“política de esmolas” sem “efeitos práticos na vida das pessoas”
David Simão, presidente do NERBE/AEBAL, é bastante crítico quanto à proposta de Orçamento do Estado para 2024, considerando que o aumento do salário mínimo é consumido pelos “impostos indiretos” e pelo agravamento do custo de vida, que a medida sugeria pela CIP, de criação do 15º mês, com isenção de impostos, “poderia ter um reflexo positivo” para os trabalhadores e lamenta que as 30 medidas apresentadas pela CIP, da qual faz parte, não tenham sido aceites pelo governo.
