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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“O problema da ULSBA não é a falência técnica. Em falência técnica sempre esteve a ULSBA”

«Estou a ler os comentários desta notícia. Vamos ser sérios e perceber bem o conteúdo da mesma. Eu não tenho interesse sou cidadão e isento, mas sei o que é uma auditoria TC.
O TC, qual vaca sagrada emite uma auditoria sofrível, intencional, pouco credível a nível técnico, sem fundamentos e não séria. Os jornais publicam uma notícia, sem escreverem o contraditório, pegando nas palavras "falência" de forma intencional! Não há seriedade nas coisas! Então vamos à verdade....

1. Em falência técnica sempre esteve a ULSBA, com capitais próprios negativos ou muito próximo, fruto do acumular de prejuízo inevitável ao longo dos anos porque o MS teima em não financiar a ULSBA. Digo mais, já o anterior CHBA estava. Portanto, lamentável o TC. Parece que veio descobrir a pólvora....
2. É preciso ler o contraditório, que tive o cuidado de ler, para analisar uma notícia destas e perceber o porquê das irregularidades e desconformidades, que como lá está, vêm de ordens superiores.
3. Pelo que li no contraditório o TC nada mais fez que ler as reservas do ROC e ler o que está escrito no anexo às peças financeiras e fazer uma cópia. Lamentável....
Portanto, o problema da ULSBA não é a falência técnica como se faz crer, desviando a conversa. O problema da ULSBA é:
1. Existência na mesma instituição de funcionários públicos e funcionários contratados, gerando-se desde logo grandes problemas de capital humano. Leis dos políticos...
2. As chefias são sempre as mesmas, há anos, nada muda, alguns (para não dizer quase todos) de qualidade técnica muito duvidosa, com falta de conhecimentos e capacidade de gestão. Solução política: constituir uma bolsa de chefias por concurso, com provas dadas, e faze-las rodar por várias instituições para não ganharem vícios. Leis mal elaboradas, chefias por nomeação....
3. Excesso de funcionários, todos efetivos, sobretudo na área de suporte, que muitos nada ou pouco fazem, e não deixam fazer, tornando os custos em pessoal inflexíveis, enormes e sem solução.
4. As administrações deveriam apresentar projetos às populações, apresentar provas dadas na área da gestão e não serem nomeadas politicamente. Serem rigorosamente avaliadas e essa avaliação ser pública.
5. O exemplo tem de vir das chefias. Se estas muitas das vezes dão os piores exemplos em tudo, cá em baixo é o caos....
São apenas alguns exemplos.
Mas quem olha para uma notícia destas, não é justo a forma como é publicada sem contraditório, e a própria auditoria como é feita copiando o que já foi escrito por outros. Leiam na página do TC a publicação da auditoria como eu fiz, para perceberem o que se passa. Portanto, concluo, que o problema disto não são as administrações, mas da política....a política é que tem destruído tudo! 

Anónimo 09.02.2019 10:13», aqui.

 

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