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Alvitrando

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

Aqui se dão alvíssaras e trocam ideias sobre temas gerais, o Alentejo e o poder local, e vou dando notícias das minhas reflexões sobre temas da actualidade e de acontecimentos que achar que devem ser divulgados por esta via.

O centro do sistema de saúde deve estar sempre no doente, o que nem sempre acontece

Numa ULS, o caso de Beja, o circuito do doente neste sistema deveria estar completamente assimilado e funcionar eficazmente de modo a colocar mesmo o doente no centro do sistema, daí resultando uma resposta o mais eficiente possível na utilização dos recursos disponíveis, garantindo a necessária e indispensável resposta às necessidades do doente. Para atingir esse desígnio, no Baixo Alentejo, foi criada a ULSBA - o doente está no centro deste sub sistema - deve ter acesso a cuidados de saúde integrados, onde os circuitos e os procedimentos devem estar primorosamente estudados e estabelecidos, cada uma das partes desse todo deve desempenhar o seu papel em beneficio do doente.
Sabemos que nem sempre acontece e que o desígnio para que foi criada a unidade local não foi ainda atingido, conforme análise de factos e pareceres/alguns estudos, com prejuízo para o doente. A discussão que neste blog esta a decorrer, para onde vai este ou aquele equipamento, quem faz isto ou aquilo, vem dar razão ao que acabei de referir. Em suma, o doente no centro do sistema, tem o direito a cuidados de saúde integrados, prestados no tempo, com os prestadores certos nos locais certos. Isso nem sempre acontece, porque o sistema tem falhas, às vezes grandes.
Há que melhorá-lo com organização e gestão adequados.

Mariana Raposo-AH 21.12.2018 20:35, aqui, onde pode ler o comentário na íntegra.

5 comentários

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    Anónimo 25.12.2018 20:23

    Nem parece que tal desapego exista embqualquer outra região do país.
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    Anónimo 26.12.2018 08:17

    Em abono da verdade, refira-se as exceções dos presidentes das câmaras de Aljustrel e Almodôvar.
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    Anónimo 26.12.2018 09:20

    Não há outra solução para a saúde e não só no nosso distrito, do que chamar de vez à responsabilidade os órgãos e as pessoas eleitas pela região às suas responsabilidades.
    Não podemos continuar a pactuar com a sua inacção e fuga continua aos seus deveres, que sabiam de antemão deverem estar bem à frente dos seus interesses pessoais e partidários.
    Numa democracia como a nossa, as populações e os eleitores votam e pagam aos representantes eleitos para os defenderem em sede própria. Já que não é com manifestações como a dos coletes amarelos ou greves como as dos enfermeiros que se defendem os interesses das regiões.
    Os cidadãos dos Baixo-Alentejo têm ao seu dispor uma arma, que é o voto. E no próximo ano há duas eleições significativas.
    Vamos lá ver se se portam com respeito e dignidade para consigo próprios, ou não.
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    Anónimo 26.12.2018 11:15

    Para isso, antes de depositar o voto num candidato, tem de se verificar bem os seus conhecimentos e se é credível o seu compromisso com os eleitores. Palavras sonantes e comícios cheios não chegam.
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