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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Marcelo Guerreiro é o novo presidente da AMGAP

Zé LG, 06.12.25

Marcelo.202512051409568613.PNGO presidente da Câmara Municipal de Ourique, Marcelo Guerreiro, é o novo presidente do Conselho Executivo da Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública no Alentejo (AMGAP), eleito na Assembleia Intermunicipal,  assumindo a liderança da AMGAP com “o compromisso de reforçar a cooperação intermunicipal e assegurar um serviço público de qualidade, próximo das populações e ambientalmente responsável.”

AgdA investe na melhoria contínua dos serviços públicos de água e saneamento do Alentejo

Zé LG, 22.10.25

AgdA.pngA Águas Públicas do Alentejo (AgdA) vai avançar com um conjunto de investimentos que reforça o seu compromisso com a sustentabilidade, inovação tecnológica e melhoria contínua dos serviços públicos de água e saneamento em todo o território alentejano. Beja vai beneficiar de um importante investimento para o reforço da fiabilidade do sistema de adução de água à cidade, considerado essencial para garantir a resiliência do abastecimento e a qualidade do serviço prestado à população. Para além deste investimento, a AgdA assegurou ainda financiamento para a construção de novas estações de tratamento de águas residuais (ETAR) em Ermidas do Sado, no concelho de Santiago do Cacém, e no Ciborro, em Montemor-o-Novo, e adjudicou um projeto de telegestão em 97 instalações dos concelhos de Santiago do Cacém, Grândola e Alcácer do Sal, com o objetivo de modernizar a gestão das infraestruturas e aumentar a eficiência energética e operacional.

Morte de peixes na Albufeira do Roxo causada por altas temperaturas e baixo armazenamento?

Zé LG, 21.10.25

peixes.jpgForam encontrados milhares de peixes mortos nas margens da Albufeira do Roxo, que assegura o abastecimento público de água aos concelhos de Beja e Aljustrel. As espécies mais afetadas são carpas e pimpões. “Não há identificação de substâncias tóxicas que estejam a causar a morte dos peixes. A baixa profundidade da água, associada às temperaturas altas que se têm verificado, poderá resultar numa redução dos níveis de oxigénio e, consequentemente, na morte dos peixes”, admitiram a APA e a ARH do Alentejo. Ler mais aquiaqui e aqui.

AgdA reconhecida internacionalmente

Zé LG, 18.09.25

20250915182711601.PNGA AgdA – Águas Públicas do Alentejo, S.A. foi reconhecida pelo United Nations Global Compact, a iniciativa mundial que reúne mais de 20.000 empresas comprometidas com a integração da sustentabilidade nas suas estratégias e operações. A AgdA afirma que este reconhecimento internacional confirma o seu “empenho” em “alinhar a gestão da água no Alentejo com os princípios universais de direitos humanos, trabalho, ambiente e anticorrupção, contribuindo de forma ativa para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.”

EMAS faz trabalhos de conservação no Barranco do Poço dos Frangos

Zé LG, 27.08.25

EMAS-Ribeira_800x800.jpgA EMAS iniciou os trabalhos de limpeza, manutenção e conservação das linhas de água em meio urbano no concelho de Beja, no Barranco do Poço dos Frangos, situado entre o Bairro da Conceição e a ligação entre a Quintal Del Rey e o Bairro do Pelame. Esta intervenção terá efeitos em toda a extensão da linha de água, desde o seu início junto ao Centro de Inspeção de Veículos até ao limite da malha urbana, junto ao parque operacional da EMAS de Beja. Estes trabalhos serão desenvolvidos de modo a preservar os ecossistemas, e também realizados nas demais linhas de água do concelho.

Gulbenkian apoia projetos agrícolas que promovam a gestão sustentável da água e do solo

Zé LG, 16.08.25

20250812123810679.PNGA Fundação Calouste Gulbenkian vai financiar projetos que promovam visitas de campo para dar a conhecer aos agricultores as melhores tecnologias de gestão da água de rega e do solo, com o objectivo de acelerar a transformação do setor agrícola, impulsionando a utilização de práticas mais sustentáveis, com impacto direto na saúde dos solos e na gestão eficiente dos recursos hídricos é o principal objetivo. Candidaturas em Gulbenkian Água – Fundação Calouste Gulbenkian. Daqui.

Regadio público deve servir o interesse coletivo e não apenas a grande agroindústria

Zé LG, 01.08.25

202101151126599148.jpgA associação ambientalista Zero defendeu a introdução de uma diferenciação tarifária da água no perímetro de rega do Alqueva, agravando os custos para as culturas permanentes, como olival e amendoal superintensivos, frisando que “O atual regime de preços da água em Alqueva continua a favorecer, injustificadamente, sistemas agrícolas que colocam enorme pressão sobre os recursos naturais da região, em particular sobre a água, o solo e a biodiversidade”. Propôs que a estrutura tarifária da água reflita, progressivamente, os custos reais da sua disponibilização, que seja aplicada a taxa de beneficiação e que os sistemas agrícolas com maior impacte negativo potencial, menor resiliência ou versatilidade suportem uma tarifa mais elevada, e um regadio público que sirva o interesse coletivo e não apenas as grandes explorações agroindustriais, incluindo métricas socioambientais para orientar a sua gestão, e que seja travada a expansão descontrolada de monoculturas regadas.

Actualização do preço da água de Alqueva coloca FENARREG contra EDIA

Zé LG, 29.07.25

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José Pedro Salema, presidente e CEO da EDIA, critica o congelamento das tarifas da água desde 2017, que já obrigou o Estado a injetar quase 1.000 milhões na empresa para tapar sucessivos prejuízos. A solução definitiva é política e passa por “os políticos aumentarem os preços”, salienta José Salema, explicando que: “A nossa proposta é que esse preço [preço da água] seja não um preço político, mas um preço técnico. Que haja uma fórmula indexada ao preço da energia e aos custos reais que a empresa vai experimentando, principalmente as manutenções”.

A Federação Nacional de Regantes de Portugal – FENAREG está totalmente alinhada com a decisão do Ministério da Agricultura de manter estável o preço da água de Alqueva para os agricultores, porque “É fundamental garantir estabilidade para a atividade agrícola. Os agricultores não podem ser penalizados e responsabilizados pelas contas da EDIA”, diz José Núncio, presidente da FENAREG.