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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aeroporto de Beja pode ser plataforma hub de carga intercontinental

Zé LG, 28.03.21

AB.png«A APAT, há uns tempos atrás, defendeu – e continua a defender – que o Aeroporto de Beja tem infra-estruturas suficientes e capazes para, por exemplo, para funcionar como um hub de carga entre dois continentes, nomeadamente entre o continente asiático e a América e poderia ser eleito como uma plataforma hub para essas cargas que atravessam continentes», argumentou António Nabo Martins, presidente executivo da APAT.

«O Aeroporto de Beja não é um erro do passado […] cria grandes vantagens competitivas para o complexo portuário, industrial e logístico de Sines. Estamos a falar em pistas de um grande aeroporto militar. Os maiores aviões podem aterrar em Beja e há, obviamente, uma sinergia.», começou por dizer Filipe Costa.

«Achamos que, no futuro, haverá essa sinergia. O terminal de carga do Aeroporto de Beja vai fazer parte deste nosso complexo e do nosso esforço para materializar um grande hub logístico no Alentejo. Estamos verdadeiramente confiantes nisto», concretizou o CEO da aicep Global Parques.

PS do Baixo Alentejo defende a criação de uma empresa de desenvolvimento do projeto industrial e logístico do Aeroporto de Beja

Zé LG, 27.03.21

021120161735-48-130120161727-74-Aeroporto0.jpgO PS Baixo Alentejo afirma que “o Aeroporto de Beja deve ser uma infraestrutura aeroportuária, que reforce a rede nacional de aeroportos, criando uma nova mais-valia para Portugal e para o Baixo Alentejo, a partir de uma solução de fins múltiplos de indústria aeronáutica, de plataforma logística e de tráfego de passageiros complementar a Faro e a Lisboa” e que “esta solução acrescenta valor inquestionável à região e reforça a capitalização humana e territorial.”

O PS acredita “na viabilidade e na potencialidade do Aeroporto de Beja para a promoção de uma estratégia de desenvolvimento integrado, … que ajude a criar novas indústrias transformadoras e de logística e, com bastante relevo, consiga unir outras infraestruturas, como o Porto de Sines e o Alqueva, na valorização comercial dos nossos produtos, bens e serviços”, defendendo, para o efeito, “a criação de uma empresa de desenvolvimento do projeto industrial e logístico, que viabilize a instalação de empresas, a dinamização económica e afirme uma estratégia sustentável para as próximas décadas e que reforce a posição da ANA na gestão e valorização da componente de passageiros.”

PCP volta a reforçar a importância “de colocar o aeroporto de Beja ao serviço do povo e do País”

Zé LG, 24.03.21

021120161735-48-130120161727-74-Aeroporto0.jpgA Direção Regional do Alentejo (DRA) do PCP entende que a infraestrutura “assume no atual quadro uma importância estratégica para o País, para toda a Região do Alentejo e para o seu desenvolvimento”.

A par do aeroporto, o PCP entende, que a “linha do Alentejo cuja eletrificação e modernização deve constituir uma prioridade imediata como pilar essencial de um sistema ferroviário para ligações nacionais e internacionais por forma a assegurar as respetivas ligações rápidas a Lisboa e a Faro, ao Porto de Sines e à Estremadura Espanhola (com as plataformas logísticas necessárias)– com as suas ligações ao Aeroporto e à linha de alta velocidade que deverá ligar Lisboa a Madrid e o interface com a rede viária”.

A DRA do PCP, “reafirmando a disponibilidade dos Comunistas para a convergência de esforços com todos os sectores democráticos da sociedade Alentejana, … apela a ... que se avance decididamente, sem mais demoras para o cabal aproveitamento dos anunciados milhares de milhões de euros para investimentos provenientes de fundos comunitários para a concretização destes projetos estratégicos que há muito, o País e a Região reclamam e o PCP nas diversas instituições tem proposto e exigido”.

António Costa afirma que “não faz o menor sentido colocar Beja na avaliação da localização do aeroporto”

Zé LG, 17.03.21

"Por que é que o Governo não faz uma avaliação ambiental estratégica a sério, que inclua a opção de Beja? O Governo tem medo dos resultados da avaliação? O Governo tem medo que o resultado venha demonstrar que a solução de Beja é a mais adequada?", perguntou André Silva ao primeiro-ministro.

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"A grande razão pela qual não se pode colocar Beja, não faz o menor sentido colocar Beja nesta avaliação é a seguinte: o aeroporto mais longe de um centro urbano que existe está a 66 quilómetros. Lisboa está de Beja à distância de 129 quilómetros, e isto é intransponível", justificou Costa na Assembleia da República, acrescentando que o Governo decidiu "de uma vez por todas" fazer "a avaliação ambiental estratégica, não entre duas, mas entre três soluções: Alcochete, Portela + Montijo ou Montijo + Portela".

Aeroporto de Beja ainda pode ganhar centralidade?

Zé LG, 08.03.21

Opção Beja com alta velocidade volta a ser pedida em nome da coesão

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Chumbo ao Montijo reaviva defensores de projeto que permita aproveitar infraestrutura alentejana e captar pessoas para a região. Com ligação ferroviária à Europa.

Se o Montijo não andar, as soluções para o novo aeroporto de Lisboa vão além de Alcochete. Beja é uma hipótese que encontra defensores, aliando a infraestrutura já existente ao potencial de ligação e captação de atividade e pessoas para uma zona do país que sofre brutalmente os efeitos da desertificação.

O projeto passaria pela linha de alta velocidade com hub em Beja e ligação direta às principais regiões - Lisboa (40 m), Porto (80 m), Faro e Badajoz (20 m) e Madrid (125 m). Além da conclusão da A26 Sines para a ligação do Porto ao Aeroporto e à ferrovia nacional, espanhola e europeia.

Entrou o primeiro avião, para manutenção de linha, no hangar da "Mesa", no Aeroporto de Beja

Zé LG, 14.01.21

Obtidos os licenciamentos necessários, na sequência dos testes realizados na primavera e no verão de 2020, por parte das entidades aeronáuticas competentes, o dia 12.01.2021 fica assinalado no calendário como aquele em entrou no hangar a primeira aeronave para manutenção. Trata-se de um A-321 da empresa-mãe "Hi Fly".

139094460_1120316428400599_2682082891549921132_n.jNeste momento o hangar emprega 40 pessoas, prevendo a empresa mais10 em fevereiro/março. A "Mesa" prevê concluir a 2.fase do hangar em 2023, altura em que o empreendimento deverá ter um total de 150 postos de trabalho diretos.

IP vai estudar ligação do aeroporto de Beja à linha ferroviária do Alentejo

Zé LG, 29.12.20

Linha-ferroviaria-1024x576.jpgA Infraestruturas de Portugal (IP) publicou em Diário da República um despacho que autoriza a contratação de estudos e de projetos para executar uma das obras previstas no Plano Nacional de Investimentos (PNI 2030).

Uma eventual ligação do aeroporto à ferrovia está incluída nos estudos que a IP vai lançar para modernizar e eletrificar o percurso entre Casa Branca e Beja. Também está contemplada a instalação de sinalização eletrónica no troço de 63,5 quilómetros.

O PNI 2030 contempla um orçamento total de 230 milhões de euros para a modernização, até 2025, das linhas ferroviárias do Alentejo e também do Sul – no troço entre Torre Vã e Tunes e com uma eventual ligação ao aeroporto de Faro.

Aeroporto de Beja pode ser a solução para distribuir vacinas para a covid-19

Zé LG, 20.11.20

aeroporto-beja_0.pngPaulo Soares, especialista em aviação, admitiu que o aeroporto de Beja pode ser a solução para fazer chegar as vacinas para a covid-19 ao resto do país, porque não há tempo para construir aviões especiais para o seu transporte, capazes de manter temperaturas extremamente negativas, porque “Só conheço uma arca frigorífica com disponibilidade de espaço: é a que está no Aeroporto de Beja” e porque este está “num sítio isolado, sem congestionamento” e, a partir de lá, as vacinas podiam ser distribuídas “de carro ou em pequenos aviões, também eles preparados, com arcas frigoríficas pequeninas e por pouquíssimo tempo”.

Observatório do Baixo Alentejo defende a criação de um Gabinete para gestão da plataforma logística do aeroporto de Beja

Zé LG, 10.11.20

261220161606-705-AeroportoBeja9.jpgO Observatório do Baixo Alentejo (OBA) defende a criação de um Gabinete para gestão da plataforma logística do aeroporto de Beja, essencial para capacitar aquele espaço, permitindo a instalação e desenvolvimento das atividades empresariais.

Tendo como premissa, que o “aeroporto é decisivo para desenvolver toda a região, incluindo Sines e Sevilha”, a criação deste Gabinete é, segundo o OBA, a solução mais viável para a dotar o espaço envolvente do aeroporto de Beja de dinâmica, criando condições atrativas ao investimento privado. Nesse sentido, o OBA já iniciou um conjunto de reuniões para sensibilizar os diversos parceiros institucionais e empresariais para a importância desta proposta, no âmbito de uma estratégia integrada para o desenvolvimento desta infraestrutura.

"urge criar uma estrutura que ponha de pé uma infraestrutura paralela e complementar ao aeroporto" de Beja

Zé LG, 08.11.20
"... urge criar uma estrutura que ponha de pé uma infraestrutura paralela e complementar ao aeroporto, fora do perímetro da concessão, em espaço previamente definido no Plano Director Municipal do concelho de Beja. Esta empresa que seria a gestora do futuro parque, genuinamente ancorada numa parceria alargada teria como propósito a criação duma infraestrutura que possibilitasse a instalação de unidades das mais diversas naturezas, construída de forma faseada e tendo como horizonte a diversificação da base económica da região. Atrevo-me a sugerir e a desafiar as estruturas mais significativas da nossa região para a sua criação, nomeadamente: as autarquias alentejanas que a desejem incorporar, tendo naturalmente a Câmara Municipal de Beja um papel importante, a EDIA, a APS, o NERBE e a ACOS, sem excluir outros entidades com vocação para abraçar este desafio.
É um imperativo para o desenvolvimento do aeroporto, caminhar no sentido de atrevermo-nos a criar a necessária complementaridade para lhe conferir o “músculo” que ainda lhe falta, tornando-o mais competitivo, não esquecendo paralelamente os investimentos indispensáveis nas infraestruturas rodoviárias e ferroviárias em falta."
Manuel Camacho, Novembro/2020, aqui.

Screenshot_2020-11-07 Evoluo da Situao de Refernci

Planta copiada daqui.

“se temos problemas (no aeroporto de Beja) vamos à luta para os ultrapassar”

Zé LG, 12.10.20

imgLoader2.ashx Aeroporto.jpg“Temos um Consórcio, que refere o aeroporto de Beja, como uma hipótese, para o fabrico de uma aeronave ligeira, avião ATL-100, mas também temos um autarca que refere que o "nosso" aeroporto tem alguns "constrangimentos", será um novo romance como o da "Embraer", se temos problemas vamos à luta para os ultrapassar, se o problema é o espaço junto ao aeroporto, vamos expropriar a bem do interesse público, não podemos perder todas as oportunidades de industrialização, e desenvolvimento." A.Mestre - Anónimo 11.10.2020,” aqui.

Fabrico do avião ATL-100 também vai passar por Beja, mas…

Zé LG, 10.10.20

Um projeto luso-brasileiro que visa desenvolver e fabricar uma aeronave ligeira no Alentejo pode passar por Beja. O responsável pelo consórcio referiu o aeroporto como uma possibilidade para a instalação da fábrica.

imgLoader2.ashx Aeroporto.jpgPaulo Arsénio, o presidente da Câmara de Beja, confirma que o projeto está pensado para ser desenvolvido em Beja, Ponte de Sor e Évora, mas refere que o aeroporto tem “alguns constrangimentos”, desde logo a existência de apenas um lote vago destinado a atividades industriais, mas que não tem dimensão para a instalação da fábrica. Refere ainda que “a placa de estacionamento apenas tem capacidade para 12 aeronaves, e quando a MESA começar a operar – o que estará para breve – quatro ou cinco estarão sempre ocupadas”.
Ao contrário de Beja, que não teve nenhum contacto com os promotores, o município de Ponte de Sor já realizou algumas reuniões com o consórcio e, o presidente daquela autarquia refere que “a avaliação que foi feita reconhece que o aeródromo municipal reúne as condições exigidas para a aeronave operar”, dizendo ainda saber que “este investimento está previsto ser tripartido entre Beja, Ponte de Sor e Évora”.

Porto de Sines estuda "viabilidade de novos projetos, no qual o aeroporto de Beja possa ser peça útil no xadrez logístico da região”

Zé LG, 01.10.20

270620161553-183-AEROPORTOBEJA.jpgJosé Luís Cacho, presidente do Conselho de Administração da APS – Administração dos portos de Sines e do Algarve, adiantou que “o Porto de Sines se encontra a alargar os horizontes em termos de modelos de captação de negócios, estudando a viabilidade de novos projetos, no qual o aeroporto de Beja possa ser peça útil no xadrez logístico da região.”

Frisou também que “está a olhar para o aeroporto de Beja na perspetiva de zona franca, do e-commerce e de um conjunto de valências”, assim como a “tentar averiguar se existe potencial para captar projetos” e que “talvez no primeiro semestre do próximo ano” já exista “algo para apresentar”.

Vincou ainda que sempre defendeu uma visão “ibérica dos portos”, onde não deve haver espaço para o “receio” da competitividade com Espanha, acrescentando que: “O mercado é ibérico e a ferrovia é fundamental para esse mercado, assim como a rodovia”.

Hangar para manutenção de aviões no Aeroporto de Beja começa a funcionar em outubro

Zé LG, 30.09.20

Aeroporto-de-Beja-768x432.jpgO hangar da empresa Mesa para manutenção de aviões no aeroporto de Beja vai começar a funcionar em outubro, com 40 postos de trabalho, “por fases”, aumentando “progressivamente” e “à medida que as várias oficinas de apoio forem sendo certificadas”, estando prevista a criação de 150 postos de trabalho “durante os próximos três anos”.
Paulo Mirpuri, o presidente do grupo proprietário, explicou que a Mesa decidiu construir o hangar em Beja porque, atualmente, é “o único” aeroporto português que “pode acomodar todos os tipos de aeronaves que constituem a frota da Hi Fly, incluindo o airbus A380”, e “tem espaço disponível” para estacionamento de aeronaves e instalação de hangares.
O funcionamento do hangar no aeroporto de Beja é “importante” tanto para a Hi Fly, que consegue ter “um aumento da capacidade de manutenção”, como para a Mesa, que vai poder “acompanhar” aquele aumento e também “captar novos clientes oriundos principalmente da Europa e de África”, frisou.

"Integração de Aeroportos na Rede Ferroviária - Caso de Estudo do Aeroporto de Beja"

Zé LG, 30.09.20

é o tema de tese de uma estudante de Engenharia do Ambiente na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

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Ana Catarina Oliveira, a autora do estudo pretende conhecer as vantagens de uma ligação ferroviária de alta prestação a Beja, a possível funcionalidade do aeroporto de Beja e o que pensa a população de Beja acerca desta temática e elaborou para o efeito um formulário a que se pode aceder em https://forms.gle/T2hg2ENKeJRfXdkV7 .

“Trabalhos de manutenção no hangar da «Mesa/HiFly» poderão começar em setembro”

Zé LG, 07.09.20

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Paulo Arsénio, Presidente da Câmara Municipal de Beja, informa que “em setembro poderão iniciar-se os trabalhos de manutenção de aeronaves de linha em pista” no hangar da “Mesa/HiFly”. “Numa segunda fase [devem iniciar-se] os trabalhos de manutenção de linha no hangar e finalmente numa terceira e última fase, que deverá ocorrer no início de 2021, os trabalhos de manutenção de base em hangar”, refere o autarca. “A partir da primeira fase serão incluídos desde logo os formandos que concluíram com sucesso o curso de técnicos de manutenção de aeronaves, ministrado no local. A eles deverão juntar-se mais dez outros técnicos de manutenção de aeronaves e dez pessoas de engenharia e da área administrativa para dar início às operações da empresa”, acrescenta. Paulo Arsénio revela que “a «Mesa» prevê até ao final do ano que estejam criados os primeiros 35 a 40 postos de trabalho fixos”.

Paulo Arsénio reafirma que Aeroporto de Beja só tem condições “para receber voos pontuais”

Zé LG, 19.08.20

PA-1-768x432.jpg“Neste momento, em termos de passageiros, o Aeroporto de Beja, não tem condições para substituir nenhum grande aeroporto da periferia urbana”, reafirmou Paulo Arsénio, presidente da Câmara de Beja, em entrevista à Rádio Pax, porque o espaço “é muito limitado”, [apenas] existe a possibilidade “para estacionar dois ou três aviões na placa”.

Paulo Arsénio defendeu ainda que o aeroporto “não tem grandes condições para receber mais do que voos pontuais” porque é preciso “aumentar a gare e a placa” e que “está vocacionado [apenas] para matéria de manutenção e indústria aeronáutica”, mas que isso não pode ser visto como um “elefante branco, [mas sim] como uma oportunidade para a cidade de Beja”.

“Um aeroporto terá que ser sempre uma aposta de longo prazo”

Zé LG, 06.08.20

201806112220285972.JPG“Um aeroporto terá que ser sempre uma aposta de longo prazo. Logo, o que no curto prazo parece não fazer sentido (?!) sê-lo-á, no futuro. Defendo a valorização do aeroporto de Beja. Aeroporto dentro da área da Grande Lisboa é de afastar essa ideia. Para defender as regiões periféricas, as forças partidárias devem pensar e agir em conjunto, não divididas.”

Francisco Carita Mata 01.08.2020, aqui.

PCP acusa PS de não querer Aeroporto de Beja a funcionar

Zé LG, 05.08.20

201806112220285972.JPGA Comissão Concelhia de Beja do PCP considera “inadmissível” que “o atual presidente da Câmara Municipal de Beja tenha afirmado, recentemente, que o Aeroporto de Beja não é uma alternativa exequível ao do Montijo” e “que deve servir, apenas, a manutenção e a carga, deixando de fora os voos comerciais de passageiros”. “Com estas declarações”, acusa, “o responsável da concelhia de Beja do PS quer ser mais “papista” que o próprio Governo”.

O PCP de Beja diz que Paulo Arsénio se demarcou “da posição da Ministra da Coesão Territorial, que defendeu a aposta no Aeroporto de Beja, com uma ligação ferroviária a Lisboa” e que “o PS descarta o aeroporto e nada diz sobre as obras do futuro IP8 até à fronteira de Vila Verde de Ficalho, nem mesmo sobre a ferrovia”.

O PCP diz que “mais uma vez fica claro que, quer o executivo da Câmara de Beja, quer o PS local, nada fazem para que o concelho se desenvolva, havendo uma clara falta de estratégia para o investimento”, sublinhando que “o PS, que fez contas ao investimento que os turistas podem fazer, caso optem por passar um dia no Parque dos Cinco Reis, esqueceu-se de fazer contas ao investimento que os turistas podiam fazer caso o aeroporto de Beja fosse estimulado com voos de passageiros e caso existissem bons acessos ferroviários e rodoviários”.