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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Regadio público deve servir o interesse coletivo e não apenas a grande agroindústria

Zé LG, 01.08.25

202101151126599148.jpgA associação ambientalista Zero defendeu a introdução de uma diferenciação tarifária da água no perímetro de rega do Alqueva, agravando os custos para as culturas permanentes, como olival e amendoal superintensivos, frisando que “O atual regime de preços da água em Alqueva continua a favorecer, injustificadamente, sistemas agrícolas que colocam enorme pressão sobre os recursos naturais da região, em particular sobre a água, o solo e a biodiversidade”. Propôs que a estrutura tarifária da água reflita, progressivamente, os custos reais da sua disponibilização, que seja aplicada a taxa de beneficiação e que os sistemas agrícolas com maior impacte negativo potencial, menor resiliência ou versatilidade suportem uma tarifa mais elevada, e um regadio público que sirva o interesse coletivo e não apenas as grandes explorações agroindustriais, incluindo métricas socioambientais para orientar a sua gestão, e que seja travada a expansão descontrolada de monoculturas regadas.