Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
26
Jul 16

 

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A Câmara Municipal de Mértola entregou, há uns dias, mais sete casas a famílias carenciadas, no Centro Histórico da vila ao abrigo de um programa de habitação social, em regime de arrendamento social. 

Este programa, para além de “melhorar a vida das pessoas, dando-lhes condições de habitabilidade, tornando-as mais felizes (veja-se a fotografia), tem permitido “recuperar várias habitações

2016-07-20 018.jpgque estavam em ruínas no centro histórico” assim como “repovoar um sítio importante e emblemático da vila que não pode perder as pessoas e a sua dinâmica”, segundo o presidente da Câmara Jorge Rosa.  

Como seria bom que autarcas de outros municípios tivessem este entendimento – de que as pessoas viverem no centro histórico é determinante para a sua manutenção – e lançassem e executassem programas semelhantes, em vez de se ficarem pela animação e pela recuperação de espaços urbanos e equipamentos colectivos, que sendo importantes não fixam, por si só, as pessoas no centro histórico. Se todos os anos recuperassem alguns prédios em ruínas e entregassem as casas a fanílias e pessoas que aí vivem ou aí se fixassem, contribuiriam determinatemente para atacarem dois graves problemas: habitação social e despovoamento e consequente desertificação dos centros históricos.

publicado por Zé LG às 08:52
Muito bem! Uma iniciativa grande valor!
hpalma a 26 de Julho de 2016 às 12:06
A seguir podia reabilitar o estacionemto do hjjf beja
Anónimo a 26 de Julho de 2016 às 12:32
Isso o Rocha já lhes prometeu. Vai inaugurar lá a máquina da EMAS.
Anónimo a 26 de Julho de 2016 às 12:52
Com o entulho do depósito tapa os buracos todos. Grande estratégia de reciclagem, Rocha, pá!
Anónimo a 26 de Julho de 2016 às 12:56
Assim acabam com um campo de ensaio onde se têm feito grandes obras de engenheirice...
Anónimo a 26 de Julho de 2016 às 14:00
já não ficará com esse pergaminho, há já buracos onde tem enfiado entulho... barqueiros com mais de um kilo, e andam outros á solta pelo campus, grandes f... d...p...
Anónimo a 26 de Julho de 2016 às 20:39
e se fosse so´o terreiro, mas as ruas estão iguais, uma vergonha, nunca antes vista, xulos
Anónimo a 26 de Julho de 2016 às 21:06
Realmente em Beja não acontece nada. Um artista ,que por acaso até é de Beja, depois de esgotar sucessivamente os Coliseus de Lisboa e Porto, na primeira vez que o espetáculo sai destas cidades, vem a Beja e esgota 3 vezes o Pax Julia. Nos blogs da cidade, e nos pretensos ativistas da cidadania e defensores de Beja não se passa nada. Estamos conversados.
Anónimo a 26 de Julho de 2016 às 14:35
A esquerda pantomineira habitual!
Depois de ter saído a execução orçamental de Junho, na qual a queda de défice em termos anuais se fixou em 971 milhões de euros em resultado de uma estabilização da despesa (+0,2%), acompanhada pelo aumento da receita (2,9%), não pararam os coros das críticas aos atrasos de pagamentos que embelezam a despesa.
De acordo com a síntese da execução orçamental de Junho, publicada pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO), "verificou-se uma tendência ascendente nos pagamentos em atraso das entidades públicas, já que estes aumentaram 225 milhões de euros em seis meses, atingindo os 1.145 milhões de euros no final de Junho". Face ao mês de Maio, registou-se um aumento de 66 milhões de euros nas dívidas por pagar há mais de 90 dias.
A DGO diz que esta evolução "é principalmente atribuível aos pagamentos em atraso dos hospitais EPE, cuja evolução no primeiro semestre não reflecte ainda as acções desenvolvidas no sentido de regularizar as dívidas a fornecedores, nomeadamente a utilização de saldos de gerência de 2015 (até Junho foram utilizados 70 milhões de euros para este fim)".
As dívidas dos hospitais EPE por pagar há mais de 90 dias aumentaram 75 milhões de euros em Junho, mês em que atingiram os 681 milhões de euros. Desde o início do ano, registou-se um aumento de 230 milhões de euros.
Mais tarde, em declarações à Lusa, o secretário de Estado do Orçamento afirmou que, "houve no que toca ao SNS uma gestão nestes pagamentos que possa ter levado a isso. O Ministério das Finanças, em conjunto com o Ministério da Saúde, tem um plano de libertação de fundos para resolver estes problemas", diz João Leão.
"Já têm sido libertadas várias verbas e muito em breve, no que se refere à administração central, esse aumento [dos pagamentos em atraso] será contrariado. É um plano de pagamentos que está a ser desenhado, que já está a decorrer e que irá até Agosto/princípios de Setembro", disse João Leão à Lusa.
Não tem a mínima vergonha de branquear e manipular os números!
Anónimo a 26 de Julho de 2016 às 16:26
Não diga asneiras.Maquilhar os números com dívidas da saúde foi matéria por excelência dos anos anteriores!
Não dele do que não sabe.
Francisvo a 26 de Julho de 2016 às 17:40
Esta tarde encontrei um amigo que me disse: "O Centro Histórico não está tão bem como tu julgas", acrescentado logo de seguida: "Mas concordo com o princípio". É exactamente isso - o princípio que eu aqui quis realçar neste alvitre. Quantas outras autarquias recuperaram casas e as entregaram em regime de arrendameno social nos seus centros históricos?
Zé LG a 27 de Julho de 2016 às 00:45
Asneiras??Paulo Macedo foi o melhor ministro da saúde que tiveste até hoje cortou milhões de despesa inútil nos lobys das farmacêuticas da politica medicamento entre outros,que falta de carácter honestidade fazer afirmações levianas.Quem oculta despesa divida são os gestores dos hospitais para não perderem a direcção dos mesmos!
Anónimo a 27 de Julho de 2016 às 08:00
Esse também fez outras habilidades para reduzir o défice da dívida pública, como converter dívida dos hospitais em capital social. Não foi mau como contabilista, mas para ser um bom ministro da saúde é preciso bem mais do que isso. Lamenta-se que o atual ainda não tenha dado sinais claros de estar à altura das expectativas dos portugueses.
Anónimo a 27 de Julho de 2016 às 10:36
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