Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
19
Fev 18

 Foi diligente o suficiente para que a obra se concretizasse, mas foi negligente em demasia quando se tratou de lhe dar um fim.

 

publicado por Zé LG às 14:08
18
Fev 18

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Represa junto de Pisões

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Estrada de acesso a Pisões (na altura chamei a atenção para o estado)

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Porque é que ninguém interveio quando se iniciaram os trabalhos? Porque é que só há pouco tempo é que parece que despertaram para o que ali se fez? "Trancas na porta depois da casa roubada?"

publicado por Zé LG às 15:00
01
Fev 18

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O Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural vai estar na sexta-feira, dia 2 de fevereiro, em Reguengos de Monsaraz, para assinalar o arranque do Plano Nacional de Regadios, que terá início com a construção do bloco de rega de Reguengos de Monsaraz. A cerimónia decorre a partir das 10h30 no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

O alargamento do projeto da Barragem de Alqueva inclui 49 mil hectares de regadios no Alentejo distribuídos por 13 novos blocos de rega, nomeadamente cinco no distrito de Évora, sete no de Beja e 1 no de Setúbal. O Plano Nacional de Regadios implica um investimento de cerca de 500 milhões de euros para construção de novos regadios e requalificação de regadios obsoletos, beneficiando uma área de 90 mil hectares, e vai ser financiado com verbas do Programa de Desenvolvimento Rural e de dois empréstimos num total de 260 milhões de euros concedidos pelo Banco Europeu de Investimento e pelo Banco do Conselho da Europa.

publicado por Zé LG às 08:45
14
Jan 18

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A ATLA – Associação Transfronteiriça Lago Alqueva apresentou em Reguengos de Monsaraz uma estratégia de "eficiência coletiva para a implementação de projetos que desenvolvam o recurso endógeno Alqueva em todas as suas valências".

Esta estratégia tem o "objetivo de fomentar a competitividade desses espaços através da dinamização de atividades inovadoras e fundamentadas na valorização de recursos endógenos do território e tendencialmente inimitáveis".

José Calixto, presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz e Presidente da ATLA, declarou ao TA que “os objetivos estratégicos da associação visam o desenvolvimento de uma candidatura aos PROVERE (os Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos), para valorizar as fileiras do turismo e da agricultura, a inovação, transformação e comercialização, a qualificação do território, a capacitação e formação dos agentes do território, a valorização de recursos territoriais e de base local, a animação e dinamização, a comunicação e o marketing territorial”.

publicado por Zé LG às 10:33
29
Dez 17

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O projeto de alargamento da mancha de regadio do Alqueva, em 10 mil hectares, para o concelho de Moura ficou concluído recentemente e já tem financiamento garantido.

Moura vê assim chegar ao seu território o regadio de Alqueva, assim como a possibilidade de ver concretizada uma “velha” aspiração, tendo em atenção o facto, de ser o concelho com a maior área banhada pelo Grande Lago, mas que não estava incluído no seu sistema de regadio.

publicado por Zé LG às 12:40
21
Dez 17

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publicado por Zé LG às 00:49
16
Nov 17

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O Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural anunciou que o Governo já obteve “luz verde” para avançar com o Plano Nacional de Regadios, com um investimento superior a 400 milhões de euros e que vai construir mais 90 mil hectares de área de regada, 48 mil dos quais em Alqueva.

Capoulas Santos revelou que o Governo espera dar início aos trabalhos já a partir de Janeiro.

No caso de Alqueva, os novos 48 mil hectares de regadio a criar juntam-se aos 120 mil hectares existentes.

Esta é uma noticia que agrada às Associações de Agricultores da região que têm reclamado o alargamento do perímetro de rega de Alqueva.

publicado por Zé LG às 08:53
31
Out 17

O programa Prós e Contras da RTP1, realizou-se, ontem à noite, em Reguengos de Monsaraz, em torno das questões da (falta de) água, despovoamento, desertificação e esquecimento do Alentejo, em particular, e do Interior, em geral. 

A moderadora Fátima de Campos Ferreira, revelou a sua habitual falta de capacidade de moderação, ao intervir excessivamente e ao cortar frequentemente a palavra aos intervenientes, não lhes permitindo concluir o que estão a dizer. Alguns dos intervenientes também não ajudaram, falando pelos cotovelos e revelando dificuldades em falar nas coisas concretas. Deu demasiado tempo de antena ao ministro da Agricultura, chegando a parecer um debate na AR sobre o estado da Nação...

Os representantes do movimento Beja Merece + estiveram bem, conseguindo mostrar ao país como Beja tem estado a ser votada ao ostracismo pelo poder central, designadamente através da não concretização ou conclusão das acessibilidades essenciais ao desenvolvimento e as tentativas que têm vindo a ser desenvolvidas para acabar com a ligação ferroviária a Lisboa. O presidente da Câmara de Beja foi pouco veemente no apoio aquelas posições do Movimento, optando mais por transmitir uma visão optimista do futuro da região.

Apesar de tudo, parece-me que resultou clara a necessidade de uma melhor gestão da água, um maior investimento no Interior, de forma a combater o despovoamento e a desertificação e a fixar as populações, e de melhorar as acessibilades a Beja.

 

publicado por Zé LG às 08:42
01
Set 17

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A EDIA, empresa pública que gere a barragem do Alqueva, voltou a receber novo reforço de capital do Estado em agosto, num total de 8,68 milhões de euros.

Trata-se do terceiro aumento de capital de 2017, que totaliza 30,9 milhões de euros e que faz ascender o capital social da empresa a 495 milhões, 249 mil e 60 euros. A EDIA tem como principal fonte de financiamento os aumentos de capital.

Segundo o relatório de contas de 2016 "o accionista Estado no seguimento da política de financiamento adoptada, atribuiu à empresa os capitais necessários para suprir as necessidades do serviço da dívida (reembolsos e juros), e ainda um aumento de capital de €11.126.161 para a conclusão dos investimentos uma vez que, por calendarização dos programas de financiamento comunitário (POVT e Inalentejo), os investimentos remanescentes do ano de 2016 tiveram de ser praticamente financiados por fundos próprios," conforme avança o Jornal de Negócios, na sua edição de ontem.

O exercício de 2016 foi marcado por um aumento dos prejuízos, de 10,9 milhões em 2015 para um resultado líquido negativo de 14 milhões de euros.

 

Imagem de capa de portugalfotografiaaerea.blogspot.com

publicado por Zé LG às 12:32
15
Ago 17

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publicado por Zé LG às 01:03
15
Abr 17

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Os regantes da ABORO - Associação de Beneficiários da Obra de Rega de Odivelas vão ratear a água disponível.

Desta forma, a Associação quer dar a possibilidade de não recorrer à água de Alqueva aos regantes que assim o entenderem.

Segundo a ABORO, a situação “decorre da aplicação do novo tarifário da água de Alqueva às Associações de Regantes confinantes, que implica um aumento muito significativo do preço da água nestes perímetros de rega”.

A Associação considera que é “imprescindível que o valor da água seja compatível com a rentabilidade das culturas e seja equilibrado entre os vários utilizadores” o que, no seu entender, “não se verifica”.

publicado por Zé LG às 10:39
05
Fev 17

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publicado por Zé LG às 00:21
02
Dez 16

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 Ver INFORMAÇÃO.

publicado por Zé LG às 12:40
21
Set 16

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Tendo em conta os baixos níveis da capacidade da Albufeira do Roxo, que actualmente se verificam, os vereadores da CDU, apresentaram na última reunião de Câmara uma proposta, que foi aprovada por unanimidade, e que vai seguir para o ministro da Agricultura, relativamente a esta situação.

Manuel Nobre, vereador da CDU na autarquia de Aljustrel, diz que as albufeiras do Alentejo, nomeadamente a do Roxo, que tem a vertente de abastecimento público de água aos concelhos de Aljustrel e de Beja, têm cerca de 20% a sua reserva de água, em contrapartida a albufeira-mãe de Alqueva regista 80% da sua capacidade máxima, concluindo que não existe falta de água no Baixo Alentejo, mas sim uma distorcida gestão dos recursos hídricos podendo colocar em causa a qualidade da água que é distribuída às populações

Ler e ouvir também AQUI.

publicado por Zé LG às 08:41
18
Set 16

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Este - que as fotografias mostram -, é o estado que em que se encontra a Ribeira de Alvito, no Porto Largo.

É este o caudal ecológico que deve ser assegurado nas linhas de água onde são construídas barragens? 

publicado por Zé LG às 10:42
01
Set 16

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No Monte do Outeito, um pouco como em toda a região de Beja, está em curso uma nova Reforma Agrária, com uma total alteração das culturas, que se tornaram possíveis a partir da chegada da água de Alqueva.

A produção extensiva de sequeiro está a dar lugar a produções intensivas de regadio, com uma grande preponderância de olivais.

Esta nova Reforma Agrária terá um grande peso económico e no saldo da nossa balança comercial, mas não tem o impacto social na região que a Reforma Agrária de Abril teve. 

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publicado por Zé LG às 08:50
07
Jun 16

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A Barragem do Roxo, na próxima 5ªfeira, vai receber o primeiro transvase de água da Albufeira de Alqueva. 

Um momento histórico que vai contar com as presenças de Phil Hogan, Comissário Europeu da Agricultura e Desenvolvimento Rural e, Capoulas Santos, ministro da Agricultura.
António Parreira, presidente da Associação de Beneficiários do Roxo, destaca o facto de, em ano de seca, ter sido possível, graças à água de Alqueva, fazer culturas de regadio, é a primeira vez que tal acontece desde que a associação foi criada. 

 

Esperamos que, com esta ligação, que há muito devia ter sido feita, terminem os problemas (de quantidade e qualidade) de abastecimento de água às populações de Beja e Aljustrel, que ainda há meses se verificaram.

publicado por Zé LG às 08:48
04
Mai 16

 

020520161740-945-barragem.jpgNa Bacia do Guadiana, duas albufeiras estavam acima dos 80% da sua capacidade máxima, 4 entre os 50 e os 80% e 3 abaixo dos 50% da capacidade limite. Alqueva encontrava-se a 78,3% do seu limite.

Na Bacia do Sado, uma albufeira tinha quantidade de água armazenada superior a 80%. Cinco estavam entre os 50% e os 80% e 4 abaixo dos 50% da capacidade máxima. O Roxo, que abastece Beja, encontrava-se a 28,2% da sua capacidade limite.

Na Bacia do Mira uma barragem estava acima dos 80% da capacidade máxima e outra entre os 50 e os 80%. 

 

Será que vão deixar baixar o nível da água da albufeira do Roxo, pondo, mais uma vez, em causa a qualidade da água de abastecimento público?! O que dizem e fazem as Câmaras de Beja e Aljustrel, a EMAS, a APdA, a EDIA, para evitar que tal aconteça?

publicado por Zé LG às 08:57
08
Jan 16

A Herdade Vale da Rosa venceu na Categoria “Boas Práticas em Alqueva” e o projecto "H20 Processing&Mitig: Mitigação de CO2 atmosférico, produção de soluções nutritivas, correctivos organominerais e produtos hortofrutícolas através de processo", do CEBAL e do IPBeja,venceu na Categoria “Inovação em Alqueva” e receberá 2 500 euros.
Os prémios atribuíram ainda Menções Honrosas à AABA – Associação dos Agricultores do Baixo Alentejo pelo projecto IRRICROP; à EMAS -Empresa Municipal de Água e Saneamento de Beja pelo Projecto Heróis da Água e à Paxberry, Lda. pelo projecto “Paxberry”.
Criado no âmbito dos 20 anos de existência da EDIA, o prémio é uma parceria da empresa com o Green Project Awards e visa reconhecer as boas práticas em projectos que promovam o desenvolvimento sustentável na região de Alqueva, nos quais o recurso "água" seja o factor de desenvolvimento fundamental.

publicado por Zé LG às 08:54
22
Nov 15

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publicado por Zé LG às 21:44
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