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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Entrou o primeiro avião, para manutenção de linha, no hangar da "Mesa", no Aeroporto de Beja

Zé LG, 14.01.21

Obtidos os licenciamentos necessários, na sequência dos testes realizados na primavera e no verão de 2020, por parte das entidades aeronáuticas competentes, o dia 12.01.2021 fica assinalado no calendário como aquele em entrou no hangar a primeira aeronave para manutenção. Trata-se de um A-321 da empresa-mãe "Hi Fly".

139094460_1120316428400599_2682082891549921132_n.jNeste momento o hangar emprega 40 pessoas, prevendo a empresa mais10 em fevereiro/março. A "Mesa" prevê concluir a 2.fase do hangar em 2023, altura em que o empreendimento deverá ter um total de 150 postos de trabalho diretos.

IP vai estudar ligação do aeroporto de Beja à linha ferroviária do Alentejo

Zé LG, 29.12.20

Linha-ferroviaria-1024x576.jpgA Infraestruturas de Portugal (IP) publicou em Diário da República um despacho que autoriza a contratação de estudos e de projetos para executar uma das obras previstas no Plano Nacional de Investimentos (PNI 2030).

Uma eventual ligação do aeroporto à ferrovia está incluída nos estudos que a IP vai lançar para modernizar e eletrificar o percurso entre Casa Branca e Beja. Também está contemplada a instalação de sinalização eletrónica no troço de 63,5 quilómetros.

O PNI 2030 contempla um orçamento total de 230 milhões de euros para a modernização, até 2025, das linhas ferroviárias do Alentejo e também do Sul – no troço entre Torre Vã e Tunes e com uma eventual ligação ao aeroporto de Faro.

Aeroporto de Beja pode ser a solução para distribuir vacinas para a covid-19

Zé LG, 20.11.20

aeroporto-beja_0.pngPaulo Soares, especialista em aviação, admitiu que o aeroporto de Beja pode ser a solução para fazer chegar as vacinas para a covid-19 ao resto do país, porque não há tempo para construir aviões especiais para o seu transporte, capazes de manter temperaturas extremamente negativas, porque “Só conheço uma arca frigorífica com disponibilidade de espaço: é a que está no Aeroporto de Beja” e porque este está “num sítio isolado, sem congestionamento” e, a partir de lá, as vacinas podiam ser distribuídas “de carro ou em pequenos aviões, também eles preparados, com arcas frigoríficas pequeninas e por pouquíssimo tempo”.

Observatório do Baixo Alentejo defende a criação de um Gabinete para gestão da plataforma logística do aeroporto de Beja

Zé LG, 10.11.20

261220161606-705-AeroportoBeja9.jpgO Observatório do Baixo Alentejo (OBA) defende a criação de um Gabinete para gestão da plataforma logística do aeroporto de Beja, essencial para capacitar aquele espaço, permitindo a instalação e desenvolvimento das atividades empresariais.

Tendo como premissa, que o “aeroporto é decisivo para desenvolver toda a região, incluindo Sines e Sevilha”, a criação deste Gabinete é, segundo o OBA, a solução mais viável para a dotar o espaço envolvente do aeroporto de Beja de dinâmica, criando condições atrativas ao investimento privado. Nesse sentido, o OBA já iniciou um conjunto de reuniões para sensibilizar os diversos parceiros institucionais e empresariais para a importância desta proposta, no âmbito de uma estratégia integrada para o desenvolvimento desta infraestrutura.

"urge criar uma estrutura que ponha de pé uma infraestrutura paralela e complementar ao aeroporto" de Beja

Zé LG, 08.11.20
"... urge criar uma estrutura que ponha de pé uma infraestrutura paralela e complementar ao aeroporto, fora do perímetro da concessão, em espaço previamente definido no Plano Director Municipal do concelho de Beja. Esta empresa que seria a gestora do futuro parque, genuinamente ancorada numa parceria alargada teria como propósito a criação duma infraestrutura que possibilitasse a instalação de unidades das mais diversas naturezas, construída de forma faseada e tendo como horizonte a diversificação da base económica da região. Atrevo-me a sugerir e a desafiar as estruturas mais significativas da nossa região para a sua criação, nomeadamente: as autarquias alentejanas que a desejem incorporar, tendo naturalmente a Câmara Municipal de Beja um papel importante, a EDIA, a APS, o NERBE e a ACOS, sem excluir outros entidades com vocação para abraçar este desafio.
É um imperativo para o desenvolvimento do aeroporto, caminhar no sentido de atrevermo-nos a criar a necessária complementaridade para lhe conferir o “músculo” que ainda lhe falta, tornando-o mais competitivo, não esquecendo paralelamente os investimentos indispensáveis nas infraestruturas rodoviárias e ferroviárias em falta."
Manuel Camacho, Novembro/2020, aqui.

Screenshot_2020-11-07 Evoluo da Situao de Refernci

Planta copiada daqui.

“se temos problemas (no aeroporto de Beja) vamos à luta para os ultrapassar”

Zé LG, 12.10.20

imgLoader2.ashx Aeroporto.jpg“Temos um Consórcio, que refere o aeroporto de Beja, como uma hipótese, para o fabrico de uma aeronave ligeira, avião ATL-100, mas também temos um autarca que refere que o "nosso" aeroporto tem alguns "constrangimentos", será um novo romance como o da "Embraer", se temos problemas vamos à luta para os ultrapassar, se o problema é o espaço junto ao aeroporto, vamos expropriar a bem do interesse público, não podemos perder todas as oportunidades de industrialização, e desenvolvimento." A.Mestre - Anónimo 11.10.2020,” aqui.

Fabrico do avião ATL-100 também vai passar por Beja, mas…

Zé LG, 10.10.20

Um projeto luso-brasileiro que visa desenvolver e fabricar uma aeronave ligeira no Alentejo pode passar por Beja. O responsável pelo consórcio referiu o aeroporto como uma possibilidade para a instalação da fábrica.

imgLoader2.ashx Aeroporto.jpgPaulo Arsénio, o presidente da Câmara de Beja, confirma que o projeto está pensado para ser desenvolvido em Beja, Ponte de Sor e Évora, mas refere que o aeroporto tem “alguns constrangimentos”, desde logo a existência de apenas um lote vago destinado a atividades industriais, mas que não tem dimensão para a instalação da fábrica. Refere ainda que “a placa de estacionamento apenas tem capacidade para 12 aeronaves, e quando a MESA começar a operar – o que estará para breve – quatro ou cinco estarão sempre ocupadas”.
Ao contrário de Beja, que não teve nenhum contacto com os promotores, o município de Ponte de Sor já realizou algumas reuniões com o consórcio e, o presidente daquela autarquia refere que “a avaliação que foi feita reconhece que o aeródromo municipal reúne as condições exigidas para a aeronave operar”, dizendo ainda saber que “este investimento está previsto ser tripartido entre Beja, Ponte de Sor e Évora”.

Porto de Sines estuda "viabilidade de novos projetos, no qual o aeroporto de Beja possa ser peça útil no xadrez logístico da região”

Zé LG, 01.10.20

270620161553-183-AEROPORTOBEJA.jpgJosé Luís Cacho, presidente do Conselho de Administração da APS – Administração dos portos de Sines e do Algarve, adiantou que “o Porto de Sines se encontra a alargar os horizontes em termos de modelos de captação de negócios, estudando a viabilidade de novos projetos, no qual o aeroporto de Beja possa ser peça útil no xadrez logístico da região.”

Frisou também que “está a olhar para o aeroporto de Beja na perspetiva de zona franca, do e-commerce e de um conjunto de valências”, assim como a “tentar averiguar se existe potencial para captar projetos” e que “talvez no primeiro semestre do próximo ano” já exista “algo para apresentar”.

Vincou ainda que sempre defendeu uma visão “ibérica dos portos”, onde não deve haver espaço para o “receio” da competitividade com Espanha, acrescentando que: “O mercado é ibérico e a ferrovia é fundamental para esse mercado, assim como a rodovia”.

Hangar para manutenção de aviões no Aeroporto de Beja começa a funcionar em outubro

Zé LG, 30.09.20

Aeroporto-de-Beja-768x432.jpgO hangar da empresa Mesa para manutenção de aviões no aeroporto de Beja vai começar a funcionar em outubro, com 40 postos de trabalho, “por fases”, aumentando “progressivamente” e “à medida que as várias oficinas de apoio forem sendo certificadas”, estando prevista a criação de 150 postos de trabalho “durante os próximos três anos”.
Paulo Mirpuri, o presidente do grupo proprietário, explicou que a Mesa decidiu construir o hangar em Beja porque, atualmente, é “o único” aeroporto português que “pode acomodar todos os tipos de aeronaves que constituem a frota da Hi Fly, incluindo o airbus A380”, e “tem espaço disponível” para estacionamento de aeronaves e instalação de hangares.
O funcionamento do hangar no aeroporto de Beja é “importante” tanto para a Hi Fly, que consegue ter “um aumento da capacidade de manutenção”, como para a Mesa, que vai poder “acompanhar” aquele aumento e também “captar novos clientes oriundos principalmente da Europa e de África”, frisou.

"Integração de Aeroportos na Rede Ferroviária - Caso de Estudo do Aeroporto de Beja"

Zé LG, 30.09.20

é o tema de tese de uma estudante de Engenharia do Ambiente na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

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Ana Catarina Oliveira, a autora do estudo pretende conhecer as vantagens de uma ligação ferroviária de alta prestação a Beja, a possível funcionalidade do aeroporto de Beja e o que pensa a população de Beja acerca desta temática e elaborou para o efeito um formulário a que se pode aceder em https://forms.gle/T2hg2ENKeJRfXdkV7 .

“Trabalhos de manutenção no hangar da «Mesa/HiFly» poderão começar em setembro”

Zé LG, 07.09.20

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Paulo Arsénio, Presidente da Câmara Municipal de Beja, informa que “em setembro poderão iniciar-se os trabalhos de manutenção de aeronaves de linha em pista” no hangar da “Mesa/HiFly”. “Numa segunda fase [devem iniciar-se] os trabalhos de manutenção de linha no hangar e finalmente numa terceira e última fase, que deverá ocorrer no início de 2021, os trabalhos de manutenção de base em hangar”, refere o autarca. “A partir da primeira fase serão incluídos desde logo os formandos que concluíram com sucesso o curso de técnicos de manutenção de aeronaves, ministrado no local. A eles deverão juntar-se mais dez outros técnicos de manutenção de aeronaves e dez pessoas de engenharia e da área administrativa para dar início às operações da empresa”, acrescenta. Paulo Arsénio revela que “a «Mesa» prevê até ao final do ano que estejam criados os primeiros 35 a 40 postos de trabalho fixos”.

Paulo Arsénio reafirma que Aeroporto de Beja só tem condições “para receber voos pontuais”

Zé LG, 19.08.20

PA-1-768x432.jpg“Neste momento, em termos de passageiros, o Aeroporto de Beja, não tem condições para substituir nenhum grande aeroporto da periferia urbana”, reafirmou Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, em entrevista à Rádio Pax, porque o espaço “é muito limitado”, [apenas] existe a possibilidade “para estacionar dois ou três aviões na placa”.

Paulo Arsénio defendeu ainda que o aeroporto “não tem grandes condições para receber mais do que voos pontuais” porque é preciso “aumentar a gare e a placa” e que “está vocacionado [apenas] para matéria de manutenção e indústria aeronáutica”, mas que isso não pode ser visto como um “elefante branco, [mas sim] como uma oportunidade para a cidade de Beja”.

“Um aeroporto terá que ser sempre uma aposta de longo prazo”

Zé LG, 06.08.20

201806112220285972.JPG“Um aeroporto terá que ser sempre uma aposta de longo prazo. Logo, o que no curto prazo parece não fazer sentido (?!) sê-lo-á, no futuro. Defendo a valorização do aeroporto de Beja. Aeroporto dentro da área da Grande Lisboa é de afastar essa ideia. Para defender as regiões periféricas, as forças partidárias devem pensar e agir em conjunto, não divididas.”

Francisco Carita Mata 01.08.2020, aqui.

PCP acusa PS de não querer Aeroporto de Beja a funcionar

Zé LG, 05.08.20

201806112220285972.JPGA Comissão Concelhia de Beja do PCP considera “inadmissível” que “o atual presidente da Câmara Municipal de Beja tenha afirmado, recentemente, que o Aeroporto de Beja não é uma alternativa exequível ao do Montijo” e “que deve servir, apenas, a manutenção e a carga, deixando de fora os voos comerciais de passageiros”. “Com estas declarações”, acusa, “o responsável da concelhia de Beja do PS quer ser mais “papista” que o próprio Governo”.

O PCP de Beja diz que Paulo Arsénio se demarcou “da posição da Ministra da Coesão Territorial, que defendeu a aposta no Aeroporto de Beja, com uma ligação ferroviária a Lisboa” e que “o PS descarta o aeroporto e nada diz sobre as obras do futuro IP8 até à fronteira de Vila Verde de Ficalho, nem mesmo sobre a ferrovia”.

O PCP diz que “mais uma vez fica claro que, quer o executivo da Câmara de Beja, quer o PS local, nada fazem para que o concelho se desenvolva, havendo uma clara falta de estratégia para o investimento”, sublinhando que “o PS, que fez contas ao investimento que os turistas podem fazer, caso optem por passar um dia no Parque dos Cinco Reis, esqueceu-se de fazer contas ao investimento que os turistas podiam fazer caso o aeroporto de Beja fosse estimulado com voos de passageiros e caso existissem bons acessos ferroviários e rodoviários”.

PSD, preocupado com afirmações do presidente da Câmara de Beja, diz que não há vontade política para se apostar no Aeroporto

Zé LG, 01.08.20

240620130131-117-DSC_1144.jpgA Comissão Política Concelhia de Beja do PSD revela que “encarou, com alguma preocupação”, as declarações do presidente da autarquia bejense que dão conta que “nas atuais condições, o Aeroporto de Beja não é uma alternativa exequível ao do Montijo”.

Pinela Fernandes, presidente da CPC de Beja do PSD, afirma que “a estratégia de desenvolvimento não passa, certamente, pela praia fluvial dos Cinco Reis, mas sim na ação política local que contribua para a utilização regular do Aeroporto como pólo de desenvolvimento da região, de valorização do interior e de coesão territorial, no combate à desertificação e ao isolamento existentes”.

Começou a ser desmantelado o AIRBUS A310 estacionado em Beja

Zé LG, 23.07.20

9803_big.jpgAvião Airbus A310, que pertencia à SATA Air Açores e que estava estacionado há dois anos na placa do Terminal Civil Aeronáutico de Beja, começou a ser desmantelado a cargo da Unidade de Beja da AmbiGroup Resíduos, no passado dia 9 e tem um prazo de execução de 90 dias.

A aeronave foi adquirida à SATA por uma empresa que lhe retirou os dois reactores e abandonou a carcaça na placa do TCB. No final de Março, a dívida acumulada à ANA pelo “estacionamento” da aeronave rondava os 320 mil euros.

Depois do corte do aparelho, haverá aproveitamento de equipamentos para outras aeronaves, o tratamento de alguns componentes em Beja e a reciclagem de outros materiais.

Ministra da Coesão defende aeroporto de Beja com ligação ferroviária a Lisboa

Zé LG, 20.07.20

ana-abrunhosa13.jpg"Ana Abrunhosa reconhece que é a favor de uma aposta no aeroporto de Beja, com uma ligação ferroviária a Lisboa. Uma solução que vai favorecer a coesão territorial, não fosse essa a sua pasta, e potenciar os investimentos já feitos. Esta ideia surge na véspera de o Governo apresentar aos partidos mais à esquerda do Parlamento o Plano de Recuperação Económica e Social de António Costa e Silva, que também prevê uma aposta forte na ferrovia.

Tendo em conta que já existe um aeroporto em Beja, por que razão, em prol da coesão do território, não se aposta nessa infraestrutura e se usam fundos comunitários para fazer uma ligação ferroviária para Lisboa?

E quem lhe disse que isso não está no nosso horizonte? Tem de falar com o senhor ministro das Infraestruturas e Habitação. É um domínio que é deles. A sua pergunta tem todo o sentido e vai ao encontro daquela que é a nossa maneira de pensar. Em primeiro lugar, antes de estar sempre a criar novo, temos de potenciar aquilo que temos. Temos muitos investimentos feitos no país, potencialidades enormes e, por vezes, é um pequenino investimento adicional que torna os investimentos que já temos muito mais atrativos e sustentáveis: Não dizendo que vamos fazer isso — esta resposta não significa isto — o nosso ministério tem de trabalhar com os outros e aquele com o qual mais trabalho, e bem, é com o das Infraestruturas e Habitação."

Daqui.

Para aumentar a capacidade aeroportuária de Lisboa, Esquadra 101 - “Roncos” é deslocalizada para Beja

Zé LG, 16.06.20

A Base Aérea de Beja, recebe, amanhã, a Cerimónia de receção da Esquadra 101- “Roncos” que operava na Base Aérea nº 1, em Sintra, em consequência da “reorganização do espaço aéreo da Área Terminal de Lisboa (ATL), estabelecida no acordo entre a NAV- Navegação Aérea de Portugal e a Força Aérea, para aumentar a capacidade aeroportuária de Lisboa até 72 movimentos por hora”.
A cerimónia, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Joaquim Borrego, inicia-se às 11h15 com a receção das aeronaves TB-30 Epsilon e dos Pilotos Instrutores na Placa 1 e termina com a visita às instalações da Esquadra 101- “Roncos”.

95249338_1825423344264148_6065997623146315776_n roRecorde-se que o ministro da Defesa Nacional esteve, hoje, em Beja, na Base Aérea Nº 11, onde terá realizado “um voo a bordo do helicóptero Alouette III (ALIII)”, para assinalar “o final de serviço desta aeronave, após 57 anos de operação na Força Aérea Portuguesa”.

Hangar da “MESA” no Aeroporto de Beja pronto para licenciar

Zé LG, 28.05.20

A "MESA", do Grupo HiFly, já testou o pavimento do hangar, que construiu no Aeroporto de Beja, com o novíssimo Airbus 330-900 NEO, de 371 lugares. Como este – o avião mais pesado do Grupo -, não danificou a camada superficial do pavimento, a "MESA" pode agora pedir o licenciamento do hangar.

99431192_948226032276307_8767148434441371648_n cm Este tipo de atividades industriais aeronáuticas será durante os anos mais próximos o mais viável "motor" de vida do aeroporto de Beja que poderá ser completado com outras valências que a infra-estrutura comporta”, escreveu Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, na sua página do Facebook, acrescentando ainda que “a determinação e a "teimosia" conjuntas do grupo HiFly e da Câmara Municipal de Beja estão finalmente próximas de valorizar do ponto de vista económico a vertente civil do aeroporto, criando mais-valia na região.”