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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Lucélia Santos, atriz, fundou Coletivo Alvito para pressionar atual governo brasileiro a tomar medidas em defesa da Amazónia

Zé LG, 15.03.20

O que é e como surgiu o Coletivo Alvito e qual a ligação de Lucélia a Alvito?

Lucélia Santos.jpegSurgiu da imensa necessidade de agirmos aqui na Europa para pressionarmos o atual governo brasileiro (neofascista) a tomar medidas em defesa da Amazónia e dos seus povos originários, índios, extractivistas, etc.. Todos estão ameaçados, os povos e o bioma [áreas biogeográficas]. Ao conhecer Alvito, a oliveira que lá existe ao lado do castelo medieval, ao abraçá-la, senti que ela era o elo entre todas as árvores e nossa ideia gerada daqui, de Portugal, na direção do outro lado do Atlântico, Brasil. As oliveiras centenárias e os nomes de Alípio de Freitas (que conheci quando esteve preso no Brasil, nos anos 80) e Camilo Mortágua, grandes combatentes, foram a inspiração que nos levou a dar esse nome ao coletivo. A sede tem sido em Lisboa, no AJA – Associação José Afonso, e temo-nos reunido às segundas-feiras, às 19:30 horas. Quem quiser participar que nos escreva para coletivoalvito@ gmail.com/

Texto Nélia Pedrosa, publicado no Diário do Alentejo, que pode ler na íntegra aqui.

"Da Inquietação na Pintura" em Alvito

Zé LG, 15.02.20

Apresentação do Catálogo a propósito da Exposição  Da Inquietação na Pintura, de Carlos Correia - 22 de Fevereiro | 16 horas |  Espaço Adães Bermudes, Alvito

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"As obras expostas, mais de cinquenta, entre pintura, desenho, técnica mista e livros de artista, todas elas pertencentes à colecção Marin Gaspar, mostram um trabalho notável de pesquisa, experimentação, técnica e de génio artístico e são o testemunho de um percurso tão sabiamente desenvolvido, mas precocemente interrompido (1975 – 2018)".

PSD Alvito exige explicações sobre “derrocada” e “apagão” na Feira dos Santos

Zé LG, 20.11.19

António Freire, do PSD de Alvito, disse que “parte de uma estrutura amovível colocada no recinto de espetáculos desabou e jovens magoaram-se”, que até à data “nem uma palavra deste Executivo camarário sobre o sucedido” e exigiu “um pedido público de desculpas pelo triste desfecho da Feira dos Santos.” Disse, ainda, que também gostaria de ver esclarecido um “apagão” na iluminação durante a Feira.

feira.JPGAntónio João Valério, o presidente da Câmara Municipal de Alvito, esclareceu que tudo foi “tratado em conformidade”, que “os jovens foram tratados” dos ferimentos “sem gravidade”, que a autarquia “falou com a família, acompanhando sempre o sucedido”. Sobre a quebra na iluminação referiu que foi “decorrente de uma avaria no gerador”.

Memórias dos Moinhos de Alvito  -  O PR2 AVT já se encontrada sinalizado!

Zé LG, 17.11.19

O segmento de Turismo Natureza – passeios pedestres, tem conhecido nos últimos anos um forte incremento em Portugal de forma global e na Região Alentejo em particular.

A ERT-Turismo do Alentejo  criou uma rede de percursos pedestres sinalizados, com uma estruturação própria, uma linguagem comum e sinalização adequadas , proporcionando uma rede de oferta de elevada procura.

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Assim surgiu o PR2 Alvito , um percurso circular de 14.8 km que  mostra um campo autêntico, com paisagens a perder de vista. Numa primeira parte os caminhos rurais de terra batida apresentam desníveis moderados que se vão acentuado nos morros onde subsistem os históricos moinhos de vento e capelas com pinturas fresquistas.

A nossa cidade de Beja e a nossa região merecem muito… muito mais!

Zé LG, 14.11.19

1073683_205786689585538_1587212398_o(2).jpgO esquecimento e a negligência têm sido os atributos que mais afectam esta parcela de Portugal. Esses «contra-valores», de base reaccionária e anti-progresso, têm sido a constante de tantos e tantos maus e incompetentes decisores.
A nossa cidade de Beja, as nossas vilas e nossas aldeias são compostas por pessoas e coisas… merecem mais… muito mais!
Infelizmente são necessários – e urgentes – este tipo de iniciativas.
...
O impulso desta iniciativa (deslocação de Beja A Bruxelas) já deixou marcas!
Cá estaremos para lhe dar corpo… cada um/a na sua respectiva esfera de possibilidades.
Eu estou nesta «onda»! Espero que cresça e possa ajudar à concretização do que todos queremos.
Manuel Maria Feio Barroso, aqui.