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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“O que falta é TUDO O RESTO!”

Zé LG, 21.09.20

105913804_967840566981520_4336672682235452250_o PI“Desculpe o tom talvez indelicado deste comentário, mas o senhor está com esse tipo de discurso a tentar branquear a incompetência que é REAL na gestão pública. Não se trata de avaliar com base em estatísticas nem em obras feita. Até porque se o desenvolvimento se medisse em infraestruturas de lazer, desporto e afins, Beja até não estaria mal classificada. O que falta é TUDO O RESTO! É preciso estratégia para o apoio ao investimento e para a fixação de jovens e de profissionais qualificados de qualquer idade. É preciso profissionalismo, coragem e verdadeiro empenhamento por parte dos responsáveis autárquicos (mesmo que isso venha a ser pouco reconhecido nas urnas) para canalizar os fundos que existem para a qualificação das pessoas, para a criação de massa crítica e atração de investimento que, por sua vez tenha efeitos favoráveis e sustentados ao nível do dinamismo económico e da criação de emprego. Isto é, sem dúvida, intangível, mas não quer dizer que não possa ser comunicado aos munícipes - não está é a ser feito, ponto. É preciso ainda lutar ferozmente pelos investimentos estratégicos que há demasiado tempo são adiados na ferrovia, no aproveitamento do aeroporto, entre outros. Custe o que custar! É para isso que estas pessoas são eleitas, mas não é nada disso que têm para mostrar quando deixam os cargos. Aquilo que uns e outros vão deixando sempre é, isso sim, um rasto de novos tachos do respectivo partido, que vão aumentando eternamente as hostes de funcionários mais ou menos inúteis, com competências e perfis profissionais muito desajustados às funções que exercem nas autarquias e outras organizações públicas e privadas de relevância local e regional.”

Anónimo 20.09.2020, aqui.