Alvitrando
Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.
15
Mar 18

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Estiveram cerca de 50 pessoas no debate, que houve pouco porque o formato, com quatro painéis e dez convidados, não facilitou.

Algumas conclusões que tirei:

Não existe um projecto de serviço de saúde para a região, que atraia e motive os profissionais e mobilize e una as forças vivas e as populações na sua concretização.

Os autarcas e profissionais da Saúde receiam que a descentralização de competências para as autarquias contribua para agravar a situação e as assimetrias regionais.

A CIMBAL ainda não sabe quando vai indicar o seu representante no CA da ULSBA, não tendo esclarecido porquê, mas afirmando que o ia fazer.

Valoriza-se mais o tratamento do que a prevenção da doença, mais a doença do que o doente. Assim, não admira que a Urgência, construída para receber 40 mil doentes, receba 100 mil.

Há falta de médicos (apenas 67% dos lugares estão preenchidos e a sua contratação é dificultada e grande parte deles tem mais de 50 anos), de enfermeiros e de outros profissionais. A situação não é pior graças à dedicação dos profissionais.

Há falta de equipamentos, ou porque nunca existiram ou porque estão obsoletos.

A construção do Hospital Central em Évora não irá retirar valências ao de Beja, garantiu o presidente da ARSA, que acrescentou que este e outros se devem afirmar nalgumas valências.

O Prof. Machado Caetano, presidente do Conselho Consultivo, frisou a prioridade que deve ser dada à prevenção e que está a promover, com as escolas, um projecto de promoção da saúde.

No final, alguns quizeram deixar uma mensagem de esperança na melhoria do estado da saúde na região, que não é famoso mas também não é tão mau como alguns afirmam.

Qual a sua opinião?

publicado por Zé LG às 23:23
Se esta síntese está corretamente feita, não se acrescentou grande coisa ao que tem sido analisado no Alvitrando. Com tantas “forças vivas” presentes, não se gerou nenhuma perspectiva estratégica consensual???
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 00:21
As valências ficam,com ou sem especialistas,é isso?
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 01:11
Uma colmeia sem abelhas, seca.
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 07:53
Afinal qual é o estado da saúde da região, é o que não ficamos a saber.
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 08:16
A nossa ilustre comentadora não nos diz o que pariu essa montanha?
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 08:15
Pela foto ,estava presente o Conde e companhia.
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 08:20
Querem ver que se fez fumo branco com tão nobres gestores públicos em presença!
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 08:22
Deve ter sido com o contributo do gestor vindo do INEM .
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 08:26
E também do Diretor clinico que pela foto esteve presente.
Este diretor clinico do hospital saberá quais são as competências que a lei lhe atribui? desconfio que ainda nem as leu, quanto mais exercê-las. Só se as delegou na PCA ,também diretora clinica dos cuidados de saúde primários.
Ouvi hoje dizer que a PCA até pos o lugar à disposição no final do debate, por causa do protocolo com Serpa.
Arre valente, digo eu!
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 12:18
A propósito um comentário de um grande administrador dirigente do HJJF ,quando este era referência nacional e cativava quem tinha que vir de fora “fazer a casa” em que nos tornámos, referência nacional pela qualidade de gestão e de prestação de cuidados de saúde aos nossos doentes”.Achei adequado ao tema em discussão e talvez responda ,ao que não foi dito.Dizia este meu colega e amigo num comentário de hoje ,nas redes sociais:”No último Fronteiras XXI, programa da RTP3 conduzido por Carlos Daniel, era feita a pergunta “Quem nos trata da Saúde?”.
Entre os membros do painel o ex- Director Geral de Saúde, Dr. Francisco George. Questionado sobre os custos do SNS, afirmou; “temos seguramente um problema de gestão.” E acrescentou:
“Temos que melhorar, também no plano da formação, a qualidade dos gestores. Gestores que têm de se ocupar de assuntos que são complexos e têm de ter qualidade por terem de defender o interesse público.”
Ao ouvir estas palavras, recordei-me da estupefacção que senti quando, nos anos 80, uma Ministra resolveu afastar o Administrador do Hospital de S. João, economista licenciado pela prestigiada Faculdade de Economia do Porto, diplomado em Gestão Hospitalar pela Ecole Nationale de Santé Publique francesa, com anos de experiência a gerir hospitais, para o substituir por um Senhor com formação equivalente ao actual nono ano do ensino secundário que considerava ponto alto do seu currículo o ter sido “a esferográfica do Presidente da Câmara do Porto”!
Muitos anos antes, mais concretamente em 1964, o grande Mestre da Administração Hospitalar Portuguesa, o Professor Coriolano Ferreira, esclarecia:
“A administração deve competir a quem esteja preparado para incarnar e interpretar junto do hospital as necessidades da sociedade em cada momento histórico; fora e acima de todas as ciências e técnicas aplicadas a todas dê a unidade fundamental e superior duma política definida; salvaguardando os interesses comuns tudo disponha para que o máximo de necessidades socialmente justificadas seja atingido com o mínimo de dispêndio.”
Keep Calm, como agora se diz. Afinal ainda só passaram 54 anos…”
Mariana Raposo a 16 de Março de 2018 às 19:10
Pelo que se lê e ouve no site da Voz da Planície, ficou tudo pela rama - declarações generalistas e apelando à fé dos cidadãos.
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 08:33
O LG diz no seu resumo que foi um apelo à "esperança", Então façamos fé na esperança, será isto?
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 12:38
Estavam os três para se defenderem de eventuais acusações, mas não foi preciso, porque esteve tudo de acordo e como mandam as regras do politicamente correto, embora a antiga PCA ainda pretendessem informar , cortaram-lhe o pio, porque necessário.
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 12:35
uma rata
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 22:32
A descentralização administrativa poderia possibilitar compromissos de parceria, nomeadamente com os setores da Educação e da Banca, em que ficassem estabelecidos protocolos que dessem algumas garantias atrativas para fixação dos profissionais em défice. Por exemplo: quotas no ensino superior para os filhos, linhas de crédito bonificado para residências, etc, etc. Algum dos presentes expressou uma visão estratégica regional desse tipo?
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 08:40
Uma regionalização contrária às leis comunistas? Com o PC no governo, médicos e enfermeiros seriam destacados obrigatoriamente, acabando com as desigualdades. Criar novas injustiças, inconstitucionais, não!
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 08:51
Pois! Foi quando o ministro da saúde era um comunista, o Artur Céu Coutinho, que se criou o Serviço Médico à Periferia.
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 09:22
Hum?
O meu "Hum?" é porque nunca houve um ministro da Saúde chamado Artur Céu Coutinho - na verdade foi Secretário de Estado da Saúde.
Confere. Foi quem criou o SMP.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 09:51
Num governo do Vasco Gonçalves.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 09:59
Não, não foi, pq não houve um "criador do SMP" e pq era secretário de estado de um ministro de um governo.
Durante algum tempo as funções ministeriais na saúde não estavam individualizadas. Por exemplo: estiveram integradas no ministério dos assuntos sociais.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:17
Lá está, não havia um ministro da Saúde. Percebe-se pensando que se estava num período pós-revolução, o erro rapidamente, e bem, foi corrigido. Em todo o caso não se pode fazer equiparar as funções de um secretário de estado, mesmo nas condições referidas, ao de um ministro, é esse o meu ponto.
Não desfoque, AMP!
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:21
eheheheh se chama isto "desfocar" estou esclarecida
E, já agora, não vale a pena fazer, em 2018, a idealização do SMP. Foi uma experiência "engraçada", datada, muito importante para dar resposta a uma medicina de precariedade absoluta, numa altura em que a taxa de mortalidade infantil era das piores da europa (coisa que, como sabe, não acontece agora, felizmente) mas que não resolveu nada em termos estruturais e definitivos. Ainda há pouco tempo passou o documentário na RTP "E um dia vieram os médicos" -
https://www.rtp.pt/programa/tv/p35377 - onde se pode reparar que do grupo do Bernardo Loff... ficou ele.
Ficam mais clínicos que aqui fazem o seu internato do que algum dia ficaram os que aqui vieram fazer SMP - os números mostram isso. Continuo a achar que a grande aposta para a fixação de clínicos é conseguir idoneidade formativa para os serviços e, para isso, os serviços têm que cumprir os requisitos necessários. Esse é o caminho, aposte-se nele. Para isso é preciso haver mudanças e dinheiro, claro.
Não conte mal a história. Muitos dos que vieram fazer o SMP aqui seguiram fazendo aqui as especialidades, e ainda aí estão vários. O Dr. Loff não é o último moicano...
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:24
Cite-os, pf, contabilize-os e compare com os que têm ficado por para cá terem vindo fazer o internato da especialidade em serviços com idoneidade formativa.
Esse argumento não é honesto, porque o SMP acabou em 1982.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:31
Antes tivemos SMP, hoje temos AMP! Ah ah ah
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:34
Pronto, a conversa já descambou. Palerma.
Não é honesto porquê? Responda lá a minha pergunta, pf.
Nessa época heróica o contexto era de precariedade, sim. Mas havia idealismo, boas vontades. As “dificuldades” de hoje não explicam a rarefação dos clínicos. Hoje há boas estradas, bons carros, internet e telemóveis. Portugal é pequeno. Falta um clique nas mentes.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:29
Insisto, na prática em que se traduziu essa experiência em termos de fixação de clínicos? E repare que não estou contra ela, apenas me aflige essa postura de velho do Restelo que só conta parte da história. A medicina evolui imenso, felizmente, os indicadores de saúde estão aí para o provar, as populações precisam de muito mais e de diferente, os clínicos também - mais meios, mais técnicas, mais possibilidades de desenvolver projetos clínicos de qualidade, mais atualização. Infelizmente os acessos nesta terra não evoluíram tanto quanto a medicina, tão pouco qto a literacia em saúde - que sendo precária serve já serve para as populações não irem ao médico só porque, e cito a reportagem outra vez, "nunca tinham visto um médico".

O meu ponto é simples, não vale a pena vir comparar o incomparável, o SMP foi muito importante naquele contexto -
tb quando as carreiras médicas eram uma realidade, já agora -, não é replicável, felizmente, pq se evolui imenso na saúde e pq não foi solução a longo prazo.
A saúde de uma população não se resolve com "boas vontades", quanto ao idealismo (e às utopias, já agora), sou a prova provada da sua existência, com orgulho. Mas não chega.
Ò Dra., não se arrogue o estatuto de única idealista. Há por cá ainda alguns outros, ainda que poucos restantes. O que está em causa é a necessidade de “mercenarizar” porque não há imaginação governativa para convencer pelas ideias. Digamos que os dirigentes deviam repensar as suas técnicas motivacionais.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:47
Releia lá a conversa, onde foi que o fiz? Reagi a alguém que referia "ter havido idealismo que agora já não existe". Tire o cavalinho da chuva, não preciso a me arrogar em "única" o que quer que seja para estar a bem comigo e com as minhas opções. Nunca, mas mesmo nunca, me verá a assumir o papel patético do "eu é que sou a presidente da junta".

Fazemos assim, antes de escrever lê o que foi escrito, boa?
PS: "Há por cá" imensos e de muito boa qualidade. Quer um exemplo simples? Só por idealismo quem tem mais de 50 anos continua a fazer urgências noturnas e quem tem mais de 55 anos continua a fazer urgências quando a lei lhes permite não o fazerem. Se assim não fosse o caos estaria implantado.
Alguns ainda o fazem porque têm de “fazer pela vida” para ter com que comprar melões...
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:58
Informe-se lá quanto vale uma urgência noturna (não estou a falar do valor hora das prestações de serviço) e verá que nem para os "melões" dá.
Para quem não tem outros rendimentos, não pode desperdiçar esse. Há médicos proletários...
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 11:05
ah pois há, sem dúvida.
Para a semana não que estou de férias mas na seguinte vou tentar fazer um inquérito com uma pergunta simples a quem tem mais de 55 anos e continua a fazer urgências: "continua a fazer urgências pelo dinheiro que elas lhe dão?". Logo darei nota dos resultados.
Inquérito confidencial?
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 11:09
E de livre resposta, como a proteção dados determina.
E só mais uma informação, os médicos que precisam mais dinheiro para fazer face às suas necessidades escolhem ir fazer urgências em prestação de serviços a outra instituição que não a sua, veja só a perversidade do sistema.
O engenho humano é capaz de perverter qualquer sistema.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 11:25
eheheheh não resisto a brincar... sim, falta ao hospital de Serpa o "engenho humano" de um Nabeiro como o hospital de Elvas tem.
(e pronto, agora acabou a hora de recreio, inté)
Dra.AMP,para Serpa nem com dois ou três Nabeiros.Contextos diferentes,a nível demográfico e sócio-económico.Ainda muito importante, as origens e o crescimento dessas unidades hospitalares não têm nada em comum, apesar de uma ter mecenas e outra só o teve na sua criação.Ainda não sao minimamente comparáveis porque enquanto uma cresceu e inovou em gestão cativando profissionais, outra decaiu cada dia é só resistiu até ao momento da empresarializacao dos hospitais porque existia um pequeno lobby decadente que resistia, ainda hoje erguem a voz e acham possível nascer ali um Hospital médico -cirúrgico que pode competir com Beja,mesmo este último já de muito má saúde.É um erro tão grande que só podemos interpretar tal pensamento como comp,estamento fora da realidade.Elvas,cidade onde as mentes estão arejadas, a nível político , aquando de formação do Centro Hospitalar com Portalegre, embora descontentes, encontrou logo o caminho...até porque o Hospital de Elvas tinha muito para dar, a todos os níveis,ao Centro Hospitalar.Imagine-se que até forneceu à gestão um excelente Director Clinico!!
Dra AMP as realidades,os contextos,as pessoas que criam diferentes climas internos nas organizações, têm que ser conhecidos e analisados em todas as partes do todo, para que possamos daí comparar,extrapolar e prever.Só no domínio dessa informação transformada em conhecimento poderemos definir os factores críticos de sucesso e criar cenários estratégicos com uma visão holistica ,que em gestão nos podem conduzir a uma organização hospitalar cativante/atraente/desejada/cobiçada mas sobretudo adaptável aos novos tempos,de exigências diferentes,aquilo que faz uma “learning organization”

Acabei aqui de ler esta discussão entre a Dra. AMP e um anónimo sobre o SMP.Penso que o comentário que fiz agora ,aquando da comparação das realidades Serpa /Elvas, pode perfeitamente aplicar-se à vossa discussão crítica.
Serviço Médico à Periferia , hoje e agora não faz sentido e qualquer um de nós sabe disso, mas conhecer essa realidade com profundidade ajudará certamente a encontrar e perspectivar actuais cenários que exigem mudança rápida, talvez para ontem.
Mariana Raposo-AH a 17 de Março de 2018 às 16:07
No meu comentário comecei por ligar o irony alert, Dra Mariana Raposo.
oh dr presidente da junta, tenha dó!
Anónimo a 19 de Março de 2018 às 21:59
Claro que não chega. Mas é ilusório pensar que há uma receita que produz resultados garantidos. A saúde nestas paragens precisa de mais médicos. Mas a fixação dessas pessoas têm a ver com muita coisa. De ordem pessoal, familiar, etc. Na verdade, só alguns ainda esperam que o Estado tudo lhes garanta.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 10:55
Desculpe, não percebi o que quis dizer com "só alguns ainda esperam que o Estado tudo lhes garanta.". A quem e a que se refere? Obrigada pelo esclarecimento.
Para bom entendedor meia palavra bastaria. Há cidadãos que depositam no Estado todas as responsabilidades. Há também cidadãos que se esgatanham para desenrascar as suas vidas. A maioria anda pela atitude intermédia.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 11:01
Não é, seguramente. aos médicos que se refere. Basta ver a fuga para os hospitais privados dos grandes centros para perceber que não é a "estado-dependência" que aqui está em causa, bem pelo contrário.
Pois, a exigência de um proteccionismo estatal anda de braço dado com a passividade. Refiro-me aos cidadãos.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 11:07
Felizmente vivemos num Estado social.
“Tout court”, como diria o Mário Soares...
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 11:12
Vontade política, é o que falta! Dizer que se quer um SNS e deixar os recursos humanos às leis do mercado é uma incongruência. Nisso, teve razão a Margalha.
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 09:30
Quê? Visão estratégica, sabem lá eles o que é isso!
Estou a ver na foto o diretor clinico do hospital, que ainda não leu as competências próprias que a lei lhe atribui, fazendo assim o papel de uma espécie de" morto vivo" cá do burgo . Consegue ser mesmo do piorzito que por cá passou .O PS não conhecia já estas prenda do anterior reinado e volta a cometer os mesmos erros.
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 12:27
Que venha a descentralização rápida e bem pensada.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 14:59
E se, em vez de mas bocas com mais ou menos sentido, dessem a vossa opinião sobre o estado da saúde na região e como melhorá-lo? Acho que podemos ganhar todos com um debate mais positivo. Vamos a isso?
José Lopes Guerreiro a 16 de Março de 2018 às 12:39
Ó Lopes Guerreiro! Em nenhum outro foro o assunto tem sido tão discutido como aqui! O que falta não é continuar a retratar a situação. O que é necessário é gente capaz, imaginativa, corajosa e persistente, para concretizar um caminho que nos faça sair deste pântano. Achas que os atuais dirigentes têm demonstrado sê-ló?
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 12:44
Sugiro ao LG que pense em dinamizar aí um fórum de discussão desse tema, saindo das baias dos politicos locais, dando tempo para a discussão e convidando os deputados a "beberem o suco" da mesma, que bem precisam
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 13:03
Ontem o debate mostrou bem quem estava preparado e acrescentou alguma coisa ao debate e os que lá foram sem ter nada a acrescentar e a jogar à defesa, sem perceberem que se tratava de uma oportunidade de mostrar como sentem os problemas das pessoas que representam...
O estado da política na região ainda está pior do que o estado da saúde...
Zé LG a 16 de Março de 2018 às 15:09
Percebe-se que perante as narrativas oficiais houve pouco contraditório. Pobreza de conteúdos!
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 15:42
Meu caro Lopes Guerreiro: ainda que em qualquer assembleia ou fórum de debate se produzam propostas e se indiquem caminhos, que mandato teriam os dirigentes para lhes dar cumprimento? Aceitá-las, diplomaticamente, e depois deixar as propostas esquecidas na cesta dos papéis não-prioritários?
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 16:41
"Porra pá isto já aborrece !
Nunca vi a malta tão acesa com as questões da saúde na nossa região !
Será que estão mesmo a discutir a saúde ?
Vão "mas é trabalhar,.... oh !" acho que vocês querem é aparecer
Anónimo a 16 de Março de 2018 às 22:25
Ricardo Costa no Expresso de hoje "Subfinanciar a saúde não é solução. Não discutir o sector também não".
Ana Matos Pires a 17 de Março de 2018 às 10:03
Um bocadinho ao lado mas muito significativo e representativo para o estado de saúde na região https://www.publico.pt/2018/03/17/sociedade/noticia/quase-mil-pessoas-internadas-por-nao-terem-para-onde-ir-1806992
Ana Matos Pires a 17 de Março de 2018 às 11:10
Não se percebe como continua a ser tão eficaz a conversa fiada de que a construção do hospital central em Évora não irá tirar valências aos de Beja e Portalegre.
Foi exatamente o mesmo que se disse ao nível dos serviços regionais de agricultura, educação, etc, etc,... e agora é o que vê.
Não, não só irá retirar valências e competências, como com a vinda de mais médicos para Évora irá também aumentar a resposta privada, com mais clinicas e hospitais privados.
Logo e bom que se resolva o problema do comboio até Évora, pois vamos ter que la ir por tudo e por nada que tenha a ver com a saúde.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 11:45
Pôs o dedo na ferida, anónimo das 11:45h.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 12:03
Quer parecer-me que a inexistência de um projecto de serviço de saúde para a região, a priorização dada ao tratamento em detrimento da prevenção da doença, a maior atenção dada à doença do que ao doente e a falta de atenção e acompanhamento das autarquias ao sector serão as principais questões que têm contribuído para muitas das principais dificuldades sentidas. Sem dar lhes volta não creio que haja condições para inverter a desvalorização que a Saúde tem a sofrer no Baixo Alentejo.
Zé LG a 17 de Março de 2018 às 14:47
Exatamente, Lopes Guerreiro! Esses são os tópicos pertinentes para a continuação do debate. Conto com a organização de um novo encontro, onde poderemos discutir também a proposta de revisão da Lei de Bases do SNS. Como sabes, a respectiva petição logrou conseguir audiência na Assembleia da República.
Munhoz Frade a 17 de Março de 2018 às 15:03
Não concordo de forma alguma com as análises anteriores de L.G. e de M. Frade.
Esse tipo de análises já foram feitas, e nunca levaram a lado algum. Logo, para quê complicar ainda mais.
Ou seja, não será através do poder central de Lisboa ou de Évora, que iremos resolver o que quer que seja.
Já se viu uma e outra vez e em todos os sectores, que não é esse o caminho e tão pouco com manifestações e petições sejam elas de que tipo forem.
Ainda por cima, já percebemos que os nossos políticos locais dependem daqueles, e daí que serão os últimos a mexer um dedo em relação ao que quer que seja.
Logo, cabe e compete à sociedade civil organizar-se e lutar pelos seus interesses, tentando conquistar o poder e logo ter e ser parte activa em todo o processo.
Não foi por acaso que a autarquia de Portalegre foi ganha por uma lista de independentes.
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 16:18
E?
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 16:36
E!
Anónimo a 17 de Março de 2018 às 16:39
Com o que escrevi, pretendi dizer que ou a região (os poderes locais, as forças vivas, os cidadãos) são capazes de construir um projecto, que atraia e motive os profissionais e mobilize e una as forças vivas e as populações na sua concretização ou está tramada. Não espero que o poder central nos dê seja o que for, quero que nos mobilizemos para: traçar objectivos comuns e claros, por que lutemos em conjunto.
Zé LG a 17 de Março de 2018 às 23:37
Seja qual for a forma possível de lutar para melhorar o estado destas coisas, qualquer projeto só terá viabilidade se for baseado em estudo e conhecimento. Essa de “tomar o poder e logo se vê o que fazer” é de uma grande irresponsabilidade. O assunto é muito sério para brincar à politiquice.
MF a 18 de Março de 2018 às 09:15
Então os independentes de Portalegre que ensinem como se faz...
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 10:14
O que farão ou não os independentes de Portalegre, talvez seja muito importante para nós neste momento.
Pois a sensação que fica, é que lá estão sem dúvida mais avançados do que nós.
Ou seja, não é no quadro do atual sistema político-partidário-regional-autárquico, que conseguiremos sair do estado deprimente em que se encontra a cidade e os campos à sua volta e da anarquia e do antidesenvolvimento da região.
Veja-se o caso da saúde. Já toda a gente percebeu que o Hospital Central do Alentejo, não será senão um enorme eucalipto que irá através das suas raízes sugar tudo o que se encontre na sua área de influencia.
Já alguém ouviu algum politico incluindo os autarcas e de todos os partidos, levantar a mínima dúvida ou questão a este respeito?
Não, fazem um silencio de tal forma ensurdecedor, que até impressiona.
Daí, que talvez tenhamos que olhar todos com muita atenção para o que se passa em Portalegre, e ver o que é que dessa experiencia autárquica poderemos retirar.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 10:48
Os independentes de Portalegre vão cortar as raízes do eucalipto?
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 11:07
Quer explicar-me, com exemplos reais, o que se está a passar de bom em Portalegre na área da saúde? Pergunto porque não sei mesmo. Obrigada.
Drª AMP. Não tenho capacidade para responder à sua questão, mas creio que não serão só da área da saúde os motivos que levaram àquela candidatura à autarquia de Portalegre e sobretudo o facto de vencerem as eleições.
No entanto, lanço aqui o repto a LG, dado o seu passado autarca e os seus conhecimentos daí inerentes. Que nós vá dando informações sobre o sucesso ou não daquela experiencia autárquica. Que tanto respeito nos diz, dadas as similitudes das duas cidades e regiões, em todos os aspectos incluindo até em relação ao futuro eucalipto da saúde do Alentejo.
Anónimo a 19 de Março de 2018 às 19:43
O problema da saúde na área de intervenção da ULSBA não é o futuro hospital Central do Alentejo, ele ainda não existe e, por exemplo, a dificuldade (crónica) de fixação de clínicos é já uma realidade.
Não é, mas tem sido sempre.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 12:08
O Dr Pedro de Vasconcelos parece ter dado uma entrevista ao Diário do Alentejo deveras elucidativa sobre o eucalipto do hospital central do Alentejo.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 22:33
Não concordo com tudo o que o Pedro referiu. Por exemplo, não me faz sentido perceber-se que Évora precisa de um hospital - o atual, como bem referiu o Pedro, é atravessado por uma estrada - e não se defender a construção de um hospital "à séria". Dito isto, estou absolutamente de acordo com ele quando refere a necessidade de "especializações descentralizadas" e acho que a construção do hospital Central do Alentejo não é um óbice a que isso aconteça. Mais, não creio que a sub-região médica de Setúbal deva ser tida em consideração na discussão da construção de um hospital central no Alentejo.

Cá está um tema específico que vale a pena ser mais discutido, com esclarecimentos claros e sérios por quem de direito.

(Aproveito e deixo a informação que um médico interno recebe mensalmente, por 40h de trabalho semanal, 1.835,42 € antes dos descontos. Se tivermos em atenção que, por exemplo, a publicação de um artigo científico numa revista médica de qualidade, muito importante para o CV de qq médico em formação nos tempos que correm, custa entre 200 e 400 € - para já não falar das propinas de um curso de formação + transporte + alojamento + alimentação - perceberemos melhor do que estamos a falar)
LG, não seria possível colocar aqui a dita entrevista ao Diário do Alentejo do Dr Pedro de Vasconcelos para debate?
É que não sé é o responsável máximo local da Ordem dos Médicos, como se trata de uma pessoa independente e incómoda para o status squo vigente na região.
Pelo que faz todo o sentido lermos com a tenção a suas ideias e opiniões.
Anónimo a 19 de Março de 2018 às 19:34
Coitado do ZéLG, basta ir à RVP. Pegue lá o link http://www.vozdaplanicie.pt/programas/30
Não é o mesmo, Drª AMP.
Anónimo a 20 de Março de 2018 às 08:49
E já agora acrescento que um médico que concluiu a sua especialidade(ex:cirurgia) e não estabeleceu vínculo com a instituição onde fez o internato médico vem fazer urgências a esse hospital ,por conta de qualquer empresa ganhando 35 € hora e até o dobro, conforme a carência,e ganha centenas de euros num turno de 24 horas, saltitando de urgência a urgência.
O mesmo acontece com qualquer outro médico indiferenciado, trabalhando à hora , fazendo triagem de urgência em urgência .Por isso a qualidade do atendimento é cada vez pior . Depois restam os velhotes , que por aí ainda andam ,vendo e atuando à distância ou ao perto, os resultados dessas famosas prestações de serviço.
E sabem qual é o vencimento de um médico no topo da sua carreira, com contrato em funções publicas, especialista que não trabalha em exclusividade no SNS, mas aguenta um serviço , não chega a 2000€ líquidos.
Como querem um SNS para todos, como define a constituição?
A destruição das carreiras médicas, tal como outras, acabou com o SNS , como o desejamos e já tivemos muito melhor.
Paguem aos médicos do publico vencimentos decentes e acabem com esta rabaldaria reinante.Só assim lhe podemos e devemos exigir a qualidade e competência dos seus atos médicos.
Anónimo a 20 de Março de 2018 às 17:26
PS: Eis um bom exemplo de discriminação positiva, maior apoio à formação para os médicos do interior.
Não conta nada com "a organização de um novo encontro", Munhoz Frade, vai promovê-lo e conta comigo para o ajudar porque ambos temos essa obrigação dado sermos signatários da Petição n.º 444 XIII (3.ª), onde se propõe a revisão da Lei de Bases do SNS. Bora lá.

Quanto ao que referem LG e MF, um apontamento.

Parece-me importante perceber que a discussão da saúde na região tem duas velocidades, uma mais imediata dirigida à tentativa de resolução de problemas que existem e que ameaçam a continuidade dos cuidados de saúde à população da área de abrangência da ULSBA, em particular os hospitalares, e outra mais estrutural, mais profunda e destinada a obter ganhos em saúde a médio e longo prazo - é nesta última que se inclui uma maior atenção à prevenção (não concordo que "a maior atenção dada à doença do que ao doente" seja um problema real da saúde na região, já agora, parece-me que desse ponto de vista as coisas até estão particularmente bem na comparação com o que acontece nos grandes centros).

A ação dos políticos locais, autarcas e deputados, deve fazer-se nos dois momentos e de uma maneira bem mais séria e mais esclarecida do que a atual. Foi verdadeiramente impressionante, e triste, a sua prestação, a falta de conhecimento, de preparação e, consequentemente, de alternativas e de ações reais sugeridas no debate de quinta feira. Todos sabemos que estão limitados na ação mas podem e devem fazer muito mais, podem e devem informar-se, caramba. Basta olhar para o lado e reparar como foi levado à AR, no dia imediato, um texto dos pediatras do HES de Évora ou como os autarcas do Litoral Alentejano já foram recebidos pela tutela. É preciso mais, muito mais.

Do mesmo modo é preciso que a ARSAlentejo, na pessoa do seu presidente, não esteja tão "encolhido". Bem esteve a Conceição Margalha, a desempenhar com qualidade o papel que é o seu - o de Presidente de um Conselho de Administração de uma instituição com gravíssimos problemas, a não tapar o sol com a peneira. Obrigada, Conceição.
“Touché!”, AMP.
Munhoz Frade a 18 de Março de 2018 às 11:11
Ainda vou ser mais pragmática. Como não esteve lá vou fazer-lhe um "boneco".

Pedro do Carmo mostrou saber zero de saúde e tão pouco se preocupou em se preparar para o debate, João Dias engoliu uma cartilha e deitou fora, lamentavelmente, todo o seu know-how enquanto enfermeiro da ULSBA até ao inicio deste mês - fez-me lembrar o trabalhador agrícola que emigrou, saiu da terra há um mês, e quando volta já não reconhece uma enxada. Quanto a Fernando Romba, que lá estava a representar a CIMBAL, foi de ir às lágrimas a justificação que me deu para que ainda não tenha sido indicado ninguém pela CIMBAL para vogal executivo do CA da ULSBA, como a lei determina: preocupações com o acréscimo de gastos em honorários por parte da ULSBA. Já me chamaram estúpida de uma maneira bem mais inteligente. Paulo Arsénio e Tomá Pires estavam aos papéis.
Eles não se podem indignar com a sua franqueza...
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 12:06
Estranha forma de fazer política assumiram estes políticos locais.De saúde então, é uma vergonha.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 12:13
Fica demonstrado porque os nossos maus políticos temem ser desmascarados por quem corta a direito. Obrigado, AMP.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 12:28
Fraca prestação a dos deputados e também os autarcas pouco ou nada acrescentaram de valor ao debate.Nao esperava uma coisa daquelas do deputado Pedro do Carmo.Francamente,devia ter pedido para ser substituído!
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 14:13
Bastar-lhe-ia reler os documentos que alguém lhe fez e entregou, há uns anitos...
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 14:24
Excelente comentário! Sem meias palavras, nem problemas em ferir susceptibilidades, é disso que precisamos por cá! Alguém que exponha as questões tal e qual como são!
Talvez a participação nestes fóruns também lhe dê algum vislumbre do facto de sermos a Região com mais Depressivos e
a maior Taxa de Suicídio. Venham lá muitas Ana´s.
Ana Lúcia Serafim a 20 de Março de 2018 às 15:15
Quanto a Nilza de Sena... nem se dignou fazer-se substituir. Lamentável.
PS: Ainda em relação à deputada eleita pelo PSD a coisa é particularmente grave quando o seu partido é representado na região por João Guerreiro, um enfermeiro que ainda por cima foi membro do anterior CA da ULSBA e tem obrigação de conhecer o estado da saúde na região como poucos. A não substituição de Nilza de Sena é uma desconsideração pela população local e, em particular, por quem lhe deu o seu voto.
oh Batgirl você consegue surpreender-me, algumas vezes pela "negativa"!
Mas desde quando o joão guerreiro tem alguma noção de alguma coisa, experimente um dia perguntar-lhe que serviços dirigiu e qual a sua localização fisica no hospital, vai chorar...
Anónimo a 19 de Março de 2018 às 22:10
Não me faltava mais nada, chorar por coisas destas pffffff.
Ia perguntar se deputada tinha estado presente. Estou esclarecido (partindo do princípio que foi convidada).
Foi convidada. Como vê na foto estava lá o Sr.enfermeiro Joao Guerreiro,que a deveria ter representado como bem diz AMP.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 14:10
Devia ter sido convidado por ela a fazê-lo, não tenho conhecimento que tenha feito tal.
Nilza fez-se representar pelo Presidente da Distrital ?
Que eu saiba não se fez representar por ninguém, mas é perguntar à Rádio Voz da Planície.
Calculo que não se tenha feito representar.
Podia ter encarregado o Marciano Lopes, que não faria má figura.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 18:24
Foi convidada, sim, e justificou a ausência com estar fora do país. Devia, portanto, ter-se feito representar.
Sobre as tais velocidades, os políticos da nossa praça têm três: devagar, devagarinho e marcha-atrás.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 11:14
Aos quais acresce a marcha da incompetência.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 11:47
E também "ponto-morto".
João Espinho a 18 de Março de 2018 às 13:09
Não achei”encolhido”.Esse adjectivo é suave.Achei sim que toca sempre a música em “dó” e podia variar um pouco mais .Alguem me disse que já se torna enfadonho.
Anónimo a 18 de Março de 2018 às 14:18
Ao lado do post mas com alguma ligação. O novo site da Assembleia da República, mais agradável, simples e informativo. Uma maneira de se seguir a atividade parlamentar, em particular dos eleitos pelo distrito de Beja http://www.parlamento.pt/
Ana Matos Pires a 22 de Março de 2018 às 12:19
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