Sustentabilidade do olival no perímetro de rega na área do EFMA
"O olival é uma cultura milenar na nossa região alentejana. Porquê? Porque se trata de uma cultura muito bem adaptada ao nosso clima mediterrânico. Talvez uma das mais bem adaptadas", sublinha Rui Garrido, em crónica de opinião que pode ler e ouvir aqui.
“Acresce que, em regadio, é explorado, na sua grande maioria, em Modo de Produção Integrada, com enrelvamento das entrelinhas, gerando biodiversidade e sustentabilidade ambiental. Funciona também como um sumidouro de dióxido de carbono: uma oliveira, para produzir a azeitona necessária à transformação de 1 litro de azeite, capta da atmosfera 11,5kg de carbono e emite apenas 1,5 kg de CO2. Apresenta uma rentabilidade acima da maior parte das culturas de regadio que se praticam na nossa região, o que também tem contribuído para a sua expansão.”
Aqui está um tema interessante, oportuno e pertinente que justifica um debate sem preconceitos, que nos ajude a compreender melhor quais os benefícios e prejuízos - e para quem -, resultantes desta (quase) monocultura nesta área.
