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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Presidente do PS Baixo Alentejo apresentou propostas à ministra da Saúde

Zé LG, 12.01.21

PS-768x576.jpgO presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS reuniu-se com a ministra da Saúde, Marta Temido, a quem entregou um projeto de criação da Unidade de Cuidados Paliativos no Hospital de Beja, da autoria do médico Munhoz Frade e reafirmou a “defesa do Serviço Nacional de Saúde”.

Nelson Brito defendeu “a urgência de responder à carência de médicos de saúde pública no distrito”. Apresentou “as necessidades ao nível das infraestruturas de saúde, com enfoque na construção da 2ª fase do Hospital José Joaquim Fernandes, bem como garantir financiamento para a Unidade de Cuidados Intensivos, piso de consultas externas e projeto de instalação da ressonância magnética neste estabelecimento hospitalar”. Frisou ainda “a necessidade de cumprir com o compromisso de construção da CPI – Centro de Respostas Integradas (Antigo CAT)” e sugeriu à ministra “a constituição de novos instrumentos para contratação de médicos para o interior, quer por via legislativa, quer por via do reforço da tabela remuneratória dos médicos que decidam fixar-se no interior.” Daqui e daqui.

10 comentários

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    Anónimo 13.01.2021

    E ...ficamos à espera...
    E qual o papel dos gestores regionais e locais da saúde?
    Não entendo!E não creio que seja uma questão de burrice!
    E assim sucessivamente ...vamos esperando décadas.
    Sou de outro tempo,aquele em que os gestores eram gestores,e faziam coisas certas! Não precisavam nem que estes políticos falassem por eles, daquilo que nada percebem,nem de “amens” políticos porque eles sabiam planear,apresentar e negociar as suas propostas,bem fundamentadas, a quem de direito. E eram ouvidos e considerados porque além de planearem de acordo com as necessidades sabiam operacionalizar os seus planos aprovados.
    Mas, como pode o dirigente político local apresentar essas propostas à Sra. Ministra da saúde e convencê-la da necessária aprovação? Levou documento fundamentado,através de estudos custo -benefício,e assessores entendidos na matéria para a indispensável discussão e suposta aprovação?
    Ou foi um “blá blá politico”,da cá aquela palha de troca de favores” que estamos por demais habituados...?cujo resultado final não é senão aquele a que temos vindo a assistir cujo estadio não merece mais comentários.
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    Anónimo 14.01.2021

    Com tenha noções básicas de gestão sabe que as propostas feitas por imperativos sociais, são precedidas de sensibilizações dirigidas aos “stakeholders“. Os decisores políticos (neste caso o Governo) primeiro estabelecem objetivos estratégicos, só depois se fazem os estudos de custo-beneficio para a implementação. No que respeita ao que estamos a discutir, serão investimentos públicos. Se quisermos transpor para a lógica dos privados, diga-se que a existência de “mercado” é óbvia. Há clientes com necessidades desse tipo de consumo, pelo se trata de oferecer-lhes o produto desejado. A saber: melhores e mais completos cuidados de saúde de qualidade. Financiamento: da “bazuca” europeia...
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    Anónimo 14.01.2021

    Quem tenha...
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    Anónimo 14.01.2021

    Sabe muito pouco.
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    Anónimo 14.01.2021

    Sabe tão pouco que até acha que a aquisição duma resssonancia magnética para um hospital,bem como obras de ampliação duma área de consultas externas ou UCI, sao programadas e planeadas, constantes dum plano estratégico nacional,à margem e sem propostas dos decisores de saúde regional e local nomeados politicamente para gerir estrategicamente a saúde duma região.Só depois de planeadas nacionalmente , fruto dos pedidos dos políticos locais do poder dominante, no seu entender(que de certeza não sabe nada de gestão nem de planeamento estratégico) seriam entao sujeitas a um estudo custo benefício pelos dirigentes locais de saúde?
    E imagine então que assim seria,e assim os manuais de planeamento estratégico definiam,pergunto lhe o que fariam após realização de estudo custo benefício cujo resultado apontasse para obra onde não não se justificasse ao Estado nela investir? Sabe que isso pode acontecer?
    Concluo então que temos andado tão bem, na sua óptica e conhecimento,ao sabor destes “bitaites” e favores políticos de quem tem mais ou menos força ou interesses pessoais /políticos de ascensão, que os resultados e o investimento na saúde doDistrito é o grau zero sobejamente conhecidos.
    Podem continuar que a mossa não é pequena!
    “Vá a gente à caça com cães destes”, diz o ditado.
    “Para quê bater mais no ceguinho?” Diz o ditado.
    Dá vontade de dizer que assim querem assim façam..
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    Anónimo 14.01.2021

    Ignora a realidade da existência de lobismo?
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    Anónimo 14.01.2021

    Acha? Devo estar parvo ou ser ignorante, não acha?
    Em algum lado referi que não havia stakeholders? Em algum lado falei da inexistência de grupos de pressão /lobismo?
    Não insista que eu também não.”À vontade do dono se albarda o burro”, diz o ditado.Não conhece?
    Aconselho a leitura do papel dos Stakeholders na tomada de decisão, por aí em vários artigos,livrinhos de bolso, revistas de gestão e outros livros de maior porte.Na saúde há bastantes publicações sobre a matéria.Entretenha-se e veja quando e como desempenham o seu papel na sociedade global.E o que os distingue do lobismo político,caciqueiro e a maioria das vezes ignorante, sobretudo em saúde.Olhe que não é só o Paulinho do independente que se tornou epidemiologista!!



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    Anónimo 15.01.2021

    A arrogância tecnocrata a pretender negar a legitimidade de iniciativa política e cívica...
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    Anónimo 15.01.2021

    Quer discutir este assunto,incluindo a iniciativa cívica,e já que integra um grupo de pressao político e ou cívico, dinamize por aí um reuniaozita pública,com convidados (stakolders e políticos locais,gestores políticos e outrem ...),publicite o debate que estarei presente,como “tecnocrata” ,identificado naturalmente,para apresentar a coabitacçao e articulação /complementaridade entre o conhecimento cientifico de gestão e planeamento e a iniciativa política ou cívica duma região.
    Até agora não temos visto accao com resultados positivos provenientes de alguma dessas partes.Proliferam ,isso sim,muitas outras acçoes avulsas cujos resultados são por demais comentados e visiveis...
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