PCP questiona governo sobre a situação dos trabalhadores do refeitório e a suspensão do fornecimento de refeições no IPBeja
A empresa terá deixado de prestar serviços a 31 de julho. Nessa altura, enviou uma carta aos trabalhadores a informar que manteriam o contrato de trabalho, com todos os direitos e obrigações, sendo a sua nova entidade patronal o Instituto Politécnico de Beja, que “não assume qualquer obrigação com os trabalhadores alegando que os mesmos são da responsabilidade da empresa” em questão.
“Com este impasse os trabalhadores estão em casa, sem vencimento e sem direito, no mínimo, ao respetivo subsídio de desemprego”.
O PCP quer saber “que conhecimento tem o Governo relativamente à situação em que se encontram os trabalhadores do refeitório do SAS- IPBeja” e “que medidas urgentes vai o Governo tomar para que sejam respeitadas todas as obrigações e os direitos para com estes trablhadores”; se o “Governo não entende que o Instituto Politécnico de Beja está a faltar ao apoio que deverá garantir aos estudantes”, uma vez que “atualmente não é assegurado o fornecimento de refeições no refeitório do SAS- IPBeja; e que “medidas que vai tomar para que seja recuperado o fornecimento de refeições”.
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