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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Política

Zé LG, 17.10.18

O Programa Fronteiras XXI, da RTP3, está a debater política, como ela, a democracia e as suas instituições e os seus agentes têm evoluído, como são encarados pelos cidadãos, designadamente os mais jovens, novas áreas e formas de intervenção, designadamente através do uso das redes sociais.

Foram apresentados alguns exemplos de experiências que estão a ser feitas noutros países mas também em Portugal e não pude deixar de recordar um estudo sobre gestão autárquica participada que fizemos há uns anos para a Câmara Municipal de Alvito e o movimento Por Beja com Todos, que abordaram estas questões e tentaram avançar com novas formas de fazer política e de gestão autárquica, que envolvessem mais (os) cidadãos. 

Infelizmente, não tivemos sucesso, talvez por pretendermos "andar antes de tempo", mas, espero, que "a seu tempo",  algumas dessas idéias venham a fazer o seu caminho e, principalmente, venham a contribuir para alcançar o objectivo maior de combater a descrença na política como forma de resolução dos problemas dos povos, das comunidades e das pessoas, ganhando as pessoas para um participação mais activa.

2 comentários

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    Anónimo 20.10.2018

    Caro vizinho. Não são as redes sociais que têm revolucionado a ideia de que é possível ter intervenção política sem as muletas partidárias!...É uma nova forma de consciência cívica, mais activa e esclarecida que têm impulsionado movimentos de cidadania, e que ao invés das organizações políticas mais conservadoras, não possuem motivações dogmáticas ou partidárias, mas apenas constituir-se como complemento daquelas, ou até como alternativa social, susceptível de acção pública mais ou menos directa, em benefício de todos e não apenas de grupos ou de organizações... E não é de facebook ou de twiter que se está a falar, nem tão pouco de acções populistas que grassam por este mundo político, trata-se apenas de despertarmos de modo mais consciente para uma realidade que nos diz respeito a todos, querendo fazer parte das soluções e não dos problemas!

    Ecce homo
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