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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

PARECE NÃO HAVER VONTADE PARA DEBATER O QUE É IMPORTANTE

Depois de terem sido feitas algumas críticas ao “facto” de no Alvitrando só se discutirem assuntos marginais, lancei aqui o desafio para que se discutisse o que é importante.
Infelizmente parece não haver grande vontade para isso, uma vez que aquele alvitre só teve sete comentários.
Aos que fizeram aquela crítica desafio-os a apresentarem os assuntos que consideram que são importantes e a debaterem-nos.

5 comentários

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    Munhoz Frade 07.05.2015 09:28

    Não é verdade que o nosso SNS seja o decalque do inglês. A necessidade de manter e melhorar o nosso SNS não é uma teimosia ideológica. É não só uma obrigação constitucional do Estado como uma questão do interesse de todos os cidadãos, independentemente da capacidade financeira individual. Nem as possibilidades de acesso a serviços mais caros garantem qualidade, nem quem não as tem deixa de ter direito à protecção na doença. Os resultados que colocam o nosso SNS entre os do top mundial demonstram que esse investimento vale a pena.
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    Ana Matos Pires 08.05.2015 00:36

    Não é de todo um decalque, Munhoz Frade, felizmente. E essa coisa do público vs privado em Saúde é uma falsa e mal explicada questão. Em 2012 escrevi "Outros dois aspectos que têm sido demagogicamente defendidos dizem respeito à defesa do implemento na concorrência entre público e privado como factor de poupança e do pagamento diferencial dos actos médicos na altura do acesso de acordo com os rendimentos. A ideia de que a concorrência seria mais favorável que a complementaridade assenta no mito de que os dois sectores têm os mesmos direitos e obrigações, o que é falso. A outra falsa questão determina uma perda da equidade e perverte o princípio da universalidade do serviço, estigmatizando a desigualdade: os mais ricos já pagam mais no acesso à saúde através dos impostos." e mantenho na integra (daqui http://economico.sapo.pt/noticias/e-agora-desistese_149628.html)
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    Munhoz Frade 08.05.2015 09:00

    De acordo, Dra.. Andam por aí muitos mitos que de tanto serem repetidos são tidos como verdades. Como bem deve saber, a busca séria das causas das coisas dá muito trabalhinho aos neurónios. É bem mais fácil ficar pelo "dizem que". Quem anda nessa procura do cerne dos problemas há algum tempo já derrubou na sua cabeça certas "verdades" tidas como inabaláveis. É sempre depois da desconstrução dos preconceitos que se começa a construir algo de novo. As novas ideias tem de fazer um caminho árduo. Vamos ler e refletir sobre o programa de saúde do Tempo de Avançar.
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    Ana Matos Pires 09.05.2015 00:53

    Acho bem. Pelo meu lado, como independente de esquerda, irei ler e reflectir sobre os programas eleitorais para a Saúde de todos os partidos e coligações de esquerda. As minhas expectativas em relação às propostas do PS, com homens como o Adalberto Campos Fernandes - uma das pessoas que mais sabe de políticas de Saúde -, são grandes. O Livre/Tempo de Avançar, com a Isabel do Carmo, o Paulo Fidalgo e o Cipriano Justo, só para referir alguns, tem obrigações acrescidas.
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