas associadas à intensificação agrícola no Baixo-Alentejo

Zé LG, 11.03.20

A Direcção da ZERO-Associação Sistema Terrestre Sustentável, incluindo o seu presidente Francisco Ferreira, fez, hoje, no distrito de Beja, uma visita para “dar a conhecer de perto os problemas ambientais relacionados com a implementação dos perímetros de rega da área de influência do projecto de Alqueva”.

P1010799.JPGJosé Paulo Martins, dirigente da Associação Zero e membro do Movimento Alentejo Vivo, afirmou que o “pequeno circuito” que foi feito, porque muito mais havia para mostrar, teve início em Fortes, com passagem por Alfundão, Beringel, Boavista, Trindade, Salvada, Quintos, Baleizão e Neves, terminando com um encontro com elementos do Movimento Alentejo VIVO na cidade de Beja. José Paulo Martins recordou ainda que há já muito tempo que a Associação Zero anda a alertar as autoridades competentes para a tomada de medidas, mas até agora nada tem sido feito.

Serpa avança com projecto no âmbito das alterações climáticas

Zé LG, 09.03.20

serpa_5.4.jpg“As medidas a adoptar actuam em dois domínios fundamentais: contrariar o efeito da ilha de calor nos espaços públicos e fazer uma gestão sustentável dos recursos hídricos” e pretendem funcionar “como um modelo de boas práticas […]”, explica o Município. O projecto inclui “a criação de uma estrutura de sombreamento sazonal, bem como planos de água e fontes, na Praça da República, em Serpa, a criação de corredores de ventilação e a respectiva nebulização nas ruas dos Cavalos, do Calvário, dos Fidalgos e das Portas de Beja, e a alteração do abastecimento do sistema de rega a partir da rede pública, para a utilização de águas subterrâneas, no Parque Desportivo Municipal de Vila Nova de São Bento (Campo de Futebol)” e “paralelamente inclui acções de informação, sensibilização, divulgação e disseminação sobre estas intervenções e sobre a problemática das alterações climáticas”.

Fórum sobre o encerramento da Central Termoelétrica de Sines

Zé LG, 07.03.20

P1060420.JPGO Centro de Artes de Sines recebe neste sábado, 7 de março, a partir das 14h30, um Fórum sobre o encerramento da Central Termoeléctrica de Sines, que pretende debater as consequências sociais de económicas e o futuro dos trabalhadores, é uma organização do Sindicato das Indústrias Energias Serviços e Águas do Sul (SIEAP) com o apoio da Câmara Municipal de Sines e conta com a participação de: João Galambas (Secretário de Estado da Energia), Nuno Mascarenhas (Presidente da C.M. de Sines), Álvaro Beijinha (Presidente C.M. Santiago do Cacém), Ramalho do Nascimento (Portsines), Cláudio Santiago (Sieap) e um representante da Administração da EDP Produção.

ADPM inaugurou Centro de Interpretação e Observação do Lince-ibérico

Zé LG, 06.03.20

A ADPM- Associação de Defesa do Património de Mértola inaugurou o Centro de Interpretação e Observação do Lince-Ibérico, em São João dos Caldeireiros, que “tem como propósito acolher visitantes num espaço sombreado, facultando informações sobre o felino e o seu habitat, através de conteúdos expostos em painéis informativos”.

“No âmbito do projecto “Por Terras de Lince-ibérico”, a ADPM reabilitou espaços no território do lince-ibérico, que facultarão à população residente e visitante conhecimento e recomendações para uma observação responsável.”

LI 201803051221569092.jpgUm casal de lince-ibérico - o macho Quinde e a fêmea Quisquilla -, foi libertado, hoje, em Corte Gafo de Cima, no Vale do Guadiana, área de reintrodução da espécie em Portugal e, em liberdade, serão monitorizados por uma equipa do ICNF- O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

João Paulo Catarino, secretário de Estado da Conservação da Natureza, Florestas e Ordenamento do Território, esteve presente em ambas as acções.

Leia e oiça mais aqui.

Associação Amigos das Fortes recusa convite da Câmara de Ferreira do Alentejo

Zé LG, 05.03.20

A Associação Ambiental dos Amigos das Fortes (AAAF), convidada para o dia do município de Ferreira do Alentejo, que se assinala hoje, para uma sessão solene a realizar frente à Câmara Municipal, com a presença das associações e os respetivos estandartes, declinou o convite como forma de protesto contra a situação que as Fortes vivem há mais de 12 anos.

202003041945101966.jpgFátima Mourão frisou, ainda, que o compromisso da Associação é “estar ao lado da população das Fortes e procurar que a Câmara de Ferreira do Alentejo execute o papel a que está confinada, defender as populações, responder a problemas concretos e fomentar a nossa participação nas políticas correspondentes.”

EMAS Beja integra consórcio internacional de promoção da transição para a economia circular no sector das águas residuais

Zé LG, 04.03.20

202003030652501.jpgDe acordo com o administrador-executivo da EMAS, trata-se do projecto "TransForCE", que junta "20 entidades de todo o mundo, formando um consórcio internacional, que pretende agregar conhecimento científico, académico e de gestão, para o desenvolvimento de estratégias e soluções inovadoras para a transição da economia circular aplicada à gestão sustentável das águas residuais".

Segundo Rui Marreiros, "um dos principais pontos fortes do 'TransForCE' é a diversidade e experiência dos parceiros envolvidos e das práticas utilizadas no saneamento de águas residuais orientados para uma economia circular", sendo que os objectivos do consórcio "estão alinhados com as estratégias da Comissão Europeia para o desenvolvimento sustentável".

Daqui, daqui e daqui.

“Juntos pelo Sudoeste” entregou petição com 6 000 assinaturas na AR para impedir que “a área coberta de plástico triplique”

Zé LG, 04.03.20

202003021542599596.jpg“Juntos pelo Sudoeste” (JPS), o movimento de cidadãos de Odemira e Aljezur que se juntou para impedir que “a área coberta de plástico que já existe no parque” se “triplique”, como está previsto na resolução do Conselho de Ministros n.º 179/2019, aprovada pelo anterior Governo, entregou, na Assembleia da República, uma petição pública com cerca de seis mil assinaturas”, com o objectivo de “levar este tema a debate na Assembleia da República para que seja cuidadosamente analisado”, porque “numa região que é Parque Natural há compromissos que não estão a ser cumpridos”.
“Juntos pelo Sudoeste” criou a petição “O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina não aguenta mais agricultura intensiva”, que pretende também impedir a colocação de contentores dentro das explorações agrícolas para mais trabalhadores emigrantes até 36 mil pessoas”. Daqui e daqui.