Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
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Mar 16

"Venho ler este blogue de vez em quando. Não moro em Beja mas conheço o País razoavelmente bem. O que aqui tenho visto é admirável, e que em poucas terras de Portugal acontece. O interesse e participação dos cidadãos anónimos, discutindo assuntos da maior importância. Nem sempre com elevação, mas o importante é participar, na medida das capacidades de cada um. Leio aqui intervenções de grande nível, como esta, por exemplo. Seria bem melhor para muitas terras, especialmente do Portugal interior, se também nelas a expressão de cidadania se realizasse de forma tão notável. Parabéns ao administrador do blogue, e aos participantes."

Anónimo a 31 de Março de 2016 às 09:37, AQUI

publicado por Zé LG às 13:55
O blá-blá nunca resolveu nada
Anónimo a 31 de Março de 2016 às 15:02
Este não sabe o que se passa aqui. Sob a aparência de múltiplos comentadores, apenas alguns poucos aqui vem, tentando criar celeuma só com o fito de deitar abaixo uma administração que tem sido aceite pelos subordinados.
Anónimo a 31 de Março de 2016 às 17:37
Concordo.
Aqui debate-se, debate-se, debate-se,..
E depois.... nikles batatoides.

Beja e a sua região estão votadas ao abandono quase total.
E este governo virou-lhe as costas.
O alentejano de Évora e ministro da agricultura Capoulas dos Santos é um autêntico herói local, apenas porque prometeu sem sequer se comprometer, arranjar o resto dos financiamentos para terminar o complexo do Alqueva.
As Camaras Municipais dedicam-se quase exclusivamente a organizar festas, festas e mais festas. Já nem interessa bem o motivo, o importante é fazê-las.
A qualidade dos serviços públicos vem por aí a baixo. E os jornais locais dedicam-se a arranjar bodes expiatórios, como foi o caso dos médicos. De forma é que só os mais distraídos ou ingénuos é que para cá vêm ou por cá ficam.
Os mais jovens e sobretudo com formação, nem vale a pena pensar em ficar por cá. A emigração é a única solução.
Os mais idosos e carentes, estão entregues ao cuidado de Deus e da Santíssima Trindade. Porque senão tiverem dinheiro para o efeito, não têm acesso ao mínimo de cuidados sociais.

E os políticos e não só, como é o caso, debatem, debatem, debatem, ...
Anónimo a 31 de Março de 2016 às 18:15
Também concordo.
Alias penso que este blog estará a passar por um dos seus piores momentos.
Desde que este grupo de boys do PS do hospital resolveu fazer do Alvitrando o seu setor de propaganda, deixou de se poder analisar e debater o que quer que seja.
Pois metem-se pelo meio dos assuntos, escrevendo sempre os mesmos comentários, sem sequer lhes acrescentar o que quer que seja.
E não se cansam de dizer sempre o mesmo.
Anónimo a 1 de Abril de 2016 às 22:35
Quem inteligentemente sabe ler nas entrelinhas percebeu que os comentários dos boys têm a marca da mediocridade. Os comentários que aqui surgem com acutilância e consistência não são feitos por boys. Essa é a linha de água que separa as falas de uns e outros.
Anónimo a 1 de Abril de 2016 às 23:49
"O que está em causa não é uma luta de boys, mas sim a opção pelo método de escolha dos responsáveis. O antagonismo é entre o velho arranjismo das clientelas e um novo paradigma, baseado em conhecimento técnico aprofundado."
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 00:12
Olhe , utilizem o blog para falar de comboios, ruínas , depósitos de água e afins, ovibeja e bebedeiras ...
Tudo menos saúde e hospital.
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 15:31
Também pode ser. Mas há que relativizar o nervosismo e a impaciência de uns quantos boys do PS do hospital.

Até porque este blog não só presta um serviço público notável à região, como será que não se pode discutir politica local com seriedade e respeito mútuo?
Sobretudo nuns tempos decisivos para a cidade e o Baixo Alentejo.

Isto porque mesmo aqueles que como eu, não nos sentimos representados por nenhum dos atuais partidos políticos, temos a obrigação de estar atentos e intervirmos politicamente em tudo o que se passa à nossa volta.

Não só porque a politica não se esgota nos partidos políticos, como estes últimos nem sempre nos representam e defendem os nossos interesses da melhor forma.

A titulo de curiosidade, e porque tenho estado atento ao seu trabalho ou à falta dele, na Assembleia da República. Finalmente tive conhecimento de uma ação politica aí desenvolvida pelo nosso e deputado do PS, Pedro do Carmo.

A mesma versava a problemática das acessibilidades e em particular do IP 2 e das duas rotundas da B.A. 11 e dos Coitos.

Só que a sensação com que fiquei é que ele falava mais como deputado da oposição do que do governo. Pois mais parecia a deputada do PSD ou o da CDU.

Estranha esta situação e o desagradável que ela é, de termos uma concelhia unida em torno da oposição interna ao próprio partido do governo.
Com todas as nefastas consequências daí inerentes e que estão à vista de todos.
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 16:46
Qual concelhia?
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 18:19
Tem razão, referia-me à comissão politica distrital do PS. Claro.
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 20:23
Pois, há gostos para tudo. Tudo o que no Alvitrando tem sido posto interessa a quem se interessa. Há quem restrinja o seu interesse a tricas futebolísticas ou do jet-set. E para esses há imprensa disponível e acessível consoante as bolsas - da HOLA ao Correio da Manhã (que dispensam a publicidade).
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 17:31
Sim, sim, bom proveito!
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 17:48
Alegado "testemunho" anónimo em destaque!!! eheheheheheheahahahahahahahah
Anónimo a 1 de Abril de 2016 às 22:51
Aqui temos o exemplo perfeito do que atrás se disse.
Não há palavras para este "comentário".
E são estes indivíduos que querem ir para o CA do hospital?
Anónimo a 1 de Abril de 2016 às 23:47
A esganiçada do hospital deu cabo desta merda toda ahahahahaha
anonimus a 2 de Abril de 2016 às 19:26
Um pouco respeito pela senhora, hem?
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 20:20
Pois vamos comentar tudo menos hospital... Essa cousa é tão só o maior empregador do distrito, a maior empresa, a maior fonte de corrupção do distrito..
alguem confirma a ultima, o enf de barrancos contratou nos ultimos dia 1 enf que terminou o curso ha 2 meses? E porque aconteceu isso? Não havia uma lista?
E por acaso é verdade que a enf é tão só a filha da responsável do serviço de pessoal? E por acaso essa sra veio de serpa, onde esteve no tempo da Margarida .. Alguem me explica como se eu fosse loiro/a?
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 21:55
Esse ja devia estar em barrancos ha 3 anos tantas as vigarices que tem armado.. Mas sera que as faz sozinho? Impossivel tem de ter a conivencia dos outros! E o que é mais escandaloso é que as repete sem akgum receio!
Onde estão os candidtos do ps que não abrem o bico? Nessa baiuca soexiste mariana raposo e frade? O resto são otarios? Se não são parecem sinceramente...
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 22:09
Não há mais porque receiam ser também crucificados.
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 22:30
Está a aproximar-se a hora da verdade, em que esses palhaços sem graça serão forçados a demitirem-se.
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 23:32
Ena que violência!
E logo pessoal da saúde.
Cuidado com o enfarte.
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 23:53
Este é um combate muito sério e duríssimo.
Anónimo a 2 de Abril de 2016 às 23:55
É mesmo?
Talvez este tipo de politica na Função Pública, com avanços e recuos, tenha os dias contados.
E que embora haja sectores em que o poder politico não abdique de colocar os seus boys, como é o caso dos Centros de Emprego.
Haja outros, como será talvez o caso da saúde, em que tem mesmo que haver uma hierarquia de competências. Sob pena de acontecer ao sector o mesmo que aconteceu e está a acontecer com os bancos.
Além de que, este como o anterior governo, está a privilegiar o sector privado da saúde, como aconteceu com as recentes medidas da ADSE. E não tarda que continuem as entregas de competências ou unidades de saúde às autarquias e ao sector cooperativo e ou social.
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 12:22
Um comentário em que se mistura alhos com bogalhos.
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 14:06
Então diga lá o que está misturado.Gostava que aparecesse aqui neste blog com o nível do Dr. Frade para nos elucidar mas também para terem uma conversa de igual para igual, já que o resto é tudo conversa de boys.
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 18:40
Concordo. Diga lá o que é que está misturado. E sobretudo porquê.
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 20:01
Confusões misturadas:
1. A política de nomeações é diferente de ministério para ministério.
2. Apontar o risco de não haver hierarquia de competências na saúde como o que causou os descalabros da banca é disparate.
3. A garantia de clientela dada ao sector privado entregando-lhe os beneficiários da ADSE já começou há muitos anos.
4. “Entregar” competências a autarquias, cooperativas e IPSS não é equivalente a privatizar.
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 20:28
Poderíamos agora ,esclarecida esta "mistura", começar a discutir estes quatro pontos que correspondem a quatro grandes temas. São todos actuais e pertinentes.
JM a 3 de Abril de 2016 às 20:51
Quem quer assumir o risco de ser considerado "malfeitor" por discutir neste fórum temas tão melindrosos para os poderes constituídos?
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 21:18
Vamos ver se alguém capaz de o fazer, arrisca. Eu não sei se tenho competências para isso e não quero ser julgado como "malfeitor" porque as consequências serão depois graves e até posso ir preso.
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 21:45
Talvez valha a pena, então, começar por desfazer a grande "mistura" que é juntar "autarquias, cooperativas e IPSS" quando o assunto é "entregar" competências.
Se o objetivo for o empowerment da comunidade, faz sentido não as separar.
MF a 3 de Abril de 2016 às 22:33
Mesmo que o objetivo seja esse faz todo o sentido separá-las, por variadíssimas razões mas desde logo pela características de cada uma: não são estruturas nem instituições similares na sua base, formação, propósito, valores e missão.
Obviamente são diferentes. Mas deveriam ser congregadas dentro dos objectivos da constituição de uma Comunidade Local de Saúde, não?
MF a 3 de Abril de 2016 às 22:53
As autarquias sem dúvida.
Elegemos autarcas (que governam autarquias), constituimos cooperativas e formalizamos IPSS, estas duas últimas de diferentes tipos e com diferentes propósitos.
Podem assumir objetivos comuns...
MF a 3 de Abril de 2016 às 22:54
Ou não...
Lá vai mais uma para a fogueira."Entregar"competências ou partilhar responsabilidades para qualquer dessas organizações,se as considerarmos todas com objectivos comuns , o dito empowerment da comunidade saúde? Parece-me que as competências só se "entregam" quando não as temos mas julgamos possuí-las! se as temos não podemos abdicar delas.Se o fizermos,teremos impactos ao nível dos vários tipos de poder com as consequências dai resultantes ...positivas e negativas.
Outrem a 3 de Abril de 2016 às 23:15
Para mim, o termo correcto é partilha.
MF a 3 de Abril de 2016 às 23:17
http://comunistas.info/?no=4000;ano=2016;mes=4;i=1122
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 23:29
"As soluções organizativas que melhor respondem a uma visão de política de saúde assente nestes pressupostos são as Comunidades Locais de Saúde, com as dimensões geodemográficas equivalentes às atuais Unidades Territoriais de nível 3 (NUTS3), considerando as situações particulares dos grandes centros urbanos, enquanto rede matricial de proximidade em que se cruzam funções e necessidades, evidenciadas pelo imperativo de promover a saúde, prevenir e tratar a doença (...)" Programa do LIVRE/TEMPO DE AVANÇAR para a Saúde http://tempodeavancar.net/?page_id=14622
Pois é!
Anónimo a 3 de Abril de 2016 às 23:58
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