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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Porque não são criados Centros de Responsabilidade Integrada na ULSBA?

Sobre o anúncio da criação de Centros de Responsabilidade Integrada (CRI's) no Hospital de Évora (Cardiologia, Oncologia e Obesidade), afigura-se-me oportuno e pertinente dizer:
1. Como cidadão e potencial utente, saúdo a capacidade inovadora do Serviço Nacional de Saúde, que neste caso concreto aviva a esperança de que o interior do País seja meritoriamente desenvolvido.
2. Como profissional do Hospital de Beja (na vertente de Gestor), recordo aos meus concidadãos baixo-alentejanos que já há cerca de 20 (vinte!) anos tínhamos essa visão desenvolvimentista e pioneira, expressa documentalmente pelo Conselho de Administração da altura, em proposta de criação de CRI's.
3. Mais recentemente, de forma pública e também documentalmente dirigido a quem de direito, esse projeto foi reiterado, não tendo merecido da tutela outra atitude que a penalização dos seus autores.
4. Entendo reafirmar que no contexto atual, apesar das conhecidas carências de recursos, a ULSBA retém potencialidades para singrar nessa via de diferenciação, em benefício dos seus utentes e da sustentabilidade enquanto Empresa Pública.

Munhoz Frade 17.07.2019 16:24, aqui.

 

Aqui está um tema que, insistentemente, Munhoz Frade traz para debate mas parece que não há quem tenha vontade de o debater, a começar pelo CA da ULSBA. Podem ou não esses CRI’s ajudar a resolver alguns dos problemas da Saúde no Distrito de Beja? Se podem, porque não são criados?

4 comentários

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    Munhoz Frade 22.07.2019 23:32

    Caro Vitor Paixão: facilmente entraríamos numa polémica ininteligível para os leitores do blog. O aprofundamento técnico dessa modalidade gestionária neste local seria árido e afastaria o público. Apenas o contesto no que respeita à falta de vontade política, que situa na tutela. Não me parece que assim se justifiquem faltas de dinâmica interna e iniciativa. Quiçá existam na gestão alguns receios de se atrever em terrenos menos rotineiros...
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    Vitor Paixão 23.07.2019 08:22

    De um ponto de vista formal o terreno está preparado, fruto da legislação que prevê a sua criação e a deixa ao critério dos Conselhos de Administração. Já a práxis é bem diferente e reitero que não será apenas por incapacidade gestionaria e sim, tem razão, muitos são os motivos que dificultaria a sua implementação e falar deles seria (talvez) confundir grande parte dos que aqui (de boa fé) vêm.
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    Anónimo 23.07.2019 12:22

    O terreno dos CRI,s está preparado há vinte anos.Sempre teve suporte legal.
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