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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Manuel Camacho apresenta “Mundivivências” em Aljustrel

mundivivências.jpgNa Biblioteca Municipal de Aljustrel é esta tarde apresentado, o livro “Mundivivências” da autoria de Manuel Camacho. Esta apresentação marcada para as 18.30 horas, surge no âmbito da iniciativa “Encontro com a Escrita”.

Segundo o autor, nesta quarta obra foram reunidas 40 crónicas, publicadas ao longo de três anos no Diário do Alentejo, dando assim corpo a um repositório ordenado por ordem cronológica, onde se podem descortinar críticas para determinadas situações, olhares para latitudes que entendeu enaltecer ou ainda reflexões e visões intemporais sobre aspectos e contributos para melhorar a região e o país, alterando comportamentos que possam melhorar o nosso viver colectivo.

“Vidigueira Vinho” aposta também no público espanhol

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Começa nesta sexta-feira, dia 19, para se prolongar pelo fim-de-semana, a iniciativa da autarquia vidigueirense: “Vidigueira Vinho”. Em 2019, o “Vidigueira Vinho” destaca a valorização e dignificação das artes associadas à produção de vinho de talha e aposta, também, na captação de público espanhol, especialmente da Andaluzia, para o evento. Ver aqui.

Uma luta com 50 anos

RECLAMAÇÃO VINDA DE CUBA SOBRE “FREQUENTES ANOMALIAS”

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“Sempre no propósito — construtivo, ninguém o porá em dúvida, decerto — de alertar quem de direito no sentido de melhorar, quer dizer renovar (que é o que se impõe) material e vias dos caminhos de ferro nas linhas do Sul do País, temos aqui, com alguma insistência, plenamente justificada, denunciado as várias e frequentes anomalias que se registam na organização da CP”, escrevia o “Diário do Alentejo” na edição de 15 de abril de 1969.

O texto explicava: “De Cuba, chega-nos hoje uma nova reclamação acerca das deficiências nos referidos serviços e aqui lhe damos guarida, numa nova tentativa de que a administração daquela companhia tome na devida conta a urgência de olhar para suas comunicações no distrito de Beja, como está a fazer em relação a outras regiões do País.

Esta manhã a automotora Vila Nova da Baronia-Beja, que é utilizada pelos operários e estudantes, só horas depois do horário estabelecido chegou a Beja, isto porque, em S. Matias, um vagão descarrilou (sem que, no entanto, se verificassem acidentes pessoais) e não foi removido com a eficiência desejada nem se procedeu ao transbordo de passageiros como logo se justificava.

Deste modo, numerosas pessoas chegaram às suas ocupações (faltaram às aulas no caso dos estudantes), muito mais tarde, com uma série de inconvenientes a que será desnecessário aludir”.

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CIMAL exige reversão da privatização dos CTT

correios.jpgA Assembleia Intermunicipal da CIMAL-Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral manifestou a sua indignação pela contínua degradação do serviço de correios prestado pelos CTT, assim como pelo incumprimento do Contrato de Concessão.

Nesse sentido, exorta o Governo a adoptar medidas de protecção do serviço de entrega postal universal, como a reversão da privatização do serviço e consequente regresso do mesmo à esfera pública, por se afigurar como absolutamente essencial para protecção dos direitos e interesses dos cidadãos.

Preocupações e reivindicações que fazem parte de uma moção apresentada pelo Bloco de Esquerda, que foi aprovada com a abstenção do PS e do deputado do movimento GM- Grândola Melhor e sem votos contra.

Baixo Alentejo em situação de “seca severa”

seca1-768x512.jpgSegundo o boletim climatológico do IPMA- Instituto Português do Mar e da Atmosfera, em Março, cerca de 16,8% do território nacional estava em seca fraca, 45, 1% em “seca moderada”, 37,6% em “seca severa” e 0.5% em “seca extrema”. O Baixo Alentejo estava em situação de “seca severa”.
Março foi um mês “quente em relação à temperatura do ar e seco em relação à precipitação”.
Durante o mês, o valor médio da temperatura máxima “foi superior ao normal” e o valor médio de precipitação foi de 45.3 mm, o que corresponde a cerca de 74% do valor normal, sendo de acordo com o IPMA “o sétimo Março mais seco desde 2000”.

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