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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

SERVIÇOS DO HOSPITAL DE BEJA EM “RISCO DE COLAPSO”

Zé LG, 05.02.18

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Doze directores de serviço do Hospital José Joaquim Fernandes em Beja divulgam hoje um manifesto em que expressam a sua preocupação pela situação de “absoluta carência de médicos” para fazer face às necessidades assistenciais da população nesta unidade de saúde.  “Está muito complicado”, desabafou ao PÚBLICO Ana Matos Pires, directora do serviço de psiquiatria, alertando para o “risco iminente” de colapso das urgências de pediatria e obstetrícia e para as “graves dificuldades” existentes nos serviços de anestesiologia, radiologia, cirurgia geral e ortopedia. “Faltam sobretudo médicos especialistas”, refere Ana Matos Pires, criticando a “não abertura de concursos para recém-especialistas em 2017”. Esta “grave lacuna” surge associada às “dificuldades acrescidas de atrair e manter novos clínicos nesta região”. 

O caminho a percorrer para minorar as carências que existem nos serviços de Saúde do Baixo Alentejo, passam por “uma discussão alargada” que ainda não foi possível concretizar. “Sem sugestões realistas e concretas os problemas não serão ultrapassados”, diz, alertando para necessidade de os discutir e tentar resolver.

10 comentários

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    Ana Matos Pires 08.02.2018

    Isto é tão, mas tão bom. Ora dou cabo do "fórum", ora fujo às "questões de substância" eheeheheh (o meu outro nome do meu é Gazela, fujo a tudo).

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    Anónimo 08.02.2018

    Perdermo-nos em rodriguinhos - é isto que a Dra. chama estimular o debate?
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    Ana Matos Pires 09.02.2018

    "Perdemo-nos" quem?
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    Anónimo 09.02.2018

    Quem se interessa pelo assunto.
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    Ana Matos Pires 09.02.2018

    Eu ajudo a recentrar

    “Porque não podemos, nem queremos, ficar indiferentes” - Um manifesto público

    Passou o ano e já findou janeiro, as dificuldades persistem.

    Os abaixo assinados, diretores de diferentes serviços do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, manifestam a sua preocupação pela situação de absoluta carência de médicos para fazer face às necessidades assistenciais da população pela qual a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) é responsável.

    Em particular alertamos para o risco eminente de colapso nas urgências de Pediatria e Obstetrícia e para as graves dificuldades que estão a passar a Anestesiologia, a Radiologia, a Cirurgia Geral e mesmo a Ortopedia.

    A não abertura de concursos para recém especialistas em 2017 e as dificuldades acrescidas de atrair e manter novos clínicos nesta região são problemas que urge discutir e tentar resolver.
    Não existem soluções fáceis, bem o sabemos, a interioridade e os acessos deficientes são dificuldades acrescidas, mas sem uma discussão alargado e sem sugestões realistas e concretas os problemas não serão ultrapassados.

    Manifestamos a nossa disponibilidade para, em conjunto com o Conselho de Administração da ULSBA, a ARS Alentejo, o Ministério da Saúde e as Autarquias Locais, avançarmos com esse fórum alargado de discussão. Disso damos conhecimento público em simultâneo com o envio do presente texto às instituições referidas.

    Beja, 5 de fevreiro de 2018

    Ana Matos Pires
    Ana Teresa Gaspar
    Aniceta Cavaco
    Cláudia Norte
    Isabel Santos
    José Vaz
    Luísa Elisiário
    Luíz Palma
    Mª José Janeiro
    Pedro Costa
    Rogério Mestre
    Rosa Bento
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    Anónimo 09.02.2018

    Vamos ao que interessa: o que conseguiram até agora?
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    Ana Matos Pires 09.02.2018

    Para além de uma posição formal da Ordem dos Médicos sobre o assunto, manifestada à Lusa, e de um comunicado público do CA, houve a disponibilidade imediata para a discussão do assunto por parte das estruturas da Saúde contactadas que se materializou numa reunião dos diretores de serviço - quase, quase todos, não só os 12 signatários - com o CA da ULSBA e o presidente da ARS Alentejo em representação do ministro. Além disso é assunto de capa do Diário do Alentejo de hoje. Em quatro dias não é despiciendo e traz-nos esperança na discussão alargada que propusemos.

    Já agora, o que não conseguimos e que me parece significativo: qualquer resposta, pública ou privada, da CIMBAL e dos presidentes das câmaras da área de abrangência da ULSBA - exceção, de assinalar, feita para o Paulo Arsénio, presidente da CMB, https://www.radiopax.com/camara-de-beja-disponivel-para-discutir-problemas-da-saude/ , apesar da notícia referir uma frase que me deixou curiosa, surpreendida e preocupada "Sobre o Manifesto, a Câmara de Beja não se pronuncia." - porquê?
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    Ana Matos Pires 09.02.2018

    Atualização: Recebi, há pouco, um email enviado e assinado por um assistente operacional, e em CC para a Vice-Presidente, onde, e cito "a Câmara Municipal de Moura vem manifestar (...) a disponibilidade total para o agendamento de um fórum alargado de discussão".
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    Anónimo 09.02.2018

    Já é alguma coisa.
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    CorretorMais

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