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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

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Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

“O ESTADO DA SAÚDE NA REGIÃO” EM DEBATE PROMOVIDO PELA VOZ DA PLANÍCIE

Zé LG, 26.02.18

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A Voz da Planície quer saber qual é “O Estado da Saúde na Região” e vai debater esta matéria, no dia 15 de março, a partir das 17.30 horas, na Cafetaria do Pax Julia – Teatro Municipal de Beja, com médicos, enfermeiros e decisores políticos. E porque a saúde é um fator fundamental para o desenvolvimento este vai ser um debate aberto ao público, e com transmissão em direto, onde todos podem participar.

Em entrevista à Voz da Planície, Miguel Guimarães, Bastonário da Ordem dos Médicos, afirma que a ULSBA tem necessidade de novas instalações e de equipamentos para o exercício da atividade profissional e grandes carências de especialistas, concluindo que só quando houver abertura de concursos para os especialistas que terminam a sua formação é que a ordem das coisas se vai alterar no Hospital e centros de saúde, caso contrário, o Interior nunca se irá desenvolver.

14 comentários

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    Anónimo 02.03.2018

    Em Faro demitiram-se três, mas o estrondo foi grande.Se tivessem sido 12 ,até o Ministro caia.No Algarve não brincam às demissões.
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    Ana Matos Pires 02.03.2018

    Quantas vezes é preciso explicar que ninguém iniciou uma guerrilha e que o que se pretende é tentar contribuir para procurar alternativas depois de publicamente terem sido identificados os problemas? Se o CA da instituição me pressionasse para dar altas precoces, como os colegas internistas de Faro publicamente referiram, seguramente me demitiria também - estavam a obrigar-me a má práxis.
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    Anónimo 02.03.2018

    Com tanta manifestação de disponibilidade para colaboração foi esta a resposta que o ministro deu. Satisfeitos?
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    Ana Matos Pires 02.03.2018

    Falando só por mim, acha?
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    Anónimo 02.03.2018

    Não falando de si, os médicos de Beja são uns medricas.
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    Anónimo 02.03.2018

    Nem capazes são de dar um murro na mesa. Bananas!
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    Ana Matos Pires 02.03.2018

    Vexa irá chamar banana a quem lhe fez o nariz.
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    Anónimo 02.03.2018

    Saiba V. Exa. que não vimos ninguém dar um murro na mesa.
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    Anónimo 02.03.2018

    "Bananas", não! É feio e ofensivo , acha a AMP. Quem diria!
    Deveremos dizer que estão há muito acomodados e assim se sentem bem. Aquela do Manifesto saiu" fora de caixa", de tal modo que nem os ouviram.
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    Ana Matos Pires 02.03.2018

    Mania de se falar pelos outros. Não acho nada disso, acho só parvo. E também acho carradas de absolutamente à maneira como o exercício de cidadania é visto por alguns (muitos?) por estas bandas. Siga.
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    Anónimo 02.03.2018

    Os cidadãos ficam paralisados quando vêem a falta de empenho que os profissionais do hospital têm tido na defesa do seu hospital. Aqueles que ano após ano apenas olharam para o seu umbigo e se acomodaram a pequenos poderes deram um “exemplo” (negativo) à população. Não tenham dúvida que se os cidadãos vissem os profissionais levantarem-se determinados a defender o seu hospital dar-lhes-iam o seu apoio e haveria força para evitar a destruição do Hospital de Beja.
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    Ana Matos Pires 02.03.2018

    Temos pena, dos cidadãos (para converseta mole resposta à altura).

    Caríssimo(a), a medicina, e as restantes profissões da Saúde, não são - não podem nem devem ser - voluntariados nem sacerdócios. Compete-nos defender a qualidade da prestação de cuidados às populações e a dignidade das nossas profissões, ponto. Compete-nos funcionar dentro da máxima ética e princípios deontológico. Para alguns de nós, independentemente da atividade profissional, faz sentido o exercício de cidadania que a todos, qualquer que seja a área profissional, diz respeito. Tudo o resto é tanga, populismo, manipulação e pouca, muito pouca seriedade.

    (não falo do que não conheço)

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    Anónimo 03.03.2018

    Isso será verdade para alguns cidadãos, os das profissões com deontologia. O exercício da cidadania para quem não é profissional de saúde é outra coisa. Fala-se mesmo quando não se sabe..,
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