Paulo Arsénio considera derrota eleitoral “injusta”
Paulo Arsénio, candidato do PS e presidente cessante, reconheceu que a campanha não foi capaz de convencer os eleitores, e apontou duas razões principais: a dificuldade em justificar o trabalho desenvolvido nos últimos quatro anos e em projetar, de forma clara, as propostas para o mandato seguinte. Apesar de afirmar que “o povo tem sempre razão”, considera, a título pessoal, que o resultado foi “injusto”, embora admita que já tinha consciência dos sinais que apontavam para uma possível mudança no rumo político do concelho.
