Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Mai 18

Ana Mendes Godinho, Secretária de Estado do Turismo, assina hoje, no Alentejo, vários contratos de financiamento de investimentos no enoturismo, turismo de natureza e cycling, no âmbito do Programa Valorizar – Linha de Apoio à Valorização Turística do Interior.

Praia-Beja.jpg

Em Beja, às 10.00 horas, a governante rubrica o contrato de financiamento, para a construção do Parque Fluvial Cinco Reis, que irá ser criado na Albufeira com o mesmo nome, a cerca de quatro quilómetros da cidade.

Ler também AQUI.

publicado por Zé LG às 08:50
Tenho uma dúvida, será que com a praia cheia de pessoas e nalta a andar de canoa e gaivota (a pedal), ficarão muitas aves para se deixar observar? Vão-me dizer à e tal uma pode ser feita todo o ano, a outra só no verão. Não ficarão as duas amputadas na sua essência. Via melhor a observação de aves numa que apenas se destinasse só a essa atividade, parece-me haver alguma incompatibilidade dada a dimensão da represa. Digo eu...
Anónimo a 23 de Maio de 2018 às 12:26
Não se preocupe, que as aves possuem uma capacidade de adaptação superior à dos humanos!...é verdade que muitas vezes interferimos com a Natureza, criamos desequilíbrios nos ecossistemas, manipulamos a própria essência natural!...mas surpreendentemente é a própria natureza que nos ensina muito, na sua forma de transformação, evolução e adaptação à circunstâncias!...seja como for, o próprio conceito de praia fluvial em ambiente "artificial" (afinal de contas, trata-se de uma charca convertida em meio natural), trás outros problemas- a área circundante está pejada de olival intensivo, carregado de fertilizantes e fitossanitários, com escoamento directo para o plano de água!...a pergunta que se impõe no imediato é a seguinte: a água possui condições balneares? Pelo que se sabe, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) não costuma brincar com a qualidade da água!
Anónimo a 23 de Maio de 2018 às 22:31
Tomar banho em charcas sempre foi um perigo. Não é como numa praia, onde o fundo é de areia. Nestas poças, há lama, viscosa e pegadiça, e os calhaus não são lisinhos.
Anónimo a 24 de Maio de 2018 às 08:10
Esqueçam a eletrificação da linha férrea, o IP8 e o estado de degradação das estradas, o abandonado e displicente aeroporto, o estado calamitoso do casario do centro histórico, a falta de investimento em parques e na industrialização da região, a praga dos olivais de produção intensiva, a exploração desenfreada dos emigrantes, a desertificação humana com a baixa natalidade e o continuo abandono dos jovens, enfim, a ausência total de uma estratégia coerente de desenvolvimento da região.

Porque vamos ter uma praia, e isso é que conta!
Logo nos próximos tempos iremos ser bombardeados por todo o lado com noticias e noticias, reuniões e reuniões, debates e debates mais ou menos acalorados.
Vamos é lá ver se ainda não acabamos por ser gozados por causa da praia, tal como os de Messejana.
Anónimo a 26 de Maio de 2018 às 10:15
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