“O dever de garantir estabilidade em Beja”
«…em nome de Beja - ... - abriu(-se) o diálogo com todas as forças políticas responsáveis, incluindo a CDU. ... o PS, sob a liderança de Paulo Arsénio, ... encerrou a porta a qualquer entendimento sério. ... apenas por cálculo partidário. .. o (que levou a) uma alternativa pragmática: o diálogo com quem, apesar das diferenças, partilha a preocupação com a estabilidade e o futuro de Beja. … Beja precisa de um governo municipal funcional, que saiba unir esforços em torno de objetivos concretos: investimento, emprego, coesão social e eficiência na gestão pública. Aqueles que hoje se indignam com esta solução esquecem-se de que a coerência política também se mede pela capacidade de colocar Beja acima das trincheiras ideológicas. … perante o bloqueio, o PSD escolheu governar com quem quer trabalhar, em vez de continuar a assistir a Beja parar. Esta coligação não nasce de afinidades ideológicas, mas da urgência de agir. Nasce do compromisso com os bejenses, com o seu futuro e com a estabilidade que o PS recusou oferecer. Beja precisa de progresso, não de purismos partidários. Precisa de pontes, não de muros. E o PSD, fiel ao seu dever de responsabilidade, escolheu governar, dialogar e construir — porque o pior que Beja poderia ter era o regresso à paralisia." Anónimo 12.11.2025, aqui.
