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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Quase metade dos votos do Alentejo não servem para eleger deputados

Zé LG, 20.04.25

Sem nome (53).pngUm estudo indica que 1.263.334 votos nas últimas eleições legislativas foram “desperdiçados” e não serviram para eleger nenhum deputado, correspondendo a 20,4% do total, com os territórios do interior a serem particularmente prejudicados.
Henrique Oliveira salientou que “existe uma grande desigualdade no território e na emigração entre os grandes círculos e os pequenos”, realçando que “Quase metade dos votos de Portalegre não servem para eleger nenhum deputado, ao passo que cerca de 90% dos votos de Lisboa e de 84% no Porto servem para eleger deputados”, acrescentando que “os partidos que conseguem capitalizar mais o voto são os grandes partidos – que conseguem ver 90% dos seus votos convertidos em mandatos” –, enquanto os pequenos “não conseguem passar dos 40 a 45%” - o PAN precisou de 126.805 votos para conseguir obter um mandato parlamentar, enquanto o PS só precisou de 23.237 votos para eleger um deputado – ou seja, o PAN precisou de “cinco vezes mais votos do que o PS”. Referiu ainda que há formas de tornar o sistema mais igualitário - “criar um círculo de compensação nacional, ... agrupar os círculos do interior em grandes círculos… ou um único círculo nacional”.

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