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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Onde pára a humanidade de quem exerce poderes públicos e nada faz perante um problema desta gravidade?

Zé LG, 10.11.22

Sem nome (10).pngComunidades ciganas nos concelhos de Beja, Moura e Serpa “vivem abaixo da dita dignidade humana”. Habitação e emprego são os maiores problemas que estas comunidades enfrentam.

A discriminação sente-se em vários domínios, nomeadamente, na procura de emprego e de casa. Mas a questão da habitação “é um dos maiores problemas da comunidade cigana” a nível nacional e o distrito de Beja não é exceção pois “há cada vez mais barracas”, no bairro das Pedreiras, localizado nas imediações da cidade. No total, entre as cerca de 80 barracas e as 50 casas de tipologia T2 existentes, viverão, atualmente, “entre 800 e 900 pessoas” no bairro” e existe “uma única torneira de água no exterior” que abastece “entre 400 e 500 pessoas”.

O núcleo de Beja da EAPN elaborou um documento “que sugere várias medidas e ações concretas” e que foi submetido à CCDRA e às comunidades intermunicipais do Baixo Alentejo e do Alentejo Litoral, designadamente "a criação de uma estrutura associativa intermunicipal para dar resposta aos problemas habitacionais; campanhas distritais de sensibilização para combater a discriminação e o racismo, com o envolvimento dos atores sociais; promoção do emprego das comunidades ciganas; apoio ao associativo cigano; e implementação de dois projetos-piloto no distrito, em Beja e Moura, à semelhança do projeto de Luta Contra a Pobreza, com principal foco na habitação e no emprego”. 

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