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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Resultados das eleições presidenciais e análises precipitadas

Zé LG, 24.01.21

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS - Análise comparativa dos resultados

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Tenho ouvido e lido muitas análises aos resultados das eleições presidenciais, hoje realizadas, algumas das quais enfermando de erros grosseiros, cometidos por distracção ou má-fé.

É uma realidade preocupante para todos os democratas a votação alcançada pelo líder do Chega. É igualmente uma realidade preocupante para a Esquerda a soma das votações das candidaturas dessa área.

Para facilitar a análise, elaborei este quadro comparativo das votações dos candidatos nestas e nas eleições de 2015, dividindo os candidatos por três grupos: MRS e outros da Direita; apoiados pelo PCP e pelo BE; e da área do PS. E agora, façam as vossas análises.

5 comentários

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    Anónimo 25.01.2021

    1. Para o PCP a lição a tirar pode ser de que não basta um candidato fazer uma campanha decente. Se o CHEGA continuar a crescer, será a própria Constituição que virá a ser posta em causa.
    2. Para o PS a lição a tirar pode ser que devia ter tido um candidato próprio. Os insultos populistas, agitando o papão da Venezuela ficaram sem contraditório.
    3. Para os democratas de esquerda, a lição pode ser a demonstração da fraqueza de não se unirem. Algo na sua atitude terá de mudar, assim andam a “brincar às revoluções”...
    4. Para os democratas de direita, a lição pode ser que o populismo esfrangalha os seus partidos, diligentemente construídos sobre princípios.
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    cheia 25.01.2021

    Ao contrário do que diz, não se trada de mais uniões, nem papões, nem candidato do PS.
    Os extremos combatem-se com ações concretas: coesão territorial, desenvolvimento, criação de empregos, combate à corrupção, justiça. Tudo o que não tem sido feito, nem mesmo com o apoio dos partidos de esquerda, que aceitam a corrupção, um desgoverno total, em troca de migalhas.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 25.01.2021

    Em instabilidade não se cumprem nenhum desses objetivos estratégicos. Os partidos, integrantes da nossa democracia, contribuem com programas dirigidos a soluções, que apresentam aos eleitores. O que está em causa é a sua credibilidade, pois uma vez no poder, não cumprem nem explicam porque não o fizeram. A prestação de contas não pode ser apenas nas campanhas eleitorais, onde novas promessas se sobrepõem a velhas. A política tem de ser um serviço público constantemente escrutinado pelos cidadãos. Estejamos nós atentos e exigentes!
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    cheia 25.01.2021

    Tem toda a razão! São eleitos para Governarem, e não governarem-se.
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