Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Qual a factura a pagar, no futuro, pela “revolução” em curso no Alentejo?

Zé LG, 18.07.23

Ao longo de quatro anos, num Alentejo descaracterizado pelas monoculturas intensivas e superintensivas de olival e amendoal, o geógrafo e fotógrafo André Paxiuta desenvolveu o projecto Oil Dorado. "Hoje, a homogeneidade de culturas domina numa região que está, em mais de 70%, na mão de grupos estrangeiros. Sem respeito pela paisagem ou tradição dos locais, os custos para a região são imensos.”Sem nome (30).png

“Estamos a falar de culturas intensivas que dependem grandemente do consumo de água”, realça o fotógrafo. “Existe um ponto de interrogação sobre a sua escassez no futuro, o que poderá colocar em causa a sua sustentabilidade.” Paxiuta acredita que a presente corrida ao “oil dorado” deixará marcas permanentes na região. “Poderá levar ao esvaziamento da riqueza ambiental e cultural do território (...) e ao colapso dos sistemas que o suportam.” Leia todo o artigo aqui.

1 comentário

Comentar post