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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“O verdadeiro "centrismo" dos serviços de saúde”

O verdadeiro "centrismo" dos serviços de saúde e em particular da saúde das pessoas, é o seu médico de família ou assistente, no caso de privados. E não o hospital público da sua área.
Pelo que este debate sobre a saúde está enviesado e distorcido, logo à partida.
E o que estamos de facto aqui a discutir, como já há muito tempo se percebeu. Não é a política de saúde na região. Mas, sim o aproveitamento de forma ignóbil das debilidades do sistema de saúde, para fazer baixa política.

Anónimo 20.12.2018 11:51

 

Baixa política não, meu amigo. Concordo que o centro do sistema deva ser o médico de família. Mas o que poderá ele fazer se à sua volta não houver meios complementares de diagnóstico decentes e especialidades a que enviar os seus doentes?

Anónimo 20.12.2018 12:12

Aqui.

5 comentários

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    Mariana Raposo-AH 21.12.2018 20:35

    O centro do sistema deve estar sempre no doente,sendo que este, o doente,deve ter como porta de entrada no sistema os cuidados de saúde primários, quando não se encontra em situação de emergência. Só se está em situação de emergência a porta de entrada no sistema é o serviço de urgência hospitalar. Daí, o doente ou sai, sendo referenciado para o médico de familia ou para consulta de especialidade,caso nao ocorra óbito,ou segue para internamento. As consultas externas de especialidade são um recurso , que em condições fundamentáveis , está ao dispor do médico de família do doente, que pode utilizá-lo,e podem conduzir o doente ao internamento ou a simples parecer com retorno de informação ao seu médico de família.
    Numa ULS, o caso de Beja,o circuito do doente neste sistema deveria estar completamente assimilado e funcionar eficazmente de modo a colocar mesmo o doente no centro do sistema,daí resultando uma resposta o mais eficiente possível na utilização dos recursos disponíveis,garantindo a necessária e indispensável resposta às necessidades do doente. Para atingir esse desígnio,no Baixo Alentejo,foi criada a ULSBA -o doente está no centro deste sub sistema -deve ter acesso a cuidados de saúde integrados,onde os circuitos e os procedimentos devem estar primorosamente estudados e estabelecidos, cada uma das partes desse todo deve desempenhar o seu papel em beneficio do doente.
    Sabemos que nem sempre acontece e que o desígnio para que foi criada a unidade local não foi ainda atingido, conforme análise de factos e pareceres/alguns estudos,com prejuízo para o doente.A discussão que neste blog esta a decorrer,para onde vai este ou aquele equipamento, quem faz isto ou aquilo,vem dar razão ao que acabei de referir.Em suma,o doente no centro do sistema, tem o direito a cuidados de saúde integrados,prestados no tempo ,com os prestadores certos nos locais certos.Isso nem sempre acontece,porque o sistema tem falhas, às vezes grandes,
    Há que melhorá-lo com organização e gestão adequados.







    .


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    Ana Matos Pires 21.12.2018 20:57

    Isto tudo e mais um grande, enorme, investimento em aumento da literacia para a Saúde.
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    Mariana Raposo-AH 21.12.2018 21:12

    Sim,sem dúvida.
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    Anónimo 21.12.2018 21:52

    O cidadão comum, nem possui os níveis essenciais de literacia "tout court", como é que se pode utopicamente exigir um um investimento em literacia médica?...O verdadeiro problema, é que o SNS não consegue dar resposta, em termos objectivos, à procura de cuidados básicos de saúde!...é um princípio constitucional, muitas vezes subvertido, por força do próprio Sistema, onde impera o negócio, os números e as estatísticas em prejuízo do verdadeiro investimento em matéria de Saúde!...E nem queria entrar em áreas de natureza política, decorrentes dos princípios básicos do regime Democrático, conquistado a pulso, no passado recente!
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