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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

SÉRGIO BARROSO APRESENTOU DEMISSÃO

Zé LG, 17.05.15

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O responsável do Serviço de Oncologia Médica no Hospital do Espírito Santo de Évora, Sérgio Barroso, apresentou a demissão esta semana . Segundo fontes consultadas pelo LusoNotícias-Alentejo, pelo menos mais dois médicos do mesmo serviço apresentaram igualmente a demissão.

O Serviço de Oncologia Médica do HESE foi criado em Março de 2002. Presta serviços à população do distrito de Évora, 173 400 habitantes, mas, para as especialidades mais diferenciadas é a unidade hospitalar de referência do Alentejo, abrangendo uma população total de 434.800 habitantes.
Sérgio Barroso (na foto, o terceiro a contar da esquerda, num debate no decorrer da gala da Associação Oncológica do Alentejo), médico especialista de oncologia, dirige o Serviço desde o início da sua actividade.

9 comentários

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    Alensul 17.05.2015

    Dr. Ana Matos Pires:

    Enquanto , a coisa deu,o Dr. Sérgio foi tratando os doentes do Alentejo inteiro,médico competente,em terra de cegos, sediou-se em Évora,corria a todos os outros hospitais,constitui loby a nível nacional, mantem quem trabalhe em Beja,mesmo sem a especialidade(convem).Para tudo isto a gestão vai acompanhando,até com elevados investimentos como o de Beja com o Hospital de Dia; abundava o dinheiro, não havia crise, mas também não se conhecia estratégia de gestão nem para o Baixo Alentejo nem para a região no seu todo,sediada na ARSA.Investimentos a vulso em paredes e tijolos, a Psiquiatria acompanhou a onda porque estava há anos fora dos muros do hospital e alguém em colaboração coma ARSA- Évora se lembrou de advertir o Dr. Rui Sousa Santos, entretanto falecido,que essa área mesmo sem recursos humanos qualificados, podia ser
    ...bandeira politica.Assim temos vindo a gerir
    recursos materiais,esquecendo os humanos e sua qualificação, agora em situação de crise.O resultado há muito que começou a estar à vista como tem sido dito e redito neste blog.Nem outra coisa seria de esperar para quem está conhecedor da realidade.
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    Ana Matos Pires 17.05.2015

    Não conheci, infelizmente, o Dr Rui Sousa Santos mas há uma afirmação que seguramente não é verdadeira. Refiro-me a esta: "a Psiquiatria acompanhou a onda porque estava há anos fora dos muros do hospital e alguém em colaboração coma ARSA- Évora se lembrou de advertir o Dr. Rui Sousa Santos, entretanto falecido,que essa área mesmo sem recursos humanos qualificados, podia ser... bandeira politica.". A mudança da política de Saúde Mental, no sentido de acabar com os Centros de Saúde Mental e formalizar os Serviços de Psiquiatria e Saúde Mental, vem dos anos 90 do século passado, de certeza a opção então feita teve a ver com essa política. Aliás, a sul do país o único que serviço de psiquiatria que não está fisicamente integrado num hospital é o de Faro - funciona numa estrutura fora do hospital, o que levanta muitos problemas, nomeadamente para a observação dos doentes de urgência, que têm de entrar pela urgência geral do hospital e ser transportados para um local diferente para serem observados pela psiquiatria, e para o apoio médico geral aos doentes psiquiátricos internados.

    A opção feita sob a direcção de Rui Sousa santos não foi, de certeza, só por "bandeira política".
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    Alensul 17.05.2015

    A Dra Ana Matos Pires, que me desculpe, mas não deve fazer afirmações sobre realidades que não conheceu,penso eu.De facto a mudança ao nível da Saúde Mental data da década de 90, mas aqui em Beja o impacto dessa mudança foi reduzido;limitámo-nos a criar o Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental com um médico,em ambulatório, a funcionar em instalações habitacionais fora da cerca hospitalar.Quando refiro que a"Psiquiatria acompanhou a onda" ,não era a onda da mudança de politicas de saúde,de acção e intervenção associados a novos conceitos e mudança de atitudes na saude mental(que já tinham conceptualmente ocorrido na referida década de noventa,sem cá terem chegado...), mas sim a" onda de obra de construção/edificios/paredes e tijolos" que está associada a bandeira politica.
    Teremos oportunidade,com certeza,de lhe fundamentar que essa opção foi sobretudo de "bandeira politica". Não interessa discutir mais nem aqui essa matéria; o essencial está dito e surgiu em outro contexto.
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    Ana Matos Pires 17.05.2015

    (em todo o caso tem razão, o que (me) interessa hoje é perceber a situação da Oncologia)
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    BAC 17.05.2015

    O Dr.Sérgio Barroso vai para a industria Farmacêutica. Tinha com o Hospital de Évora um contrato que rescindiu nos termos legais.Também uma outra oncologista , a Dra. Teresa pediu para sair e terminar contrato. É tudo, a região vai resolver problema.
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    Ana Matos Pires 17.05.2015

    O Sérgio Barroso tem todo o direito de fazer as opções profissionais que entender, naturalmente, era o que mais faltava que isso fosse questionado. Pelo meu lado só gostava de perceber a situação da Oncologia na ULSBA.
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    Anónimo 20.05.2015

    Hoje a Sra Dra. Margarida vai-lhe explicar tudo. A Dra. fica logo a perceber o que se passa com a Oncologia no Alentejo.
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    Ana Matos Pires 21.05.2015

    Estava de urgência, não ouvi. Não terá, por acaso, o link para o programa?
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    CorretorMais

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