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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

"O Livro - Cumprir Abril" apresentado em Entradas, para "que a memória não se apague"

Zé LG, 17.05.24

lIVRO.jpgVai ter lugar em Entradas, no dia 18 de maio (sábado pelas 17,30h, no Largo da Misericórdia) a Apresentação de O Livro - Cumprir Abril, um livro a dois tempos, consubstanciado numa intervenção de arte pública e numa edição convencional, sob o tema Cumprir Abril, um livro que se propõe evocar condignamente a Revolução dos Cravos e assinalar o reconhecimento das gentes do Campo Branco aos Capitães de Abril e ao Movimento das Forças Armadas.

"Toda a gente queria ocupar tudo"

Zé LG, 07.05.24

Palminha2.jpg“Foi bom regressar à minha terra já em democracia”, afirma, convicto, António Palminha. No entanto, o mecânico também viu com tristeza a “balburdia” que estava a acontecer, não só em Baleizão, mas um pouco por toda a região. “Toda a gente queria ocupar tudo: herdades, pequenas propriedades, oficinas, tudo. Nessa altura, eu já trabalhava numa oficina, em Beja, quando me convidaram para ocupar essa mesma empresa. Disse-lhes que o homem (o patrão) paga-nos acima da lei, portanto a gente não pode ocupar isto”, lembra, com alguma desilusão. A oficina foi ocupada. António Palminha, não concordando com a decisão, acabou por sair. Mais tarde, a ocupação resultou no fecho da empresa.
Sem trabalho, o mecânico decidiu abrir uma oficina na sua terra.
“Na altura, os agricultores aqui na zona de Baleizão davam-me muito trabalho. Entretanto, o pessoal da Reforma Agrária veio ter comigo com uma proposta: davam-me todo o trabalho, mas eu tinha que deixar de fazer serviços para os agricultores”. António Palminha não aceitou e esclareceu “da porta da oficina para dentro não há política”. Justificando que “aqui são todos clientes”. Daqui.

"não houve revolução pacífica e florida como a nossa"

Zé LG, 05.05.24

images (1).jpg«O 25 de Abril, a Revolução de 1974, ou dos Cravos, como quisermos chamar-lhe, é uma data maior e das mais belas, se não a mais bela, da nossa história. Como todas as mudanças profundas, não podia deixar de implicar ruturas, ter problemas e dificuldades, na sua sequência haver erros, excessos ou desvios. Há que reconhecê-lo, como natural e muito longe do que seria de temer. E nada disto diminui a sua humanidade, a sua generosidade, a sua grandeza. Repito que não houve revolução pacífica e florida como a nossa. Resta-nos sermos dignos dela e continuar a combater pelos seus valores e princípios. O primeiro de todos a Liberdade.» José Carlos Vascomcelos, in a VISÃO de 24/04.

“faltou falar do presente e do futuro deste país”

Zé LG, 27.04.24

001.jpg«Blogs como este são a meu ver, locais de debate e até convivio, que substituem os de há cerca de 50 anos como alguns cafés da cidade, em que nos juntávamos para degladiar os nossos pontos vista.Foram tempos únicos e irrepetiveis, em que talvez por mais jovens, mas sobretudo mais sonhadores, julgávamos que tinhamos o futuro na palma da mão e a utopia que até era possivel lutar por uma sociedade mais justa e equitativa.» Desconhecido, a 27 de Abril 2024.                                            Leia aqui o resto deste comentário.

Beja na Revolução de Abril

Zé LG, 27.04.24

IMG_20240427_112053.jpgInaugurada, esta manhã, pelo Município de Beja, a que se seguiu uma visita guiada pelo curador, Constantino Piçarra, esta exposição está organizada por três períodos: até ao 11 de Março; entre o 11 de Março e o 25 de Novembro e entre o 25 de Novembro e as primeiras eleições democráticas para as autarquias locais. Vai-se manter durante seis meses junto da Casa da Cultura. Foi distribuído um livro sobre a exposição, com alguns temas nela abordados mais desenvolvidos. Vão ser ainda produzidos outros materiais orientados para os diversos níveis de ensino. Uma boa e bonita forma de fazer pedagogia sobre a Revolução do 25 de Abril em Beja.

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Beja na Revolução de Abril

Zé LG, 26.04.24

438770224_844673747705772_4584828466294570462_n.jpgDIA 27 - 10h30 |Av. Vasco da Gama, nº 5 – Ex-Sede da Pide/DGS, em Beja, em abril de 1974
Intervenções de Constantino Piçarra e Presidente Assembleia da AMB/Comissão Organizadora, Conceição Casa Nova e “Cante de Abril”, pelo Grupo de Cantadores de Nª Sª das Neves.
11h00 | Casa da Cultura
“Cante de Abril", pelos Cantadores do Desassossego e Grupo Coral de Baleizão. Inauguração da Exposição "Beja na Revolução de abril", curadoria de Constantino Piçarra; Intervenção Presidente da Câmara de Beja, Paulo Arsénio; Visita Guiada por Constantino Piçarra; Distribuição do livros editados no âmbito da exposição; “Cante de Abril - Grândola Vila Morena ”, pelo Grupo de Cantadores de Nª Sª das Neves, Cantadores do Desassossego e Grupo Coral de Baleizão.
12h30 | Portas de Mértola. Daqui.